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29/10/2025

PORTO / GAIA

29/10/2025

Detalhes… No reino encantado de Trás-os-Montes… O cruzeiro da Praça da Sé (Séc. XVII)…
“Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la.” - Cícero

No centro da Praça da Sé da transmontana cidade de Bragança, encontra-se o majestoso cruzeiro, que foi mandado construir pelos jesuítas em 1689.
A emblemática cruz - precoce peça escultórica de fuste serpenteado, foi colocada na praça nos fins do Séc. XVII, para substituir uma outra aí existente. Apresenta no pedestal, com a inscrição (I.H.S.), a data de 1689. O Cruzeiro é contemporâneo do janelão do lado poente da Igreja da Sé.
Mas as gentes de Bragança conhecem o seu peregrinar, em 1875 foi levado para junto do cemitério, e somente no século XX, foi reconstituído e restituído ao seu lugar de origem, por iniciativa do “Grupo de Amigos dos Monumentos e Obras de Arte de Bragança”, corria o ano de 1931.
O crescimento da malha urbana, nos fins do séc. XV, devia já chegar a esta praça. Em quinhentos (na segunda metade) e, em especial, em seiscentos, dá-se um alargamento acentuado da área urbana. No séc. XVIII, o aumento populacional e o acréscimo da importância económica e administrativa da urbe são responsáveis por significativas alterações que afectam, sobretudo, as artérias mais dinâmicas (ruas de Trás e Direita e praça da Sé).
A praça da Sé é dominada pela igreja, a partir dos últimos anos do séc. XVIII, tornou-se progressivamente o “coração da urbe”. Em 1864 ainda aí funcionava um mercado diário de “cereais e todos os géneros comestíveis”.
Praça da Sé (41°48'21.63"N 06°45'24.21"W) Bragança - Trás-os-Montes - Portugal
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©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

29/10/2025

«VIDRO CÔNCAVO

Tenho sofrido poesia
como quem anda no mar.
Um enjoo.
Uma agonia.
Sabor a sal.
Maresia.
Vidro côncavo a boiar.

Dói esta corda vibrante.
A corda que o barco prende
à fria argola do cais.

Se vem onda que a levante
vem logo outra que a distende.
Não tem descanso jamais.» [pp. 91-92]

Obra Completa de António Gedeão e outras obras de Rómulo de Carvalho estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/produto/obra-completa-pre-venda/ e https://relogiodagua.pt/autor/romulo-de-carvalho/

29/10/2025

As montanhas de sal do Irã parecem ser tiradas de outro mundo. Estas formações geológicas, conhecidas como cúpulas salinas ou "diapiros", são verdadeiras maravilhas naturais que surgiram ao longo de milhões de anos devido à pressão das camadas tectônicas. Localizadas principalmente na região sul do país, em locais como a ilha de Qeshm e a província de Bushehr, estas montanhas exibem cores impressionantes devido à mistura de minerais como gesso, óxidos de ferro e argilas. O mais incrível é que algumas destas montanhas têm rios subterrâneos de salmoura que fluem através de suas fendas, criando paisagens surreais. Além disso, a sua evolução constante, provocada pela dissolução e cristalização do sal, dá-lhes um aspecto sempre em mudança. Sem dúvida um espetáculo natural que demonstra a incrível diversidade geológica do nosso planeta.

Photos from Goethe-Institut Portugal's post 29/10/2025
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