Biblioteca

Biblioteca

Compartilhar

Livros, contos, histórias e afins

27/03/2026

Profissão:
Devoradora de livros
https://www.facebook.com/share/p/1FQx5csvmG/

- Então, e qual é a sua profissão?
- Eu sou devoradora de livros.
- Devoradora de livros?
- Sim, começo na primeira página e só acabo na última. Não deixo nenhum livro a meio.
- E que conselho daria a quem quer enveredar por essa profissão?
- Bem, se não gostarmos de ler, não vale a pena. Depois, temos de ter o gosto apurado. Com o tempo, tornamo-nos mais exigentes e já não engolimos tudo o que nos impingem. Deixamos de avaliar o livro pela capa e começamos a perceber quais são aqueles que têm sumo e que alimentam a alma.
- Muito bem. E nunca se cansa?
- Não. Estou sempre a traçar. É claro que há sempre frases ou excertos mais difíceis de digerir, às vezes é preciso estômago para certas coisas, mas nada se compara ao sabor dos livros. São deliciosos. Os de aventuras são sempre crocantes e os de mistério vêm sempre recheados de surpresas. Só de pensar, fico logo com água na boca. 😋

ilustração de Emilia Szewczyk

28/03/2025

Mochila de Emergência para cenários de sismos/guerra...
https://www.guiadosobrevivente.com.br/os-tres-principais-grupos-de-mochilas-de-fuga-e-evasao-bob/

A União Europeia quer que todos os europeus tenham um “kit de sobrevivência” para pelo menos três dias. O Kit deve incluir água e comida enlatada (mas não só).
A mochila, que oxalá nunca seja precisa, deverá conter:
- Muda de roupa e calçado próprio para caminhar, tipo botas de caminhada;
- Garrafas de água;
- Cópia dos documentos documentos individuais, protegidos num envelope de plástico,
- Dinheiro;
- kit pequeno de primeiros socorros;
- Medicamentos essenciais, para febre/dor/infeção e
medicamentos de uso contínuo;
- Receitas médicas;
- kit de fogo;
- 1 apito;
- Comida, como barras de cereais proteicas, chocolates, alimentos enlatados, como por exemplo, atum e outras conservas, além daquelas massas às quais é só preciso juntar água no recipiente;
- Copos;
- Chaves; sobresselentes;
- 1 rádio portátil;
- 1 lanterna;
- Pilhas;
- Parregadores,
- 1 canivete Suíço;
- 1 faca de cozinha;
- 1 cobertor térmico;
- 1 mini kit de higiene;
- 1 pacote de toalhetes;
- 1 rolo de papel higiénico;
- Isqueiro e fósforos;
- 1capa de chuva;
- 1 cobertor ou s**o cama...
Posso estar a esquecer-me de alguns itens, mas procurem em: "mochila b.o.b" no Google.
https://www.guiadosobrevivente.com.br/os-tres-principais-grupos-de-mochilas-de-fuga-e-evasao-bob/
Também podem seguir:
https://pt.euronews.com/my-europe/2025/03/27/o-que-deve-incluir-o-kit-de-emergencia-de-72-horas-proposto-pela-ue
O Governo francês, por exemplo, exige carregadores, medicamentos essenciais, garrafas de água, copos, pilhas, um rádio portátil, fotocópias de documentos importantes (incluindo receitas médicas), bem como jogos de tabuleiro para entretenimento.
De um modo geral, um kit de sobrevivência de emergência deve também incluir alimentos, uma lanterna, dinheiro, chaves sobresselentes, vestuário quente e ferramentas básicas, como facas de cozinha. Tudo para ser autossuficiente durante pelo menos 72 horas.

https://twitter.com/i/status/1904858985972351264

https://x.com/hadjalahbib/status/1904858985972351264?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1904858985972351264%7Ctwgr%5Ef4da4a2d077688f3e1686aeaf48b3934452d6d32%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fpt.euronews.com%2Fmy-europe%2F2025%2F03%2F27%2Fo-que-deve-incluir-o-kit-de-emergencia-de-72-horas-proposto-pela-ue

23/12/2024

Um doce e santo Natal para todos!

01/03/2024

Porque hoje se assinala o Dia Mundial do Elogio!

