MEC Movimento Educar Consciente

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Transformamos emoções em ferramentas de evolução e crescimento que ajudam jovens e adultos a desenvolver a sua inteligência emocional e a viver com confiança, equilíbrio e propósito.

A Ana vive nos Estados Unidos. Eu vivo em Portugal. E mesmo quando vem cá, continuamos a ter mais de 300 km entre nós.Fa...
31/08/2026

A Ana vive nos Estados Unidos. Eu vivo em Portugal. E mesmo quando vem cá, continuamos a ter mais de 300 km entre nós.

Famílias, trabalho, compromissos, rotinas, vidas que seguiram caminhos diferentes...

Razões não nos faltavam para continuar a dizer: “Um dia destes temos de combinar.”

E talvez seja exatamente aqui que está a questão.

Quantas coisas e pessoas importantes na nossa vida continuam entregues ao “𝙪𝙢 𝙙𝙞𝙖 𝙙𝙚𝙨𝙩𝙚𝙨”?

Desta vez, fizemos acontecer.

E bastaram alguns minutos juntas para recuperar gargalhadas, histórias e aquela sensação tão boa de estar com alguém com quem já fomos muito felizes.

Os bons momentos da nossa vida não aparecem todos por acaso.
Muitos precisam que sejamos nós a criá-los.

Alguém tem de mandar a mensagem.
Alguém tem de ligar.
Alguém tem de fazer os quilómetros.
Alguém tem de dizer: “É desta.”

Não significa que todas as pessoas que fizeram parte da nossa vida tenham de continuar nela da mesma forma. Nós mudamos. As relações também.

Mas há pessoas que talvez mereçam mais do que continuar guardadas numa memória bonita.

E agora fiquei curiosa... 😅

Quem é do nosso tempo da universidade e ainda anda por aqui?

Tenho a certeza de que há pessoas desse lado com quem também já passaram anos demais.

Alguém se acusa? 💜

Há coisas que parecem muito simples... até tentarmos fazê-las.Nesta atividade, o primeiro desafio era 𝙤𝙗𝙨𝙚𝙧𝙫𝙖𝙧. 𝙀𝙨𝙩𝙖𝙧 𝙖𝙩...
29/08/2026

Há coisas que parecem muito simples... até tentarmos fazê-las.

Nesta atividade, o primeiro desafio era 𝙤𝙗𝙨𝙚𝙧𝙫𝙖𝙧.
𝙀𝙨𝙩𝙖𝙧 𝙖𝙩𝙚𝙣𝙩𝙤 𝙖𝙤𝙨 𝙙𝙚𝙩𝙖𝙡𝙝𝙚𝙨. 𝙈𝙖𝙣𝙩𝙚𝙧 𝙤 𝙛𝙤𝙘𝙤. 𝙋𝙚𝙧𝙘𝙚𝙗𝙚𝙧 𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙫𝙖 𝙖 𝙖𝙘𝙤𝙣𝙩𝙚𝙘𝙚𝙧.

E depois vinha talvez a parte mais difícil:
Colocar em palavras aquilo que tinham percebido.
Sem mostrar. Sem apontar. Apenas através das palavras que conseguiam comunicar ao outro.

E é curioso perceber o que acontece.
Uma coisa é aquilo que vemos.
Outra é aquilo que percebemos.
Outra ainda é aquilo que conseguimos explicar.

E depois ainda há "𝙖𝙦𝙪𝙞𝙡𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙤 𝙤𝙪𝙩𝙧𝙤 𝙚𝙣𝙩𝙚𝙣𝙙𝙚".

Pelo meio, às vezes perde-se informação. Outras vezes acrescentamos alguma. Escolhemos uma palavra que para nós significa uma coisa e para quem nos ouve pode significar outra.

E isto não acontece apenas numa atividade. Acontece-nos todos os dias.

Será que conseguimos transmitir aquilo que realmente queremos dizer?

𝘼𝙥𝙧𝙚𝙣𝙙𝙚𝙧 𝙖 𝙘𝙤𝙢𝙪𝙣𝙞𝙘𝙖𝙧 𝙩𝙖𝙢𝙗𝙚́𝙢 𝙥𝙖𝙨𝙨𝙖 𝙥𝙤𝙧 𝙖𝙦𝙪𝙞.

