V Live Celular Nutrition - 333 Team PT

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08/05/2026
21/03/2026

Aquilo a que chamamos "mercado", não é mais que um jogo de manipulação.

Manipulação de pessoas.

Manipulação de desfechos e resultados.

A grande maioria - se não a totalidade das pessoas - que viveram a transição de um mercado resultante da procura, para um mercado que cria necessidades, já não caminha entre nós.

Ainda assim, entre os mais idosos essa memória ainda reside - a inocência e genuinidade em confiar, por um lado -

- e paradoxalmente, a resistência a algo que não se reconhece como necessidade, por outro.

De paradoxal a contraditório, como se tornou o raciocínio predominante, transversal a todas as áreas da organização social, o Ser Humano embarcou numa viagem

A V Live desmarca-se desse jogo com uma simplicidade tal, que se torna ameaçadora para a nossa identidade, construída pelo ego.

A cpnstrução do ego, que se torna identidade, baseia-se no que é familiar para garantir a sua própria sobrevivência... por mais sofrimento e, consequentemente, contratempos, que esteja a gerar...

.. porque sobreviver a esse sofrimento e contratempos parece muito mais familiar e previsível do que arriscar sair desse registo e perder a previsibilidade...

.. sobretudo quando algo bom de mais para acreditar ameaça ser, desta vez, algo bom de mais para constatar.

Nos dias de hoje, um produto que É exactamente o que É e que faz o que se diz que faz, parece mentira... ou melhor, para a nossa identidade, É de facto, mais uma mentira...

.. no caso particular da V Live, uma enorme e descarada mentira, pois isso de dar TODOS os nutrientes que permitem ao corpo resolver ou reverter, literal e virtualmente, TODAS as condições de saúde, SÓ PODE SER MAIS UMA FARSA.

Essa é a história onde mergulhamos todos os dias, com a V Live.

A história da identidade, do ego, que vai muito mais além do saudável cepticismo, do inteligente conhecimento, da indispensável curiosidade, da insaciável vontade de saber mais.

Cada um de nós, encarregue de levar a V Live, de pessoa em pessoa, para o mundo, é obrigado a desfazer a sua identidade, o seu ego, todos os dias.

Dia após dias, encontramo-nos a nós mesmos nas pessoas que nos chegam ou que vamos abordando.

Essas pessoas, na sua grande maioria, AINDA, não nos trazem facilidades, palavras de encorajamento ou, sequer, nos desejam sucesso.

Quão duro, desestruturante, desencorajador e desmotivante isso É, na realidade?

Trabalhar diariamente nas nossas próprias sombras, através do que "os outros" nos trazem, requer operar a um nivel de reconhecimento e autenticidade que não é, AINDA, comum encontrar -

- não porque alguém esteja à frente ou atrás, acima ou abaixo, neste caminho que é a auto-realização de que somos UM com os 'outros' e com 'Deus", com o "Universo", com a "Vida -

- mas simplesmente porque a Consciência do Todo opera através de cada Um de nós, para evoluir, para conhecer os diversos aspectos de si mesma, experimentando consequências repetidas, novos desfechos e novas consequências, sem julgamento ou moral, como modus operandi natural, mostrando e trazendo a todos, por intermédio da vida, pessoas e situações que são o reflexo do seu estado interior.

É no ENTRETANTO que nos encontramos, a reconhecer, em nós e "nos outros" a dor e o sofrimento que nos empurra e faz mover, enquanto não é a Visão, o propósito, a clareza, e a compaixão a puxar-nos.

Não um empurrão efémero de motivação.

Nem sequer a rotina ou disciplina auto imposta, pelo medo de voltar aos antigos padrões, se bem que importantíssima, quando ausente de signif**ado, torna-se apenas mais uma ferramenta do ego, uma forma de nos sentirmos, nem que seja um pouco, melhores do que "os outros".

Operar de forma transparente num mundo de aparências.

Revelar a simplicidade, expor evidências e contradições, num mundo onde apresentar algo a alguém se tornou num jogo de criar necessidades e responder a objecções, de forma a atingir um determinado objectivo - convencer, manipular, obter proveito financeiro.

Esta é parte da realidade V Live.

A outra parte?

É observar o milagre a acontecer, diariamente.

É observar a superação do insuperável, diariamente.

É normalizar a perplexidade de ver possível aquilo que antes considerámos, impossível.

Photos from MestreAndré • autoconhecimento • liberdade • consciência • educação's post 24/09/2023

Queixas e Ressentimentos

Queixar-se é uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer. Cada reclamação é uma pequena história que a mente cria e na qual acreditamos inteiramente. Não importa se ela é feita em voz alta ou apenas em pensamento. Alguns egos que talvez não tenham muito mais com o que se identif**ar sobrevivem apenas com queixas.