Photos from Biblioteca's post 05/12/2023

DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTARIADO
"Together, act now. Volunteer for a better tomorrow" é um vídeo de sensibilização ao tema:

https://youtu.be/NF_emLJhTm4?si=zq4AFhjRalBdMuGQ

Implementado através da Resolução 40/212 da Assembleia Geral da ONU, a 17 de dezembro de 1985, o Dia Internacional do Voluntário celebra-se, anualmente, a 5 de dezembro.
A título de curiosidade, refira-se que as mulheres são
a maioria de
mais de 1
bilhão de
voluntários espalhados
pelo mundo, estimativa avançada pela Organização Nações Unidas (ONU). Tais pessoas em todo o mundo oferecem o seu tempo, habilidades e experiência para ajudar a melhorar as comunidades em que vivem.
MENSAGEM DO SECRETÁRIO GERAL DA ONU SOBRE O DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTARIADO PARA o DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL

"No Dia Internacional do Voluntariado para o Desenvolvimento Económico e Social, prestamos homenagem às mais de mil milhões de pessoas, em todo o mundo, que contribuem com o seu tempo e competências para criar um mundo melhor, mais seguro, mais solidário e pacífico.

O tema deste ano – “SE TODOS FIZESSEM …”, sublinha a importância da ação coletiva, da cooperação e das soluções lideradas por pessoas para desafios mundiais, como a pobreza, as desigualdades, os conflitos, a crise climática, a insegurança alimentar e muito mais.

Em todas as comunidades do planeta, as voluntárias e os voluntários tomam medidas para apoiar as pessoas mais vulneráveis, incluindo no contexto de conflitos e de outras emergências humanitárias.

As voluntárias e os voluntários jovens estão a juntar-se à luta pela ação climática, pressionando os governos, as empresas e os decisores políticos para que tomem as decisões necessárias para pôr fim a esta emergência mundial.

Os nossos próprios voluntários das Nações Unidas, oriundos de mais de 160 países e estão a ajudar a promover a paz e o desenvolvimento sustentável, bem como a realização dos direitos humanos, para as pessoas em todo o mundo.

Neste dia importante, comprometamo-nos novamente a garantir que todas as pessoas possam emprestar a sua energia para moldar um futuro melhor para todos e para o planeta que partilhamos.

Vamos apoiar os voluntários, em todo o lado.", concluiu António Guterres.

O objetivo de assinalar este dia é o de enaltecer o esforço dos voluntários, salientando os valores de entreajuda, o sentido de comunidade, bem como a promoção da participação em programas de voluntariado.
Destaca também o poder que a nossa humanidade coletiva tem para impulsionar uma mudança positiva através do voluntariado.

Por outro lado, todos os anos, este dia destaca e valoriza o contributo que é dado para impulsionar o cumprimento dos objetivos do "Desenvolvimento Sustentável".
Curiosamente, diga-se que são mulheres, a maioria de mais de 1 bilhão de voluntários difundidos pelo mundo.
O voluntariado é um ato de cidadania, contribuindo para reduzir as disparidades sociais e para promover a necessidade e o dever de ajudar o próximo.

Neste dia realizam-se atividades solidárias diferenciadas como é o caso de recolha de alimentos em hipermercados, com cerca de 40 mil voluntários espalhados pelo país.
Veja mais em:
https://news.un.org/pt/story/2022/12/180628

Isabel Botelho

Texto adaptado
Fontes:
news.un.org

Photos from Biblioteca's post 28/11/2023

Celebra-se a 28 de novembro o Dia do Soldado Desconhecido. Esta data tem o propósito de honrar a memória dos soldados que perderam as suas vidas, lutando pelas suas pátrias, mas cujos corpos não foram identificados.
Uma data lembrada por todo o mundo, como homenagem de gratidão aos soldados anónimos, protagonistas de um supremo sacrifício, em prol das suas nações, em tempos de guerra.

