Tándava. Departamento de ásana

Tándava. Departamento de ásana

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ÁSHTAKA VIII - OCTÓGONO DE INVERNO | TANTRA - FILOSOFIA POÉTICA | ESPAÇO CULTURAL - ASHRAM PASHUPATI Há momentos que se traduzem por muito pouco, por nos dizerem tanto. Se tivesse de escolher uma palavra que espelhasse este encontro seria bháva (sentimento). Já seria por si só razão para este sentir, a comemoração do aniversário de Shrí DeRose, Mestre do nosso querido Mestre João Camacho e portanto nosso Mestre duas vezes, e a quem devemos a codificação do Yôga Antigo (materializado no seu YÔGA SHÁSTRA - Tratado de Yôga). E de facto esta foi a razão suficiente num encontro que honraria o próprio e os seus ensinamentos, veiculados até nós pela mão do nosso querido Mestre, seu discípulo. E quem entende a importância desta ligação, Mestre - discípulo compreende o que alcance do que digo, pois, em parte, as palavras nunca o poderão traduzir. A matriz deste encontro "Tantra - Filosofia Poética" desmultiplicou-se em momentos de rara beleza que estimularam é certo todos os sentidos dos presentes, ou não fosse o Tantra a mais rica, poética e artística tradição cultural da Índia (com características matriarcais, sensoriais e desrepressoras). Da pujante apresentação do Coral Rajas Agni (na abertura e fecho do evento) que não deixou ninguém indiferente, à beleza/força veiculada nas demonstrações de coreografia de ásana e mudrá, à oportunidade ímpar de assistirmos às conferências apresentadas, aos momentos de convivência que nos são tão queridos, este encontro, tão próprio deste ciclo da natureza por convidar à introspeção/reflexão, foi uma verdadeira inspiração. Sobre as coreografias: belíssimas! Sendo uma das principais características do SwáSthya Yôga, seja nas aulas que são realizadas em sequência coreográfica, quer na construção/criação da sua própria coreografia pelos nossos alunos, instrutores, Professores... Um instrumento de auto-aperfeiçoamento extraordinário, uma espécie de impressão digital do que em nós habita em cada momento. E belíssimas sim, mais uma vez refiro: a demonstração da querida Graduada Tânia Fernandes, exigente nos encadeamentos projetados, mas de uma suavidade e beleza únicas; a coreografia da querida Chêla Rita Fernandes, tão emocionante no bháva que passou, na força veiculada, na graciosidade que lhe é característica. As conferências... Mais uma oportunidade de aprendizagem, de imersão na nossa Ancestral Filosofia. Tão importantes por terem sido no caso das muito queridas Professora Anabela Duarte e Silva e Professora Paula Trigo de Sousa, conferências de exame, sob o testemunho de todos os presentes e dos honrosos membros do Júri presidido pelo Mestre João Camacho. Não só pela prova a que se submeteram, ultrapassada com sucesso, por tudo o que transmitiram, como pela oportunidade de aprendizagem para os que de nós, como eu, ainda não chegaram a essa etapa mas têm assim uma oportunidade de aprender como fazer, como estar, como levar a cabo este empreendimento. E este é um ponto tão importante... Também na pausa, e durante o próprio encontro o nosso querido Mestre o referiu, foi referida a escala evolutiva, que dura 26 anos. Vinte seis anos, de provas sucessivas e adequadas a cada grau de evolução. E será que algum de nós se preocupa verdadeiramente com isso? Com o número de anos? Não creio. Somos guerreiros que nos identificámos com este marga. Sabemos, sentimos na pele, a beleza do mesmo. A dureza ou exigência do caminho, fará sempre parte de quem se dedica a uma Arte, qualquer que seja ela. E as transformações que o SwáSthya Yôga vai operando em quem a ele se dedica, sendo certo que bastantes são objetivas, as mais importantes não haverão nunca palavras para descrever. Como dizia o meu querido Mestre na sua conferência no rasgar do véu de Ísis se revela a verdade autêntica. Tudo o resto, é maya, a ilusão própria de um processo de construção em permanente mudança. E depois de as cortinas se fecharem e a luz se apagar, o eco da vibração sentida continuou ecoando forte, como se o próprio coração do Universo estivesse uno neste pulsar, fazendo jus ao princípio tântrico: "O que está aqui está em toda a parte, o que não está aqui, não está em parte alguma" O que é, é. E assim foi. Em mim, e em bom português, cabe-me apenas deixar um grande OBRIGADA! A todos sem excepção! Aos de sempre, aos que acabaram de chegar, e aos que nos visitaram neste dia pela primeira vez. Sem cada um de vós, este encontro não teria sido tão especial. A Shrí DeRose, Mestre do meu querido Mestre João Camacho, dirijo um agradecimento especial por todo o legado deixado, neste momento de celebração do seu aniversário, sabendo de antemão que que é o mesmo que agradecer de coração ao meu Mestre. Mil abraços, SwáSthya, Paula Santana, Instrutora Assistente Discípula de João Camacho, Yôgachárya
