Agrupamento de Escolas Ordem de Sant Iago

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Agrupamento de Escolas Ordem de Sant´Iago
Página Oficial

03/08/2026

É com prazer que vos damos a conhecer o programa de atividades do mês de agosto promovidas pelo Gabinete de Juventude do Município de Setúbal e pelo Movimento Associativo e Juvenil do Concelho.

Participem, inscrevam-se, partilhem!

17/07/2026

Remetemos a informação abaixo para vosso conhecimento por solicitação do Presidente do JNE, junto do Diretor do AEOS

“Tendo em consideração o atraso verificado no processo de classificação, vem o EduQa, através do Júri Nacional de Exames, informar que a afixação de pautas das Provas Finais do 9º ano, não ocorrerá hoje, dia 17/7.”

Photos from Agrupamento de Escolas Ordem de Sant Iago's post 03/07/2026

Sabia que …
… no Dia Mundial dos Oceanos, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, deixou-nos uma mensagem?


" Nestes tempos turbulentos, os oceanos relembram-nos de que estamos interligados.

Moldam o nosso clima, sustentam ecossistemas e economias e alimentam milhares de milhões de pessoas.

Mas os oceanos enfrentam graves desafios e nós estamos a empurrá-lo para além dos seus limites.

A Terceira Avaliação Mundial dos Oceanos*, lançada hoje, documenta uma crise profunda resultante das alterações climáticas, da pesca excessiva, da perda de biodiversidade e da poluição marinha.

Não podemos continuar a tratar os oceanos como se fossem ilimitados.

Temos de construir uma nova relação com os oceanos. Baseada na ciência. Moldada pelo Direito Internacional. E assente numa responsabilidade partilhada, entre nações, setores e gerações, de forma a potenciar o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

O sucesso da Terceira Conferência dos Oceanos no ano passado e a entrada em força do Acordo da Biodiversidade Marinha em Áreas Fora da Jurisdição Nacional este ano, demonstram que a ação multilateral é possível e necessária.

Neste Dia Mundial dos Oceanos, atuemos com ambição para resolver os problemas que este momento exige."

Transcrição da publicação:
https://www.youtube.com/watch?v=GFhUi2BMNN0

* Terceira Avaliação Mundial dos Oceanos
O diagnóstico mais completo já feito ao oceano confirma uma degradação acelerada

A 3.ª Avaliação Oceânica Mundial das Nações Unidas confirma os alertas da ciência de uma crise biológica de proporções alarmantes. A janela para agir está a fechar-se.



O oceano está a mudar mais depressa do que a governação mundial consegue acompanhar, alerta a 3.ª Avaliação Oceânica Mundial (WOA III), o mais abrangente diagnóstico científico já elaborado pelas Nações Unidas sobre o estado dos mares do planeta. O documento, que sintetiza anos de investigação científica e dados de múltiplas áreas, não deixa margem para ambiguidade: os ecossistemas marinhos globais enfrentam uma crise profunda e acelerada, com impactos que se estendem muito além da biologia e tocam a economia, a justiça social e a sobrevivência de comunidades inteiras.

A subida do nível do mar atingiu 4,3 milímetros por ano em 2023, impulsionada pelo aquecimento oceânico e pela expansão térmica, quase o dobro da taxa registada nas décadas anteriores. O oceano absorveu mais de 90% do excesso de calor e 30% das emissões de dióxido de carbono geradas pela atividade humana, atuando como um tampão climático que o próprio esforço de absorção está progressivamente a deteriorar. O resultado é uma acidificação crescente das águas e a expansão contínua das chamadas zonas mortas, regiões hipóxicas (com baixa concentração de oxigénio) onde a vida marinha simplesmente não consegue sobreviver.

Para além do aquecimento e da acidificação, a WOA III sublinha a perda dramática do gelo marinho no Ártico e na Antártida, sinais físicos de uma transformação que afeta padrões climáticos à escala global e ameaça ecossistemas de uma fragilidade extrema. Trata-se de uma velocidade de alterações sem precedentes na história registada, com o relatório a alertar que vários sistemas já se aproximam, ou já ultrapassaram, pontos críticos de não retorno.

