Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial

Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial

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Pós-graduação de Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial O número de créditos a totalizar pelo aluno para a obtenção da pós-graduação é 60 ECTS/30 créditos.

primorar a atuação técnica dos profissionais de História e demais áreas, na Pesquisa Arqueológica, Gestão do Património Cultural e Educação Patrimonial. Curso à distância: Plataforma e-learning e vídeo-conferência BBB
Língua: Português

O curso pretende oferecer uma sólida formação cultural, científica e tecnológica, sustentada por uma estrutura curricular e um plano curricular que inclui o perman

20/06/2024

Vem montar o puzzle da tua aldeia – ARQUEÓLOGO POR 1 DIA
Existe um termo na atualidade que está em voga e que inunda as redes sociais, o arquétipo! E o que é isso de arquétipo? Segundo o dicionário de língua portuguesa, um arquétipo é um “modelo pelo qual se faz uma obra material ou intelectual”, e podíamos ficar já por aqui, mas arquétipo é mais que isso. É um modelo, um protótipo, um paradigma, um tipo ideal e supremo a partir do qual as coisas concretas são feitas. Em suma, imagine um arquétipo como um padrão de pensamento, símbolos e imagens que estão no inconsciente das pessoas e que servirá de molde e influência às ações, ideias e emoções de maneira profunda e muitas vezes impercetível de cada individuo.
Ora, o arquétipo mais conhecido de um Arqueólogo, é, sem dúvida, o Indiana Jones! E não há nada de mal nisso. O professor universitário de chicote em punho, põe desde os mais novos aos mais velhos a sonhar com aventuras de heróis contra vilões e a salvar o mundo de uma catástrofe, tudo por causa de um artefacto. Acontece que, a verdade é um pouco diferente. A arqueologia nunca é sobre um único artefacto! O objetivo da arqueologia é revelar o máximo possível sobre comunidades e culturas do passado e isso só se consegue através de muitos artefactos, como peças de um puzzle que vão sendo descobertas e encaixadas umas nas outras até “montar” um panorama e contar uma história. Muitas vezes, poucos objetos podem representar tudo o que sabemos sobre uma cultura antiga, especialmente as que não escreveram relatos sobre a sua existência, outras vezes com muitos artefatos sabemos poucas coisas, mas dificilmente os arqueólogos conseguiriam “montar um puzzle” só com uma peça.
É esse o desafio que é lançado nesta atividade, a decorrer às segundas-feiras no mês de julho, integrado na atividade ARQUEÓLOGO POR 1 DIA. A arqueologia passa por várias etapas para reunir as peças do puzzle suficientes para conseguir montar a história e queremos convidá-lo a vir descobrir como se faz. É sob essa premissa que o Projecto MEDICE II liderado pelo Instituto Politécnico de Tomar, Universidade Autónoma de Lisboa e a CAAPortugal em parceria com a Câmara Municipal de Ourém e outras instituições e centros de investigação parceiros convidam qualquer pessoa maior de idade a vir transformar um dia normal numa verdadeira aventura em busca das peças do puzzle que contam a história da sua aldeia e da cidade de Ourém. Um dia de ténis, chapéu de aba, colherins e microscópios, em que os investigadores abrem o véu do “arquétipo do Indiana Jones” e mostram as diversas etapas de uma ciência que vai muito além de qualquer produção cinematográfica. As inscrições são rápidas e fáceis de fazer, através do e-mail [email protected] e depois é só seguir as orientações dos investigadores e marcar o dia.