A origem deste tipo de homenagem aconteceu, de acordo com alguma literatura sobre o assunto, no Reino Unido, quando em 1920, um soldado, não identificado, foi enterrado em nome de todos os exércitos do Império britânico, na Abadia de Westminster, em 1920. Após a atitude dos britânicos, os outros países começaram a fazer o mesmo.
Esta narrativa sobre o guerreiro incógnito, que faleceu combatendo durante a I Guerra Mundial e foi enterrado na Abadia de Westminster, cerimónia, que teve como objetivo dignificar todos os soldados que deram a sua vida pelo Império Britânico, foi percursora de muitas que se lhe seguiram, até que se estabeleceu um dia para assinalar condignamente a memória de todos os designados "Soldados desconhecidos".
Durante a ocorrência de uma guerra, é comum que muitos soldados, sucumbidos em combate, não sejam transportados para as suas terras natal, para que lhes seja organizado um funeral condigno.
Origem da data:
No entanto, também reza a história, que o primeiro memorial, conhecido dessa categoria, foi "O Soldado do Campo", que terá sido uma construção, anterior aquela data, localizada em Fredericia, na Dinarmarca.
A estátua de bronze foi construída em memória dos soldados que morreram no campo, durante a Primeira Guerra Schleswig, em 1849.

Desta forma, muitos países prestam homenagem a estes heróis anónimos, através da construção de monumentos, que são muitas vezes conhecidos como “Túmulo do Soldado Desconhecido”. Muitos desses monumentos são simbólicos, porém alguns guardam os restos mortais de muitos daqueles soldados.
Saiba mais , através dos seguintes links;
https://relacoesexteriores.com.br/dia-do-soldado-desconhecido/

https://www.1.folha.uol.com.br/fo

Isabel Botelho
Texto adaptado
Fontes:
acoesexteriores.com
calendarr.com

26/04/2023

50 MULHERES
50 Mulheres, 50 Idéias para a Saúde: da Farmacogenómica à Humanização

Dia 4 de maio, às 10:00 horas. Com a chancela do jornal Expresso.

É a vez de sabermos as ideias que Ana Teresa Freitas, Sara Cerdas, Paula Alves, Inês Falcão Pires e Cátia Sá Guerreiro gostariam de implementar em Portugal.
Todas as ideias serão publicadas no site do Expresso, em formato vídeo.

Saiba mais, através do seguintes links:
https://expresso.pt/iniciativaseprodutos/projetos-expresso/50-mulheres/2023-03-03-50-mulheres-50-ideias-que-vao-mudar-a-Saude-ab0ef6a7

https://expresso.pt/iniciativaseprodutos/projetos-expresso/50-mulheres/2023-03-13-50-mulheres-50-ideias-para-a-Saude-da-farmacogenomica-a-humanizacao-9771a405

Sara Fevereiro
13-03-2023

O Expresso desafiou 50 mulheres ligadas à Saúde para indicarem uma ideia que gostariam de ver implementada no sector, nos próximos anos, a nível nacional.

As primeiras 5 ideias no âmbito do projeto 50 mulheres, 50 ideias para a Saúde já são conhecidas desde a semana passada.

Conheça, hoje, 5 novas ideias:

A FARMACOGENÓMICA AO SERVIÇO DO SISTEMA
Ana Teresa Freitas, professora catedrática do Instituto Superior Técnico, chama a atenção para a utilização da farmacogenómica na prática clínica. Para a especialista é crucial começar a utilizar - de forma sistemática e abrangente - os dados que expressam a maneira como o nosso genoma interage com os diferentes fármacos.

SAÚDE EM TODAS AS POLÍTICAS
Esta é a ideia que a deputada no Parlamento Europeu, Sara Cerdas, aponta como prioritária: uma abordagem transversal do impacto da Saúde nos diferentes sectores, da construção à agricultura, porque todas as decisões que são tomadas e todas as políticas implementadas nas mais diversas áreas podem influenciar esto sector em particular.

INTEGRAÇÃO DE DADOS
Paula Alves, CEO do iBET, considera urgente que o país possa - de uma vez por todas - recolher, tratar e, sobretudo, integrar eficazmente os dados em Saúde. Esta é uma lacuna frequentemente apontada por quem está no terreno e que, segundo a especialista, só se poderá resolver com uma boa utilização das tecnologias de informação.

