SusanaGuimaraes Coach

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� Ajudo profissionais a criar uma vida próspera, feliz e realizada, alinhada com a sua essência, talentos e paixões
� Potenciadora de pessoas e sonhos.
� + de 200 vidas transformadas

Photos from SusanaGuimaraes Coach's post 20/05/2026

Porque uma comunidade forte, unida e respeitosa faz toda a diferença.

Se no primeiro pós parto surgiu a ideia, será no segundo que se materializará.

A comunidade de entreajuda, de autocuidado, de educação respeitosa baseada na neurociência e psicologia, de respeito, de proximidade.

As mães precisam de apoio.
As mães precisam de cuidar de si.
As mães precisam de regulação emocional.
As mães precisam de amigas.
As mães precisam de colo.

E isso está a chegar 💜

F**a atenta!

14/05/2026

Às vezes, também, faço m*rda na educação/relação com a minha filha.

Acho que o nascimento de uma segunda criança, a destabilização emocional (normal) da Clara, com o meu cansaço e mais todas as consultas, procedimentos e terapias que tenho levado a Clara influenciam muito isso.

Há momentos em que me sinto muito mal.
Há dias que correm tão bem e outros momentos que me sinto péssima mãe.

Encontrar o equilíbrio ou harmonia 100% do tempo acho que é tarefa quase impossível, mas uma pessoa tenta.

Só que há altura em que cai mais num espectro: ou o da permissividade ou o do autoritarismo.

Hoje caí mais no do autoritarismo.
Precisava que ela tomasse o spray e as gotas do nariz. Normalmente, já conseguimos fazer bem, sem filmes e rápido.
Hoje não.

Usei várias abordagens. Nada funcionou.
Acabei por dizer 'vou contar até 3, ou fazes sozinha ou eu faço-te à força"

Ela não fez. E eu agarrei-a e dei-lhe as gotas à força.
Ela chorou. Eu fiquei a sentir-me péssima. O tratamento ficou feito.

Fui refletir. Logo, se ela se recusar, tentarei uma abordagem diferente. Não quero ameaçar. Mas também não posso não a deixar tomar as gotas. São importantes para a saúde dela.

Ser mãe ou pai é das tarefas mais difíceis do mundo. Vamos errar muito. Eu errei, continuo a errar, mesmo sabendo muita coisa e muitas estratégias.
Nem sempre estamos no nosso melhor.

Depois disto, dei-lhe espaço. Deixei-a chorar. Quando se acalmou, pediu-me colo e eu acolhi e dei muito colo.

Partilho isto para lembrar que não há pais nem mães perfeitas e que podemos sempre reparar os danos e melhorar a nossa forma de agir.
Um abraço apertadinho a todos os que se dedicam a esta tarefa de educar e se tornarem melhores no caminho 💜

10/05/2026

Um dia será o último dia em que vou sentir esse teu cabelo tão suave e macio nos meus lábios e no meu queixo
Um dia será o último em que as tuas mãos pequeninas vão repousar no meu peito
Um dia será o último em que vou sentir o peso do teu corpo e a tua respiração a dormir no meu peito
Um dia será o último desses teus lábios pequeninos a sorrir para mim e desse teus olhos grandes a brilhar ao encarar -me
Um dia será o último
E nesse dia, talvez nem me aperceba que foi o último,
Mas quero viver ao maximo todos esses momentos antes desse dia chegar.
Dizem que não deves dormir no meu colo, que f**as mal habituada, que te devo deitar.
Mas como posso deitar-te quando sei que tudo passa a voar? Como vou aceitar não aproveitar ao máximo todos os momentos que puder ter-te nos braços e ser o teu porto seguro?
Há momentos em que não te posso segurar, haverá outros em que te terei de entregar ao cuidado de outras pessoas, mas agora que posso estar, só quero estar. Só quero viver, saborear, absorver...
Quem me dera que desse para gravar sensações.
Eu tiro fotos, eu gravo videos na esperança de eternizar estes momentos mas nada consegue chegar à realidade que é vivê-los e senti-los.
Ver-te sorrir.
Sentir o teu cabelo.
Ver esses teus olhos enormes a procurar o mundo.
Ver-te a sorrir para a tua irmã.
Sentir-te no colo.
Dormir abraçada a ti.
Sentir essas mãos pequeninas a agarrar-me.
Sentir a tua respiração.
Ouvir os teus balbucios deliciosos.
Já se passaram quase 3 meses.
Passou tão rápido.
Às vezes, principalmente na primeira vez, temos tanta pressa que isto passe.
Sim, são noites mal dormidas, choro, cansaço, às vezes desespero. É verdade.
Mas há algo de tão mágico em ter um bebé, em ter o nosso bebé no colo...
Principalmente nesta fase, em que o bebé está fora da nossa barriga mas ainda sente que nós somos a sua casa.
Que a minha memória me permita gravar todos estes momentos e sensações para revisitar ao longo dos anos.
Quase parece que já sinto nostalgia do que ainda nem passou.
É uma sensação tão estranha: a alegria de te ver crescer e o desejo de que o tempo passe mais devagar.
(Cont nos comentários)

