EVOLV

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A EVOLV nasceu da vontade genuína em contribuir para a expansão do crescimento evolutivo, através do Coaching e da Consultoria Organizacional.

30/12/2025
06/11/2023

Uma excelente reflexão, dos muitos minutos que dedicamos às redes sociais, perde 2 apenas e lê esta excelente reflexão do Dr. Eduardo Sá.
Depois ficam as perguntas: "Até quando? Estás preparada para mudar essa situação?"
💖✨👌

Primeiro, o despertador. Uma torrada, à pressa. E um sumo de fruta. Depois, o ginásio. O controle do pulso e as calorias. Um d***e. As notícias da manhã, ouvidas de fugida. O Instagram, claro. De seguida, acordar as crianças. Prepará-las “a 1000”. Com desabafos destemperados, à mistura. A saída de casa, apressada, depois de dois ou três esquecimentos. Parar na escola. Acelerar no semáforo, a raspar no vermelho. Mais o trânsito; caótico. O lugar, para o carro, que nunca se encontra à primeira. As últimas mensagens, vistas de esguelha. Depois, chega-se, em passo apressado. “Bom dia!” “Olá! Tudo bem?…” Enquanto o computador se abre, vai-se, a correr, tirar outro café. Vamos em três… Reunião às dez. Videoconferência às onze. Vinte minutos para almoçar. Mais de cem e-mails para responder. Entra uma mensagem. “Podes ir buscar as crianças, às cinco?…”. Murro na mesa. “Não sei. Já ligo…”. Batem à porta. “Sim?…” “Dás-me dois minutos, só para tirar uma dúvida?…” Enfado, disfarçado. “Tem mesmo de ser agora?…” E ainda não passou uma hora em que o trabalho começou.

Depois, o resto do dia é igual. Na última reunião, luta-se contra o relógio. “Peço-vos só mais cinco minutos…” “(Desalento) Não posso. Desculpe! Tenho as crianças à espera.” F**a um sorriso contrafeito. Mas sai-se! Sempre a correr! E recapitula-se: chave do carro, s**o de desporto, carteira... “(Murro no volante) Já vou chegar depois da hora!”. Busina-se. Esbraceja-se. Dizem-se uns palavrões; quase todos para dentro. Mais uma tangente com o carro. Uma travagem, brusca. Outra corrida, para recolher as crianças. “Correu bem o dia?…” “Parem de gritar!!!” Tira-se um olhar furibundo da carteira. “Foi ele que começou…” Para-se no futebol. Depois no ballet. E chega-se às oito. “Alguém tem trabalhos de casa?” “Todos para o banho!”. “Comam e despachem-se”. E o dia ainda não acabou. Faltam as coisas para o dia seguir. Mais um mail que chegou. E “cinco minutos (cinco minutos!); só para mim!”

Se, desde que se levantam até se deitarem as mães vivem numa agitação imensa e em stress, como podem ter direito à calmaria, ao entusiasmo e ao “amor de mãe”, com um sorriso tranquilo e num tom suave?
Dias de mãe são assim.

06/11/2023

Primeiro, o despertador. Uma torrada, à pressa. E um sumo de fruta. Depois, o ginásio. O controle do pulso e as calorias. Um d***e. As notícias da manhã, ouvidas de fugida. O Instagram, claro. De seguida, acordar as crianças. Prepará-las “a 1000”. Com desabafos destemperados, à mistura. A saída de casa, apressada, depois de dois ou três esquecimentos. Parar na escola. Acelerar no semáforo, a raspar no vermelho. Mais o trânsito; caótico. O lugar, para o carro, que nunca se encontra à primeira. As últimas mensagens, vistas de esguelha. Depois, chega-se, em passo apressado. “Bom dia!” “Olá! Tudo bem?…” Enquanto o computador se abre, vai-se, a correr, tirar outro café. Vamos em três… Reunião às dez. Videoconferência às onze. Vinte minutos para almoçar. Mais de cem e-mails para responder. Entra uma mensagem. “Podes ir buscar as crianças, às cinco?…”. Murro na mesa. “Não sei. Já ligo…”. Batem à porta. “Sim?…” “Dás-me dois minutos, só para tirar uma dúvida?…” Enfado, disfarçado. “Tem mesmo de ser agora?…” E ainda não passou uma hora em que o trabalho começou.

Depois, o resto do dia é igual. Na última reunião, luta-se contra o relógio. “Peço-vos só mais cinco minutos…” “(Desalento) Não posso. Desculpe! Tenho as crianças à espera.” F**a um sorriso contrafeito. Mas sai-se! Sempre a correr! E recapitula-se: chave do carro, s**o de desporto, carteira... “(Murro no volante) Já vou chegar depois da hora!”. Busina-se. Esbraceja-se. Dizem-se uns palavrões; quase todos para dentro. Mais uma tangente com o carro. Uma travagem, brusca. Outra corrida, para recolher as crianças. “Correu bem o dia?…” “Parem de gritar!!!” Tira-se um olhar furibundo da carteira. “Foi ele que começou…” Para-se no futebol. Depois no ballet. E chega-se às oito. “Alguém tem trabalhos de casa?” “Todos para o banho!”. “Comam e despachem-se”. E o dia ainda não acabou. Faltam as coisas para o dia seguir. Mais um mail que chegou. E “cinco minutos (cinco minutos!); só para mim!”

Se, desde que se levantam até se deitarem as mães vivem numa agitação imensa e em stress, como podem ter direito à calmaria, ao entusiasmo e ao “amor de mãe”, com um sorriso tranquilo e num tom suave?
Dias de mãe são assim.

03/11/2023

Ser, para fazer bem e obter o melhor 💖👊

02/11/2023

It heals, strengthens, and deepens our connections with others...

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