BALANÇO DO ANO DE 2017 | ESPAÇO CULTURAL - ASHRAM PASHUPATI Há uma misteriosa alquimia no modo como os ciclos se sucedem. Dia após dia, mês, após mês, de estação em estação, ano após ano. Fazer o balanço de 2017 é olhar para uma mão cheia de oportunidades de crescimento. Crescimento, que não retira a responsabilidade do confronto directo connosco mesmos, na integração plena de tudo o que em nós habita. E podia e talvez fosse interessante fazer uma enumeração de todas as reuniões de departamento (semanais): de Rajas Agni (departamento de mantra), a Gáyatrí (departamento de meditação), a Tándava (departamento de ásana), ao Círculo de Leitura. Podia e talvez fosse interessante, fazer uma enumeração exaustiva de todos os cursos mensais onde temos a graça de contar - como em todos os outros momentos e em todos os aspectos do nosso crescimento pessoal - com a sabedoria do nosso querido Mestre João Camacho. Podia e talvez fosse importante referir múltiplos eventos marcantes na celebração desta Nossa Cultura: Áshtaka VII (Convenção de Inverno), que coincidiu com a inauguração da inauguração do Espaço Cultural Kailash (Brasil) do nosso muito querido Instrutor Leonardo Terto Magalhães, as celebrações de aniversário de Shrí DeRose, do nosso querido Mestre João Camacho, o Encontro anual de Coros e Recital de Mantra no MASMO (Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, Sintra), o Festival de Yôga de Alcochete organizado pela nossa muito querida Professora Paula Trigo de Sousa, a participação nas Noites Romanas no MASMO com a participação do Departamento Purána (Teatro), a inauguração da nova morada do Espaço Cultural - Ashram Pashupati (vivida intensamente por todos nós), a celebração do aniversário da Biblioteca Shrí DeRose (a Biblioteca com maior acervo de obras relacionadas com o Yôga da Europa), o extraordinário Yôga em Férias (com aulas diárias e visitas semanais a sítios de impar beleza onde - como em tudo o que o Mestre nos apresenta - esteve tão presente a linguagem dos pássaros), ao SwáSthya Yôga Sádhana (no qual a intensidade do experienciado ecoa ainda dentro de cada um de nós), a Diwalí - Festa da Luz (fortemente iluminado com a presença e atuação das nossas crianças numa organização partilhada entre o Departamento Bálaki-Ganêsha e Purána), aos Sat Chakra (mensais), Yôga Cine (na 5.ª sexta feira de cada mês), aos precisos seminários do Curso de Formação de Instrutores de Yôga - Métodos e Técnicas do Yôga. Poderia e talvez fosse interessante, referir as oportunidades de contacto com a cultura Japonesa através do nosso Querido Mestre e também Sensei João Camacho, no qual encontramos (e não por acaso) múltiplas convergências com aquela que é a nossa Ancestral Filosofia. Poderia e talvez fosse interesse, referir a profunda gratificação pela minha progressão na escala evolutiva, bem como a progressão de cada um - sem excepção - dos meus queridos companheiros de jornada. Poderia e talvez fosse interessante, referir o surgimento do Espaço Cultural Gaurí da nossa querida Lúcia Parracho, o acompanhamento na celebração do aniversário do Espaço Cultural Kálí (Alcochete) da nossa querida Professora Paula Trigo de Sousa. Poderia e talvez fosse interessante referir a alegia que tem sido para mim, vivenciar esta nossa Cultura do outro lado, como Instrutora, e o precioso que é o contacto/convivência com cada um dos alunos (pequenos ou graúdos). Poderia, e seria interessante, aprofundar cada uma destas referências em particular o que daria lugar a um extenso texto, mas que ainda assim, não faria jus ao profundo impacto que cada um destes momentos foi operando em nós, e em mim em particular, quer no fortalecimento e consolidação desta egrégora, quer na construção/destruição/renascimento sucessivos que este marga opera em cada um de nós. Pessoalmente, contactar com a Nossa Ancestral Filosofia, foi desde o primeiro momento um encontro com uma filosofia prática, que desde que me lembro ansiava, num caminho que cedo se me apresentou solitário. Recordo a satisfação interior que me chegou ao ouvir a primeira conferência do meu agora querido Mestre João Camacho, creio que no Áshtaka IV, do sentido que me fez cada uma das suas palavras, numa linguagem que ao mesmo tempo me era próxima, e ao mesmo tempo por descodificar. Desde aí até então, não tenho com toda a honestidade palavras que possam expressar a profunda gratidão por tudo o vivenciado, pelas ferramentas que o SwáSthya Yôga - como Filosofia Prática que é - me tem proporcionado na eterna busca/encontro do centro. Deixo portanto a única coisa que posso deixar: o meu profundo obrigado ao meu querido Mestre João Camacho (de coração), à querida Professora Anabela Duarte e Silva, ao querido Professor Luís Lázaro, à minha muito querida orientadora Professora Paula Trigo de Sousa, à minha querida e doce Instrutora Ana Fina. Obrigado aos meus queridos Terto, Marisa, Ritinha, Lúcia e a todos com que me tenho cruzado neste caminho. A vida é um lugar extraordinário, mas mais ainda, com a vossa presença em tantos e especiais momentos. E fechando o ano, e portanto mais um ciclo deixo as palavras de Shrí DeRose (Mestre do meu Mestre e portanto meu Mestre duas vezes): "Muda o mundo, começa por ti mesmo." Que a magistral obra da integração do ser prossiga, num caminho que embora seja sempre pessoal e intransmissível (e portanto solitário), segue agora com a rede de uma egrégora que pulsa no centro de tudo o que em mim habita. Que venha 2018! Mil abraços, SwáSthya, Paula Santana, Instrutora Assistente Discípula de João Camacho, Yôgachárya