04/05/2026

Ser mãe é inexplicável.
É um amor que não cabe no peito.
É estar exausta e querer descansar e, no instante em que f**a longe, sentir saudade e querer voltar.

É ir aprendendo a caminhar, enquanto se caminha.
É ser-se casa, como, aconchego.
É sentir-se perdida.
É sentir culpa.
É querer ser melhor.

É querer estar cá. Poder proteger, poder cuidar...

É doação. Doação por vontade. Doação por amor.
É descoberta, redescoberta, reinvenção e renascimento.

Não somos as mesmas depois de sermos mães.
É impossível passar por esse portal sem nos transformarmos.

Ser mãe é largar o egoísmo e aprender a amar incondicionalmente.
É pensar em nós e também neles.
É fazer escolhas com base no que é melhor para os nossos filhos.

É aprendizagem.
É lágrima fácil.
É orgulho que não cabe no peito.
E medo que nos aterroriza quando algo não corre bem.

É gerar uma vida e passar o resto da vida a ama-la, a nutri-la para que possa florescer.

Ser mãe é coragem.
Ser mãe é criatividade.
Ser mãe é amor, amor, amor.
Ser mãe é sustentar um mundo.

Ser mãe também é cansaço,
Às vezes desespero,
Dúvida,
Culpa...

Talvez dos papéis mais difíceis de uma vida e, talvez por isso, dos mais recompensadores também.

Abdiquei de muita coisa, o meu corpo mudou, o cansaço por vezes é sobrehumano.
Às vezes apetece-me chorar.
Às vezes não sei o que fazer.

Mas não trocava a minha vida por nada.
Não voltava atrás um segundo.
Olhar para as minhas filhas, tê-las no colo, vê-las sorrir é a maior benção da minha vida.

Já não faz sentido sem elas. 💜

Serei eternamente grata por poder viver esta experiência de ser mãe e farei o que eu puder para honrar essa dádiva. 🌼

Um enorme abraço a todas as mamãs deste Instagram, vocês são incríveis 💜

28/04/2026

2 meses desta pequena 💜

Viver um pós parto pela segunda vez tem um sabor diferente.
Menos medos, mais segurança, mais presença.

Pelo menos é a minha experiência.

Mais presença e consciência fazem com que aprecie mais:

- observar cada momento, cada sorriso, cada expressão,...
- apreciar o cheirinho maravilhoso da bebé,
- sentir o seu cabelinho tão suave e macio,
- tê-la no colo, sempre que puder.

Menos pressa. Muito menos pressa para regressar ao normal, para produzir, para abraçar projetos sem fim.

Mais vontade de estar só aqui e agora. Com ela. Com elas. Connosco enquanto família.

Saber que tudo passa tão depressa enfatiza ainda mais a dualidade, quero que estes momentos durem muito e sei que daqui a uns meses ela já será tão diferente.

