RECORDANDO O 54º ANIVERSÁRIO DO FALECIMENTO DE SALAZAR
O NEOS deslocar-se-á ao Vimieiro, no próximo dia 27, Sábado, lembrando o grande estadista e cultivando sua memória e seu alto exemplo. A todos os amigos que nos queiram acompanhar rogamos que no-lo comuniquem através dos telefones 966 238 239 ou 963 104 030.
Núcleo de Estudos Oliveira Salazar
O NEOS constituiu-se há 25 anos tendo assumido o honroso esforço de erguer o alto exemplo de Salazar contra a mentira e o desconchavo que Abril instalou.
O NEOS [Núcleo de Estudos Oliveira Salazar] é uma associação de carácter cultural, de raízes cristãs e apego nacionalista, centrada, intelectual e emocionalmente, no exemplo de serviço e probidade do Professor Doutor António de Oliveira Salazar. Foi no dealbar da década de noventa que seis patriotas, resistentes ao instalado propósito de apagamento dos valores da portugalidade, pensaram e pré-defi
RECORDANDO A REVOLUÇÃO NACIONAL DE 28 DE MAIO DE 1926
Como habitualmente, o NEOS lembra a memorável data com um jantar-convívio que este ano, por conveniência geral, terá lugar na sexta-feira (dia 31) no restaurante TÚNEL DE SANTOS pelas 19,30. A todos os interessados solicitamos confirmação (telef. 966 238 239, 966 429 696 ou 966 575 573). A NAÇÃO AO ALTO!
Duas palavras aos meus bons amigos que
mantiveram fidelidade ao CDS,
insistiram no Ergue-te,
ensaiaram a Nova Direita,
ou casmurraram na abstenção:
Acordai! CHEGAI-VOS!
25/05/2018
https://www.facebook.com/causatradicionalista/posts/2161767544044985
Ao receber o prémio Camões, em 1938, o aristocrata suíço, Conde Gonzague de Reynold, autor do livro "Portugal", profere: "Graças a Salazar, o país pode de novo olhar para o passado e também para o futuro". As palavras não são vãs, entre os dois homens revelava-se uma mesma visão de fundo, e uma amizade que - embora cultivada à distância - perdurou. Dirá ainda: "o único homem de Estado do mundo contemporâneo a possuir um pensamento e uma doutrina, direi mesmo uma inteligência".
Reynold mantém correspondência com Oliveira Salazar durante 25 anos, decorrendo algumas afinidades políticas e proximidades intelectuais, enquadradas num mesmo sentido ideológico, i,e, o conservadorismo autoritário de inspiração católica, a apologista do Chefe, tão propalada num século dado aos extremos. Mas Gonzague foi muito mais do que um apologista.Verdadeiramente um intelectual, sensível às artes, cultivador das letras, viajado e versátil em línguas (como todo o bom suíço), não era, de todo, o arquétipo do "nacionalista" que a esquerda cultiva incessantemente (o isolacionista, o xenófobo, o bélico), muito pelo contrário: conhecia a Europa e amava-a na sua riqueza, diversidade e grandeza cultural, sobre ela escreveu intensamente e sobre ela pensou profundamente, no seu destino, no seu sentido, na sua sobrevivência. Essa missão andarilha trouxe-o a Portugal, por intermédio de um amigo português também colaborador de Oliveira Salazar, acabando por se maravilhar pelo país e, sobretudo, pelo homem forte que então conduzia os destinos da nação.
Contudo, foi um filho do seu tempo, e incorreu nas vicissitudes de uma época de crise intelectual e espiritual. Na acalmia Suíça dos inícios do século XX formou um grupo, La Voille Latine, que introduziu Maurras nas pacatas estepes helvéticas. Romperia mais tarde com a Action Française e com o mestre do nacionalismo integral. Também, admirador do fascismo, acabaria por criticar as tendência totalitárias, era mais um reaccionário da linha tradicionalista católica, monárquica, nacionalista-conservadora. Natural de um país dividido por línguas e religiões procurou a ideia de uma identidade nacional, assim como para a Europa procurava uma unidade dentro da civilização cristã, verdadeiramente uma antítese do que se tornaria o mundo do pós-guerra. Salazar surgia como uma alternativa e encontrava no Estado Novo português a perfeita realização política, uma terceira via, algures entre a democracia-liberal e o totalitarismo, de certa forma, um paternalismo autoritário, congregador, vertical, orgânico e patriótico.
Foi, sem dúvida, o mais salazarista dos Suíços.
16/11/2017
Estão todos convidados!
09/11/2017
17 crimes contra a humanidade cometidos pela URSS No centenário da Revolução Comunista, é hora de lembrar os efeitos nefastos da implantação desta ideologia e seu custo em vidas humanas
28/10/2017
06/04/2017
Aos poucos e poucos, e muito timidamente lá vão dando a conhecer o trabalho feito pelo Sr. Prof. Doutor António O. Salazar.
http://www.tuga.press/financas-do-estado-novo-eram-sustentaveis-conclui-estudo-divulgado-site-do-governo/
Finanças do Estado Novo eram sustentáveis, conclui estudo divulgado em site do Governo “As finanças públicas foram sustentáveis no período do Estado Novo (1933-1974)”, conclui uma análise publicada no site do Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. Ricardo Ferraz, um…
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