Página do departamento de ásana do Ashram Pashupati. Directora executiva: Professora Anabela Duarte da Silva.

Funcionando normalmente

Espaço Cultural - Ashram Pashupati

Ásana do mês de Outubro - rája paksásana
Modelo: Professora Anabela Duarte da Silva.

Kültür Tava

A ontologia estruturante da coreografia de ásana e mudrá no Yôga Antigo: - cont. -
2- A mobilização de energia na coreografia de ásana realiza-se por um processo de interiorização e de identificação

- A mobilização de energia e o investimento requerido pela coreografia supõe um meio no qual a sua prática seja aceite e admirada como forma ideal de evoluir nesta técnica do Yôga.
- A prática da coreografia de ásana comporta uma técnica de reorganização da percepção do próprio corpo, do espaço e da relação entre o corpo físico e os restantes corpos.
- Comporta ainda um acto intencional de querer evoluir e de concretizar essa intenção (sankalpa).
João Camacho, in Ásana. Procedimentos orgânicos.

Tándava. Departamento de ásana's cover photo

Ásana do mês (Março, 2020): supta ardha natarájásana.
Modelo: Prof.ª Anabela Duarte da Silva.

A ontologia estruturante da coreografia de ásana e mudrá no Yôga Antigo:

1- A coreografia de ásana é uma prática que visa a evolução eficaz do sádhaka:
- A prática de coreografia de ásana faz-se pela repetição de gestos técnicos codificados.
- A repetição, neste caso, visa a uma realização perfeita da técnica e situa-se numa progressão em direcção à perfeição.
- Esta prática assenta sobre uma concepção técnica tântrica, proveniente de tempos ancestrais, o nyása, que pode ser resumida com a seguinte frase: "Na coreografia, o yôgi é o ásana"
- A procura do modelo ideal de execução de ásana origina, em simultâneo, uma rigidez técnica, sequência pré-ordenada, e uma mobilização de energia considerável.
- A coreografia de ásana é um meio privilegiado de manutenção e de transmissão de uma tradição muito antiga.

