NutriScience Education and Consulting

www.nutriscience.pt

A NutriScience - Education and Consulting é uma empresa de formação e consultoria em Ciências da Saúde, com particular destaque para as Ciências da Nutrição. Tem como principais objectivos divulgar a Nutrição junto dos profissionais e estudantes de diversas Ciências da Saúde, fomentar o debate junto dos Nutricionistas e Dietistas sobre temas polémicos e raramente abordados, dar a conhecer de forma

Funcionando normalmente

11/05/2021

📢📢 LIVE sobre mais um tema da nova edição da CERTIFICAÇÃO EM NUTRIÇÃO PERSONALIZADA (atenção, as vagas abrem em breve) 📢📢
- Marcelo Carvalho (Brasil): nutricionista; coordenador científico da FAPES-SP e docente de pós-graduações em Nutrição;
- Pedro Carrera Bastos (Portugal), é investigador na Faculdade de Medicina da Univ. Lund (Suécia) e co-autor de várias publicações científicas.
Interpretação de Análises Clínicas aplicadas à nutrição - Para quem procura as abordagens nutricionais mais personalizadas e eficazes.
Amanhã, em destaque, aqui no Instagram.🔝


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04/05/2021

(Horário Edi) 📢📢Amanhã é dia de LIVE sobre um tema fundamental em Nutrição com:
- Daniela Seixas (Brasil): nutricionista com PhD em Bioquímica e três pós-docs. É a autora do livro "Compostos Bioativos dos Alimentos".
- Pedro Carrera Bastos (Portugal), é investigador na Faculdade de Medicina da Univ. Lund (Suécia) e co-autor de várias publicações científicas.
Ambos são formadores da próxima da CERTIFICAÇÃO EM NUTRIÇÃO PERSONALIZADA, cujas vagas para 2021/2022 estão prestes a abrir. ⏳
Micronutrientes - Os Pilares da Prescrição é um dos temas chave. Amanhã, em destaque, aqui no Instagram.🔝


02/11/2020

A HIPERTENSÃO tem uma elevada prevalência em Portugal, Espanha, França, Itália, Reino Unido, Brasil, EUA e na maioria dos países industrializados, tendo, em 2017, sido responsável por 10,44 milhões de mortes no mundo (Fonte: IHME. Global Burden of Disease 2017). Felizmente, existem diversas linhas de evidência a dizer-nos que a prevenção (e até reversão) da hipertensão é possível, graças a alterações da dieta e do estilo de vida, como está resumido na imagem da autoria de .fissac da e que faz parte do recente artigo científico publicado este mês na Nature Reviews Cardiology. Um dos nossos formadores é um dos autores desta revisão.

07/09/2020

INSCRIÇÕES ABERTAS. Um curso fundamental na prática clínica. Por , doutorada em Farmacologia e especialista em Fisiologia Endócrina e Fisiopatologia da Diabetes.
INSCRIÇÕES: https://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=58
PROGRAMA
1. Introdução à farmacologia e interações
a. Introdução, definição e conceitos básicos da farmacologia.
b. Formas farmacêuticas e as vias de administração
c. Tipos de interações fármaco alimento / nutriente: físico-químicas, farmacocinéticas e farmacodinâmicas
d. Apresentação e discussão de casos clínicos
2. Biotransformação e processos metabólicos

3. Farmacodinâmica: Interação fármaco-receptor
a. Introdução, definição e princípios básicos da farmacodinâmica
b. Interação fármaco-receptor
c. Causas e consequências do antagonismo farmacológico
d. Tipos de receptor e comunicação intracelular
e. Fatores que influenciam a resposta terapêutica
f. Variações genéticas e interpretação do metabolismo dos fármacos
g. Variações genéticas dos alvos de fármacos
g. Apresentação e discussão de casos clínicos
4. Interação fármaco alimento/nutriente
a. Definição, classificação e fatores que alteram o perfil cinético ou dinâmico de um fármaco alimento / nutriente
b. Mecanismos que afetam o processo absortivo de fármacos, alimentos e nutrientes
c. Indução e Inibição enzimática de fármacos e nutrientes e suas consequências farmacológicas
d. Influência dos alimentos no processo de absorção dos fármacos
e. Consequências das interações dos anti-inflamatórios, IBPs, antibióticos e antidepressivos com alimentos e nutrientes
f. Interações entre fármacos, fitoterápicos, nutrientes e o álcool
g. Mecanismos epigenéticos e modulação da expressão de genes por compostos bioativos