As pressões antropogénicas e climáticas estão a causar impactos adversos crescentes em praticamente todos os grupos taxonómicos e habitats marinhos, desde micróbios a mamíferos, e desde as zonas costeiras até às planícies abissais. Não há recanto do oceano que fique imune e estas pressões.

Os recifes de coral, descritos no relatório como as “florestas tropicais do mar”, estão a sofrer episódios de branqueamento de uma intensidade e frequência sem paralelo. As pescas em todo o mundo, por seu turno, sentem os efeitos de stocks em declínio. Também os habitats costeiros, como mangais, pradarias marinhas ou estuários, que funcionam como berçários para inúmeras espécies, continuam a ser destruídos a um ritmo que a recuperação natural não consegue compensar.


São identificados avanços reais na arquitetura jurídica internacional, como a adoção de instrumentos históricos como o Tratado do Alto-Mar (BBNJ, na sigla em inglês), que permite a criação de Áreas Marinhas Protegidas em águas internacionais, e o Acordo sobre Subsídios à Pesca da Organização Mundial do Comércio, que representam marcos na promoção da gestão sustentável e na conservação da biodiversidade.

A 3.ª Avaliação Oceânica Mundial dá destaque aos Açores, onde um processo participativo com base científica conduzido pelo governo regional levou à criação da maior rede de Áreas Marinhas Protegidas da Europa, abrangendo 287 mil quilómetros quadrados. O relatório sublinha que 15% desta rede beneficia de proteção total e 15% de alta proteção, com efeitos positivos já documentados nos peixes residentes de grande porte e maior abundância em habitats mais profundos.

Adaptação da publicação:
https://www.publico.pt/2026/06/08/azul/noticia/diagnostico-completo-ja-oceano-confirma-degradacao-acelerada-2177506

