A Recoletora

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A Recoletora "A RECOLETORA — sobre vegetação daninha comestível" é um projeto que pretende dar a conhecer a www.portodesignbiennale.pt

Queremos contribuir para uma maior diversificação alimentar e, em simultâneo, para a recuperação de uma cultura popular alimentar local que se tem perdido ao longo do tempo. Para reverter o preconceito associado a estas plantas, pretendemos investir na sua inventariação e no seu respectivo mapeamento, ensinar formas de reconhecimento e potenciais usos culinários, bem como divulgar os seus benefícios. A nossa equipa é composta por:
— Fernanda Botelho, especialista em plantas silvestres
— Cuka Linck, chef de cozinha
— Inês Ruivo, nutricionista
— Alexandre Delmar, fotógrafo e co-autor do projeto
— Maria Ruivo, designer gráfica e co-autora do projeto Neste momento estamos a desenvolver uma versão piloto do projeto, limitada geograficamente aos municípios do Porto e de Matosinhos. A Recoletora integra as actividade Satélite da Porto Design Biennale 2021. A Porto Design Biennale é promovida pelos municípios do Porto e de Matosinhos e organizada pela esad—idea.

BOCA DE SAL •  LANÇAMENTO DO ARQUIVO EXPANDIDOEste sábado, 10 de outubro, às 17h00, o Boca de Sal abre o seu arquivo exp...
05/10/2026

BOCA DE SAL • LANÇAMENTO DO ARQUIVO EXPANDIDO
Este sábado, 10 de outubro, às 17h00, o Boca de Sal abre o seu arquivo expandido ao público, com o lançamento do website.
O Boca de Sal é um projeto transdisciplinar que explora o património biocultural das comunidades ligadas ao sargaço. Cruza prática artística, criação gastronómica, conhecimento científico e experiência vivida para investigar as relações de interação entre pessoas, algas e a paisagem costeira.
No centro do projeto está um arquivo expandido que funciona como uma ferramenta situada e comunitária. Situada porque parte de um local específico, Viana do Castelo, e das vivências e saberes que se construíram nesse território à volta do sargaço. Comunitária porque é desenvolvido a partir do encontro e da colaboração com as pessoas que habitam, trabalham e conhecem esse território.
Reunindo histórias, receitas, imagens, ferramentas, práticas, conhecimentos e memórias, o arquivo não é apenas um espaço de preservação e documentação, mas também de investigação, experimentação, ficção e ressignificação.
A sessão de apresentação será conduzida pela equipa da Recoletora e contará com a projeção de vídeos e imagens, a leitura de textos, a escuta de testemunhos sonoros e a partilha de registos do trabalho de campo e dos diferentes processos de colaboração, seguindo-se um espaço aberto para perguntas e conversa.

Juntem-se a nós!
Teremos à vossa espera alguns petiscos com algas para celebrarmos juntos este momento.

🗓️ 10 outubro (sáb)
📍 CMIA - Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental de Viana do Castelo
🕐 17h00
🔗 Entrada livre. Agradecemos a vossa inscrição através do link na bio
Residência Artística: S+T+ARTS Aqua Motion
Desafio: The Shapes of the Sea - Remembered, Reused, Reimagined
Anfitrião: ESE, C.M. de Viana do Castelo e Inova +
S+T+ARTS
INOVA+
Viana Starts - Viana do Castelo
Câmara Municipal Viana Castelo

GFECN
📷 As primeiras duas imagens mostram o ’croque’, um instrumento usado pelos jangadeiros de Castelo do Neiva na apanha do sargaço no mar. Imagens feitas em colaboração com o GFECN

BOCA DE SAL •  PERFORMANCE GASTRONÓMICANa piscina das marés da Praia Norte, o Boca de Sal propõe um ritual alimentar gui...
15/09/2026

BOCA DE SAL • PERFORMANCE GASTRONÓMICA
Na piscina das marés da Praia Norte, o Boca de Sal propõe um ritual alimentar guiado pelas algas. Entrar na água. Sentir o frio, o vento, as rochas do fundo. Encontrar as algas que crescem à nossa volta. Prová-las.

