04/07/2026
É fácil construir bons argumentos para justificar escolhas.
Falta de tempo, cansaço, pressão, fases da vida. Sempre haverá uma explicação plausível para aquilo que deixamos de fazer. O problema não é a justificativa em si, mas o que ela tenta esconder.
Porque, no fim, não é sobre o que dizemos valorizar, é sobre o que estamos dispostos a sacrificar.
Na jornada cristã, isso se torna ainda mais evidente.
Seguir a Cristo nunca foi um caminho confortável. É um chamado à renúncia, à disciplina, à entrega. Não existe fé madura sem custo. Não existe crescimento espiritual sem abrir mão de algo.
Você pode até se esconder atrás de argumentos bem construídos, mas a verdade sempre aparece nas suas decisões diárias.
Onde você investe seu tempo, sua energia e sua disposição revela, sem filtros, o que realmente ocupa o centro do seu coração.
Sacrifícios não são acidentes no caminho, são parte do processo. A pergunta não é se você está sacrificando algo. Afinal, todos nós estamos.
A pergunta é: seus sacrifícios estão alinhados com o propósito de Deus para a sua vida?
03/26/2026
Hoje celebramos a vida de um homem que é um verdadeiro presente de Deus para a minha família.
Pr. JC, além de todo o cuidado conosco, o senhor é para nós um exemplo e uma referência de fé, perseverança, dedicação, amor à família e, acima de tudo, de uma vida que reflete com clareza o que significa ser um servo de Cristo.
É uma alegria imensa poder ver o senhor completando mais um ano de vida, celebrando uma trajetória tão marcante e cheio de vigor para ainda “queimar muita lenha”.
Te amo! Happy birthday!
03/08/2026
Uma grande alegria estarmos juntos novamente.
02/17/2026
“VOCÊ TEM QUE SERVIR?”
Há momentos na vida em que ouvimos dentro de nós a frase: “você tem que servir”. Às vezes ela soa como cobrança. Pensamos nas responsabilidades, nos compromissos, nas pessoas que dependem de nós. E então servimos porque é preciso, porque é certo, porque alguém tem que fazer.
Mas, quando o serviço nasce apenas da obrigação, ele pode se tornar pesado e silenciosamente cansar o coração.
Com o tempo, porém, vamos descobrindo algo mais profundo.
Existe um “você tem que servir” que não vem de fora, mas de dentro. É quando o amor amadurece e se transforma em decisão.
Não servimos apenas porque é nosso dever, mas porque desejamos de todo o nosso coração. Há entrega, há generosidade, e até o sacrifício ganha sentido. O mesmo gesto (ajudar, escutar, cuidar) passa a carregar alegria.
No fim, o que muda não é a tarefa, é o coração. Quando servimos só por obrigação, contamos o que fazemos. Quando servimos por amor, oferecemos quem somos.
E é nesse lugar interior, onde o dever encontra o desejo, que o serviço deixa de ser peso e se torna vocação.
02/02/2026
“Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.”
Marcos 10:45 NVI
01/20/2026
Hoje completamos 14 anos de casamento.
Sim, éramos muito jovens quando decidimos construir uma vida lado a lado. E, sem nenhuma dúvida, carrego a convicção de que essa foi uma das melhores decisões que tomamos.
Ao longo dos anos, vivenciamos experiências das mais diversas. Enfrentamos desafios, realizamos sonhos, amargamos perdas e celebramos vitórias.
Recebemos pessoas, nos despedimos de outras, tivemos duas filhas, demos muitos passos de fé e experimentamos, na pele, a promessa de que Deus realiza infinitamente mais do que pedimos, pensamos ou imaginamos.
Após a soma de duas vezes o número da perfeição (7), a certeza é uma: não existe relacionamento perfeito.
Mas, quando ambos estão dispostos a cuidar com zelo da aliança feita no altar, o Deus que é perfeito manifesta Sua graça, permitindo que o verdadeiro amor edifique um lar saudável. Essa graça revela o amor de acordo com o “dicionário” de Deus.
Um amor que, como diz a Palavra, é paciente e bondoso. Que não é ciumento nem presunçoso; não é orgulhoso nem grosseiro. Que não exige que as coisas sejam à sua maneira, não é irritável nem rancoroso. Um amor que não se alegra com a injustiça, mas com a verdade. Um amor que nunca desiste, nunca perde a fé, sempre tem esperança e permanece firme (1 Coríntios 13:4–7, NVT).
Seguimos firmes, mais fortes e mais maduros do que no dia 20 de janeiro de 2012, certos de que nossa família é o nosso maior tesouro, e o prazo de validade da aliança que fizemos é a morte.
Por isso, nosso amor deve falar mais alto do que nossas diferenças.
Nosso compromisso deve estar acima dos sentimentos momentâneos.
Nosso relacionamento é mais importante do que as nossas responsabilidades.
Perdoar é mais importante do que ter a razão.
E tudo o que Deus tem para nossa vida só faz sentido se estivermos juntos, alinhados com a direção do Senhor e alicerçamos em Sua vontade divina.