Rajas Agni - Departamento de mantra

Directora executiva: Professora Anabela Duarte da Silva Divulgar as actividades do Departamento de Mantra do Ashram Pashupati e as actividades do Coral Rajas Agni.

Funcionando normalmente

Orb Mag

Archaeologist Dr. Jean-Loup Ringot specialized in prehistoric music demonstrates a Lithophone. 🔊

[03/01/20]   Mantra do mês (Março, 2020)
Gáyatrí Mantra

ÔM BHUR BHUVAH SWAH
ÔM TAT SAVITURA VARÊNYAM
BHARGÔ DÊVASYA DHÍMAHI
DHYÔ YÔ NAH PRACHÔDAYÁTÔ

[02/07/20]   Mantra do mês (Fevereiro, 2020):
Hara, Hara, Shankaráchárya.

Rajas Agni - Departamento de mantra's cover photo

Rajas Agni - Departamento de mantra

[11/12/19]   Mantra do mês de Novembro - 2019:
ÔM namah Kundaliní

[10/11/19]   Mantra do mês de Outubro - 2019:

Jaya Krishnaya, jaya Rámakrishnaya,
Rámakrishnaya, jaya Krishnaya jaya

Yôga e kundaliní

Retirado de "Amrita Gita" de Sri Swami Sivananda.

Bharat Bhagya

Beautiful Video❤️
2500 Singers singing,
Sri Ganesh Vandana all together.
Must listen!!

[09/02/19]   Mantra do mês de Setembro - 2019:
Hara, Hara, Shankaráchárya

Ay Mateo

¡Qué linda la música cuando la puedes ver!

[08/01/19]   Mantra do mês, Agosto/2019::

ÔM Shiva, ÔM Shaktí
Namah Shiva, namah Shaktí

Rajas Agni - Departamento de mantra's cover photo

[07/07/19]   Mantra do mês, Julho/2019:

ÔM Jay Guru
Srí guru
ÔM jay

Festival de Yôga de Alcochete

publico.pt

Corações dos cantores corais batem em sintonia

publico.pt A participação num agrupamento coral pode promover a saúde cardíaca, segundo um estudo dos efeitos biológicos da música.

Rajas Agni - Gáyatrí Mantra

Mantra do mês de Abril/2019:
Gáyatrí Mantra

ÔM bhúr bhuvah swaha,
ÔM tat Savitura varênyam.
Bhargô dêvasya dhímahi.
Dhiyô yô naha prachôdayátô.

https://www.youtube.com/watch?v=upuNjN8USHM&list=PL9kI4sewVXuepahFzpnmGTE4IyQSE1IP-&index=5

Rajas Agni Chorus performin live in Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, Sintra, Portugal, on the 27th February 2010. Conducted by João Camacho, Yôg...

VII Encontro de Coros de São Miguel de Odrinhas

Alguns momentos do VII Encontro de Coros de S. Miguel de Odrinhas. Organizado em parceria entre o Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas e o Espaço Cultural - Ashram Pashupati. Neste VII Encontro participaram o coro CantoRio de Rio Maior, o Grupo Coral de Mafra e o Coral Rajas Agni, que apresentou um recital de mantra. Estes encontros integram-se nas comemorações do aniversário de Shrí DeRose, que celebra o seu nascimento a 18 de Fevereiro.

Alguns momentos do VII Encontro de Coros de S. Miguel de Odrinhas. Organizado em parceria entre o Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas e o Espaço Cultural - Ashram Pashupati. Neste VII Encontro participaram o coro CantoRio de Rio Maior, o Grupo Coral de Mafra e o Coral Rajas Agni, que apresentou um recital de mantra. Estes encontros integram-se nas comemorações do aniversário de Shrí DeRose, que celebra o seu nascimento a 18 de Fevereiro.