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02/09/2020

INFLAMAÇÃO CRÓNICA
👍
A inflamação é um mecanismo fisiológico crucial para a sobrevivência, uma vez que faz parte da resposta a agentes infecciosos, toxinas e outras agressões ambientais e contribui para a regeneração de tecidos e regresso à homeostasia em caso de trauma. Mas a partir do momento em que esses objetivos são cumpridos, esta deveria terminar (resolução da inflamação). Isto significa que em condições normais a inflamação é uma resposta aguda limitada no tempo.
👎
No entanto, quando o processo de resolução da inflamação não ocorre ou quando existem estímulos inflamatórios contínuos a inflamação deixa de ser aguda e pode tornar-se crónica e sistémica, que, mesmo sendo de baixo grau, poderá causar ou contribuir para síndrome metabólica, diabetes tipo II, esteatose hepática não alcoólica, doenças cardiovasculares, sarcopenia, osteopenia, depressão e doenças neurodegenerativas. Além disso está implicada em vários tipos de cancro (câncer no Brasil), na osteoartrose e na doença renal crónica, poderá alterar o estado nutricional de vários micronutrientes, causar imunosenescência e reduzir a tolerância imunológica, o que, por sua vez, poderá comprometer a resposta a agentes infecciosos, diminuir a eficácia de vacinas ou contribuir para a autoimunidade. Não é por isso surpreendente que alguns biomarcadores de inflamação se associem a maior mortalidade em vários estudos epidemiológicos.
👉
Vários fatores podem contribuir para um estado de inflamação crónica sistémica de baixo grau, como, por exemplo, a inactividade física, a obesidade (em especial visceral), a típica dieta hipercalórica ocidental, as alterações da microbiota oral e intestinal, o stress psicológico, as alterações dos ritmos circadianos, a exposição ao tabaco e a diversos poluentes.
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Caso deseje saber mais, recomendamos a seguinte revisão publicada na edição de Dezembro de 2019 da NATURE MEDICINE:
https://www.nature.com/articles/s41591-019-0675-0

Chronic inflammation in the etiology of disease across the life span 06/12/2019

Um novo artigo científico publicado esta semana na NATURE MEDICINE, e que tem entre os autores um membro da nossa equipa, defende que a INFLAMAÇÃO CRÓNICA SISTÉMICA está envolvida em doenças cardiovasculares, diabetes, esteatose hepática não alcoólica, insuficiência renal crónica, doenças neurodegenerativas, depressão, sarcopenia, osteopenia, e vários tipos de cancro (câncer no Brasil). Além disso, este artigo apresenta como principais causas ambientais da inflamação crónica:
1) o stress psicológico
2) o tabaco
3) a poluição
4) as alterações do sono e dos ritmos circadianos;
5) a inatividade física;
6) a obesidade (em especial visceral);
7) a típica dieta occidental, que além de hipercalórica e rica em açúcar, sal, álcool, cereais refinados, lípidos oxidados e produtos finais da glicação avançada, é pobre em fibra, prebióticos, ácidos gordos ómega-3, vários micronutrientes (com destaque para o magnésio) e fitoquímicos.

https://www.nature.com/articles/s41591-019-0675-0

Chronic inflammation in the etiology of disease across the life span Systemic chronic inflammation increases with age and is linked to the development of several diseases, as presented in this Perspective.

