i2ADS - Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade

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Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade
Research Institute in Art, Design and Society
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto

O i2ADS acolhe actualmente um total de 146 investigadores, dos quais 23 são membros integrados e 118 colaboradores, num total de 45 doutorados. / i2ADS currently hosts 146 researchers, of which 23 are associate members and 118 collaborators, with a total of 45 PhDs. Núcleos de Investigação / Research Groups:

Arte e Design (NAD)
Art and Design

Arte e Intermedia (NAi)
Art and Intermedia

Desenho (

04/05/2026

Encontra-se aberto um concurso para a atribuição de 1 (uma) bolsa de investigação (BI) para estudante
inscrito em mestrado, no Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade (i2ADS) da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

As principais tarefas a desempenhar no âmbito da bolsa serão:
a) Produção de materiais gráficos, registo audiovisual, e suporte digital e multimédia decorrentes da atividade do i2ADS;
b) Produção editorial das publicações decorrentes da atividade do i2ADS;
c) Promoção de uma política de disseminação de atividades e resultados de investigação do i2ADS;
d) Atualização das plataformas web do i2ADS, redes sociais e newsletter.

Candidaturas até 15.05.2026

+ info: https://i2ads.up.pt/concurso-design-i2ads/

Photos from i2ADS - Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade's post 07/04/2026

FBAUP/i2ADS will host the first edition of the Hybrid Seminar Porto in the frame of the European project STEP ̶ Strategies for Transformative Education for art in Public space.

The Hybrid Seminar Porto will take place from 8 to 10 April 2026, with the participation of the guest lecturer David Limaverde from Fontys Hogeschool voor de Kunsten Academy of the Arts.
Hybrid seminars are a teaching format blending teacher mobility and online participation. The seminar provides students with theoretical insights and collective feedback on their developing artworks.

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More about STEP - Strategies for Transformative Education for Art in Public Space - is an ambitious pedagogical project focused on creative strategies in public spaces. It will take place over three years and brings together five higher education institutions across Europe united around a common vision: to innovate in educational practices through interdisciplinary, collaborative, and transnational approaches.

For/With :
👉 École Supérieure d’Art et Design Le Havre-Rouen
DNSEP (Master) Environments and Public Situations


👉 Académie royale des Beaux-Arts de Bruxelles - Ecole supérieure des Arts (ArBA-EsA)
Master Design Urbain / SITU ArBA
SITU Master Design Urbain - ArBA

👉 Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Master of Art and Design for the Public Space FBAUP
FBAUP DESIGN Inc.

👉 Fontys Hogeschool voor de Kunsten Academy of the Arts
academyofthearts
performingpublicspace

👉 The University of Art and Design Linz (Kunstuniversität Linz)


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STEP [2025-1-FR01-KA220-HED-000357858] is funded by the European Union, as part of the Erasmus+ 2021-2027 Programme under ‘KA220-HED – Cooperation partnerships in Higher Education’.

30/03/2024

Ciclo de cinema 'Cinema proibido'
Filme 'UMA MULHER CASADA' | 'UNE FEMME MARIÉE'
Jean-Luc Godard | FR | 1964 | 95’
⛳️terça-feira, dia 2 de abril 2024, às 17h00, na Aula Magna da FBAUP

Na primeira sessão deste ciclo de cinema apresenta-se o filme 'Uma Mulher Casada', de Jean-Luc Godard. Como pano de fundo dá-se a ver uma França dos anos 60, onde o realizador nos convida a espreitar vinte e quatro horas da vida de uma mulher burguesa (Macha Méril), dividida entre um marido (Philippe Leroy) e um amante (Bernard Noël). Recorrendo a uma narrativa fragmentada, é-nos apresentada a vida da jovem Charlotte enquanto navega entre as complexidades da sua vida pessoal e romântica. Introduzem-se ao longo do filme comentários voz off acerca dos desafios inerentes às formas de relacionamento contemporâneas, enquanto se exploram temáticas relevantes como a fidelidade, desejo e amor, a moda e sociedade de consumo, o olhar sob o corpo feminino através da perspetiva de uma sociedade patriarcal e heteronormativa e, não menos importante, sobre as restrições geradas a partir de expectativas socialmente impostas.