MAIS INFORMAÇÃO E EDUCAÇÃO SOBRE NUTRIÇÃO
Quando se fala em nutrição, não devemos apenas contar calorias. Este é o alerta deixado pela professora catedrática e investigadora na Unidade de Investigação e Desenvolvimento Cardiovascular da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Inês Falcão Pires, que nos últimos anos tem verificado o impacto que os factores de risco - nomeadamente a má alimentação - têm na deterioração da saúde cardiovascular. O caminho começa, segundo a investigadora, na sensibilização junto dos mais novos.

HUMANIZAR A SAÚDE
Cátia Sá Guerreiro, doutorada pela UNL em Saúde Internacional (ramo de Políticas de Saúde) e atualmente diretora do Programa de Gestão de Organizações Sociais desenvolvido pela AESE Business School, instituição na qual leciona, acredita que uma das prioridades para a Saúde nacional é humanizá-la. Para isso, é preciso mudar mentalidades e criar uma cultura que priviligie esta filosofia de trabalho, apostando na pessoa.

Todas as semanas serão divulgadas 5 novas ideias.
50 mulheres, de várias especialidades, dão 50 ideias sustentadas para o desenvolvimento da Saúde em Portugal. Em maio, as 50 soluções apresentadas serão debatidas num evento que promete abrir as portas para o futuro do sector. 50 Mulheres, 50 Ideias para a Saúde é um projeto do Expresso com o apoio da Sanofi.
Sara Fevereiro

Com Zaida Art Gallery Viagem e Turismo Momentos Felizes - Senior care SpotAzores.com Respirando Psicologia André Botelho Açoribérica - Viagens e Turismo, Lda Aeroportos dos Açores Atlânticoline SA

23/04/2023

VISÃO Júnior https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=6134913643253366&id=124464737631650
O País voltou a ser uma democracia, depois de 48 anos de ditadura. Sabe como tudo se passou!

HISTÓRIA

O 24 de Abril de 1974 foi o último dia da ditadura.

A Guerra Colonial tinha começado em 1961, e opunha o Exército português aos guerrilheiros que lutavam pela independência dos territórios africanos que Portugal na altura governava: Angola, Moçambique e Guiné.

O governo chamava a esses territórios «províncias ultramarinas» (porque estavam para além do mar) e afirmava que faziam parte de Portugal, da mesma forma que o Minho ou o Algarve. Na verdade eram colónias, ou seja, países com populações e línguas próprias que no passado tinham sido conquistados e ocupados pelos portugueses. Muitos países europeus tinham tido colónias em África, mas em 1973 ou 1974, essas colónias já se tinham tornado países independentes quer dizer, já não dependiam das metrópoles, que era como se chamava aos países colonizadores.

Mas o governo português da altura teimava em manter a posse das colónias, e por isso enviava para a guerra todos os jovens. O serviço militar a tropa, como se costuma dizer, durava então quatro anos, os primeiros dois passados na «metrópole», em instrução e os dois últimos no «ultramar», em combate.

Muitos jovens morriam nos combates em África. Durante os 13 anos que durou a guerra perderam a vida quase 9 mil e uns 30 mil ficaram feridos ou estropiados. Quase todas as famílias estavam de luto, pois tinham pelo menos um morto na guerra. Em 1973, Portugal tinha 150 mil homens a combater. Muitos dos sobreviventes, depois de regressarem, mostravam dificuldade em integrarem-se na vida civil e eram frequentes as doenças psiquiátricas provocadas pela terrível experiência por que tinham passado.

Além disso, Portugal (que era, como agora, um país pobre) dirigia para as despesas da guerra cerca de metade do dinheiro que gastava. Portanto, quase não havia obras públicas; construíam-se poucas estradas, pontes, escolas ou hospitais.

A Guerra Colonial nunca poderia ser ganha pelos portugueses, pois o seu combate era contra a própria História. Quase toda a África era já independente.

Nesse tempo não se podia criticar o governo, mas como a guerra se arrastava, os mortos eram já muitos e as despesas cresciam cada vez mais, as pessoas passaram a estar fartas daquilo tudo. A certa altura, os militares começaram a ser apontados como os culpados por a guerra se arrastar.

