Gaspar Correia - Grupo de Escolas EB23 -

Gaspar Correia - Grupo de Escolas EB23 -

Compartilhar

Escola Gaspar Correia A Escola tem como patrono Gaspar Correia, cronista do século XVI que se notabilizou com as lendas da Índia.

Esta escola tem 34 anos de existência e iniciou a sua actividade a:

5 de Outubro de 1973. Neste ano, fará 35 anos de existência

Esta um pouco degradada, devido aos anos e algum vandalismo, mas mesmo assim adoramo-la.

15/03/2026

Tem mãe que carrega tudo.

Casa, comida, escola, médico, educação, trabalho, noites sem dormir, explicações difíceis para o filho… e ainda precisa lidar com pensão atrasada.

Enquanto isso, a própria vida vai ficando para depois.

Essa é uma das realidades mais silenciosas da maternidade solo. A mãe segura tudo para que o filho não sinta o peso.

Mas responsabilidade com filho não é ajuda. É obrigação.

Se você vive algo parecido, saiba que a lei existe para proteger a criança e garantir que esse peso não fique só em um lado.

By drcaiobastos

# Harleypatricia

15/03/2026

Todas as histórias no primeiro comentário

18/12/2025

🏫 Recentemente, o Ministro da Educação gerou polémica ao afirmar que os serviços públicos tendem a degradar-se mais rapidamente quando servem populações exclusivamente de baixos rendimentos, em vez de agregarem utilizadores de diferentes níveis socioeconómicos. No entanto, o próprio Ministro enquadrou melhor a afirmação, referindo que “os alunos mais carenciados não são responsáveis pela degradação” e que “quando temos um serviço público que é usado apenas por pessoas que não têm voz, que são de rendimentos mais baixos, por razões de gestão, o serviço se degrada”.

Mas, será que, por exemplo, as escolas com maior concentração de alunos mais pobres tendem a ser “mais esquecidas”? Os dados sugerem que sim. Desde 2007, as escolas secundárias públicas nos distritos de Lisboa e Porto com menor concentração de alunos beneficiários da Ação Social Escolar (ASE) foram mais abrangidas por requalificações. Cerca de 60,9% das escolas com menos de 10% de alunos com ASE beneficiaram de intervenções. Esse valor desce para 54,0% nas escolas onde entre 10% e 20% dos alunos recebem ASE. O contraste torna-se mais evidente nas escolas com maior concentração de alunos de baixos rendimentos: apenas 35,4% das escolas onde mais de 20% dos alunos beneficiam de ASE tiveram requalificações desde 2007. Ou seja, quanto maior a concentração de alunos economicamente mais vulneráveis, menor a probabilidade de investimento em infraestruturas.

Este padrão sugere que o problema das carentes condições de infraestruturas nas escolas com mais crianças de meios socioeconómicos mais baixos, resulta de um ciclo cumulativo de desinvestimento: escolas que servem populações mais carenciadas são menos requalificadas por estas terem menor poder reivindicativo, o que agrava a sua degradação física, reduz a sua atratividade e reforça a segregação socioeconómica no sistema educativo. Longe de ser uma questão moral, trata-se de um problema de equidade e eficiência do investimento público.

É só verificar o que se passa no concelho de Palmela. A ordem de requalificação das escolas é das com alunos com mais €€€ para as escolas cujos maioria dos alunos é de baixos rendimentos . A escola que é provisória há 40 anos continua à espera que a Câmara Municipal a venha pintar e trocar as persianas que são dos anos 80! Agora perguntem ao senhor Presidente da Câmara de Pamela porquê?! Curiosamente ele é professor e do partido comunista... Sempre imensamente preocupado com a educação, com a inclusão e com as acessibilidades!

no secundário as crianças com acção social só não pagam alimentação, porque livros são grátis para todos.
Ou seja usam o dinheiro da alimentação para obras?
Nós que pagamos impostos altos para ter educação gratuita, no final, temos que pagar a reabilitação das escolas pelo dinheiro da alimentação?