Por observar melhor. Organizar na mente aquilo que queremos dizer. Encontrar as palavras certas.
Comunicar não termina quando falamos. Também importa garantir se a informação que chegou ao outro lado.

E tudo isto acontece... enquanto eles sentem que estão apenas a brincar. 💜

26/08/2026

Confiar em alguém também se treina.

Parece simples deixar que alguém nos ajude a fazer um caminho.
Mas não é assim tão simples.

É preciso aceitar que não vemos tudo. Ouvir indicações. Confiar em quem está do outro lado.

E, ao mesmo tempo, continuar atentos ao que sentimos. Confiar no outro não significa deixarmos de confiar em nós.

Às vezes, quem nos acompanha diz “𝙥𝙤𝙙𝙚𝙨 𝙖𝙫𝙖𝙣𝙘̧𝙖𝙧”... e alguma coisa em nós pede para parar um segundo.

Outras vezes somos nós que achamos que não conseguimos e precisamos de confiar naquela voz que nos diz “𝙚𝙨𝙩𝙤𝙪 𝙖𝙦𝙪𝙞, 𝙥𝙤𝙙𝙚𝙨 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙞𝙣𝙪𝙖𝙧”.

𝙀́ 𝙚𝙨𝙩𝙚 𝙚𝙦𝙪𝙞𝙡𝙞́𝙗𝙧𝙞𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙨𝙚 𝙫𝙖𝙞 𝙖𝙥𝙧𝙚𝙣𝙙𝙚𝙣𝙙𝙤 𝙚 𝙩𝙧𝙚𝙞𝙣𝙖𝙣𝙙𝙤 💜

Aceitar ajuda sem nos tornarmos dependentes dela.
Confiar no outro sem deixarmos de nos escutar.
E perceber que pedir uma mão não significa que não somos capazes de fazer o caminho.

Talvez não fique aprendido à primeira. E nem precisa.
A vida é um caminho. E os caminhos também se treinam. 💜

Há crianças que chegam até nós porque têm dificuldade em lidar com a frustração.Outras porque lhes custa dizer o que sen...
23/08/2026

Há crianças que chegam até nós porque têm dificuldade em lidar com a frustração.
Outras porque lhes custa dizer o que sentem.
Algumas precisam de ganhar confiança, aprender a colocar limites ou perceber melhor aquilo que acontece dentro delas.

E há outras que chegam simplesmente porque os pais acreditam que aprender a conhecer-se, comunicar e relacionar-se também faz parte de crescer.

𝙀́ 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙩𝙤𝙙𝙖𝙨 𝙚𝙡𝙖𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙫𝙤𝙡𝙩𝙖𝙢𝙤𝙨 💜

Estão abertas as inscrições para as atividades de Gestão das Emoções.

E este ano há uma novidade: 𝙫𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙧 𝙚𝙢 𝙋𝙤𝙢𝙗𝙖𝙡 𝙚 𝙩𝙖𝙢𝙗𝙚́𝙢 𝙚𝙢 𝙇𝙚𝙞𝙧𝙞𝙖.

Continuamos com aquilo em que acreditamos desde o início: grupos pequenos, e acima de tudo, um espaço onde não nos limitamos a falar sobre emoções.

Experimentamos. Conversamos. Jogamos. Erramos. Tentamos outra vez.

Aprendemos a ouvir, a esperar, a colocar limites, a comunicar aquilo que sentimos, a confiar mais em nós e a perceber que aquilo que fazemos também tem impacto nos outros.

𝙂𝙚𝙧𝙞𝙧 𝙚𝙢𝙤𝙘̧𝙤̃𝙚𝙨 𝙣𝙖̃𝙤 𝙨𝙚 𝙖𝙥𝙧𝙚𝙣𝙙𝙚 𝙖𝙥𝙚𝙣𝙖𝙨 𝙖 𝙛𝙖𝙡𝙖𝙧 𝙨𝙤𝙗𝙧𝙚 𝙚𝙡𝙖𝙨.
Aprende-se a vivendo situações e a descobrir que podemos fazer diferente.

As inscrições já estão abertas. Toda a informação está no link. 💜
https://forms.gle/vurYkbBR1ph7qbYB9

Há uns dias fui ao cinema e aconteceu uma coisa aparentemente sem importância.Os lugares eram marcados, como habitualmen...
21/08/2026

Há uns dias fui ao cinema e aconteceu uma coisa aparentemente sem importância.
Os lugares eram marcados, como habitualmente.

