Lincoln Poubel e Bruna Abreu

Lincoln Poubel e Bruna Abreu

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Master Líder Oficial I Liderança e Gestão de Pessoas.
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🎯 A parte mais difícil do trabalho são as pessoas.

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06/25/2026

Perfis problemáticos com fortes traços distímicos e negativistas costumam apresentar um viés atencional persistentemente direcionado para perdas, dificuldades e frustrações. Com o tempo, o sofrimento deixa de ser apenas uma experiência emocional e passa a se tornar parte da própria identidade. E quando a dor vira identidade, surgem padrões como reclamação crônica, vitimização, resistência a feedbacks e dificuldade de reconhecer que outras pessoas também enfrentam batalhas invisíveis.

A boa notícia é que esses padrões não precisam ser simplesmente suportados ou ignorados. Existem formas de compreendê-los e de intervir de maneira estratégica, ética e funcional, reduzindo o sofrimento e diminuindo o impacto que esses comportamentos produzem nos relacionamentos e nas equipes.

Se você quer aprender a identificar, compreender e intervir corretamente diante de perfis problemáticos e manipulações no ambiente de trabalho, conheça a Formação em Gestão de Perfis Problemáticos e Manipulações no Trabalho. O link está na bio.

06/23/2026

Existe um motivo pelo qual a fofoca está presente em praticamente todas as culturas humanas. Ela não é apenas um fenômeno social. Ela também possui raízes evolutivas.

Ao longo da história da espécie humana, viver em grupo aumentava drasticamente as chances de sobrevivência. E, para viver em grupo, era necessário saber quem era confiável, quem era perigoso, quem cooperava, quem traía, quem respeitava regras e quem representava ameaça ao grupo. Nesse sentido, a troca de informações sobre terceiros possuía uma função adaptativa importante.

O problema é que nem toda característica que ajudou nossos ancestrais continua produzindo resultados positivos nos ambientes modernos. Porque a mesma capacidade de compartilhar informações que ajudava grupos a sobreviver também pode ser utilizada para destruir reputações, excluir pessoas, manipular percepções, enfraquecer adversários e disputar poder social.

É exatamente por isso que a fofoca não deve ser analisada apenas pelo conteúdo, mas pela função que ela exerce. Nem toda fofoca tem a mesma finalidade. Algumas servem para proteger grupos. Outras servem para fortalecer vínculos. Mas algumas servem para controlar narrativas, influenciar percepções e manipular relações.

E é justamente aí que líderes precisam prestar atenção. Porque muitas vezes o problema não está na informação. Está na intenção e na função psicológica por trás dela.

Essa é uma das razões pelas quais compreender comportamento humano é muito mais importante do que simplesmente julgar comportamento humano.

Agora me diga: você acredita que a fofoca é apenas uma conversa inocente ou uma das ferramentas de poder mais antigas da humanidade?

06/22/2026

Antes de liderar pessoas, é preciso desenvolver repertórios mais eficazes de comunicação.

A agressividade tende a produzir esquiva, medo e deterioração das relações. A passividade favorece a manutenção dos problemas e a perda de influência do líder. Já a assertividade permite estabelecer limites, fornecer feedbacks e defender interesses de forma firme e respeitosa.

Liderar não é alternar entre submissão e coerção. É desenvolver comportamentos que aumentem a probabilidade de cooperação, engajamento e resultados sustentáveis.

Photos from Lincoln Poubel e Bruna Abreu's post 06/18/2026

Conservatória, uma cidade situada no interior do Rio de Janeiro, é famosa por sua serenata. Uma tradição que é mantida há 150 anos. Todas as noites, às 23 horas, bares, restaurantes, shows na praça, enfim, todos param para ver ela passar na rua.

Vale a visita!

Photos from Lincoln Poubel e Bruna Abreu's post 06/17/2026

Existem conhecimentos que ajudam a compreender o comportamento humano e existem conhecimentos que transformam a forma como conduzimos e desenvolvemos pessoas. São coisas diferentes. Afinal, liderar não significa apenas motivar equipes ou distribuir tarefas. Liderar também é lidar com conflitos, corrigir comportamentos inadequados, estabelecer limites, conduzir conversas difíceis e impedir que manipulações e jogos psicológicos se tornem parte da cultura da equipe.

Infelizmente, a maioria dos líderes nunca foi preparada para isso. Aprenderam a administrar processos, metas e resultados, mas não necessariamente a gerir comportamentos e relações humanas. E é justamente aí que muitos dos desafios mais difíceis da liderança surgem.