03/07/2026

A ESCOLA COMO LUGAR DE ENCONTRO

Chegados ao fim de um ciclo, importa refletir sobre a Educação para a Cidadania, não enquanto disciplina, mas como uma forma de viver a escola.
Enquanto professora e eterna aprendiz, fui compreendendo, cada vez com maior clareza, que as escolas não se transformam porque muda um regulamento ou se inaugura um projeto. As escolas mudam quando as pessoas começam a olhar umas para as outras de forma diferente e aprendem a caminhar juntas. Quando decidimos olhar para quem temos à nossa frente antes de olharmos para aquilo que queremos ensinar. Quando um Professor acredita que vale a pena ouvir um Aluno antes de o julgar. Quando um Assistente Operacional percebe que o seu trabalho e as suas atitudes também educam. Quando uma Direção escolhe escutar antes de decidir. É nesses instantes que a Cidadania deixa de ser uma disciplina e passa a ser uma forma de habitar a escola e uma forma de nos encontrarmos uns aos outros.
E como fazer alguém sentir que a escola é esse espaço de encontro, de identidade e alteridade? Como fazer alguém sentir que este lugar lhe pertence?
Foram as tentativas de resposta a estas e a muitas outras questões que deram sentido às atividades e aos projetos desenvolvidos durante estes dois anos, tornando-se expressão concreta do que significa, numa perspetiva pessoal, educar numa escola TEIP.
Escutar é apenas o primeiro passo.
Escutar é, talvez, um dos verbos mais difíceis da educação. Escutar exige tempo, disponibilidade e, sobretudo coragem. Porque escutar verdadeiramente significa aceitar que o outro pode mudar aquilo que pensamos, aquilo que fazemos e até aquilo que julgávamos estar bem. E o verdadeiro desafio começa quando aquilo que foi ouvido exige mudança.
O Projeto “Dar Voz aos Alunos” foi o início dessa mudança: os alunos apareceram. Trouxeram perguntas. Trouxeram críticas. Trouxeram ideias. Trouxeram esperança. Trouxeram participação e compromisso. E, sem talvez o saberem, deixaram também uma pergunta aos adultos:
Estaremos preparados para construir a escola com eles e não apenas para eles? Saberemos traduzir em ações o que foi partilhado por palavras?
A cidadania não acontece quando pedimos aos alunos que falem, acontece quando lhes mostramos o que fizemos com as suas palavras. Agir torna-se, então, um ato de responsabilidade e de encontro ético.
Cuidar.
Cuidar da escola é aprender a cuidar dos outros. É compreender que aquilo que pertence a todos depende sempre da responsabilidade de cada um. A cidadania começa precisamente nos pequenos gestos: apanhar um papel do chão sem que ninguém peça, separar corretamente os resíduos, valorizar o trabalho de todos. Dar o exemplo.
O Projeto “Brigadas Verdes” nasceu da necessidade de promover a responsabilidade coletiva e a crença de que habitamos uma casa comum e que dela somos todos, simultaneamente, beneficiários e cuidadores. Talvez cuidar da escola seja o primeiro passo para cuidar do mundo e talvez a cidadania também seja aprender a cuidar daquilo que nunca será apenas nosso, mas que é parte de nós. Compete a todos essa consciência que se abraça com humildade e companheirismo.
Conhecer.
Conhecer é também um verbo exigente, que nos obriga a abandonar certezas.
O preconceito raramente nasce do conhecimento. Nasce quase sempre da distância. E aquilo que não conhecemos transforma-se facilmente em medo e desconfiança. Por isso, a maior missão de uma escola deve ser a de diminuir distâncias.
Será possível respeitar alguém que nunca procurámos verdadeiramente conhecer?
O Projeto “Historia e Estórias Ciganas” leva-nos a descobrir que nenhuma história cabe inteira num preconceito. Vivemos numa escola marcada pela diversidade, mas a diversidade por si só não produz encontro.
Há escolas onde os alunos entram todos os dias. Mas entrar não significa pertencer. Pertencer acontece quando alguém descobre que existe um lugar onde a sua presença faz a diferença.
Talvez seja essa a primeira responsabilidade de qualquer comunidade educativa. Não ensinar primeiro. Mas, acolher primeiro.
Todo o ato de educar é, afinal, um exercício permanente de proximidade ao Outro, à sua cultura e circunstância e nenhuma comunidade pode crescer se deixar algumas vozes na invisibilidade. Só nos aproximamos da comunidade quando aceitamos que a escola não termina nos seus portões, mas se prolonga em tudo aquilo que é capaz de transformar no território em que se insere.
Mais do que tolerar, uma escola verdadeiramente inclusiva é aquela que desperta curiosidade. Curiosidade pela diferença, pelo que desconhecemos, pelo encontro com o Outro, ajudando-o a poder ser quem é sem deixar de pertencer à comunidade.
Talvez este continue a ser um dos maiores desafios de uma escola TEIP. Não apenas integrar alunos de diferentes origens, mas reconhecer que cada um traz consigo uma história que merece ser conhecida antes de ser julgada. E lembrar que as baixas expectativas continuam a ser uma das formas mais silenciosas de exclusão.
Haverá verdadeira aprendizagem sem haver pertença?
Por isso, educar tem de ser sempre um ato de esperança. Esperança na capacidade de cada aluno superar o contexto onde nasceu. Esperança na força transformadora da escola. Esperança no modo como olhamos para quem temos ao lado. Foi com esta esperança, de pessoas maravilhosas que verdadeiramente acreditam, que o projeto das estórias ciganas nasceu, irá continuar e dar frutos. E quanta gratidão por isso!
Hoje, desejo que cada projeto continue a crescer, encontre novos olhares e outros projetos com quem caminhar, porque o que verdadeiramente importa é que cada pessoa possa encontrar o seu lugar.
Parto desta escola levando pouco do que se pode guardar numa estante. Levo rostos, conversas de corredor, reuniões difíceis, gargalhadas inesperadas e abraços, muitos abraços. Levo alunos que me ensinaram tanto quanto aquilo que procurei ensinar-lhes. Levo uma comunidade que me mostrou, vezes sem conta, que nenhuma escola cresce sem trabalho coletivo e sem pessoas que acreditam que vale a pena tentar.
Levo igualmente a gratidão.
Gratidão à Direção, pela porta aberta, pelos desafios, oportunidades de crescimento e apoio incondicional. Gratidão aos colegas que se tornaram amigos e que vão permanecer para lá do último dia de escola, e a todos os que partilharam ideias, dúvidas, entusiasmo e trabalho e que vão dar continuidade a esta Missão única que é educar numa escola TEIP. Gratidão aos assistentes operacionais e aos técnicos, cujo contributo tantas vezes permanece invisível, mas é absolutamente indispensável.
E, sobretudo, gratidão aos alunos. Foram eles a razão de tudo.
Parto com a serenidade de quem sabe que há encontros que nunca terminam, porque continuam a habitar-nos, não importa onde estejamos.