João Camacho in Ásana. Procedimentos orgânicos

Tándava. Departamento de ásana's cover photo

O executante perfeccionista, preso à técnica, tende, muitas vezes, a deter-se no perfeccionismo e no tecnicismo, querendo o mais, querendo e necessitando de mostrar a maestria corporal. O Mestre, por sua vez, insiste no menos. O corpo do Mestre procede e propõe por omissão. Está ali no seu enunciado. O corpo do Mestre está marcado pela idade, pelos anos de estudo, pelas práticas a que foi submetido, pelas escolas seguidas, pelas experiências passadas. Mas que já são, tão só, vestígios, que emergem, por vezes, vindos não se sabe de onde, aqui e ali, nesta e naquela proposta de coreografia, de movimento, de execução de ásana. Vestígios que não se impõem ao Mestre, nem aos que o seguem. São apenas uma memória de experiência passada resultante. Nestes vestígios, tudo o que é superficial perdeu-se, na omissão resultante da evidência do que é profundo. Por isso o Mestre aprende a cada instante: o ensinar ensina-o.
João Camacho, in Ásana. Procedimento orgânico

Espaço Cultural - Ashram Pashupati

Coreografia de asana e mudrá da Ísis, filha da Professora Anabela Duarte da Silva. Coreografo: Mestre João Camacho. Apresentação do projeto vencedor do Orçamento Participativo 2019. O projeto vencedor do OP 2019 da Junta de Freguesia foi o projeto Educa +, apresentado pelo MAPPE, e que engloba diversas atividades formativas e educativas para a comunidade educativa, bem como a implementação do yoga em algumas turmas das escolas do 1º. ciclo das escolas da freguesia. Estiverem presentes o Mestre João Camacho que apresentou o Yôga e a Prof.ª Anabela Duarte da Silva que ministrou a aula.

Eu Amo Gatos

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(créditos na imagem)

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Ásana do mês - Julho/2019: uttána pádaprasáranásana.
Modelo: Graduada Lúcia Parracho.
Local: Castelo de Palmela.

No veterano, a coreografia sai, sobretudo, do corpo mental abstracto (vijñana máyá kôsha), tantas vezes em contacto, aqui e ali, com o corpo intuicional. É importante que os praticantes adiantados tomem consciência de quando isso acontece, pois essa consciência permite o aprofundamento do autoconhecimento. Quem se encontra nesta fase sabe que a coreografia surge, ganha vida própria, sabe que é assim, que não poderia ser de outro modo, para expressar o que pretende.
João Camacho, Ásana. Procedimentos orgânicos

"Todo de Mim" - momentos

No passado dia 27 de Abril, a companhia amadora de dança, ComPasso, estreou o seu primeiro espetáculo a solo "Todo de Mim", no Auditório Municipal António Chainho, em Santiago do Cacém. Como bailarina desta companhia encontra-se a nossa querida discípula Lúcia Parracho. Deixamos alguns momentos do belo espectáculo.

No passado dia 27 de Abril, a companhia amadora de dança, ComPasso, estreou o seu primeiro espetáculo a solo "Todo de Mim", no Auditório Municipal António Chainho, em Santiago do Cacém. Como bailarina desta companhia encontra-se a nossa querida discípula Lúcia Parracho. Deixamos alguns momentos do belo espectáculo.

Curso motricidade e ásana

Alguns momentos do curso Motricidade e ásana.

Alguns momentos do curso Motricidade e ásana.

Tándava. Departamento de ásana's cover photo

Ásana do mês de Janeiro/2018: êkapáda kákásana. Modelo: Professora Anabela Duarte da Silva.
"O ásana permite ao sádhaka alcançar a imobilidade. No ásana aquele deverá ser apenas uma estátua que respira. E deve respirar pouco, pois a ausência de respiração também será procurada. Ora o ultrapassar a arritmia física e respiratória induz a estados de consciência elevadíssimos, que configuram um transcender da condição humana."
João Camacho, in Ásana. Procedimentos orgânicos

É o sankalpa de uma coreografia que nos proporciona a força para continuar, que nos proporciona o ânimo para não desfalecermos perante as dificuldades técnicas que, por vezes, nos surgem na execução física da coreografia que idealizámos.
João Camacho, in Súrya namaskára e Vírabhadra namaskára. As coreografias ancestrais

Tándava. Departamento de ásana's cover photo

Ásana do mês: Dezembro de 2018. Modelo: Professora Anabela Duarte da Silva. Parshwa ardha úrdhwa bhujangásana.

Os ásana são um diálogo permanente do praticante com o seu corpo, que lhe permite, a partir das sensações corporais, conhe-cer as suas possibilidades e os seus limites e ultrapassá-los pouco a pouco, sem desconforto demasiado.
João Camacho, in Ásana. Procedimentos orgânicos — com Anabela Duarte da Silva.