Ora, como eles sabiam melhor do que ninguém que uma guerra daquelas nunca poderia ser ganha, resolveram derrubar o governo pela força. Fazer o que se chama um golpe de Estado.
Para isso fundaram o Movimento das Forças Armadas (MFA).

O que aconteceu no Dia da Revolução

O dia escolhido para a ação foi 25 de Abril de 1974. De madrugada, militares do MFA ocuparam os estúdios do Rádio Clube Português e, através da rádio, explicaram à população que pretendiam que o País fosse de novo uma democracia, com eleições e liberdades de toda a ordem. E punham no ar músicas de que a ditadura não gostava, como Grândola Vila Morena, de José Afonso.

Largo do Carmo, em Lisboa, no dia 25 de Abril
Ao mesmo tempo, uma coluna militar com tanques, comandada pelo capitão Salgueiro Maia, saiu da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, e marchou para Lisboa. Na capital, tomou posições junto dos ministérios e depois cercou o quartel da GNR do Carmo, onde se tinha refugiado Marcelo Caetano, o sucessor de Salazar à frente da ditadura.

Durante o dia, a população de Lisboa foi-se juntando aos militares. E o que era um golpe de Estado transformou-se numa verdadeira revolução.

A certa altura, uma vendedora de flores, Celeste Caeiro, começou a distribuir cravos. Os soldados enfiavam o pé do seu cravo no cano da espingarda e os civis punham a flor ao peito. Por isso se falava de Revolução dos Cravos.

Ao fim da tarde, Marcelo Caetano rendeu-se e entregou o poder ao general Spínola, que, embora não pertencesse ao MFA, não pensava da mesma maneira que o governo acerca das colónias.

Um ano depois, a 25 de Abril de 1975, os portugueses votaram pela primeira vez em liberdade desde há muitas décadas.

Militares da Liberdade

Salgueiro Maia
Além do capitão Salgueiro Maia, que comandou a coluna de blindados saída de Santarém, outros militares desempenharam papéis muito importantes na preparação do 25 de Abril. O major Otelo Saraiva de Carvalho foi o comandante operacional, ou seja, dirigiu as operações todas a partir do quartel da Pontinha, junto de Lisboa.

Mas quem tinha as ideias mais claras sobre a necessidade de democratizar o País era o major Melo Antunes. Outros elementos muito importantes do MFA neste período foram o capitão Vasco Lourenço e o major Vítor Alves. Spínola veio a tornar-se Presidente da República, mas alguns meses depois demitiu-se por não concordar com a entrega das colónias aos seus habitantes. O que ele queria era constituir uma federação da «metrópole» com elas.

O Presidente passaria então a ser o general Costa Gomes.

O que mudou com a Revolução dos Cravos
Muitas coisas mudaram. As que indicamos a seguir são apenas algumas das mudanças mais importantes

ANTES - DEPOIS
Só havia um partido político, a Acção Nacional Popular, que apoiava o governo
Passou a haver muitos partidos políticos
Não havia eleições livres
Cada um pode votar no partido que quiser.
As mulheres só podiam votar se tivessem concluído o curso secundário
Toda a gente pode votar
As mulheres não podiam viajar sozinhas para fora do País sem autorização escrita do marido
Mulheres e homens têm os mesmos direitos
Havia uma polícia política, com milhares de informadores em toda a parte, que escutava praticamente todas as conversas. As pessoas que tinham opiniões contrárias ao Governo eram presas Não existe polícia política e passou a haver liberdade de opinião
As pessoas casadas pela Igreja não se podiam divorciar
O divórcio estendeu-se a toda a população
Cada patrão pagava o que queria aos seus trabalhadores
Passou a haver um salário mínimo nacional

As notícias só podiam sair nos jornais depois de terem sido lidas e autorizadas pelos Serviços de Censura
A Imprensa é livre
Os jovens passavam quatro anos da tropa, dois dos quais na guerra
Acabou a Guerra Colonial. Uns anos mais tarde, o serviço militar deixou mesmo de ser obrigatório

Sabes que houve uma espécie de ‘ensaio geral’ do 25 de Abril que correu mal? Foi o Golpe das Caldas.
Luís Almeida Martins
VISÃO Júnior

Quer que o seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Ponta Delgada?

Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Website

Endereço


Ponta Delgada
9500786