Quando estamos presos a um ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claro, inconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo. Uma atitude típica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos às pessoas, seja na frente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmo apenas pensando nelas. Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e de mostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre os outros: "id**ta", "desgraçado", "pr******ta", “etc”, todas essas afirmações definitivas contra as quais não se pode argumentar. No nível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos. Não muito abaixo disso se encontra a violência física.

O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego. Ressentir-se signif**a f**ar magoado, melindrado ou ofendido. Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado. O ego adora isso. Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade. Quem é o responsável por isso? Nossa própria inconsciência, o ego em nós. Algumas vezes, a "falta" que apontamos em alguém nem mesmo existe. Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior. Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo o resto, nós a tornamos maior do que ela realmente é. E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro, o ego.

Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais ef**azes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo. No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana insana. Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece. Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada. Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes. Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas. Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes aqui e agora. Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência dele que é o ego. A não-reação não é fraqueza, mas força. Outra palavra para não-reação é perdão. Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo. E ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência.

O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações. O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo. Os pontos implícitos são sempre os mesmos: “isso não deveria estar acontecendo”, “não quero estar aqui”, “estou agindo contra minha vontade”, “o tratamento que estou recebendo é injusto”, “etc”. E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si, o agora.

Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas. Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento. Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida - desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros. "Como você se atreve a me servir uma sopa fria?" Isso é se queixar, isso é ego. Nessa situação, existe um "eu" que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um "eu" que aprecia apontar o erro de alguém. A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes f**a óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando e continuar existindo.

Veja se você consegue capturar, ou melhor, perceber, a voz na sua cabeça - talvez no exato instante em que ela esteja reclamando de algo - e reconhecê-la pelo que ela é: a voz do ego, não mais do que um padrão mental condicionado, um pensamento. Sempre que a observar, compreenderá que você não é ela, e sim aquele que tem consciência dela. Na verdade, você é a consciência que está consciente da voz. Atrás, em segundo plano, está a consciência. À frente, se situa a voz, aquele que pensa, o ego. Dessa maneira você estará se libertando do ego, livrando-se da mente não observada. No momento em que você se tornar consciente do ego, a rigor ele não será mais o ego, e sim um velho padrão mental condicionado. O ego implica inconsciência. Ele e a consciência não conseguem coexistir. O velho padrão mental, ou hábito mental, pode sobreviver e se manifestar por mais um tempo porque tem o impulso de milhares de anos de inconsciência humana coletiva atrás de si. No entanto, toda vez que é reconhecido, ele se enfraquece. Só a prática da auto-observação consciente leva ao despertar da consciência e conseqüentemente com a eliminação do ego.

Eckhart Tolle.

06/08/2023

Voltando à questão do “Pai, porque me abandonaste?”

Será que temos realmente de abdicar de umas coisas em função de outras?

O caminho não será unif**ar?

Ou vamos continuar a separar, começando por nos separar de nós mesmos?

O Universo, a vida É abundante.

Não castiga, não exclui.

O sofrimento e a dor, tal como a morte, são parte integrante e com um propósito idêntico a tudo o que existe...

.. não são um castigo porque te portaste mal, a não ser que assim o consideres por estares constantemente a tentar fazer “o melhor”.

Eu não consigo observar nenhum animal ou planta a tentar “dar o seu melhor”, mas como talvez tu te consideres superior a eles, compreendo.

Foram raras as vezes que achei que estava a dar o meu melhor, e as vezes que achei acabei por cair na esparrela de criticar quem eu considerava que não o estava a fazer, porque de facto TODOS CONSEGUIMOS MUITO MELHOR.

Convém é que o façamos pelos “motivos certos”

Ups, lá estou eu outra vez 😂 a achar-me melhor por não estar nessa mayonese do estar sempre a dar o meu melhor!

Isto de facto é um desafio constante 😅

E só passa “para o outro”, como tudo, pela repetição!

É muito fácil encontrar situações, no presente ou no passado, em que gostaríamos que o “outro”, ou nós mesmos, tivéssemos dado “o melhor”

Ainda agora o meu vizinho pôs a mota no pior sítio de todos, no meio do caminho de passagem, isto depois de em conjunto se ter encontrado uma solução para não f**ar nem na rua nem no meio do caminho.

Pois que como percebeu que estávamos a carregar a carrinha, achou que o fizessemos por aquele portão e não quiz estorvar.

Às vezes, da melhor intenção vem o pior resultado.

Outras, o pior resultado vem da melhor intenção!

E SEMPRE, não só às vezes, teremos que praticar esta observação, do “outro” e do “eu” para não andarmos constantemente em comparações ou a querer que algo ou alguém não seja o que É.