Através de gestos, sons, objetos e sabores, a performance aproxima o corpo de uma paisagem e de uma prática moldadas pela apanha do sargaço. As algas atravessam toda a experiência: são presença viva, ingrediente na nossa cozinha flutuante, matéria transformada em cerâmica e fazem reaparecer gestos e conhecimentos desta cultura anfíbia, que durante gerações viveu do encontro entre o mar e a terra. Outrora recolhidas para nutrir os campos agrícolas, as algas são agora revisitadas como alimento, material e símbolo.

Entre o natural e o construído, entre o biológico e o cultural, entre o passado e o presente, a performance abre espaço para ensaiar uma nova relação com o mar e com as algas — que começa na pele para chegar à boca.

Juntem-se a nós!
🗓️ 26 setembro (sáb)
📍 Piscina das marés (sul), Praia Norte, Viana do Castelo
🕐 18h30
🔗 mais info e inscrições através do link na bio
Residência Artística: S+T+ARTS Aqua Motion
Desafio: The Shapes of the Sea - Remembered, Reused, Reimagined
Anfitrião: ESE, C.M. de Viana do Castelo e Inova +
S+T+ARTS
INOVA+
Viana Starts - Viana do Castelo
Câmara Municipal Viana Castelo

Elīna Štoļde
María Ulecia
GFECN
📷 As primeiras duas imagens mostram a ’rede’, um instrumento usado pelos sargaceiros de Castelo do Neiva na apanha do sargaço solto na água junto à praia. Noutras regiões, este instrumento apresentava ligeiras variações e era conhecido por outros nomes: ‘rodafole’ na Apúlia e em Esposende, ‘redenho’ ou ‘redanho’ daí para norte. Imagens feitas em colaboração com o GFECN

BOCA DE SAL • CAMINHADA-DUETO  #1: Sargaço e comidaNesta caminhada-dueto, a antiga sargaceira Emília Pita e a chef de co...
05/09/2026

BOCA DE SAL • CAMINHADA-DUETO #1: Sargaço e comida
Nesta caminhada-dueto, a antiga sargaceira Emília Pita e a chef de cozinha Elina Stolde encontram-se na Praia da Amorosa para partilhar diferentes formas de conhecer, nomear, colher e trabalhar as algas.
Emília conduz-nos pela memória da apanha das algas marinhas — os gestos, as práticas, as ferramentas e os saberes sargaceiros transmitidos entre gerações — e pela relação íntima entre as comunidades locais e o mar. Era na praia que apanhavam o sargaço, o conjunto de algas marinhas que dava à costa e que era utilizado para adubar os campos agrícolas, bem como algumas algas selecionadas, como a perna, a seda e o musgo, que vendiam para a indústria farmacêutica.
Elina, por outro lado, explora as algas silvestres enquanto alimento e dá-nos a conhecer os seus sabores, texturas e as possibilidades que abrem na cozinha quotidiana. Com ela vamos aprender a identificar as algas comestíveis da nossa costa e a praticar uma colheita segura e sustentável.

Ao colocá-las em diálogo nesta caminhada, o Boca de Sal quer cruzar passado e presente, tradição e inovação, agricultura e gastronomia. As algas tornam-se, assim, o ponto de encontro entre diferentes formas de conhecimento, gerações e comunidades.
Residência Artística: S+T+ARTS Aqua Motion
Desafio: The Shapes of the Sea - Remembered, Reused, Reimagined
Anfitrião: ESE, C.M. de Viana do Castelo e Inova +
S+T+ARTS
INOVA+
Viana Starts - Viana do Castelo
Câmara Municipal Viana Castelo

A primeira e a segunda imagens mostram o ‘foicinhão’, um instrumento usado pelos sargaceiros de Castelo do Neiva na apanha do sargaço em jangadas. Imagens feitas em colaboração com o GFECN

BOCA DE SAL • DIÁRIO DE CAMPO— “Ândoa”: s.f. Espécie de barro, umas vezes castanho-escuro, outras castanho-claro, castan...
01/05/2026

BOCA DE SAL • DIÁRIO DE CAMPO

— “Ândoa”: s.f. Espécie de barro, umas vezes castanho-escuro, outras castanho-claro, castanho-avermelhado ou amarelado, muito abundante na praia, sobretudo nos pontos em que a invasão das ondas varre os seixos, areias e terra vegetal da superfície do solo. Os habitantes de Carreço utilizavam essa espécie de barro para formarem o pavimento das eiras, quando nisso não querem, ou não podem, por ser mais dispendioso, empregar o granito.