O ciclo de cinema 'O cinema proibido' enquadra-se no âmbito de um projeto artístico mais vasto e ainda em curso com o título: 'Os arquivos também falam: Imagem, memória e tudo o que f**a por dizer'.
Org.: Mestrado em Artes Plásticas da Faculdade de Belas Artes da U.Porto

Para marcar as comemorações dos 50 anos do 25 de abril, o ciclo de cinema 'Cinema proibido' exibe quatro filmes. Ver Programação em fba.up.pt | 📲https://shorturl.at/mEM17

15/02/2023

Louder than images. A escuta da paisagem fílmica
Aula Aberta DAP/i2ADS
Com Yolanda Pérez Sánchez

22 de fevereiro de 2023
Batalha Centro de Cinema, sala 2

Há dois elementos-chave para compreender o termo paisagem: sabemos que requer um sujeito que "o perceba" como tal - e não exclusivamente a partir de um único sentido -, e também que é configurado a partir de elementos naturais e artificiais, construídos ou alterados pela espécie humana. A paisagem é, portanto, na sua essência, uma construção cultural, que pode ser intervencionada e abordada de múltiplas perspectivas. A pintura tem sido um grande educador do olhar, tal como a fotografia e, sobretudo, o cinema como uma das expressões artísticas que mais moldou o imaginário cultural desde o século passado. Se a paisagem é determinada pelo que o olho pode ver, ou enquadrar-se num campo de visão, o cinema tem sido a maior fonte de "vistas" e paisagens mostradas ao público-espectador nos últimos cem anos. O tratamento da paisagem no cinema - para além dos primeiros travelogues ou filmes de viagem - tem evoluído bastante: deixou de ser mostrada ocasionalmente como pano de fundo, para a proeminência que alcançou nas últimas décadas. Estas mudanças expressam não só a evolução da linguagem deste meio, mas também a evolução de um "olhar de paisagem" que se estende a muitas outras áreas da cultura e que o cinema, a principal arte visual de massas do século XX, contribui para consolidar, modif**ar e questionar. É, fundamentalmente, no cinema que a lendária revista Cahiers de Cinema classif**a como de "auteur", no qual percebemos uma intenção maior de integrar a paisagem para além de um simples elemento decorativo ou contextual, razão pela qual a palestra se centra neste tipo de cinema feito a partir dos anos 50.

O cinema também contribuiu para problematizar a prioridade histórica do olhar como a dimensão fundacional e aparentemente inalienável na percepção da paisagem, através da construção de paisagens em que a dimensão sonora atinge um grau excepcional de intensidade estética e expressiva, cuja análise nos remete para conceitos que provêm do campo teórico da paisagem sonora. O fio condutor das obras analisadas são dois conceitos que emergem da investigação ligada à paisagem sonora: Sharawadji (Jean-François Augoyard e Henry Torgue) e Schizophony (R. Murray Schafer), termos que fazem alusão a efeitos estéticos que percorrem e definem a criação das paisagens audiovisuais das cenas cinematográf**as seleccionadas. "No fundo, tenho tendência para pensar que o mundo já soa muito bem em si mesmo", disse Andrei Tarkovsky. Esta convicção do realizador russo, tão intimamente ligada à qualidade poética do seu cinema, e partilhada por cineastas anteriores e posteriores, é fortemente expressa em algumas sequências em que a paisagem sonora penetra na linguagem cinematográf**a de tal forma que "o mundo" é visto como algo mais do que um texto totalmente codificável em termos do puramente audível ou visível. A palestra centrar-se-á também, em como diversos autores, desde Roberto Rossellini a Apichatpong Weerasethakul, introduziram no seu trabalho paisagens cinematográf**as cuja qualidade sónica lhes confere uma especificidade que deve ser analisada a partir de parâmetros que permitam expandir o visual a partir de conceitos que emergem da paisagem sonora, Isto sublinha a complexidade da paisagem como objecto estético e a sua capacidade de integrar dimensões perceptivas que explicam uma qualidade invariável da paisagem - talvez especialmente a paisagem na arte -, a de ser, como Henri-Frédéric Amiel afirmou, "um estado da alma".