O sr ministro devia ter vergonha do facto e devia ter informado o que fez para inverter a situação. As asneiras que disse são isso mesmo, asneiras, porque não têm consequências. Reconhecer que os governos apenas ligam aos serviços públicos (escolas e hospitais) frequentados pelos mais ricos não é novidade, na Justiça também há duas justiças, e por aí adiante, factos que deviam envergonhar a classe política, que fomentam os populismos.

16/12/2025

Meu herói,

Na escola, há batalhas que ninguém vê.
É nas aulas, é nos campos de futebol, é nos corredores, é nos cantos do recreio, é dentro das mochilas cheias de dores que não cabem em palavras.
É aí que o bullying vive. É aí que ele mata.

Se vires alguém sempre sozinho, sempre triste, com os olhos no chão, aproxima-te.

Talvez ele não queira falar, talvez te empurre para longe com o silêncio, mas vai. Não é sobre ti. É sobre quem está à beira de desistir. Às vezes, tudo o que alguém precisa para não cair é saber que há quem o veja.

Se vires alguém a ser humilhado, não te escondas no grupo, não finjas que não é contigo.

É contigo. O silêncio, nesse momento, é tão violento quanto as palavras que o magoam.
Dá-lhe um abraço, uma palavra, um escudo contra a indiferença que lhe atiram. Mostra que há alguém que não vai abandoná-lo.

Se vires alguém a bater, lembra-te: a violência só vive porque há quem deixe.

Não deixes. Levanta-te. Se não conseguires parar, grita.
Grita por ajuda, grita para acordar quem está a fingir que não vê.

Não vais mudar o mundo inteiro. Mas podes mudar o mundo de alguém. É um bom começo, não é?

11/12/2025
30/08/2025

Quando eu tinha 13 anos, éramos tão pobres, que eu tinha vergonha de ir à escola. Eu desviava o olhar dos colegas, porque eu nunca tinha comida. No recreio, ao ver os colegas pegarem o próprio lanche, eu me virava para que ninguém visse nem ouvisse meu estômago roncar. Eles tiravam seus sanduíches, maçãs, biscoitos. E nas minhas mãos havia apenas o ar e uma sensação de humilhação que dava vontade de sumir. Eu sempre fingia que simplesmente não queria comer, que estava ocupado demais com um livro ou com conversas. Mas por dentro era muito difícil. Às vezes, doía...

E tudo isso poderia ter ficado só como um segredo da minha infância, se não fosse por uma menina. Um dia ela me estendeu um pedaço do seu sanduíche — e, naquele momento, eu entendi o que é a verdadeira bondade. No primeiro dia, ela simplesmente se aproximou e, em silêncio, me estendeu metade do seu almoço. Eu não sabia o que dizer. Fiquei com vergonha, mas aceitei.

Desde aquele dia, ela dividia comida comigo todos os dias. Às vezes era um pãozinho, às vezes uma maçã, às vezes um pedaço de torta que a mãe dela fazia. Eu comia devagar, tentando alongar aquele milagre e, pela primeira vez em muito tempo, sentia que alguém se importava comigo. Não lembro se eu dizia obrigado em voz alta. Acho que sim. Mas, no fundo, eu a agradecia todos os dias.

E então fomos para as férias, e depois disso ela não estava mais na nossa turma. Simplesmente parou de ir à escola. O professor depois disse que a família dela se mudou para outra cidade, e eu nunca mais a vi.

Naquele momento tudo ficou tão difícil para mim, como se tivessem me tirado algo importante. Toda vez que tocava o sinal do almoço na sala, eu me virava automaticamente — e se ela entrasse, sentasse ao meu lado, colocasse de novo na minha frente metade do seu sanduíche e sorrisse? Mas ela não vinha.

Eu me sentia triste e sozinho. Eu entendia que ela foi a única a notar a minha dificuldade, a única que não passou indiferente. Ninguém mais me estendia comida, ninguém dizia: «Toma, é para você». E eu tinha me acostumado tanto ao gesto dela — pequeno, mas tão importante.

