24/10/2025
A aguia-imperial-ibérica foi considerada extinta em Portugal, enquanto espécie reprodutora, na década de 80.
Indivíduos isolados continuaram a ser observados, mas a nidificação só voltou a ser confirmada em 2003, na envolvente do Parque Natural do Tejo Internacional. Desde aí, a população tem vindo a aumentar lentamente até atingir, em 2013, 11 casais confirmados.
A águia-imperial Aquila adalberti é uma das espécies mais emblemáticas da Península Ibérica.
Esta águia é uma espécie endémica do oeste do Mediterrâneo, estando atualmente restrita à Península Ibérica, onde nidificam cerca de 400 casais (396 em Espanha e 11 em Portugal).
Ave de rapina de grande envergadura, impressiona pela sua imponência.
Devido à pequena dimensão desta população, e constituindo uma espécie de rapina rara no mundo, está atualmente classificada como Vulnerável pela Lista Vermelha da IUCN (2008) e como Criticamente em Perigo pelo Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal.
Em Portugal, tem criado na proximidade do Parque Natural do Tejo Internacional, também classificado como ZPE - Zona de Proteção Especial do Tejo Internacional, Erges e Ponsul, e nas ZPE de Moura, Mourão, Barrancos, Castro Verde e Vale do Guadiana, parcialmente coincidentes com o Parque Natural do Vale do Guadiana.
pequeno vídeo muito esclarecedor -https://youtu.be/z1GIeRDmQYY?si=NsP2ZMyxbOom08cH
info: https://www.icnf.pt/conservacao/especies/aves/aguiaimperialiberica