15/02/2023

A exposição final da residência artística de Catarina Braga inaugura a 1 de março, às 17:00, na Sala de Exposição da Biblioteca da FEUP e pode ser visitada de segunda a sexta até 10 de março, entre as 8:30 e as 19:30. Esta exposição parte do acompanhamento da artista com a equipa do laboratório LEPABE que investiga e mede a qualidade do ar interior, estudando o seu impacto na saúde humana. Através de um cruzamento entre os processos científicos e artísticos, é dentro de um laboratório ficcionado que se especula acerca da invisibilidade do ar interior.

31/01/2023

OPEN CALLS
Young European Sculpture (YES)
Bolsas de participação para 10 estudantes
8 a 14 de maio de 2023 — TALM (Tours, França)

O Young European Sculpture (YES) é um projeto construído através de diferentes articulações entre instituições de ensino superior europeias (com programas de ensino em escultura) e que será desenvolvido entre 2022-2025.

O YES pretende contribuir para uma profissionalização relevante dos estudantes que pretendam especializar-se em escultura, propondo uma formação comum ao nível do ensino superior europeu. A iniciativa envolve a Escola Superior de Arte e Design TALM (França - instituição coordenadora), a Academia de Belas Artes de Carrara (Itália), a Academia de Arte da Letónia (Letónia) e a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (Portugal), com o apoio da Agence Erasmus+ France. Os parceiros do projeto YES irão realizar uma masterclass por ano - uma masterclass em cada um dos três dos países parceiros (França, Letónia, Portugal).

O projeto e todas as suas atividades serão desenvolvidos em torno de três grandes eixos transversais — Materiais; Espaço; Sociedade e Práticas Sociais. A primeira masterclass do YES será realizada em TALM (Tours, França). Será uma tentativa de reunir novas questões de produção e reflexão num contexto específico: a paisagem das margens do Loire. O programa inclui visitas a museus e à Rabouilleuse, conferências e workshops em cooperação com estudantes europeus em torno dos quatro elementos (água; ar; fogo; terra).

Os estudantes selecionados participarão gratuitamente da masterclass a realizar por TALM entre 8 e 14 de maio de 2023, incluindo viagem, alojamento e alimentação.

Informação sobre candidaturas: http://bit.ly/3HlUwue
Formulário para submissão de candidaturas: https://forms.gle/RMKWboHnhyXPqzwb7
+ informações: [email protected]

31/01/2023

SÁBADO
Samuel Silva

02.02 — 15.03.23
MUPI Gallery, Maus Hábitos

Ciclo “Poético ou Político?”
Curadoria de João Baeta

A poesia é, segundo Espinosa, uma contemplação da língua. A construção poética não será mais do que uma operação de desativação, de conquista de um modo contemplativo que permite
a abertura para novas formas de uso. A inoperância das funções comunicativas e informativas da língua abre-lhe novas brechas ou possibilidades de dizer. Confere-lhe outro poder de dizer.

A(s) imagem(ns)-instalação de “Sábado” ambiciona(m), de igual modo, uma forma de desacerto - no sentido de perturbação -, desativam o dispositivo pré-existente da galeria Mupi, vocacionado para operações de informação e divulgação, para desafiarem os olhares flutuantes de um espaço recreativo.

Mais do que produzir novas imagens, precisamos hoje, de uma ecologia da atenção. A nossa preocupação não deve estar no disparo furtivo, mas na lenta fermentação sensível de outras formas de ver. Talvez a primeira imagem de um rolo, disparada sem consciência do enquadramento, periclitante, capenga e defeituosa tenha a estranheza necessária para nos desligar das cintilações contemporâneas e devolver a contemplação.

