11/05/2021
📢📢 LIVE sobre mais um tema da nova edição da CERTIFICAÇÃO EM NUTRIÇÃO PERSONALIZADA (atenção, as vagas abrem em breve) 📢📢
- Marcelo Carvalho (Brasil): nutricionista; coordenador científico da FAPES-SP e docente de pós-graduações em Nutrição;
- Pedro Carrera Bastos (Portugal), é investigador na Faculdade de Medicina da Univ. Lund (Suécia) e co-autor de várias publicações científicas.
Interpretação de Análises Clínicas aplicadas à nutrição - Para quem procura as abordagens nutricionais mais personalizadas e eficazes.
Amanhã, em destaque, aqui no Instagram.🔝
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04/05/2021
(Horário Edi) 📢📢Amanhã é dia de LIVE sobre um tema fundamental em Nutrição com:
- Daniela Seixas (Brasil): nutricionista com PhD em Bioquímica e três pós-docs. É a autora do livro "Compostos Bioativos dos Alimentos".
- Pedro Carrera Bastos (Portugal), é investigador na Faculdade de Medicina da Univ. Lund (Suécia) e co-autor de várias publicações científicas.
Ambos são formadores da próxima da CERTIFICAÇÃO EM NUTRIÇÃO PERSONALIZADA, cujas vagas para 2021/2022 estão prestes a abrir. ⏳
Micronutrientes - Os Pilares da Prescrição é um dos temas chave. Amanhã, em destaque, aqui no Instagram.🔝
02/11/2020
A HIPERTENSÃO tem uma elevada prevalência em Portugal, Espanha, França, Itália, Reino Unido, Brasil, EUA e na maioria dos países industrializados, tendo, em 2017, sido responsável por 10,44 milhões de mortes no mundo (Fonte: IHME. Global Burden of Disease 2017). Felizmente, existem diversas linhas de evidência a dizer-nos que a prevenção (e até reversão) da hipertensão é possível, graças a alterações da dieta e do estilo de vida, como está resumido na imagem da autoria de .fissac da e que faz parte do recente artigo científico publicado este mês na Nature Reviews Cardiology. Um dos nossos formadores é um dos autores desta revisão.
10/10/2020
Nova publicação na Nature Reviews Cardiology sobre o papel do estilo de vida na Hipertensão com a participação de um dos nossos formadores:
https://www.nature.com/articles/s41569-020-00437-9
07/09/2020
INSCRIÇÕES ABERTAS. Um curso fundamental na prática clínica. Por , doutorada em Farmacologia e especialista em Fisiologia Endócrina e Fisiopatologia da Diabetes.
INSCRIÇÕES: https://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=58
PROGRAMA
1. Introdução à farmacologia e interações
a. Introdução, definição e conceitos básicos da farmacologia.
b. Formas farmacêuticas e as vias de administração
c. Tipos de interações fármaco alimento / nutriente: físico-químicas, farmacocinéticas e farmacodinâmicas
d. Apresentação e discussão de casos clínicos
2. Biotransformação e processos metabólicos
3. Farmacodinâmica: Interação fármaco-receptor
a. Introdução, definição e princípios básicos da farmacodinâmica
b. Interação fármaco-receptor
c. Causas e consequências do antagonismo farmacológico
d. Tipos de receptor e comunicação intracelular
e. Fatores que influenciam a resposta terapêutica
f. Variações genéticas e interpretação do metabolismo dos fármacos
g. Variações genéticas dos alvos de fármacos
g. Apresentação e discussão de casos clínicos
4. Interação fármaco alimento/nutriente
a. Definição, classificação e fatores que alteram o perfil cinético ou dinâmico de um fármaco alimento / nutriente
b. Mecanismos que afetam o processo absortivo de fármacos, alimentos e nutrientes
c. Indução e Inibição enzimática de fármacos e nutrientes e suas consequências farmacológicas
d. Influência dos alimentos no processo de absorção dos fármacos
e. Consequências das interações dos anti-inflamatórios, IBPs, antibióticos e antidepressivos com alimentos e nutrientes
f. Interações entre fármacos, fitoterápicos, nutrientes e o álcool
g. Mecanismos epigenéticos e modulação da expressão de genes por compostos bioativos
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02/09/2020
INFLAMAÇÃO CRÓNICA
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A inflamação é um mecanismo fisiológico crucial para a sobrevivência, uma vez que faz parte da resposta a agentes infecciosos, toxinas e outras agressões ambientais e contribui para a regeneração de tecidos e regresso à homeostasia em caso de trauma. Mas a partir do momento em que esses objetivos são cumpridos, esta deveria terminar (resolução da inflamação). Isto significa que em condições normais a inflamação é uma resposta aguda limitada no tempo.
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No entanto, quando o processo de resolução da inflamação não ocorre ou quando existem estímulos inflamatórios contínuos a inflamação deixa de ser aguda e pode tornar-se crónica e sistémica, que, mesmo sendo de baixo grau, poderá causar ou contribuir para síndrome metabólica, diabetes tipo II, esteatose hepática não alcoólica, doenças cardiovasculares, sarcopenia, osteopenia, depressão e doenças neurodegenerativas. Além disso está implicada em vários tipos de cancro (câncer no Brasil), na osteoartrose e na doença renal crónica, poderá alterar o estado nutricional de vários micronutrientes, causar imunosenescência e reduzir a tolerância imunológica, o que, por sua vez, poderá comprometer a resposta a agentes infecciosos, diminuir a eficácia de vacinas ou contribuir para a autoimunidade. Não é por isso surpreendente que alguns biomarcadores de inflamação se associem a maior mortalidade em vários estudos epidemiológicos.