Foi dessa necessidade que nasceu a Formação em Gestão de Perfis Problemáticos e Manipulações no Trabalho. Mais do que apresentar conceitos, trata-se de uma formação construída para quem precisa ir além da identificação e desenvolver a capacidade de intervir, promover mudanças e fortalecer equipes de forma estratégica.

Porque compreender o comportamento humano é importante. Mas, para quem trabalha com pessoas, saber o que fazer diante dele é indispensável.

Se essa é uma habilidade que você deseja desenvolver, arraste as imagens e conheça melhor a proposta da formação. Link na bio.

06/09/2026

Qual o limite entre ter mais liberdade para desfrutar e correr os riscos de negligenciar responsabilidades profissionais?

06/04/2026

Muita gente vai assistir a esse vídeo e pensar: "Claro., mas ele está lidando com crianças." E é justamente aí que está o erro. Porque adultos também sentem medo: medo de falhar; medo de serem humilhados, medo de perder o emprego, medo de não serem capazes, medo de decepcionar alguém, medo de não dar conta. A diferença é que alguns adultos aprenderam a esconder isso melhor.

Esse médico entendeu algo que muitos líderes nunca entenderão: as pessoas não precisam apenas de competência técnica. Elas precisam de segurança emocional para enfrentar situações difíceis. E não, isso não significa passar a mão na cabeça de ninguém. Significa criar um ambiente onde as pessoas consigam desempenhar o melhor de si sem viver constantemente sob medo, tensão, insegurança ou ameaça.

É curioso como muitos líderes assistem a um vídeo como esse, se emocionam, admiram a atitude do profissional, compartilham a publicação... Mas são incapazes de produzir esse mesmo efeito na vida das pessoas que lideram todos os dias. Porque liderança não é apenas cobrar resultados. É influenciar a experiência emocional que as pessoas terão enquanto buscam esses resultados. Esse médico não diminuiu a dificuldade da cirurgia. Ele diminuiu o sofrimento da criança diante dela.

E talvez uma das formas mais bonitas de liderar seja exatamente essa: não retirar os desafios da vida das pessoas, mas ajudá-las a enfrentá-los com mais segurança, confiança, esperança e coragem.

05/29/2026

Aprenda a Gerir Perfis Problemáticos e Manipulações no Trabalho, para desenvolver sua equipe com Soft Skills da Inteligência Emocional e da Gestão de Pessoas. Nossos Manuais e Formação estão no link da bio em promoção.

05/27/2026

É importante deixar algo muito claro aqui: esse vídeo está sendo utilizado apenas como exemplo ilustrativo para discutir comportamento humano, manipulações e dinâmica organizacional. A análise não é pessoal, não é acusatória e não tem o objetivo de invalidar o adoecimento real de ninguém. O atestado médico é um direito previsto em lei e um recurso extremamente importante para trabalhadores que realmente enfrentam problemas físicos ou psicológicos.

O ponto da reflexão não é o direito ao afastamento. É quando um recurso legítimo começa, em alguns casos, a ser utilizado de forma estratégica como ferramenta de manipulação, fuga de responsabilidade, proteção contra consequências recorrentes ou manutenção de vantagens sem enfrentamento direto. .

E talvez alguém diga: "mas está na lei". Existe uma diferença importante entre
algo ser legal e algo ser ético, responsável ou moralmente saudável dentro das relações Nem tudo que é permitido pela lei é automaticamente saudável para o ambiente organizacional. Principalmente quando começa a enfraquecer senso de responsabilidade individual, comprometimento, consequência
e responsabilidade sobre o impacto do próprio comportamento nos outros.

Isso porque, quando abusos começam a existir, quem mais sofre muitas vezes são justamente aqueles que realmente estão adoecidos. Porque quando recursos legítimos começam a ser utilizados de forma abusiva ou manipulativa, o sistema inteiro começa a sofrer desgaste de credibilidade. E isso produz um efeito perigoso: aumento da desconfiança coletiva.

Na prática? Equipes começam a desconfiar de afastamentos legítimos; Líderes começam a ficar inseguros para conduzir situações delicadas; Empresas endurecem processos; Colegas acumulam sobrecarga; E pessoas realmente adoecidas acabam sendo vistas com suspeita. Ou seja, o problema do abuso não termina no indivíduo. Ele contamina a cultura organizacional inteira.

Por isso essa discussão não deve ser tratada apenas como questão jurídica ou emocional. Ela também é uma questão de responsabilidade individual, equilíbrio organizacional, confiança social e maturidade ética nas

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