Foi a partir desta definição, encontrada no livro “Linguagem Popular do Alto Minho” (1932), de Abel Viana, que iniciámos uma série de explorações pelo território de Viana do Castelo, em colaboração com a ceramista Maria Ulecia. Das margens do Rio Lima às praias do litoral, procurámos terras passíveis de serem usadas em cerâmica para a criação da loiça da performance gastronómica do nosso projeto “Boca de Sal”, que juntará algas silvestres comestíveis à cultura sargaceira.

No terreno, e com a ajuda do Hugo Marrafas, confirmámos a existência de uma argila silvestre com plasticidade suficiente para ser trabalhada. Mais tarde, em conversa com o geólogo Ricardo Carvalhido (responsável pelo desenvolvimento do Geoparque Litoral de Viana do Castelo), percebemos que essa “ândoa” não é de origem marinha, mas sim de uma lagoa que existiu há 18 000 anos, numa altura em que o mar estaria tão longe que não seria possível vê-lo da atual linha costeira. Esta lagoa perdurou na paisagem por cerca de 7 mil anos, estendendo-se entre Viana e Caminha, e foi sendo alimentada pelo degelo das montanhas. São estes sedimentos de fundo que, ao reterem a água e os nutrientes, tornaram possível a atividade agrícola que se observa nas veigas litorais desde os tempos da ocupação romana.

Trabalhar este material é ativar o território e as suas camadas de história, tornando visível o que nele está inscrito.
Residência Artística: S+T+ARTS Aqua Motion, Viana do Castelo
Desafio: The Shapes of the Sea - Remembered, Reused, Reimagined
Anfitrião: ESE, Câmara Municipal de Viana do Castelo e Inova +




ulecia

No próximo sábado, 18 de abril, às 11h30, vamos receber na nossa quinta, em Fafe (futuro centro da A Recoletora), a VII ...
16/04/2026

No próximo sábado, 18 de abril, às 11h30, vamos receber na nossa quinta, em Fafe (futuro centro da A Recoletora), a VII leitura coletiva do manifesto “A ecologia está morta e fomos nós que a matámos”, de María Auxiliadora Gálvez e Mauro Gil-Fournier.
A leitura terá lugar no bosque — entre carvalhos, castanheiros, louros, salgueiros e sabugueiros — e será orientada pelos autores, por nós e pela Matilde Seabra.
Após a leitura, abrimos o espaço a um conjunto de ações informais relacionadas com o manifesto e com o lugar: recolha de terras do lugar para reboco interior, início da plantação de um muro vegetal para atenuação do ruído e preparação de pequenos petiscos silvestres.
Sábado, 18 de abril às 11h30.
🌍 (Rua das Eirinhas, 245; 4820-440, Freitas, Fafe)
🍃 Se quiseres participar, envia-nos uma mensagem. Podemos combinar boleias a partir do
Porto.
Recomendamos levar:
— Algo para comer;
— Galochas ou botas impermeáveis (uma vez que poderão existir zonas do terreno alagadas);
— Calças compridas e resistentes (já que em alguns locais a vegetação pode estar densa);
— Chapéu.