30/01/2023

O LabEA (Laboratório de Investigação em Educação Artística) organiza um grupo de leitura com textos que nos permitem pensar sobre práticas de educação artística críticas e anti-discriminatórias. Iremos discutir o texto A Dívida Impagável, de Denise Ferreira da Silva, de 2019, no dia 13 de fevereiro às 10h00.

Informações: O grupo reúne em zoom. As discussões poderão acontecer entre português e inglês. Nesse sentido, teremos que ensaiar traduções (o melhor possível) para que possamos pensar em conjunto.

Como participar: enviar um email para csmartins(AT)fba.up.pt para que o texto e o link da sessão possam ser disponibilizados com antecedência.

26/01/2023

Leituras Feministas
Táticas subversivas com Alícia Medeiros (Coletivo MAAD)
Workshop e prática artística coletiva, mediante inscrição (gratuito)

02.02.2023, 19H30, A Leste
(Calçada da Póvoa 65, 4000-022 Porto)

Em seguimento às atividades do Grupo de Leituras Feministas integrado ao i2ADS/FBAUP, que nos últimos encontros tem promovido debates sobre o espaço público, será mobilizada prática artística mediada pela arquiteta, artista, investigadora e co-fundadora do coletivo MAAD Alicia Medeiros, cujo trabalho é centrado ao nível dos media móveis e da caminhada como prática/performance artística desde 2010, tendo como áreas de interesse arte, cidade, tecnologia e dinâmicas de poder em espaços coletivos.

+ INSCRIÇÃO: bit.ly/3wxolTu

19/01/2023

O LabEA (Laboratório de Investigação em Educação Artística) organiza um grupo de leitura com textos que nos permitem pensar sobre práticas de educação artística críticas e anti-discriminatórias. Iremos discutir os textos Manifesto Manifesto Antropófago, Oswald de Andrade, de 1928 e Eating the Other: Desire and Resistance, bell hooks, de 1992, no dia 30 de janeiro às 10h00.

Informações: O grupo reúne em zoom. As discussões poderão acontecer entre português e inglês. Nesse sentido, teremos que ensaiar traduções (o melhor possível) para que possamos pensar em conjunto.

Como participar: enviar um email para csmartins(AT)fba.up.pt para que o texto e o link da sessão possam ser disponibilizados com antecedência.

17/01/2023

Cinema de Bairro, sábado 21 de Janeiro às 16H
Aula Magna, FBAUP

Digo às companheiras que aqui estão
de Sophia Branco e Luís Henrique Leal

Realização: Sophia Branco e Luís Henrique Leal
Pesquisa e Guião: Camila Teixeira Lima, Carmen Silva, Caioz, L.H. Leal e Sophia Branco
Narração: Uana Mahin
Fotografia: Luís Henrique Leal e Victor Giovanni
Montagem: Caioz, Dandara Canuto, Maroca Cavalcante Silva e Medusa
Som: Victor Giovanni, Caioz e Marila Cantuária
Edição de som e mixagem: Nicolau Domingues
Produção: SOS Corpo e Parabelo Filmes
35 Mins
Brasil · 2022

Este filme é uma curta metragem em documentário de Sophia Branco e Luís Henrique Leal sobre Lenira Carvalho, narrando o seu percurso na organização da luta das trabalhadoras domésticas no Brasil. Uma história pessoal que se entrelaça com a luta por direitos e pela democracia nas últimas seis décadas no país. O documentário apresenta o testemunho de Lenira na sua casa, e através dos seus relatos e imagens de arquivo, explora um conjunto de reflexões sobre a formação social no Brasil.
Na sessão estará presente o realizador Luís Henrique Leal para a apresentação e debate sobre o filme.

trailer: https://vimeo.com/734152123

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Endereço


Avenida Rodrigues De Freitas, 265
Oporto
4049-021

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 18:00
Terça-feira 10:00 - 18:00
Quarta-feira 10:00 - 18:00
Quinta-feira 10:00 - 18:00
Sexta-feira 10:00 - 18:00