29/09/2025
Ao longo de 8 sessões trabalharemos a grande iniciação feminina que é a menopausa. Entre corpo, cérebro e psique, desmistificamos tabus, exploramos perspectivas e trilharemos travessias simbólicas, com as sempre vitais chaves de sabedoria ancestral: a ecomitologia do corpo da terra e da mulher.
Informações: [email protected]
18/09/2025
É ja em outubro que avançamos com mais uma edição da Arqueologia feminina, desta vez num formato mais curto.
Este trabalho de escavação feminina tem sigo um espaço de encontro, descoberta, história e estórias.
Mulheres, ancestralidade, eco-mitologia, ritmos femininos e a presença sempre tão fundamental da vida a acontecer a cada instante.
Este é um convite a uma verdadeira jornada em direção a ti.
Mais informações:[email protected]
12/09/2025
Medusa e Atena. A linguagem simbólica dos mitos.A relação entre duas feridas primordiais do feminino.
Uma sessão de investigação pessoal e aco-mitologica. O trabalho com as pistas míticas.
Junta-te a nós nesta viagem.
Informações: [email protected]
11/04/2025
A linguagem simbólica como bússola interna.
O Caminho dos Mitos regressa, em Maio, com Psique e Eros, uma das estórias mais épicas e extraordinárias na iniciação feminina. As provas no caminho da donzela, as irmãs, as ajudas extraordinárias, a caixa de Perséfone, o masculino e o amor.
Uma sessão para escutar o mito e, através da reflexão, da arte e/ou da vivência, encontrar as pistas míticas que nos servem de caminho.
Para mais informações contacta-nos:
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Foto: "Woman of Greek Mythology", an inktober 2018 project by Neithy
02/01/2025
Desta vez falamos de Rapunsel. A escuta da história, a simbologia pessoal e depois, as pistas miticas. O cabelo, a torre, o principe e tanto que vamos explorar.
Os contos de fadas são linguagens que a alma recebe.
Junta-te a nós.
Mais informações: [email protected]
05/12/2024
As estórias não são algo para encantar ou adormecer, para fazer de conta e fugir à realidade. As estórias não são coisas de crianças, que quando chegamos a adultos já não nos interessam nada. As estórias são medicina, são sanação.
Quando caminhávamos de pés no chão, quando enterrávamos as mãos na terra e sentíamos no corpo a vida a acontecer; quando contemplar as estrelas era a última coisa que víamos a cada dia, e observar o vale da nossa janela a cada manhã era tão natural como respirar… era quando fazíamos parte da “grande família das coisas”, e as conhecíamos tão bem como à família humana. Cada vida era, então, uma estória, e cada uma dessas estórias falava de descoberta, de desafio, de perda e de reparação, de pertença e de mistério, de relação e de luto.
As estórias nasceram aqui: passadas de voz em voz, guardadas como tesouros, capazes de resgatar pedaços de alma e de abrir corações. Elas falam dos ossos e da carne da vida, ou como diz Martin Shaw, daquilo “que nunca aconteceu e que acontece todos os dias”. Elas trazem-nos talismãs que guardamos para toda uma vida, imagens que, quando tudo o resto falhar, permanecerão connosco para sempre.
09/11/2024
Encontro de Arquelogia Feminina. Ancestrais, Mouras Encantadas e Teia Feminina.
Um privilégio estar aqui.
06/11/2024
Segunda, dia 11, trazemos mais um conto para partilhar e explorar. A Donzela sem Mãos. Um conto que é, por si mesmo, uma iniciação.
Para mais informações: [email protected]
17/10/2024
A iniciar hoje o grupo de Arqueologia Feminina, reencontrei-me com partes minhas, antigas e profundamente doces, numa foto que me trouxe lugar e relação com as coisas que me forjaram.
Não se vê, mas por trás de mim está a praia que me vou crescer, num final de dia de Verão. Ao lado, uma viola, que me acompanhava nestes mesmos dias.
O mar, a música, a poesia e os entardeceres eram espaços de alimento para a minha alma. E os afectos dos amigos, que me tiraram a fotografia.
Este é o lugar da Arqueologia Feminina. Um escavar, um encontro e as estórias sobre nós que nos esquecemos de contar a nós mesmas.
09/10/2024
O feminino é circular: é cíclico e abarcante, alargando-se continuamente porque nele tudo cabe, tudo tem lugar, tudo tem colo. É a saia rodada, o tambor e a gargalhada; é a caverna, a irmã negra e a escavação sem fim. É a coragem de nos olharmos nuas, com tudo o que somos e tudo o que há, de nos encontrarmos connosco onde estamos e assumirmos, sem justificações. Escutamos o tambor interno, e comprometemo-nos em honrar o selvagem, em liberdade e dignidade, sempre.