Às vezes eu fechava os olhos e via o rosto dela — bondoso, simples, com aquele sorriso que aquecia por dentro. E esse sentimento eu carreguei comigo toda a infância. Mesmo quando a dor acalmou um pouco, eu lembrava: uma menina, um dia, me deu não só pão, mas a sensação de que eu não era invisível, de que eu importava para alguém.

Eu achava que essa lembrança ficaria apenas como uma sombra do meu passado difícil. Mas, 25 anos depois, ela voltou à minha vida de um jeito que me deu um arrepio.

Ontem, minha filha mais nova voltou da escola. Ela espalhou os cadernos na mesa, depois pegou a lancheira e, ao fechá-la, disse de repente, como se nada tivesse acontecido:

— Pai, posso levar dois sanduíches amanhã?

— Dois? — estranhei. — Você nem termina um.

Ela me olhou séria, nada infantil:

— É para eu poder compartilhar de novo amanhã. Na nossa turma tem um menino… ele disse que hoje não comeu nada e eu dei para ele metade do meu sanduíche.

Fiquei imóvel. Pareceu que o tempo parou por um segundo. Senti arrepios pelo corpo. Eu vi diante de mim não só a minha filha, mas também aquela menina da minha infância. A que, no passado, me salvou da fome. No gesto da minha filha eu senti aquela mesma continuidade — como se a bondade não tivesse desaparecido, mas apenas seguido adiante, através dos anos, através das gerações.

E então eu entendi: talvez eu nunca mais encontre aquela menina. Talvez ela nem se lembre de mim. Mas a bondade dela não se dissolveu — ela continuou o caminho. Ela continuou viva em mim. E agora — na minha filha.

Fui até a varanda e fiquei olhando o céu por muito tempo. Deu vontade de chorar. Porque, por dentro, veio tudo de uma vez — lembranças da infância difícil, gratidão, dor e uma certa alegria silenciosa. Lembrei das minhas noites de escola, quando eu ia dormir com fome e pensava que o mundo era injusto. E entendi que aquela menininha, com um gesto simples, mudou a minha vida. Ela me ensinou a acreditar que, mesmo quando tudo está difícil, ainda assim se encontra alguém que estenda a mão.

Eu não sei onde ela está agora. Talvez tenha família, filhos. Talvez ela nem se lembre do menino a quem um dia estendia metade do seu sanduíche. Mas eu me lembro. E vou lembrar enquanto viver.

E eu sei com certeza: enquanto minha filha divide o pão com outra criança, a bondade vai viver. Em cada pedacinho de pão, em cada pequeno gesto que aquece o coração de outra pessoa. E só de pensar nisso meu coração se aperta… e, pela primeira vez em muitos anos, eu tive vontade de chorar.

15/08/2025

Na Dinamarca, as escolas ensinam empatia como uma matéria obrigatória, chamada de “Klassen Tid” (Hora da Classe), para alunos dos 6 a 16 anos.

Durante essas aulas semanais, os estudantes têm a oportunidade de discutir as suas emoções, desafios pessoais e dinâmicas de grupo num ambiente seguro e acolhedor.

Os professores desempenham um papel fundamental, orientando as conversas e ajudando os alunos a desenvolverem habilidades como inteligência emocional, escuta ativa e resolução de conflitos.

Objetivos e benefícios:
🔹 Promover a cooperação, compreensão e harmonia social, valores profundamente enraizados na cultura dinamarquesa.
🔹 Fortalecer a resiliência emocional e os relacionamentos interpessoais.
🔹 Melhorar o desempenho académico, já que alunos emocionalmente seguros tendem a se concentrar e aprender melhor.

Pesquisas indicam que ensinar empatia desde cedo pode reduzir o bullying e preparar as crianças para enfrentarem os desafios da vida com gentileza e compreensão. Essa prática é um exemplo de como a educação pode moldar sociedades mais compassivas e inclusivas.

Fonte: Universo Curioso

Quer que o seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Portela?

Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Website

Endereço


Portela