Para fazer as pazes comigo e com o meu passado, primeiro foi porque não estava a gostar de estar onde as minhas decisões e assim de outros me trouxeram. A culpa tinha que estar nalgum lado.

Quando me comecei a perdoar e a perdoar outros, foi com a consciência de que cada um estava a fazer o melhor que sabia com a consciência que tinha... mas isso, para mim que sempre achei que podia ter feito mais e melhor, de alguma forma não batia certo.

Se há crianças que praticamente nascem em sofrimento e dor, isso não pode ser um castigo, muito menos de vidas passadas.

Pode ser difícil de aceitar, e de facto É, mas há um propósito que nos transcende e que a única forma de SER UM com ele é perder a pretensão de o querer compreender.

E lá estou eu a considerar-me “melhor” por isso 😅 irra!

“NADA HÁ A PERDOAR, SÓ A AGRADECER”

De facto é muito fácil embrulharmo-nos nestas esparrelas, SOBRETUDO quando já passámos muito tempo a olhar para os mistérios da vida, muito trabalhinho a resolver os nossos fantasmas.

Mas no fundo no fundo, enquanto acharmos que algo podia ter sido diferente do que É - e isso é tão fácil acontecer - estamos em NEGAÇÃO e a ter a pretensão de que sabemos o que seria melhor.

A verdade, é que SE FOSSE, TINHA SIDO.

Podemos até dizer que só usamos este tipo de crítica como exemplo de como se pode sempre fazer melhor, MAS esquecemo-nos que mesmo para limpar vidros há sempre uma primeira vez... e que limpos f**am sempre, agora sem manchas há que olhar contra-luz.

A pessoa podia ter feito melhor SE...

.. tal como a minha avó, se tivesse pila, seria meu avô... talvez!

Hoje em dia teria outro nome, certamente.

Não posso considerar que hoje em dia não estamos no nosso melhor, posso opinar segundo as minhas preferências, as quais tenho, sobretudo, por o mundo ter chegado onde chegou. Posso achar que todo este sofrimento seria desnecessário SE, mas NUNCA teria sequer preferências sem determinados pontos de referência, e o facto de preferir umas coisas a outras não impede que tenha a humildade de reconhecer que posso passar por elas como “outro qualquer”, não é porque me “porto bem” que a vida me vai recompensar a mim e castigar os que se portam mal...

CLARO que TODOS devemos procurar um equilíbrio, isso é o que faz a Natureza, sempre... mas não adianta tentar “preservar” “manter o seu estado original” seja no que for, mesmo nas coisas materiais, por mais que cuidemos e reabilitemos, no mesmo instante começa a “degradação”, ou será evolução?

NADA, NUNCA, será como antes...

Observando a perfeição da vida, constato que nos nossos maiores medos se encontram muitas das nossas preferências.

Estou sentado, rodeado de vespas, e hoje SEI que terei figos maduros para colher.

Antes, tinha aprendido apenas a ignorá-las, a muito custo.

Depois de saber que são elas que me dão o meu fruto favorito, passei a considerá-las “um mal necessário”.

Mas como devo ir um pouco “além” das minhas preferências e gostos pessoais para não me considerar “melhor” nem pior, “bom” nem “mau”, vou continuar a insistir nesta coisa do IGUAL, até porque dizem que como é em cima, é embaixo, vou agradecendo TUDO como É, de igual para igual, até deixar de ser um desafio...

TODAS AS COISAS SÃO O QUE SÃO

A água não é só boazinha nem faz apenas uma coisa ou outra, faz várias.

Então que tal deixarmos que tudo tenha a sua própria “carga”, em vez de estarmos constantemente a colocar-lhe a “nossa”, a não ser que achemos que os nossos gostos e preferências são melhores que os “dos outros”... eu também prefiro mayonese caseira à do supermercado, MAS essa é apenas... a minha preferência...

TALVEZ se outros provarem tb prefiram, TALVEZ faça menos mal que a outra, mas também pode causar dor de barriga, uma intoxicação alimentar ou um pico de colesterol 😂

Um abraço, de igual para igual

29/07/2023

“O que signif**a obedecer a um Amor Superior?

“Love is Divine” Mandala by Diane Lynn Hix

Signif**a confiar em nossa própria jornada, momento a momento, e prestar atenção às oportunidades que nos são dadas para crescer.

Somos convidados a receber o conhecimento –em nossos ossos, em nossas células, em nossos seres– que o Amor Infinito é a Fonte de Tudo.

O Amor Infinito é a Fonte Benevolente de tudo o que experimentamos como glória, alegria, triunfo, bondade.

O Amor Infinito é a Fonte Benevolente de tudo o que experimentamos como dor, sofrimento, dificuldade, tragédia.