Um forte abraço,
A professora e coordenadora de Cidadania,
Sónia Ramalho

Photos from Agrupamento de Escolas Ordem de Sant Iago's post 03/07/2026

Sabores que UNEM, MEMÓRIAS que FICAM

Foi num ambiente de alegria, partilha que a Sala de Recursos Especializados (SRE 2) encerrou o ano letivo 2025/2026, num encontro muito especial que reuniu alunos, famílias, docentes e assistentes operacionais.
À volta da mesa, partilhámos uma deliciosa cachupa, o prato favorito do nosso querido Lucas, que se despede da SRE 2 para iniciar uma nova etapa no 2.º ciclo, acompanhado pela sua colega Emma.
Preparada com dedicação e carinho, esta refeição foi preparada pela nossa "chef" Márcia Ferreira, que, com o precioso apoio da equipa da sala, proporcionou um momento de convívio, partilha e celebração que ficará na memória de todos.
Foram convidadas as famílias e os professores titulares dos alunos que integram a SRE 2, para participar deste momento especial de convívio e celebração. Cada família contribuiu com a sua sobremesa de eleição, enriquecendo a mesa com sabores, tradições e gestos de partilha. Mais do que um almoço, este foi um momento de celebração e de reconhecimento do percurso de cada aluno e da importância do trabalho conjunto entre escola e família.
Este encontro só foi possível graças ao envolvimento e à colaboração de toda a comunidade educativa e ao empenho desta extraordinária equipa da sala: Álea Oliveira, Lília Mira, Márcia Ferreira, Miriam Nascimento, e Fernanda Avelar, que preparou cada detalhe com dedicação e um enorme sentido de missão.
Assim terminamos mais um ano letivo: com sorrisos, abraços, memórias felizes e a certeza de que os momentos vividos em conjunto são aqueles que permanecem para sempre nos nossos corações.

Photos from Agrupamento de Escolas Ordem de Sant Iago's post 03/07/2026

À descoberta do tesouro escondido!!

Um mapa misterioso, pistas escondidas, desafios para superar e um tesouro à espera de ser descoberto… Foi assim que começou uma aventura muito especial vivida pelas crianças do pré-escolar da Escola da Bela Vista!

Pelas mãos do professor Pedro Martins, as nossas crianças embarcaram numa divertida Caça ao Tesouro, onde cada pista encontrada era uma nova oportunidade para brincar, descobrir e aprender.

Munidos de um mapa, os pequenos exploradores percorreram o caminho seguindo as pistas e enfrentando vários desafios. Ao longo da aventura, foram convidados a trabalhar em equipa, a ajudar os colegas, a partilhar ideias e a descobrir que, juntos, conseguem chegar muito mais longe.

Entre jogos, sorrisos, entusiasmo e muita alegria, a cooperação e a interajuda foram os verdadeiros tesouros desta viagem. No final, depois de todos os desafios superados, chegou o momento tão esperado: abrir o baú e descobrir a recompensa! Cada criança recebeu uma preciosa moeda, símbolo de uma conquista feita em conjunto.