Mas várias pessoas decidiram sentar-se noutros lugares.

Até aqui, poderíamos pensar: qual é o problema? Se alguém chegar, levantam-se e mudam.

A determinada altura, mais de metade da zona central da sala estava numa espécie de troca de lugares. Pessoas a levantarem-se, outras à procura do seu lugar, outras a perceberem que o lugar para onde tinham ido também pertencia a alguém.

Foi necessária a intervenção de uma funcionária para ajudar a reorganizar a sala.

E tudo começou com uma coisa tão simples: “𝙑𝙤𝙪 𝙨𝙚𝙣𝙩𝙖𝙧-𝙢𝙚 𝙖𝙦𝙪𝙞. 𝙌𝙪𝙖𝙡 𝙚́ 𝙤 𝙥𝙧𝙤𝙗𝙡𝙚𝙢𝙖?”

O problema talvez não esteja propriamente na cadeira.

𝙀𝙨𝙩𝙖́ 𝙣𝙖 𝙛𝙖𝙘𝙞𝙡𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚 𝙘𝙤𝙢 𝙦𝙪𝙚 𝙙𝙚𝙘𝙞𝙙𝙞𝙢𝙤𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙪𝙢𝙖 𝙞𝙣𝙙𝙞𝙘𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤 𝙣𝙖̃𝙤 𝙥𝙧𝙚𝙘𝙞𝙨𝙖 𝙙𝙚 𝙨𝙚𝙧 𝙘𝙪𝙢𝙥𝙧𝙞𝙙𝙖 𝙦𝙪𝙖𝙣𝙙𝙤, 𝙖𝙤𝙨 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙤𝙨 𝙤𝙡𝙝𝙤𝙨, 𝙣𝙖̃𝙤 𝙫𝙚𝙢𝙤𝙨 𝙪𝙢𝙖 𝙘𝙤𝙣𝙨𝙚𝙦𝙪𝙚̂𝙣𝙘𝙞𝙖 𝙞𝙢𝙥𝙤𝙧𝙩𝙖𝙣𝙩𝙚.

“É só um lugar.”
“São só cinco minutos.”
“Só tenho pão, é rápido, deixa-me passar?”

Pequenas decisões que vistas isoladamente, parecem mesmo não ter importância nenhuma.

Mas vivemos em sociedade. E aquilo que eu decido fazer deixa de dizer respeito apenas a mim no momento em que obriga outra pessoa a adaptar-se, esperar, mudar, resolver ou lidar com a consequência da minha escolha.

Talvez a questão não seja sequer aprendermos a cumprir uma indicação sobre um lugar no cinema. 𝙏𝙖𝙡𝙫𝙚𝙯 𝙨𝙚𝙟𝙖 𝙥𝙚𝙧𝙘𝙚𝙗𝙚𝙧𝙢𝙤𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙩𝙞𝙥𝙤 𝙙𝙚 𝙘𝙤𝙣𝙨𝙘𝙞𝙚̂𝙣𝙘𝙞𝙖 𝙡𝙚𝙫𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙖𝙨 𝙥𝙚𝙦𝙪𝙚𝙣𝙖𝙨 𝙚𝙨𝙘𝙤𝙡𝙝𝙖𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙢𝙤𝙨 𝙩𝙤𝙙𝙤𝙨 𝙤𝙨 𝙙𝙞𝙖𝙨.

O verdadeiro desafio talvez esteja naquelas situações em que ninguém nos está a controlar, em que aparentemente “não faz mal” e em que cumprir depende apenas de nós.

E naquele dia saí do cinema com uma pergunta que vai muito para além daquela sala:

𝙌𝙪𝙖𝙣𝙩𝙤 𝙩𝙚𝙢𝙥𝙤 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙫𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙖𝙘𝙧𝙚𝙙𝙞𝙩𝙖𝙧 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙨 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙖𝙨 𝙖𝙘̧𝙤̃𝙚𝙨 𝙚 𝙚𝙨𝙘𝙤𝙡𝙝𝙖𝙨 𝙣𝙖̃𝙤 𝙩𝙚̂𝙢 𝙞𝙢𝙥𝙖𝙘𝙩𝙤 𝙣𝙤 𝙤𝙪𝙩𝙧𝙤?