[12/13/18]   Mantra do mês de Dezembro de 2018:
ÔM Shiva, ÔM Shaktí, namah Shiva, namah Shaktí

Mantra do mês de Novembro de 2018:
ÔM Jay Guru, Shrí Guru, ÔM Jay

[10/17/18]   Mantra do mês (Outubro/2018)

Sita Rám

Sita Rám, Rám, Rám, rája Rám, Rám, Rám (2x)
Narayan, Narayan, Narayan (2x)

El muro de los idiomas

Es pura delicia para los oídos. Así sonaban los idiomas más antiguos. :)

Rajas Agni - Departamento de mantra

Rita

CURSO DE MUDRÁ – GESTOS DE PODER DO YÔGA ANTIGO

Mudrá é o 1.º anga do ádi astanga sádhana, é com o mudrá que iniciamos a nossa prática fundamental em oito partes, característica do SwáSthya Yôga. Através do mudrá, por ser reflexológico, simbólico e magnético sintonizamo-nos com a egrégora milenar o Yôga, deflagramos um estado de yôgi em nós, permitindo assim que as demais técnicas possam surtir efeito, já que o Shiva mudrá, o gesto com que iniciamos a prática, amplifica a nossa receptividade, simbolizando um cálice vazio, pronto para receber os ensinamentos do Yôga Antigo.

E foi assim que recebi este curso no passado sábado dia 1 de Setembro, como um cálice que estava vazio, ansiosa por receber os ensinamentos que o nosso querido Mestre, representando aqui os Mestres ancestrais do passado, nos tinha preparado para este dia. E, mais uma vez superou as espectativas.

O mudrá revelou-se assim, pelas mãos do Mestre João Camacho e da Professora Anabela Duarte da Silva, muito mais que simples gestos feitos com as mãos, mais ainda que o seu nome e representação. Os mudrá são de uma estética fabulosa e sem dúvida que embelezam o ásana e as coreografias do Yôga, são também muito usados na dança clássica indiana Bharat Nathyam, mas muito mais que isso têm todo um simbolismo associado, transportam-nos para o comprimento de onda dos Grandes sábios da Índia, para um conhecimento profundo gravado no inconsciente colectivo da humanidade. Podem só por si contar uma história, muitos deles estão associados a entidades da mitologia hindu e o facto de o Mestre nos ter exposto essa correlação com a mitologia tornou mais fácil a compreensão do próprio mudrá e ainda nos deu preciosa informação sobre esta mitologia tão rica em conhecimento profundo. Foi um curso de mudrá, mas também de filosofia e mitologia.

Mas, os mudrá não se esgotam na representação mitológica, as mãos sempre foram usadas para comunicar e estão também correlacionados com os elementos e com os chakra sendo que, sabemo-lo agora, podemos estimular cada chakra com determinado mudrá, como é o caso do mukula mudrá para estimular o ajña chakra.

Neste curso compreendemos também a função bidireccional do mudrá, pois a mente expressa-se fisicamente através do gesto, e quando este é vivenciado cria-se uma atitude mental e emocional correspondente ao gesto, assim podemos criar o estado mental pretendido usando o mudrá que a ele se corresponde, tal como no pránáyáma, em que sabemos que ao controlarmos o ritmo respiratório podemos também controlar os estados emocionais e mentais.

O mudrá é assim mais uma técnica, uma ferramenta, que o Yôga antigo nos dá para o nosso próprio autoestudo que nos levará ao autoconhecimento.

Obrigada Mestre João Camacho e Professora Anabela Duarte da Silva por mais este curso de excelência, rico em conhecimento técnico, teórico e simbólico.
Obrigada Professora Paula Trigo de Sousa, organizadora dos eventos neste mês especial por ser o mês de aniversário do Espaço Cultural Kálí, um local agradável e tão querido por todos e onde nos sentimos em casa.



Rita Fernandes, Instrutora Estagiária
Discípula do Mestre João Camacho

Círculo de leitura do Ashram Pashupati

Texto para a próxima reunião do Círculo de Leitura a 28 de Setembro de 2018

A etiqueta (Tantra)

Às vezes são surpreendidos por exigências de etiqueta e de protocolo.
Nas artes e filosofias orientais a etiqueta e o protocolo têm um relevo muito grande e respondem a necessidades funcionais. E podem ser observados em termos de ordem, que se prende com dois dos grandes significados do Tantra: regulado por regra geral e a maneira correcta de fazer algo. Em termos de respeito e em termos de atenção. Se não estivermos atentos não conseguimos aprender, nem concentrar a mente nem chegar ao samádhi. Estes três aspectos permitem-nos desenvolver sobriedade, discrição, vigilância e humildade. Pois, as nossas atitudes durante a etiqueta devem ser sóbrias, discretas, vigilantes e humildes.

