Meditar a Brincar - Educação consciente e Mindfulness
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12/10/2025
Somos seres individuais e no meio da nossa individualidade é fundamental sabermos estar e viver em comunidade.
Trabalhámos o respeito, a partilha, a cooperação. Entre irmãos existem sempre divergências e essas fazem parte do crescimento e aprendizagem, onde aprendem a argumentar e a conquistar. No entanto uma família é uma equipa e é fundamental aprender a estabelecer limites, mas também a questionar e como atuar para o bem de todos.
Criámos a união a partir de uma visão integrativa.
As sessões individuais e em grupo têm ainda mais impacto na natureza.
Terapeuta Joana Silva
02/10/2025
‼️‼️🛑 PAIS E MÃES, ACORDEMOS ENQUANTO HÁ TEMPO‼️‼️🛑
LEIAM ESSE TEXTO COM MUITA ATENÇAO!!!!
..Era quarta-feira, 8:00 hs. Cheguei a tempo à escola do meu filho –“Não se esqueçam de vir à reunião de amanhã, é obrigatória” – Foi o que a professora disse no dia anterior.
-O que essa professora pensa! Acha que podemos dispor facilmente do tempo que ela diz?
Se ela soubesse quanto era importante a reunião que eu tinha as 8:30!” Dela dependia uma boa negociação e... tive que cancela-la!
Lá estávamos nós, mães e pais, e a professora.
Começou a tempo, agradeceu a nossa presença e começou a falar. Não me lembro do que ela disse, a minha mente estava a pensar em como iria resolver um negócio tão importante, já me imaginava a comprar aquela televisão nova, com o dinheiro.
“João Rodrigues!” – escutei ao longe – “Não está o pai de João?” – diz a professora.
“Sim, eu estou aqui” – contestei enquanto recebia o boletim escolar do meu filho.
Voltei pro meu lugar e disse ao abrir o boletim.... –“Foi para isso foi que eu vim???? Que é isso???” O boletim estava cheio de seis e setes.
Guardei rapidamente, para que ninguém pudesse ver a avaliação do meu filho.
De volta para casa, aumentava ainda mais a minha raiva, cada vez que pensava:
“Mas, se eu lhe dou tudo, não lhe falta nada!
Agora ele vai ver!” Cheguei, entrei em casa, fechei a porta com uma batida e gritei: “Vem aqui, João!”
João estava no quintal, correu para abraçar-me. –“Pai!
– “Nada de papai!” afastei-o de mim, tirei o meu cinto e não me lembro de quantas vezes bati ao mesmo tempo em que falava o que pensava dele.
– “Agora vai para o teu quarto!”
João foi a chorar, a cara estava vermelha e a sua boca tremia.
A minha esposa não disse nada, só mexeu a cabeça num gesto de negação e entrou na cozinha.
Quando fui para cama, já mais tranquilo, a minha esposa entregou-me o boletim do João, que tinha ficado dentro do meu casaco, e disse:
- “Leia devagar e depois pense numa decisão...”
No início estava escrito: BOLETIM DO PAI
Pelo tempo que o teu pai dedica a conversar contigo antes de dormir: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica para brincar contigo: 6
continua nos comentários...
13/06/2025
Terminar o ano letivo a 27 de junho, com 25 horas semanais de aulas, é uma tortura disfarçada de normalidade. As crianças do 1.º Ciclo chegam a essa data em frangalhos. Exaustas. Entediadas. Na esmagadora maioria das escolas, não há ar condicionado, sombra suficiente ou espaços de qualidade. Há, sim, salas abafadas, calor, desmotivação e um prolongamento de dias sem sentido pedagógico.
Crianças cansadas não aprendem. Professores esgotados mantêm-se de pé. À custa de quê?
Junho transforma-se num mês de sobrevivência. De faz-de-conta. O cansaço compromete as aprendizagens, a motivação desvanece-se, e a indisciplina aumenta. A Escola, em vez de formar, entretém. Se puder. O desgaste, esse, atinge os professores de forma brutal. Recorde-se: estamos perante uma classe de desgaste rápido — físico, emocional e mental. E o silêncio da tutela sobre isto continua a ser ensurdecedor.
Escola pública: instituição de ensino ou parque de estacionamento infantil?