Nem tudo o que sentimos precisa de uma resposta imediata.Às vezes sentimos tristeza e queremos rapidamente deixar de est...
19/08/2026

Nem tudo o que sentimos precisa de uma resposta imediata.

Às vezes sentimos tristeza e queremos rapidamente deixar de estar tristes. Sentimos ansiedade e queremos que passe. Ficamos irritados e tentamos controlar. Temos medo e procuramos logo uma forma de o afastar.

Como se sentir determinadas emoções fosse um problema que precisasse de ser resolvido.

Mas nem sempre é. Há emoções que precisam primeiro de espaço.

Espaço para percebermos de onde vêm. O que despertaram em nós. O que nos estão a querer dizer.

E é aqui que entra este “respirar”.

Não é ignorar o que sentimos. Nem ficar preso à emoção.

É conseguir parar antes de reagir.

É permitir que aquela emoção exista por uns momentos sem termos imediatamente de a explicar, resolver ou afastar.

Quando sentimos muitas coisas ao mesmo tempo, tudo parece mais difícil de perceber.

Então, talvez não tenhamos de resolver tudo já.

𝙐𝙢𝙖 𝙚𝙢𝙤𝙘̧𝙖̃𝙤 𝙙𝙚 𝙘𝙖𝙙𝙖 𝙫𝙚𝙯.

Reconhecer. Respirar. Perceber.

E só depois decidir o que queremos fazer com aquilo que estamos a sentir. 💜

Quantas vezes alguém nos pergunta “está tudo bem?” e respondemos automaticamente: “Sim, está tudo.”Às vezes está. Outras...
16/08/2026

Quantas vezes alguém nos pergunta “está tudo bem?” e respondemos automaticamente: “Sim, está tudo.”

Às vezes está. Outras vezes... nem parámos para perceber.

Continuamos o dia, tratamos do que é preciso, respondemos a mensagens, trabalhamos, cuidamos dos outros e vamos deixando para depois uma pergunta tão simples quanto esta:

Como é que eu estou, realmente?

E nem sempre a resposta é uma emoção só.

Podemos estar felizes por uma coisa e preocupados com outra. Podemos sentir saudades e, ao mesmo tempo, estar tranquilos. Podemos estar cansados, irritados, gratos, ansiosos... tudo no mesmo dia.

É por isso que 𝙞𝙙𝙚𝙣𝙩𝙞𝙛𝙞𝙘𝙖𝙧 𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙖 𝙨𝙚𝙣𝙩𝙞𝙧 𝙥𝙤𝙙𝙚 𝙨𝙚𝙧 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙡𝙞𝙘𝙖𝙙𝙤 𝙙𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙥𝙖𝙧𝙚𝙘𝙚.

Às vezes sabemos apenas que “não estamos bem”. Ou que estamos mais irritados, mais sensíveis, mais calados... sem conseguirmos perceber exatamente o que está por trás.

E antes de tentarmos mudar aquilo que sentimos, há um passo que muitas vezes esquecemos:
𝙥𝙚𝙧𝙘𝙚𝙗𝙚𝙧 𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙧𝙚𝙖𝙡𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙖 𝙨𝙚𝙣𝙩𝙞𝙧.

Sem corrigir. Sem decidir se “devíamos” ou não sentir aquilo. Sem tentar resolver imediatamente. 𝘼𝙥𝙚𝙣𝙖𝙨 𝙧𝙚𝙘𝙤𝙣𝙝𝙚𝙘𝙚𝙧.

Quando conseguimos identificar e reconhecer o que se passa cá dentro, começamos também a perceber melhor algumas das nossas reações cá fora.

Se estas palavras te fizeram parar um segundinho para perceber como te sentes hoje... já valeu a pena.

E então... como te sentes, mesmo? 💜

Hoje muitos de nós vamos olhar para o céu.Vamos querer ver o eclipse, observar o que acontece, reparar na luz, talvez at...
12/08/2026

Hoje muitos de nós vamos olhar para o céu.

Vamos querer ver o eclipse, observar o que acontece, reparar na luz, talvez até parar uns minutos só para não perder aquele momento.

Talvez valha a pena levar esta mesma atenção para aquilo que acontece à nossa volta, todos os dias.

Porque há tanta coisa que comunica sem dizer uma única palavra.

Porque há tanta coisa que comunica sem dizer uma única palavra.