A ordem

Se se seguirem as normas de etiqueta, a ordem manifesta-se no Ashram tanto no aspecto espacial, como no individual, como no próprio grupo. Por exemplo, a utilização correcta do espaço do vestiário, a utilização correcta dos sanitários, o respeito pelos horários das aulas, tanto por parte dos instrutores como por parte dos alunos, são expressões dessa ordem, interna e externa. O contrário impede-nos de respirarmos um ambiente de ordem que deveria ser próprio de um Ashram.
A distribuição dos alunos, em aula, de acordo com o seu nível de evolução e de graduação, é expressão dessa ordem e facilita a relação espacial entre estes e o trabalho do instrutor. Por outro lado, a distribuição espacial dos alunos não só reflecte a ordem externa existente no Ashram, como também contribui para que os alunos se sintam motivados para a aprendizagem para poderem chegar ao nível seguinte. Mas isto implica que os instrutores tenham essa atitude presente e de modo permanente.

O respeito

Traduz-se no pújá, mas também no cumprimento das restantes regras do Ashram que versam sobre:
-como utilizar o vestiário, como ocupar pouco espaço com a roupa de cada um;

-como evitar por os pés calçados em cima de almofadas que estão nos bancos nos vestiários;

-como fechar a porta quando alguém vai à casa de banho e como a fechar depois de ser utilizada;

-como deixar os chinelos alinhados na parede para entrar na sala Bhávajánanda;

-como cortar as unhas;

-como lavar-se antes do início de uma aula;

-como trazer uma pequena toalha para ir limpando o suor durante a prática;

-como esperar que o Mestre e a Chakrêshwarí sejam servidos no início de uma refeição comunitária;

-como deixar a sala arrumada e a loiça lavada depois de cada uma das festas;

-como deixar o Ashram totalmente operacional às sextas-feiras à noite, depois da aula do Mestre;

-como saber o seu lugar na sala de prática, durante a prática, durante o lanche, num jantar comemorativo, num restaurante, numa ida ao teatro, a um cinema, a um museu, a um concerto, numa ida à praia, quando posamos para uma fotografia, pois os mais adiantados que estejam no momento têm o seu lugar sempre mais perto do Mestre, ou do instrutor mais graduado que esteja presente;

-como na organização dos lugares, seja na sala de aula, seja na praia, ou no restaurante, os participantes devem sentar-se junto do Mestre ou do instrutor mais graduado que esteja a orientar o evento de modo polarizado. Sendo que a polaridade começa pelo Mestre ou pelo instrutor de maior hierarquia que esteja presente;

-como todos os instrutores e praticantes devem cultivar santôsha, alegria, mas evitando fazer ruídos ou gestos abusivos ou falar alto no Ashram, sobretudo quando estão a decorrer aulas;

- como todos os instrutores, alunos e visitantes devem descalçar-se antes de entrarem na sala Bhávajánanda, a sala de prática.

-como todos os instrutores, praticantes e visitantes devem andar calçados até à beira dos tapetes da sala Bhávajánanda. Nunca andando fora do tapete descalços. Por isso, devem usar chinelos e estes devem ser azuis escuros.

-como ao entrar na sala não se deve deixar os chinelos junto dos do Mestre ou dos do instrutor de mais elevada hierarquia que esteja responsável pelo evento (aula, curso, etc). Deve sempre deixar-se livre o espaço em frente à porta para os chinelos do Mestre ou do instrutor de mais elevada hierarquia que esteja presente. Os chinelos devem ficar com a parte de trás virada para a sala.

-Como quando se entra na sala Bhávajánanda aguarda-se que o instrutor chegue e inicie a aula, sentado numa posição de meditação e em Shiva mudrá ou, a praticar ásana.

-Como quando o Mestre entra na sala Bhávajánanda também todos os presentes devem interromper as suas actividades e devem recebê-lo indo cumprimentá-lo.

-Como também nos eventos exteriores, quando o Mestre chega os mais adiantados devem orientar os mais novos no sentido de todos interromperem o que estão a fazer para receberem o Mestre.

-Como os tapetes devem ser limpos antes e depois dos eventos como cursos, sat chakra e outros. Assim como a copa e os utensílios que tenham sido usados, deixando tudo limpo, lavado e arrumado.

-Como os instrutores não devem deixar nenhuma dessas tarefas para o Mestre. E os instrutores de menos hierarquia não as devem deixar para os de mais elevada hierarquia. E os alunos graduados devem assumir a maior parte das tarefas dos instrutores.

-Como a senescal deve atender o Mestre e assisti-lo não o deixando sozinho, seja nas aulas, nos eventos, internos ou externos.