Assistimos, desde o início deste século, a um desvio da função educativa da Escola. Os calendários e as cargas horárias parecem responder mais a lógicas assistencialistas do que pedagógicas. Em vez de qualificar a Escola Pública, adaptá-la verdadeiramente ao século XXI, dar-lhe meios e flexibilidade, opta-se por torná-la um repositório de crianças para que os pais possam trabalhar descansados. À custa de quê? Da saúde e bem-estar dos miúdos e dos profissionais da educação.
É tempo de inverter a lógica.
Para o ano letivo 2025/2026, urgiria ter o bom senso de repensar. Reduzir a carga letiva no 1.º Ciclo para 22 horas semanais. Terminar o ano letivo a 15 de junho. Garantir, por meio de protocolos com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), que junho seja um mês de atividades diferenciadas, integradoras, leves e estimulantes — e não prolongamento de um calendário exaustivo. E, acima de tudo, desburocratizar a vida docente. A Escola precisa de mais tempo para pensar, refletir, construir. E menos para preencher grelhas e relatórios inúteis.
A continuidade no governo não pode ser sinónimo de imobilismo.
Se nada muda, o futuro repete os erros do passado. A estabilidade só é virtude quando não se confunde
16/04/2025
Agenda aberta para consultas em Santarém, Rio Maior e on line
16/02/2025
Novidades chegam com novas e cada vez mais aprendizagens.
A humildade de aprender para poder crescer.
* Consultas individuais
*Acompanhamento familiar
*Terapia comportamental
*Desenvolvimento pessoal
*Psicologia positiva
*Educação consciente
*Mindfulness
*Regulação emocional
*Formação para escolas
Mais informações entra em contacto
As
pessoas que aprendem e praticam a meditação desde crianças têm ferramentas para
controlar a ansiedade e manter o foco que podem ser utilizadas ao longo da
vida, permitindo-lhes viver de forma plena e consciente.
Entender as crianças atuais e os problemas com que nos deparamos na educação implica refletir um pouco sobre aquilo que é a sociedade atual. Não podemos entender as crianças de hoje sem o fazer.
As razões que estão na origem dos problemas da infância são diversificadas e englobam todos os campos de relacionamento da criança: escola, ambiente familiar e ambiente social.
Quanto mais cedo a criança começar a meditar, mais cedo sentirá os seus benefícios.
Os programas de aprendizagem socioemocional de mindfulness podem fazer com que os alunos tenham um melhor aproveitamento escolar, melhor humor, podem aumentar a sua autoconfiança e a concentração e melhorar comportamentos sociais.
Os professores, pais
e outros educadores continuam a ter um nível anormalmente alto de stress e
burnout*. A “fadiga por compaixão” é um conceito que faz referência à forma
como os educadores não encontram o apoio adequado de que necessitam.
Através da prática de
mindfulness, começamos a dar-nos conta com mais clareza de que vemos o mundo
mediante quem somos. A maior parte dos adultos não aprendeu ainda esta lição de
vida elementar.
Informações e inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdtTMSFPEcuLc4BbVuzC6fKSeE8Uo3Jw6CkrFPJ0GF7Tou3Sg/formResponse
O mindfulness aplicado à educação fornece as bases que permitem aos
alunos aprender a acalmar-se e concentrar-se, aumentando o seu nível de
compreensão e responsabilidade.
Ao começar a praticar mindfulness, o nosso objetivo é aprender a
regularmo-nos melhor, a sentir uma calma maior que nos permita tornar a
nossa capacidade de prestar atenção mais precisa e viver melhor com o
stress e o mal-estar emocional. Permite-nos também cortar o elo de ligação
com os pensamentos recorrentes, pois aprendemos a deixá-los ir.
Uma vez conseguida uma determinada capacidade de autorregulação,
podemos observar melhor as ligações que se dão no nosso mundo interno.
Observar como reagimos, que padrões mantemos, o que nos aborrece e o
que nos chama a atenção. É algo que nos leva a conhecermo-nos melhor, e
assim praticamos mindfulness com o objetivo de nos autoexaminarmos, de
compreender e dar significado à nossa experiência.
Inscrições abertas
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Avenida Dom Afonso Henriques, Nº 4C, Esc. 2G,/179
Santarém
2005