E é como dizem: o amor multiplica-se. Amo a minha Clarinha até ao infinito e já não sei viver sem este amor pela Alice. E também já nem sei bem como era a vida sem ela. 🥹

Nem tudo são rosas num segundo pós parto e há muitos desafios inerentes mas, neste momento, só quero salientar o quão bom é poder ter a minha bebé no colo, sentir a sua respiração, vê-la sorrir e ser o seu porto seguro.

Ser mãe é mesmo especial. 🩷💜

Photos from SusanaGuimaraes Coach's post 27/04/2026

Este ano a maratona é outra...

Um ano depois e tudo tão diferente.
Na altura não tive coragem de publicar o vídeo. Estava mesmo cheia de medo.

Consegui! E foi um orgulho 💪🙏

Este ano, ainda não voltei a correr.

A maratona é outra, é a maratona das noites mal dormidas, de amamentar, de cuidar de uma bebé e de uma criança de 4 anos e de encaixar a vida no meio disto.

Quero voltar a correr, mas ainda não encontrei maneira de encaixar as corridas nesta vida atual.

Estou em fase de estudo para perceber como conciliar.

Mais provas virão.
Não pelos tempos e sim pelo compromisso.

Aguardem as cenas dos próximos episódios. 🔥😂

10/04/2026

Casos reais para vos ajudar!

Mesmo com todo o conhecimento nem sempre conseguimos fazer como é suposto.

De qualquer forma, estamos sempre a tempo de corrigir e reajustar.

Descabelada, com olheiras, mas a mensagem vale a pena por isso foi mesmo assim!
É vida real a acontecer.

07/04/2026

É justo partilhar a diferença que pequenos gestos também fazem...

Se na semana passada partilhei uma experiência menos boa deste pós parto, hoje quero partilhar os pequenos anjos que aí andam e a diferença que podem fazer.

Muito grata às amigas que se oferecem para limpar e para vir mais cedo ajudar a montar a festa da Clara.

Muito grata aos clientes amigos que me oferecem jantar, a mim e à Clara, num final de dia que não queria ir para casa f**ar sozinha com as duas pequenas.

Muito grata aos familiares que passam uma manhã a cozinhar petiscos bons para ajudar a preencher a mesa da festa da Clara.

Muita grata à madrinha que está sempre presente e pronta a ajudar na gestão emocional da Clarinha.

E, especialmente grata a uma funcionária desconhecida do Auchan, que no dia em que fui sozinha com a Alice comprar as coisas para a festa da Clarinha se prontificou a ajudar-me a pagar e arrumar as compras quando a Alice estava a chorar desesperada. (Fui sozinha porque o pai ficou em casa a arrumar e a Clara ficou com a vovó).

Um gesto que significou tudo para mim naquele momento. A Alice estava a chorar, deitada no ovo que os carrinhos de compras têm, eu tinha muita coisa pesada para colocar na caixa e voltar a arrumar.
Estava a tentar fazê-lo ao mesmo tempo que tentava acalmar a Alice. A senhora rapidamente apareceu e perguntou:

- quer ajuda para colocar as compras

E eu disse, meia envergonhada:
- se puder, sim.

A senhora ajudou-me: colocou na caixa, depois de volta no carrinho, acompanhou-me ao carro, colocou as compras no carro e levou o carrinho para dentro do supermercado novamente. Tudo de forma muito atenciosa ao mesmo tempo que conversava sobre a bebé.

Fiquei tão grata que mal me sentei no carro, com a Alice já em silêncio, as lágrimas escorreram-me pelo rosto.

É tão estranha a sensação de ter ajuda, principalmente de uma pessoa estranha.

Toda a minha vida aprendi que o fixe era ser independente, que precisar de ajuda e pedir ajuda era sinal de fracasso, era sinal de não era boa o suficiente porque não conseguia dar conta de tudo.