Estas manifestações de respeito traduzem a atitude que o sádhaka tem para consigo mesmo e para com os restantes membros do Ashram e permitem-lhe evoluir na interiorização dos valores que são próprios da Nossa Cultura.

A atenção (Ávadhana)

A atenção é necessária para a boa utilização do nosso corpo, da nossa mente e das nossas emoções. E é uma aprendizagem para a vida. Tudo o que fazemos na vida necessita de atenção. Ter atenção às normas, gestos e atitudes da etiqueta é uma forma de constantemente o yôgin a educar.

O controlo

O cumprimento das normas exige um constante controlo do nosso corpo e da nossa mente, que vai adquirindo diferentes níveis à medida que vamos avançando no Yôga. É uma disciplina indispensável e constante.

Mestre João Camacho

Espaço Cultural Kálí

Gestos de poder do Yôga Antigo

Espaço Cultural Kálí

Palavra da semana - kshana
Kshana significa momento

Espaço Cultural - Ashram Pashupati

Marque a sua aula experimental, totalmente gratuita e sem qualquer compromisso.
Aqui encontrará força, poder e energia, com vista ao autoconhecimento.
Venha praticar na mais antiga escola de SwáSthya Yôga da Europa. O nosso trabalho é orientado pelo Mestre João Camacho.

Espaço Cultural Kálí

Este é um grande mês, a não perder!

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Descubra o que dizem os primeiros manuscritos do mundo.

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Espaço Cultural - Ashram Pashupati

Yôga para pessoas dinâmicas
A transmissão do Yôga processa-se num local físico.
Este local, ashram, na tradição hindu, tem uma importância relevante. O Espaço Cultural – Ashram Pashupati é a base material, concreta, da cadeia de transmissão milenar da nossa metodologia. Este espaço é privilegiado, pois é aí que se concretiza o encontro entre a tradição passiva, os mestres que nos antecederam, e a tradição activa, o mestre que nos dias de hoje difunde os preceitos e ensinamentos da Nossa Escola. O
plano de tal espaço está de acordo com a tradição. Aí encontrará aulas que visam auxiliá-lo a aproveitar melhor os seus recursos pessoais (corpo, mente e emoções), através da aplicação de técnicas que proporcionam mais energia, vitalidade, bem-estar físico, concentração e relaxamento, melhor administração do stress e das emoções, maior descanso mental e maior motivação. Para uma alta performance em todas as áreas da sua vida. Cultivamos o bem-estar, o prazer, a cultura, a qualidade de vida, os hábitos saudáveis. Tendo em vista a expansão da consciência e o autoconhecimento. Seguimos
a maior linhagem de Yôga técnico do mundo – o
SwáSthya Yôga com mais de 30 anos em Portugal. Entre
outras valências o Espaço Cultural contém a Biblioteca
DeRose – uma biblioteca especializada, a maior do âmbito em Portugal, com mais de 700 volumes. Promovemos o estudo, a prática e a vivência do Yôga.
Disponibilizamos aulas de Yôga; Curso de Formação
de Instrutores de Yôga – Métodos e Técnicas do Yôga, com a duração de 26 anos; Satchakra; Sat sanga; Departamentos de ásana, meditação e de mantra; círculo de leitura; Yôgacine; aulas no exterior, visitas de estudo; passeios; viagens; Yôga em férias…
Será orientado por uma equipa de excelência sob a
orientação filosófica do Mestre João Camacho, coadjuvado pela Professora Anabela Duarte da Silva, Chakrêshwarí.
Mestre João Camacho

Espaço Cultural Kálí

Espaço Cultural - Ashram Pashupati

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ÔM namô namah Shivaya
Hara Gavô
Gôvinda Narayana
Gôvinda Naráyana
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Ádi Shaktí; ÔM namah Shivaya
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Sede: Banda Democrática 2 de Janeiro (frente à pastelaria Mimosa) no Montijo Email: [email protected] Contactos: 936077748

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Centro Educativo para estudar, aprender e apoiar em varias vertentes.

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O Compasso presta serviços diferenciados nas áreas da educação e da saúde mental.

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Sabendo que cada pessoa é única, torna-se essencial apoiar de forma também diferenciada e individualizada cada criança ou jovem, de acordo com as suas necessidades. Juntos, encontraremos o melhor caminho para termos crianças felizes e bem sucedidas.

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De aventura em aventura sonhámos crescer!!! Crescemos... agora queremos educar e fazer crescer adultos capazes, críticos e felizes!

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