Foi uma manhã cheia de magia, movimento e emoções, onde as crianças perceberam que os maiores tesouros não são apenas os que encontramos escondidos… são também os momentos que vivemos, as amizades que construímos e tudo aquilo que aprendemos uns com os outros.

Um agradecimento especial ao professor Pedro Martins por proporcionar esta aventura tão divertida e significativa, que deixou muitos sorrisos e memórias felizes na Escola da Bela Vista!

03/07/2026

É com prazer que vos damos a conhecer o programa de atividades do mês de julho promovidas pelo Gabinete de Juventude do Município de Setúbal e pelo Movimento Associativo e Juvenil do Concelho.

Participem, inscrevam-se, partilhem!

Photos from Agrupamento de Escolas Ordem de Sant Iago's post 29/06/2026

EB/JI nº 5 de Setúbal

O mês de junho é o mês dos Santos Populares. Os alunos da SRE
2 e SRE 5 juntamente com alunos apoiados pela professora Susana Cara-Nova participaram na elaboração de um placard alusivo aos Santos Populares: Santo António – Santo Casamenteiro, São João – Santo Padroeiro dos Pastores e São Pedro – Santo Padroeiro dos Pescadores.

A atividade consistiu na construção de artigos alusivos à tradição dos Santos Populares: manjericos, sardinhas e balões coloridos para construir um painel.

Esta atividade proporcionou que os alunos trabalhassem tradições populares/culturais, de forma colaborativa e divertida, onde reinou a alegria e a boa disposição.

MINI inaugura projeto pioneiro de sustentabilidade em Setúbal em parceria com a Gravity Wave. 29/06/2026

Sabia que …
… a MINI inaugurou projeto pioneiro de sustentabilidade em Setúbal em parceria com a Gravity Wave?

A colaboração entre a MINI Portugal e a Gravity Wave marca a primeira ação da startup em território nacional, após o sucesso alcançado em Espanha com o projeto MINI for the Oceans, através do qual foram recolhidas mais de 9 toneladas de plástico do Mediterrâneo, posteriormente transformadas em mobiliário urbano produzido a partir de redes de pesca recicladas.


A MINI Portugal inaugurou no passado dia 24 de junho em Setúbal, um projeto pioneiro de sustentabilidade desenvolvido em parceria com a Gravity Wave, startup internacional dedicada à limpeza dos oceanos e à promoção da economia circular.

Em Portugal, o concelho de Setúbal foi escolhido para acolher esta primeira intervenção, reforçando o compromisso da MINI com a sustentabilidade e com o impacto positivo nas comunidades locais. O projeto inclui a doação de mobiliário urbano sustentável à Câmara Municipal de Setúbal, composto por cinco caixotes do lixo e cinco bancos urbanos. Estes equipamentos foram produzidos a partir de 3 a 4 mil redes de pesca recolhidas no Porto de Setúbal, posteriormente recicladas e transformadas em novos produtos, reforçando a ligação direta entre a iniciativa e o território. A concretização desta iniciativa contou ainda com o apoio da Santogal Seixal, cuja colaboração foi fundamental para estabelecer o contacto com a Câmara Municipal de Setúbal e viabilizar a entrega dos materiais.

A parceria entre a MINI Portugal e a Gravity Wave prevê estender-se a outras iniciativas ao longo do ano, ampliando o impacto ambiental e social do projeto e contribuindo para a redução da poluição marinha em diferentes regiões do país. Nas palavras de Gonçalo Empis, Head of MINI Portugal, “a parceria com a Gravity Wave representa um passo muito relevante para a nossa marca, não apenas pelo impacto ambiental direto, mas também pela capacidade de envolver a comunidade e dar visibilidade a soluções reais de economia circular."

Adaptação da publicação:

MINI inaugura projeto pioneiro de sustentabilidade em Setúbal em parceria com a Gravity Wave. A colaboração entre a MINI Portugal e a Gravity Wave marca a primeira ação da startup em território nacional, após o sucesso alcançado em Espanha com o projeto MINI for the Oceans, através do qual foram recolhidas mais de 9 toneladas de plástico do Mediterrâneo, posteriormente transformada...

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