Leitura coletiva “A ecologia está morta”👉🏾 Sábado, 18 de abril às 11h30Convidamos para a VII leitura coletiva do manifes...
09/04/2026

Leitura coletiva “A ecologia está morta”
👉🏾 Sábado, 18 de abril às 11h30
Convidamos para a VII leitura coletiva do manifesto “A ecologia está morta e fomos nós que a matámos”, escrito por María Auxiliadora Gálvez e Mauro Gil-Fournier.
💥 Desta vez, a ação será desenvolvida por nós e pela Matilde Seabra no espaço da A Recoletora:
🌍 (Rua das Eirinhas, 245; 4820-440, Freitas, Fafe)
🍃 Se quiseres participar, envia-nos uma mensagem. Podemos combinar boleias a partir do Porto.
www.ecologyisdead.com




21/03/2026

Apareçam!
Hoje, às 16h00, inauguramos a exposição “PASTO DAS MARÉS” no Pavilhão Mnemonic, no Parque Ecológico Urbano de Viana do Castelo.
Pasto das Marés” é um projeto da Recoletora, desenvolvido em colaboração com o CMIA e o Centro de Mar da Câmara Municipal de Viana do Castelo, que explora as dimensões ecológicas e culturais das algas marinhas neste território. Ao longo de dois anos, apresentou-se através de um conjunto de eventos públicos — incluindo workshops, refeições, palestras, exposições e publicações.
Esta mostra reúne e sintetiza o trabalho desenvolvido, cruzando arte, ciência, pedagogia e envolvimento comunitário em torno das florestas marinhas de Viana do Castelo. Inclui atividades de campo realizadas na Praia Norte, documentação sobre algas, entrevistas com especialistas, receitas e conservas, vídeos das iniciativas realizadas, bem como experiências materiais e performativas com algas criadas pelos participantes..
21 de março (sáb)
Pavilhão Mnemonic, no Parque Ecológico Urbano, Viana do Castelo
16h00
Atividade aberta
“Pasto das marés” é um projeto da Recoletora em colaboração com o CMIA e o Centro de Mar da Câmara Municipal de Viana do Castelo.


hyperlocal

📢 PASTO DAS MARÉS • Inauguração da Exposição “PASTO DAS MARÉS” • .Depois de alguns adiamentos e imprevistos, a nossa exp...
16/03/2026

📢 PASTO DAS MARÉS • Inauguração da Exposição “PASTO DAS MARÉS” •
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Depois de alguns adiamentos e imprevistos, a nossa exposição “Pasto das Marés” inaugura já este sábado, 21 de março. Contamos com a vossa presença às 16h, no Pavilhão Mnemonic, à entrada do Parque Ecológico Urbano, em Viana do Castelo. Teremos à vossa espera um caldo de algas para celebrarmos juntos este momento.
A exposição marca o fecho do projeto “Pasto das Marés”, que se propôs refletir sobre as dinâmicas ecológicas e culturais em torno das algas marinhas, e que se apresentou através de workshops, refeições, palestras, exposições e publicações.
A mostra compila o trabalho desenvolvido ao longo dos dois anos de projeto, que juntou arte, ciência, pedagogia e comunidade à volta das florestas marinhas de Viana do Castelo. Inclui momentos de trabalho de campo na Praia Norte; documentação diversa sobre as algas; registos sonoros das conversas que tivemos com diferentes especialistas; receitas culinárias, conservas e algas desidratadas; vídeos documentais sobre cada atividade; e experimentação ligada à materialidade@o e performatividade das algas, realizada pelos participantes dos nossos workshops.
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Juntem-se a nós nesta exposição para celebrarmos a recoleção e a exploração matérica com algas, enquanto lugares de conhecimento, resiliência e afetividade
🗓️21 de março (sáb)
📍Pavilhão Mnemonic, no Parque Ecológico Urbano, Viana do Castelo
🕐16h00
🎟️Atividade aberta
“Pasto das marés” é um projeto da Recoletora em colaboração com o CMIA e o Centro de Mar da Câmara Municipal de Viana do Castelo.