18/11/2019

CURSO INTERAÇÃO FÁRMACO-NUTRIENTE/ALIMENTO (ONLINE)

👉FORMADOR: Prof.ª Dr.ª Caroline Mesquita (Brasil/Portugal)

👉DATA DE INÍCIO: 16/Dezembro/2019

👉DURAÇÃO: 6 horas

👉LOCAL: Online, disponível em: http://aula.nutriscience.pt/

👉PROGRAMA:

1. Introdução à farmacologia e interações
a. Introdução, definição e conceitos básicos da farmacologia.
b. Formas farmacêuticas e as vias de administração
c. Tipos de interações fármaco alimento / nutriente: físico-químicas, farmacocinéticas e farmacodinâmicas
d. Apresentação e discussão de casos clínicos

2. Biotransformação e processos metabólicos
a. Introdução, definição e princípios básicos da farmacocinética
b. Processos farmacocinéticos: absorção, distribuição, biotransformação e eliminação de substâncias
c. Fatores que influenciam os processos farmacocinéticos
d. Processo de biotransformação: reações de fase I e fase II
e. Variabilidade interindividual das enzimas de biotransformação
f. Processos de eliminação de substâncias
g. Apresentação e discussão de casos clínicos

3. Farmacodinâmica: Interação fármaco-receptor
a. Introdução, definição e princípios básicos da farmacodinâmica
b. Interação fármaco-receptor
c. Causas e consequências do antagonismo farmacológico
d. Tipos de receptor e comunicação intracelular
e. Fatores que influenciam a resposta terapêutica
f. Variações genéticas e interpretação do metabolismo dos fármacos
g. Variações genéticas dos alvos de fármacos
g. Apresentação e discussão de casos clínicos

4. Interação fármaco alimento / nutriente
a. Definição, classificação e fatores que alteram o perfil cinético ou dinâmico de um fármaco alimento / nutriente
b. Mecanismos que afetam o processo absortivo de fármacos, alimentos e nutrientes
c. Indução e Inibição enzimática de fármacos e nutrientes e suas consequências farmacológicas
d. Influência dos alimentos no processo de absorção dos fármacos
e. Consequências das interações dos anti-inflamatórios, IBPs, antibióticos e antidepressivos com alimentos e nutrientes
f. Interações entre fármacos, fitoterápicos, nutrientes e o álcool
g. Mecanismos epigenéticos e modulação da expressão de genes por compostos

👉MAIS INFORMAÇÕES em http://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=58 ou através de [email protected]

09/10/2019

Elevadas concentrações de FERRITINA associam-se com maior risco de SÍNDROME METABÓLICA, de acordo com estudos transversais, caso-controlo e de coorte.

O que explica esta relação?

1) A FERRITINA é uma proteína de fase aguda que aumenta em caso de INFLAMAÇÃO. E quando a inflamação se converte em crónica, pode levar à RESISTÊNCIA À INSULINA, que é a principal alteração da Síndrome Metabólica.

2) A FERRITINA aumenta em caso de excesso de FERRO, o que, por sua vez, pode causar STRESS OXIDATIVO e este levar à RESISTÊNCIA À INSULINA.

Como saber então se uma ELEVADA concentração de FERRITINA indica INFLAMAÇÃO ou EXCESSO DE FERRO?

E o que fazer em caso de EXCESSO DE FERRO?

Estas são algumas das perguntas a responder por FERNANDO MATA no nosso CONGRESSO DE NUTRIÇÃO, no dia 18/Outubro, em LISBOA.

MAIS INFORMAÇÕES em http://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=52

30/09/2019

O ÓXIDO DE TRIMETILAMINA (TMAO) parece estar implicado na doença cardiovascular, sendo vários os mecanismos que explicam essa possível ligação. E efectivamente, concentrações plasmáticas elevadas de TMAO foram associadas a maior risco de eventos cardiovasculares major e mortalidade, de acordo com uma recente revisão sistemática com meta-análise publicada no Journal of the American Heart Association:
https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/JAHA.116.004947

No entanto, existem ainda muitas controvérsias e questões por resolver, uma vez que:

1) O TMAO forma-se endogenamente a partir da Trimetilamina (TMA), que por sua vez resulta da metabolização, por parte de algumas bactérias que constituem a nossa microbiota intestinal, de nutrientes, como a CARNITINA e a COLINA, que predominam em alimentos de origem animal, o que levou a que se fizesse um alerta para a excessiva ingestão de carne e ovos, por exemplo:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30275434