20/06/2024

Ocupação Científica de Jovens nas férias – Ocupa o teu tempo de forma diferente
Durante muitos anos era sempre o mesmo dilema. Chegadas as férias de verão, pais e filhos, encarregados de educação e alunos, tinham sempre a mesma preocupação: E agora como é que vamos ocupar o tempo? Atualmente não é nada assim e essa realidade parece tão distante que já nem nos lembramos de todas as atividades que anteriormente fazíamos.
À medida que o ano letivo termina e as férias de verão se aproximam, a vontade de sair da rotina parece crescer a galope e o nosso organismo começa a fazer um shut-down das aulas e já só pensa em descanso. No entanto, aquilo que deveria ser um período de relaxamento – para o qual muitas vezes se investe tempo e dinheiro – pode tornar-se num período desafiante e de enorme stresse. Com tantas opções aliciantes, torna-se difícil escolher e nas férias, desde o planeamento de viagens, as malas e as preocupações financeiras até à seleção dos festivais, feiras e concertos, rapidamente o stress instala-se. Acresce o facto de muitos pais e encarregados de educação, e alguns profissionais do ensino, considerarem que o período de férias pode significar um distanciamento dos estudos e promover o esquecimento das matérias letivas.
Ora, a boa notícia é que é possível aproveitar este período e conciliá-las com atividades de aprendizagem. Aproveitar todos os momentos sem exageros, é tão importante como dormir 8 horas por dia ou apanhar sol com moderação. Tempo de férias bem aproveitado, alimenta o corpo e a mente, afinal, um período de descanso pode ser aproveitado para aprender coisas novas. Em alguns casos, até melhorar o currículum para se preparar ainda mais para o futuro.
Os programas de ocupação científica dos jovens promovidos pela Ciência Viva conseguem isso mesmo. Como eles dizem e muito bem, “é um programa de estágios de verão que oferece aos jovens a oportunidade de estagiar gratuitamente nas mais prestigiadas instituições científicas nacionais e que tem como objetivo promover o ensino experimental da ciência e fomentar a atração dos jovens para carreiras científicas.”
O Laboratório de Arqueologia e Conservação de Património Subaquático do IPT colabora com esta iniciativa há vários anos, possibilitando aos jovens contacto com investigadores nacionais e estrangeiros e permitindo que estes vivenciem na primeira pessoa as etapas que constituem uma investigação arqueológica. Nestes estágios de uma semana, os jovens acompanham os investigadores nas suas pesquisas, fazem parte das equipas de trabalho, realizam investigação de campo e de laboratório e vêm aplicadas algumas das matérias que aprenderam durante o ano letivo. Este ano não é excepção e o LabACPS-IPT recebe jovens de vários pontos do país. O palco das operações é na freguesia de Alburitel, concelho de Ourém, onde se concentra a investigação que é apoiada pela Camara Municipal de Ourem e a Junta de freguesia, e que dá seguimento aos estudos que decorrem há vários anos sobre a ocupação humana no Alto Nabão durante a pré-história. Este projeto que é liderado pelo Instituto Politécnico, o CAAPortugal e a Universidade Autónoma de Lisboa integra uma equipa internacional onde apresenta como parcerias outras instituições de ensino superior e centros de investigação. É integrados nesta equipa que estes jovens têm a oportunidade de melhorar o seu conhecimento científico, diretamente numa unidade de investigação, de forma criativa e inovadora, contribuindo para a melhoria dos processos de aprendizagem e de memorização das matérias, bem como na tomada de decisões sobre o seu futuro profissional. Inscreve-te em [email protected] ou pelo site Ciência Viva https://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/2024. O projeto decorre no mês de julho, de 14 a 27.

22/05/2024

No passado dia 7 de maio, foi apresentado o término do projeto CARACARA, ao município de Caldas da Rainha. Saiu dia 16 publicação do evento no jornal a Gazeta das Caldas.

Photos from Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial's post 20/05/2024

No dia 18 de maio, a sala da Junta de Freguesia de Alburitel transbordou de entusiasmo e curiosidade para a apresentação do projeto de arqueologia MEDICE II – Memórias e Dinâmicas na Pré-história Recente. Este evento, que contou com um público ávido por conhecimento, marcou o início de uma jornada fascinante pelo passado remoto da região.
O projeto reúne uma equipa internacional de especialistas e é liderado pelo Instituto Politécnico de Tomar, a par com outras instituições.
Com um caráter plurianual, o MEDICE II visa aprofundar o entendimento sobre os nossos antepassados do período pré-histórico, por meio de intervenções em diversos sítios arqueológicos. Durante a apresentação, o público teve a oportunidade única de conhecer não apenas os detalhes do projeto e a equipa envolvida, mas também de apreciar uma exposição exclusiva. Esta exposição trouxe à luz elementos do contexto arqueológico funerário, frequentemente encontrados em sítios datados do IV ao II milénio antes de Cristo na região.
A sessão foi um verdadeiro sucesso, reunindo especialistas, estudantes e entusiastas da arqueologia num ambiente de descoberta. O projeto MEDICE II promete não apenas enriquecer nosso conhecimento sobre a pré-história recente, mas também inspirar futuras gerações a valorizar e preservar nosso património histórico.
Ainda durante o dia, depois da apresentação do projeto à comunidade e de possibilitar a visita à 1ª exposição temática promovida pela Junta, foi ainda possível fazer uma visita a um dos monumentos da região.
Os trabalhos de campo procurarão integrar jovens da região através do programa Ciência Viva, que será oferecido pelo Instituto Politécnico de Tomar no verão. Jovens do 9º ao 12º ano podem-se inscrever no site Ciência Viva no laboratório, já a partir de 4 de junho. Para mais informações contacte o [email protected]

13/05/2024

Se és jovem do 9º ao 12º ano e gostas de arqueologia inscreve-te.

13/05/2024

Ourém, sem inscrição, este sábado.

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