Cursos Massagem
Curso Fisioterapia ( Assist.) Curso Ass. Osteopatia
Curso Cabeleireiro Unissexo
Curso Manicure Pedicure
Curso Epilação
ferido, pretende-se concentrar num único documento os processos internos de desenvolvimento da formação, atualmente em vigor, no sentido de ser possível a estruturação e uniformização dos mesmos, potenciando assim a avaliação permanente da atividade formativa, mas essencialmente elaborar um guia orientador de uma atuação de qualidade da Feelgood Portugal, sendo o Manual incorporado na atividade regular por todos os envolvidos na atividade formativa. O forte crescimento na última década do sector da Formação Profissional originou um aumento significativo dos padrões de exigência do seu Publico Alvo. Perceber e compreender os requisitos do cliente/formando, planear, desenvolver e controlar mecanismos para ir ao seu encontro, avaliar o seu feedback, introduzindo melhorias, é o que, de uma forma geral, designamos por Atividade de Qualidade. No sector da Formação Profissional, a Certificação é cada vez mais um fator de diferenciação e competitividade, não só porque se traduz num sistema de Gestão da Formação evolutivo, e que foi rapidamente assimilado pela Escola, bem como permite, uma melhoria significativa da imagem da mesma. Muito mais do que implementar “meios” para atingir a qualidade numa Escola de Formação Profissional, é necessário garantir que a qualidade do serviço de Formação fornecido seja percetível aos olhos do Formando. A Qualidade no Serviço pauta-se pelo rigor, devendo ser mensurável e objetiva, não só porque faz uma aproximação direta às características próprias da Formação, mas também porque se dirige especificamente aos Formandos (como indivíduos). É necessário um conhecimento profundo das necessidades e expectativas do formando, de forma a definir os requisitos e os procedimentos necessários a uma Qualidade verdadeiramente reconhecida pelo público. Através da satisfação e confiança, a Feelgood Portugal, deve assumir com o Manual, uma estratégia de diferenciação pela Qualidade, ao mesmo tempo que fortalece a sua imagem perante a concorrência. A que se posiciona cada vez mais orientada para a Qualidade do Serviço prestado, controlando os seus processos internos, as suas infraestruturas e os seus recursos humanos, tende a apresentar um significativo crescimento de cota no mercado. Não podemos “programar” pessoas mas podemos qualificá-las, motivá-las e orientá-las para o serviço prestado ao formando, tornando-nos assim mais dinâmicos, mais pró-ativos no sentido de FORNECER um “Atividade de Formação” de excelência. Missão
Contribuir de forma ativa para a construção de modelos de resposta nas áreas de formação da Saúde e Beleza. Contribuir de forma ativa para a formação e qualificação individual de profissionais, que já se encontrem a atuar nas áreas, bem como para outros profissionais de saúde e beleza que desejem aumentar a sua qualificação, assim como aos cidadãos em geral como formação inicial. A Visão
Consolidar e desenvolver a atividade da P, como Escola de Formação Profissional como referência de Qualidade. Desenvolver modelos de formação úteis e de acordo com a legislação em vigor aos futuros Profissionais, a fim de facilitar a integração no mercado de trabalho. Promover inovação pedagógica e publicitar e divulgar o modelo de atuação de qualidade utilizados, diferenciando-se assim das demais, que atuam nas mesmas áreas de formação. Valores
A cultura organizacional da FP assenta em:
Rigor científico e atualização permanente;
Qualificação pedagógica de Formadores e modelos formativos;
Adequação dos conteúdos às necessidades dos destinatários;
Partilha de competências e cooperação interentidades na qualificação da formação. Princípios
Independência profissional
Embora este Sistema exija um rigor e que mantenha um vínculo sempre com a FP os intervenientes diretos ou indiretos prestaram obediência aos princípios de ética e observará as normas técnicas e os padrões de eficiência e qualidade, como norma de conduta profissional. No desempenho das suas atividades, os intervenientes diretos ou indiretos agirão sempre com absoluta independência e, em quaisquer circunstâncias e sob pretexto algum, conveniência própria ou de terceiros, condicionará seus atos, suas atitudes, suas decisões ou pronunciamentos a preceitos outros que não os indicados na funções e responsabilidades que lhe foram atribuídas. Os intervenientes diretos ou indiretos, não poderão direta ou indiretamente, receber proventos ou recompensas de qualquer natureza de pessoas direta ou indiretamente interessadas no seu trabalho, exceto seu salário e demais vantagens oficiais concedidas. Intransmissibilidade de funções