Acho que as lágrimas também me escorreram por isso, por lidar com essa qualidade de:

(Cont nos coments)

01/04/2026

Se alguém te pede ajuda ou te deixa entrar na sua casa, num momento de fragilidade, cuidado com os comentários.

Nunca sabes o que se passou, o que vai na alma ou no coração da pessoa.

Estar a recuperar de um pós parto, quase sozinha, porque o teu companheiro passa o dia nas obras para conseguir terminar o mais rápido possível.

Passar o dia praticamente sozinha com a bebé, que neste momento mama imenso e só quer colo, ter de cozinhar, arrumar as coisas, ir buscar a mais velha e lidar com as duas durante horas sozinha.

Não sobra muito tempo.
Não sobra muita energia.
Juntar a isso: noites mal dormidas e querer organizar as festas de aniversário da Clarinha e proporcionar-lhe momentos felizes, é dose.

Ontem fui buscá-la às 17h. Tive uma margem de 30minutos que a bebé ficou na cama, para conseguir fazer com ela um bolo de aniversário para ela levar para a escola.

Depois a bebé chorou e praticamente não a pousei mais. Estive sozinha com as 2 até às 22h. Que foi quando as obras terminaram. Desdobrei-me para conseguir dar o jantar à Clara e gerir o facto de ela querer trepar para cima de mim sempre que a bebé estava a mamar.

Depois das 22h estivemos a fazer uma encomenda de material que falta para a obras. Demorou. Pensar, planear e claro, desembolsar os milhares de euros necessários.

Tudo mexe com o emocional. Tudo com a bebé ao colo.

Deitamo-nos tarde. Dormi mal.

A loiça ficou por lavar. A cozinha ficou desarrumada.

A Clara ficou de manhã em casa. Tinha acabado de despejar um s**o de brinquedos no chão.
Pedi ajuda para virem cá a casa. Para eu poder arrumar, dar atenção a Clara.

E que comentários ouvi?!

"Isto é vergonhoso. Esta casa toda suja e desarrumada."

"Isto ainda está aqui?!" - referindo-se à bacia onde fizemos o bolo

"Que cheiro a pó nesta casa" - pois, estamos em obras e tem havido muito pó.

"Ui saí daí clara. Não vais f**ar em frente ao fogão." - quando a Clara me estava a ajudar a aquecer a comida com a minha supervisão.

"Como é que vai ser crescer esta menina a deixar tudo desarrumado." - relativamente aos brinquedos espalhados.

"Isto faz-me mal." - referindo-se a presenciar a Clara perto do fogão a ajudar-me.

(Cont nos comentários)

31/03/2026

Um mês de Alice.
Um mês a recuperar de noites mal dormidas, de mamilos gretados, de dores nas costas de tanto colo.
Um mês a sobreviver a um pós parto ao mesmo tempo que fazemos obras em casa.
Um mês em que o pai tem passado os dias a fazer o melhor que pode para terminar as obras a tempo do fim da licença.

Um mês intenso.
Um mês mágico.
Um mês especial.

Um mês de muito amor.
Um mês de aprendizagem.
Um mês de lágrimas.
Um mês de adaptação.

Minha.
Da Clarinha.

Um mês em que nem sempre consegui ter a paciência que a Clarinha precisava.
Um mês em que gritei mais vezes com a Clara do que nos últimos 4 anos.

Um mês em que me senti culpada.
Culpada por nao ter paciência.
Por não conseguir ser tudo o que as duas precisam.
Um mês em que pedi desculpa.

Um mês em que tentei descansar o melhor que pude, dadas as circunstâncias.

Um mês de carinho.
De me desdobrar para passar tempo de filha única com a Clarinha.
Um mês em que a Clara viu mais TV do que aquilo que gostaria.
De reinvenção enquanto casal.

Um mês cansativo.
Um mês bonito.

De altos e baixos.

A magia da vida. Com a luz e sombra.
Com as imperfeições que dela fazem parte.

A Alice veio agitar as nossas vidas e encher o nosso coração com mais amor ainda.

Aguardemos pelos próximos episódios.

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