Os ásana são um diálogo permanente do praticante com o seu corpo, que lhe permite, a partir das sensações corporais, conhe-cer as suas possibilidades e os seus limites e ultrapassá-los pouco a pouco, sem desconforto demasiado.
João Camacho, in Ásana. Procedimentos orgânicos

Aquele que dança, como Shiva, ou seja, o que faz a coreografia de ásana usando o corpo como um verdadeiro bailarino cósmico, adquire em si e encarna, em si mesmo, a capacidade de despertar energias primordiais, que no microcosmos que é o corpo humano se manifestam na forma da serpente ígnea – a kundaliní.
João Camacho, in Ásana. Procedimento orgânico

Aquele que dança, como Shiva, ou seja, o que faz a coreografia de ásana usando o corpo como um verdadeiro bailarino cósmico, adquire e encarna, em si mesmo, a capacidade de despertar energias primordiais, que no microcosmos que é o corpo humano se manifestam na forma da serpente ígnea – a kundaliní.
João Camacho, in Ásana. Procedimento orgânico

Rája trikônásana. Ásana do mês de Novembro de 2018. Modelo Professora Anabela Duarte da Silva, a demonstrar Virabhádra namaskára durante a conferência Yôga - uma filosofia ancestral, que teve como prelectores o Mestre João Camacho e a Professora, organizada pela Graduada Lúcia Parracho, no Espaço Cultural Gaurí, em Vila Nova de Santo André.

Rája jánurásana. Ásana do mês de Outubro de 2018. Modelo: Professora Anabela Duarte da Silva, no III Festival de Yôga de Alcochete (2018), a ministrar um curso de Vírabhadra namaskára.

Harappa.com

The dancing girl of Mohenjo-daro in three views, with close-ups of face, choker and bangles, and next to a dancing girl from Jaipur around 1900. John Marshall writes of this figure: "the arms and legs . . . are adorned with armlets, bangles, and anklets. These ornaments may sometimes have been made of metal, but in all probability the majority of them were shell. The custom of wearing so many shell bracelets as almost to conceal the whole of the forearm is very common in India at the present day." (Mohenjo-daro and the Indus Civilization, 1931, p. 339).

Espaço Cultural - Ashram Pashupati

Desafio fotográfica - 2018. Externos. Secção: masculino:
1.º lugar - praticante João Carlos
2.º lugar - praticante João Carlos
3.º lugar - Instrutor Leonardo Terto Magalhães

Espaço Cultural - Ashram Pashupati

Desafio fotográfico - 2018. Externos. Secção: feminino.
1.º lugar - praticante Zel
2.º lugar - praticante Amanda
3.º lugar - praticante Vanessa

Espaço Cultural - Ashram Pashupati

Desafio fotográfico 2018 - Internos. Secção Feminino:
1.º lugar - Instrutora estagiária Rita Fernandes
2.º lugar - Graduada Lúcia Parracho
3.º lugar - Graduada Lúcia Parracho

Espaço Cultural - Ashram Pashupati

Desafio fotográfico - 2018. Secção de crianças:
1.º lugar - Ísis da Silva
2.º lugar - Sofia Medeiros
3.º lugar - Petra da Silva

Ásana do mês de Setembro de 2018. Modelo Professora Anabela Duarte da Silva. Rája trikônásana.

Rája matsyêndrásana. Ásana do mês (Agosto/2018). Modelo: Professora Anabela Duarte da Silva.

Tándava. Departamento de ásana

Passeio no estuário do Tejo no Bote Leão. Tema Respire Vida. Do tema resultou uma prática de pránáyáma ministrada pelo Mestre João Camacho. Organizadora: Professora Paula Trigo de Sousa. Após a prática alguns dos discípulos do Mestre decidiram posar para a fotografia em vários ásana.

Ásana no Bote Leão

Passeio no estuário do Tejo no Bote Leão. Tema Respire Vida. Do tema resultou uma prática de pránáyáma ministrada pelo Mestre João Camacho. Organizadora: Professora Paula Trigo de Sousa. Após a prática alguns dos discípulos do Mestre decidiram posar para a fotografia em vários ásana.

Passeio no estuário do Tejo no Bote Leão. Tema Respire Vida. Do tema resultou uma prática de pránáyáma ministrada pelo Mestre João Camacho. Organizadora: Professora Paula Trigo de Sousa. Após a prática alguns dos discípulos do Mestre decidiram posar para a fotografia em vários ásana.

Tándava

Página do departamento de ásana do Ashram Pashupati.

Director: Mestre João Camacho

Directora-adjunta: Professora Anabela Duarte da Silva.

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