Um olhar que se desvia. Uma mão que procura outra. Uma mudança no tom de voz. Um silêncio onde normalmente haveria uma resposta. Um sorriso que parece igual aos outros... mas não é.

𝙀𝙨𝙩𝙖́ 𝙩𝙪𝙙𝙤 𝙖𝙡𝙞.

E não se trata de começarmos a interpretar cada gesto ou a tirar conclusões sobre os outros. Trata-se de estarmos mais presentes. De observar antes de reagir. De ter curiosidade antes de julgar. De tentar perceber o que poderá existir para além daquilo que é mais óbvio.
Um comportamento raramente nos conta a história toda.

Às vezes, quando mudamos a forma como observamos, percebemos que por trás de um “não quero” pode estar um medo. Por trás de uma resposta mais brusca pode estar frustração. Por trás de um silêncio pode estar tanta coisa que ainda não encontrou forma de ser dita.

E talvez seja esta uma das coisas mais bonitas que podemos aprender nas relações:

𝙣𝙖̃𝙤 𝙥𝙧𝙚𝙘𝙞𝙨𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙩𝙪𝙙𝙤 𝙢𝙪𝙙𝙚 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙘𝙤𝙢𝙚𝙘̧𝙖𝙧𝙢𝙤𝙨 𝙖 𝙫𝙚𝙧 𝙙𝙞𝙛𝙚𝙧𝙚𝙣𝙩𝙚.

Às vezes, basta estarmos verdadeiramente atentos ao que já estava ali. 💜

🎉 Ganhei o distintivo de talento emergente esta semana, uma distinção por criar conteúdos interessantes que despertam o ...
10/08/2026

🎉 Ganhei o distintivo de talento emergente esta semana, uma distinção por criar conteúdos interessantes que despertam o interesse dos meus seguidores ☺️😍

Há uma frase que ouço muitas vezes nas sessões:“Eu sei perfeitamente o que devia fazer. Mas não consigo.”E talvez seja d...
10/08/2026

Há uma frase que ouço muitas vezes nas sessões:

“Eu sei perfeitamente o que devia fazer. Mas não consigo.”

E talvez seja das frases que melhor explica porque nem sempre perceber é suficiente.

Podemos saber que aquela situação já não nos faz bem. Perceber porque reagimos de determinada forma. Reconhecer padrões que repetimos vezes sem conta e até saber exatamente aquilo que gostaríamos de mudar....

Mas entre perceber e conseguir fazer diferente... às vezes há um caminho.

É precisamente nesse espaço que a 𝙩𝙚𝙧𝙖𝙥𝙞𝙖 𝙦𝙪𝙖̂𝙣𝙩𝙞𝙘𝙖 pode ajudar.

Procuramos perceber o que está por trás daquilo que continua a pesar, a doer, a bloquear ou a repetir-se, mesmo quando racionalmente já sabemos que queremos fazer diferente e seguir em frente.

𝙉𝙖̃𝙤 𝙨𝙚 𝙩𝙧𝙖𝙩𝙖 𝙙𝙚 𝙖𝙥𝙖𝙜𝙖𝙧 𝙝𝙞𝙨𝙩𝙤́𝙧𝙞𝙖𝙨, 𝙚𝙢𝙤𝙘̧𝙤̃𝙚𝙨 𝙤𝙪 𝙚𝙭𝙥𝙚𝙧𝙞𝙚̂𝙣𝙘𝙞𝙖𝙨.
Trata-se de trabalhar aquilo que ainda hoje continua a ter impacto na forma como sentimos e vivemos determinadas situações.

E há algo que digo muitas vezes:

“𝘼̀𝙨 𝙫𝙚𝙯𝙚𝙨 𝙣𝙖̃𝙤 𝙥𝙧𝙚𝙘𝙞𝙨𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙙𝙚 𝙚𝙣𝙩𝙚𝙣𝙙𝙚𝙧 𝙢𝙖𝙞𝙨. 𝙋𝙧𝙚𝙘𝙞𝙨𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙙𝙚 𝙘𝙤𝙣𝙨𝙚𝙜𝙪𝙞𝙧 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙧 𝙙𝙞𝙛𝙚𝙧𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙘𝙤𝙢 𝙖𝙦𝙪𝙞𝙡𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙟𝙖́ 𝙚𝙣𝙩𝙚𝙣𝙙𝙚𝙢𝙤𝙨.” 💜

Endereço

Pombal
3100POMBAL

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