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BOCA DE SAL • DIÁRIO DE CAMPO Em Castelo de Neiva, após ser recolhido na praia e seco ao sol, o sargaço era cuidadosamen...
26/02/2026

BOCA DE SAL • DIÁRIO DE CAMPO

Em Castelo de Neiva, após ser recolhido na praia e seco ao sol, o sargaço era cuidadosamente empilhado em terra, dando origem a estruturas de armazenamento como estas, conhecidas por palheiros. Estes montes funcionavam como celeiros agrícolas, protegendo a preciosa matéria orgânica da humidade e da chuva até ao momento de ser espalhada nos campos como adubo natural.
Eram, assim, uma reserva estratégica para a fertilidade dos solos — um tesouro de origem marinha, rico em sais minerais e oligoelementos essenciais para a agricultura local.
Construídos com sabedoria prática, os palheiros elevavam-se sobre pedras, mantendo o sargaço separado do solo. A sua estrutura rectangular era consolidada com estacas de madeira, enquanto uma cobertura de palha, presa por cordas e lastrada com lousas de xisto ou pedras, defendia o interior dos ventos e da intempérie.

Os palheiros que fotografámos pertencem a Céu Arezes, conhecida na região como a “última sargaceira de Castelo de Neiva”, guardiã de uma prática secular e testemunha viva de um património cultural e agrícola.
Atualmente a Dona Céu já não faz a apanha do sargaço, nem o vende; 2024 foi o último ano em que foi à praia buscar algas, com a ajuda do seu irmão e da vaca Galega, que entretanto vendeu. No seu terreno, no Caminho do Rêgo Velho, restam apenas quatro palheiros de sargaço, que mantém não só para adubar a sua horta, mas também como uma espécie de monumento à atividade sargaceira.
Informação escrita com recurso ao livro “Actividades Agro-Marítimas em Portugal” (Ernesto Veiga de Oliveira, Fernando Galhano e Benjamim Pereira; Instituto de Alta Cultura, Centro de Estudos de Etnologia, 1975).
Residência Artística: S+T+ARTS Aqua Motion, Viana do Castelo
Desafio: The Shapes of the Sea - Remembered, Reused, Reimagined
Anfitrião: ESE — Escola Superior Educação (Licenciatura de Artes Plásticas e Tecnologias Artísticas), Câmara Municipal de Viana do Castelo e Inova +





BOCA DE SAL — Arquivo Expandido Como podemos cultivar novos modos de coexistência e regeneração entre populações costeir...
24/02/2026

BOCA DE SAL — Arquivo Expandido
Como podemos cultivar novos modos de coexistência e regeneração entre populações costeiras e o ambiente aquático que as rodeia?
Esta é a pergunta que dá o mote ao nosso novo projeto “Boca de sal — arquivo expandido”, um projeto com a duração de 13 meses que temos vindo a desenvolver desde outubro do ano passado, no âmbito da residência artística S+T+ARTS Aqua Motion, uma iniciativa da União Europeia que une arte, ciência e tecnologia para pensar o futuro da água (os seus problemas e desafios urgentes) a nível regional.
“Boca de sal” pretende explorar, em particular, a triangulação entre a cultura sargaceira, o Oceano Atlântico e as algas do litoral de Viana do Castelo, através da comida e das práticas artísticas, ativando a memória coletiva local — relacionada com a apanha tradicional do sargaço para fertilizante agrícola — como motor de renovação, imaginação e inovação.
O projeto será materializado através de um Arquivo Digital (documental e ficcional), uma Exposição Instalativa e uma Performance Gastronómica, em co-criação com as comunidades locais, nomeadamente a comunidade sargaceira, a piscatória e a académica.
Imagem a preto e branco: desenho ilustrando diferentes versões da “carrela” (instrumento de transporte do sargaço); retirado do livro “Actividades Agro-Marítimas em Portugal” (Ernesto Veiga de Oliveira, Fernando Galhano e Benjamim Pereira; Instituto de Alta Cultura, Centro de Estudos de Etnologia, 1975).
Residência Artística: S+T+ARTS Aqua Motion, Viana do Castelo
Desafio: The Shapes of the Sea - Remembered, Reused, Reimagined
Anfitrião: ESE — Escola Superior Educação (Licenciatura de Artes Plásticas e Tecnologias Artísticas), Câmara Municipal de Viana do Castelo e Inova +





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