Por que adultos inteligentes estudam inglês durante anos e, ainda assim, travam justamente quando precisam falar? Essa pergunta orienta meu trabalho como educador e pesquisador em Psicologia da Aprendizagem aplicada à aquisição de idiomas em adultos. Sou Gustavo de Noronha, fundador do Instituto de NeuroFluência®. Minha atuação integra quatro dimensões do processo de aprendizagem: sistêmica, cogni
tiva, neurocientífica e emocional. Investigo como emoção, identidade linguística, cognição e comportamento interferem no acesso ao idioma, especialmente em adultos que possuem conhecimento, mas não conseguem recuperá-lo e expressá-lo com a velocidade, a segurança e a naturalidade exigidas por situações reais. A partir dessa integração, desenvolvi a Neurofluência®, uma abordagem que compreende a fluência não apenas como domínio linguístico, mas como um fenômeno cognitivo, emocional, identitário e comportamental. Também desenvolvo o conceito da Ponte Cérebro–Emoção–Idioma, uma estrutura criada para explicar como estados emocionais, mecanismos de proteção e experiências anteriores podem interferir no acesso ao conhecimento linguístico e na produção verbal. Meu trabalho se concentra em três frentes:
• pesquisa e produção intelectual sobre aprendizagem de idiomas em adultos;
• desenvolvimento de métodos, diagnósticos e programas educacionais;
• criação de ambientes de aprendizagem emocionalmente seguros. Como fundador do Instituto, participei da construção de uma operação educacional que já impactou mais de 50 mil alunos. Também atuo em congressos, feiras e eventos acadêmicos nacionais e internacionais. Integro organizações profissionais ligadas ao ensino, à linguística e à psicologia educacional, entre elas:
• TESOL International Association
• IATEFL – International Association of Teachers of English as a Foreign Language
• BRAZ-TESOL
• ABRAPEE – Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional
• ABRALIN – Associação Brasileira de Linguística
Meu propósito é contribuir para uma nova forma de compreender a fluência adulta: menos baseada em repetição mecânica e mais alinhada ao funcionamento real da mente, da emoção e da identidade humana. Não basta aprender mais inglês. É preciso conseguir acessar o inglês que já foi aprendido quando ele realmente importa. A Nova Fluência começa na mente.