O Amor Infinito está por trás de todas as aparências, todos os momentos, todas as circunstâncias, todos os desafios, todas as lutas, toda beleza, toda graça.

O Amor Infinito está orquestrando nosso Despertar, e parece diferente para cada um de nós, pois dá a cada um de nós uma jornada única que se desenrola em seu próprio tempo de vida – seu próprio tempo de vida, atemporal, não linear e divino.

De onde acessamos a verdadeira força?

Aceitando o que é – como é.

É assim que se acessa o poder do momento presente.

Nenhuma cura ou transformação positiva pode acontecer sem primeiro, genuinamente, aceitar o que é.

A resistência é um véu denso sobre a dádiva do momento presente.

A resistência é uma camada escura de areia movediça mental que obscurece nossa capacidade de ver a oportunidade mais profunda do momento presente.

Não se engane, todos nós que compartilhamos desta experiência humana estamos matriculados nesta mesma Escola da Terra, Universidade Cósmica, e ainda em meio ao nosso aprendizado colectivo, cada um de nós tem simultaneamente um currículo único e personalizado, projectado e elaborado por nossa própria Alma.

Tudo é para aprender.
Confie na jornada.
Aprender é a chave para se tornar novo.
Aprender é receber o dom do amor.”

Texto original de Eden Sky, publicado em:
https://galacticculture.wordpress.com/

Partilhado por/em https://pan-portugal.com/wp-content/uploads/2023/07/love-is-divine-mandala-diane-lynn-hix.jpg

Agora permitam-se a uma pequena viagem em torno da perfeição DO QUE É, vamos questionar os conceitos, a “tradução” deste texto e O PORQUÊ da distorção entre O QUE É e os conceitos distorcidos que absorvemos, que TAMBÉM SÃO O QUE É.

Talvez seja melhor começar pelo conceito de distorção, não vale ir ao dicionário!

Logo aí a distorção começa, absorver a definição de uma palavra escrita por outro EU, outro ALGUÉM a viver a sua história, ÚNICA como qualquer outra, que apresenta uma interpretação como uma verdade absoluta - o signif**ado de uma palavra.

Uma palavra, no conjunto a linguagem, códigos criados supostamente para facilitar e tornar a comunicação mais eficiente...

.. todos já assistimos a filmes mal traduzidos, começando até pelo título...

Então, só por hoje, vamos terminar no título deste texto, e talvez, só talvez, continuemos noutro AGORA

“What does it mean to obey a Higher Love?”

“to obey” signif**a “obedecer”?
“to obey to” signif**a “obedecer a”?
Então o que será “to obey a”?

Será que será render-se ao amor superior?

Então o que será, onde está esse amor superior cuja vontade É... simplesmente É?

Será que te sentes subjugado às palavras obedecer e render?

Será que essa VONTADE desse AMOR SUPERIOR pode ser, simplesmente, A TUA?

Será que a tua vontade é manipulável e por isso sentes que deves obedecer a algo?

Ou será que a tua opinião é tão abrangente quanto a desse amor divino?

Esse AMOR DIVINO que criou o teu filho, tudo e todos que mais dizes AMAR

Esse AMOR DIVINO que criou o pedófilo que o violou, a doença, o assaltante, a bala, a faca, a droga que o levou

COMPREENDES o que é o AMOR DIVINO?

Ou não me digas que APENAS vais aceitar e deixar tudo a remoer aí dentro?

06/07/2023
05/07/2023

Você diz: "Eu sei que Deus é amor, mas então porque tenho tanto medo dele?" Você só pode ter medo dele, porque não sabe que Deus é amor. Vocês ouvem os padres dizer, há séculos, que Deus está constantemente a observar-vos, que Deus quer que vocês sejam desta maneira e não daquela, que estes são os Dez Mandamentos de Deus, cumpram-nos. E se não os cumprirem, Deus preparou-vos um grande inferno. Um pai a preparar o fogo do inferno para os seus próprios filhos? Chega a ser impossível de conceber. Os padres fizeram Deus tão feio só para dominar as pessoas, porque só se consegue dominar as pessoas através do medo.

Lembre-se do seguinte: todo o segredo comercial dos padres - hindus, cristãos, muçulmanos, jainistas, budistas, as suas filosofias diferem, mas o segredo comercial é o mesmo - é manter sempre as pessoas com medo, a tremer. Se as pessoas tiverem medo, estão prontas para se submeterem. Se as pessoas tiverem medo, estão prontas para ser escravas. Se as pessoas tiverem medo, não conseguem reunir coragem para se revoltarem. O medo mantém-nas impotentes; o medo é um processo de castração psicológica. Há séculos que é levado a cabo: o medo é a maior arma nas mãos dos padres, e eles têm sido muito pródigos na sua utilização.

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