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Vários fatores podem contribuir para um estado de inflamação crónica sistémica de baixo grau, como, por exemplo, a inactividade física, a obesidade (em especial visceral), a típica dieta hipercalórica ocidental, as alterações da microbiota oral e intestinal, o stress psicológico, as alterações dos ritmos circadianos, a exposição ao tabaco e a diversos poluentes.
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Caso deseje saber mais, recomendamos a seguinte revisão publicada na edição de Dezembro de 2019 da NATURE MEDICINE:
https://www.nature.com/articles/s41591-019-0675-0
06/12/2019
Um novo artigo científico publicado esta semana na NATURE MEDICINE, e que tem entre os autores um membro da nossa equipa, defende que a INFLAMAÇÃO CRÓNICA SISTÉMICA está envolvida em doenças cardiovasculares, diabetes, esteatose hepática não alcoólica, insuficiência renal crónica, doenças neurodegenerativas, depressão, sarcopenia, osteopenia, e vários tipos de cancro (câncer no Brasil). Além disso, este artigo apresenta como principais causas ambientais da inflamação crónica:
1) o stress psicológico
2) o tabaco
3) a poluição
4) as alterações do sono e dos ritmos circadianos;
5) a inatividade física;
6) a obesidade (em especial visceral);
7) a típica dieta occidental, que além de hipercalórica e rica em açúcar, sal, álcool, cereais refinados, lípidos oxidados e produtos finais da glicação avançada, é pobre em fibra, prebióticos, ácidos gordos ómega-3, vários micronutrientes (com destaque para o magnésio) e fitoquímicos.
Chronic inflammation in the etiology of disease across the life span
Systemic chronic inflammation increases with age and is linked to the development of several diseases, as presented in this Perspective.
18/11/2019
CURSO INTERAÇÃO FÁRMACO-NUTRIENTE/ALIMENTO (ONLINE)
👉FORMADOR: Prof.ª Dr.ª Caroline Mesquita (Brasil/Portugal)
👉DATA DE INÍCIO: 16/Dezembro/2019
👉DURAÇÃO: 6 horas
👉LOCAL: Online, disponível em: http://aula.nutriscience.pt/
👉PROGRAMA:
1. Introdução à farmacologia e interações
a. Introdução, definição e conceitos básicos da farmacologia.
b. Formas farmacêuticas e as vias de administração
c. Tipos de interações fármaco alimento / nutriente: físico-químicas, farmacocinéticas e farmacodinâmicas
d. Apresentação e discussão de casos clínicos
2. Biotransformação e processos metabólicos
a. Introdução, definição e princípios básicos da farmacocinética
b. Processos farmacocinéticos: absorção, distribuição, biotransformação e eliminação de substâncias
c. Fatores que influenciam os processos farmacocinéticos
d. Processo de biotransformação: reações de fase I e fase II
e. Variabilidade interindividual das enzimas de biotransformação
f. Processos de eliminação de substâncias
g. Apresentação e discussão de casos clínicos
3. Farmacodinâmica: Interação fármaco-receptor
a. Introdução, definição e princípios básicos da farmacodinâmica
b. Interação fármaco-receptor
c. Causas e consequências do antagonismo farmacológico
d. Tipos de receptor e comunicação intracelular
e. Fatores que influenciam a resposta terapêutica
f. Variações genéticas e interpretação do metabolismo dos fármacos
g. Variações genéticas dos alvos de fármacos
g. Apresentação e discussão de casos clínicos
4. Interação fármaco alimento / nutriente
a. Definição, classificação e fatores que alteram o perfil cinético ou dinâmico de um fármaco alimento / nutriente
b. Mecanismos que afetam o processo absortivo de fármacos, alimentos e nutrientes
c. Indução e Inibição enzimática de fármacos e nutrientes e suas consequências farmacológicas
d. Influência dos alimentos no processo de absorção dos fármacos
e. Consequências das interações dos anti-inflamatórios, IBPs, antibióticos e antidepressivos com alimentos e nutrientes
f. Interações entre fármacos, fitoterápicos, nutrientes e o álcool
g. Mecanismos epigenéticos e modulação da expressão de genes por compostos
👉MAIS INFORMAÇÕES em http://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=58 ou através de [email protected]
09/10/2019
Elevadas concentrações de FERRITINA associam-se com maior risco de SÍNDROME METABÓLICA, de acordo com estudos transversais, caso-controlo e de coorte.
O que explica esta relação?
1) A FERRITINA é uma proteína de fase aguda que aumenta em caso de INFLAMAÇÃO. E quando a inflamação se converte em crónica, pode levar à RESISTÊNCIA À INSULINA, que é a principal alteração da Síndrome Metabólica.
2) A FERRITINA aumenta em caso de excesso de FERRO, o que, por sua vez, pode causar STRESS OXIDATIVO e este levar à RESISTÊNCIA À INSULINA.
Como saber então se uma ELEVADA concentração de FERRITINA indica INFLAMAÇÃO ou EXCESSO DE FERRO?
E o que fazer em caso de EXCESSO DE FERRO?
Estas são algumas das perguntas a responder por FERNANDO MATA no nosso CONGRESSO DE NUTRIÇÃO, no dia 18/Outubro, em LISBOA.
MAIS INFORMAÇÕES em http://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=52