A qualificação dos intervenientes diretos ou indiretos é individual e intransferível e não se estende aos seus subordinados. No exercício da sua atividade profissional, os intervenientes diretos ou indiretos agirão em seu nome pessoal, assumindo inteira responsabilidade técnica pelos serviços por ele prestados e, em nenhuma hipótese, permitirá que outra pessoa o faça em seu nome, salvo propostos de sua oficial indicação, quando então responderá solidariamente com eles pelos respectivos atos. Eficiência técnica
Tendo em vista os princípios estabelecidos para as funções, os procedimentos nele constantes são fruto da experiencia, da legislação e de atos de melhoria resultantes da experiencia real em atos formativos assim como melhorias introduzidas por indicação da entidade certificadora, assim a viabilidade técnica da sua execução, em termos de prazos, da disponibilidade de elementos e evidencias e comprobatórios e da extensão e complexidade das verificações de atos anteriores, assegura de que este manual reúne condições para um satisfatório desempenho técnico. Ao propor planos de procedimentos corretos, indicando o alcance, a extensão e as limitações, de forma a EVITAR dúvida ou controvérsia. O manual não conta indicações ou informações que não resultem de um adequado exame técnico, segundo as normas e os procedimentos adequados, observando-se:
Que este manual seja redigido com objetividade e de maneira a expressar claramente o procedimento adequado;
Integridade pessoal
Praticará um ato de descrédito para a Feelgood Portugal enquanto Entidade Formadora os intervenientes diretos ou indiretos, que no desempenho de suas atribuições profissionais, infringir qualquer das seguintes normas mínimas:
Erros importantes, dele conhecido mas não evidenciado nos procedimentos, cuja revelação seja necessária para evitar interpretações ou conclusões erróneas;
Deixar de relatar ou dissimular irregularidade, informações ou dados incorretos que estejam contidos nos procedimentos e nas demonstrações e que sejam do seu conhecimento;
Negligenciar efeitos graves na execução de qualquer trabalho profissional;
Desprezar ou negligenciar informações suficientes para elaborar e sustentar seus pronunciamentos de forma a invalidar ou enfraquecer as proposições nelas contidas;
Omitir-se sobre desvios, omissões ou desvirtuamentos dos preceitos legais, ou das normas e procedimentos da organização;
Formular opiniões, FORNECER informações ou documentos que não traduzam adequadamente a expressão do seu melhor juízo e que, de qualquer forma, ocultem ou desvirtuem os fatos, induzindo a interpretações erróneas. Imparcialidade
Este SQAF é imparcial e tem como função única e exclusiva a imparcialidade dos procedimentos, fluxos e sistemas organizacionais, função, que lhe impõe absoluta imparcialidade na execução do trabalho. As normas sobre imparcialidade devem orientar, basicamente, a conduta dos intervenientes diretos ou indiretos em todas as suas manifestações e circunstâncias, sendo-lhe vedado, sob qualquer pretexto, condições e vantagens, TOMAR partido na interpretação dos fatos, na disputa de interesses, nos conflitos de partes ou em qualquer outro evento. Todos os intervenientes diretos ou indiretos devem condicionar seu comportamento profissional à evidência da verdade quando, no seu melhor juízo, convenientemente apurada. Sigilo e discrição
O sigilo profissional é regra mandatária e indeclinável no exercício profissional. Os intervenientes diretos ou indiretos são obrigados a UTILIZAR os dados e as informações do seu conhecimento tão só e exclusivamente na execução dos serviços que lhe foram confiados. Salvo determinação legal ou autorização expressa da Gerência, nenhum documento, dados, informações e demonstrações poderão ser fornecidos ou revelados a terceiros, nem deles poderá utilizar, direta ou indiretamente, em proveito de interesses pessoais, seus ou de terceiros. O no exercício da sua profissão todos os que são intervenientes diretos ou indireto o total conhecimento deste SQAF, não constitui artigo suscetível de promoção pessoal, profissional e comercial. Seu exercício sujeita-se às normas e aos usos de discrição pertinentes às profissões liberais. Legalidade
A Gerência e os colaboradores diretos ou indiretos, devem atuar em obediência à lei e ao direito, dentro dos limites dos poderes que lhes estejam atribuídos e em conformidade com os fins para que, os mesmos poderes, lhes forem conferidos. Os atos administrativos ou referentes a ações de formação praticados em estado de necessidade, com preterição das regras estabelecidas neste Manual, são válidos, desde que os seus resultados não pudessem ter sido alcançados de um outro modo, mas têm sempre que ser justificados “à priori”, através de relatório, sustentado por evidências, junto da Gerência, que avaliará e emitirá uma resolução. INFORMARe responsabilizar todos os intervenientes, através de regras e no