2) A BETAÍNA também pode originar TMA e consequentemente TMAO: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30275434
No entanto, este nutriente encontra-se predominantemente em alimentos de origem vegetal, com destaque para o espinafre e para o trigo;

3) A ERGOTIONEÍNA também pode gerar TMA, encontrando-se a mesma em vários alimentos, incluindo alguns de origem vegetal, como cogumelos e feijões: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30275434

4) O peixe e marisco podem chegar a ter maior teor de TMA e de TMAO que aquele que se pode formar a partir da carnitina, betaína e colina. No entanto, o consumo de peixe associa-se a menor risco de doença cardiovascular e de mortalidade originada pela mesma:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23112118

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24802020

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15184295

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15110203

5) Mesmo que um alimento aumente as concentrações plasmáticas de TMAO, existem mecanismos para a sua excreção, pelo que é no balanço total que deve estar o foco. Nesse sentido, os OVOS, apesar de possuirem quantidades significativas de COLINA, quando ingeridos de forma crónica não parecem aumentar as concentrações plasmáticas de jejum de TMAO:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29313753
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28091798

O mesmo não pode ser dito da CARNE VERMELHA cuja ingestão crónica parece aumentar as concentrações plasmáticas de TMAO, pelo facto de incrementar, por um lado, a síntese de TMAO (a partir da metabolização da carnitina em TMA, mas não da colina) e, por outro, de reduzir a sua excreção renal (algo independente do seu teor em gordura saturada):
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30535398

6) a microbiota intestinal varia de indivíduo para indivíduo e é esta que determina se a COLINA, CARNITINA, BETAÍNA e ERGOTIONEÍNA irão ser convertidas em TMA:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30377191

Para saber mais sobre TMAO, convidamo-la(o) a vir ao nosso CONGRESSO EUROPEU DE NUTRIÇÃO, que se realiza em LISBOA dias 18 e 19 de OUTUBRO e onde o TMAO será um dos muitos temas discutidos.
Mais informações em: http://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=52

19/08/2019

Elevadas concentrações de FERRITINA associam-se com maior risco de SÍNDROME METABÓLICA.

O que explica esta relação?

1) A FERRITINA é uma proteína de fase aguda que aumenta em caso de INFLAMAÇÃO. E quando esta se converte em crónica, pode levar à hiperglicemia, à dislipidemia e à hipertensão arterial (que são as principais alterações da Síndrome referida)

2) A FERRITINA aumenta em caso de excesso de FERRO, o que, por sua vez, pode causar STRESS OXIDATIVO e este levar à RESISTÊNCIA À INSULINA, que é a principal causa de Síndrome Metabólica.

Como saber então se uma ELEVADA concentração de FERRITINA indica INFLAMAÇÃO ou EXCESSO DE FERRO?

E o que fazer em caso de EXCESSO DE FERRO?

Estas são algumas das perguntas a responder por FERNANDO MATA no nosso CONGRESSO DE NUTRIÇÃO, no dia 18/Outubro, em LISBOA.

MAIS INFORMAÇÕES em http://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=52

19/08/2019

Não é novidade, mas vale a pena relembrar:
A conversão da Vitamina D3 (sintetizada na epiderme por ação da radiação UVB, ou ingerida a partir de um alimento ou suplemento) em moléculas com maior atividade biológica (25-hidroxi-vitamina D3 [25OHD3] e, principalmente, 1α,25-dihidroxi-vitamina D3 [1α,25(OH)2D3]) depende da ação de outros nutrientes, com destaque para o FERRO e, em especial, o MAGNÉSIO (que influencia também o transporte de vitamina D3, de 25OHD3 e de 1α,25(OH)2D3, uma vez que grande parte do mesmo é assegurado pela proteína de ligação à vitamina D [DBP - Vitamin D binding protein], cuja síntese é influenciada por este mineral).

Este é mais um exemplo de SINERGIA ENTRE NUTRIENTES.

17/06/2019

REFEIÇÕES HIPERLÍPIDICAS, HIPERGLUCÍDICAS E HIPERCALÓRICAS ➪ ENDOTOXEMIA ➪ INFLAMAÇÃO.

No entanto, a adição de SUMO DE LARANJA a uma refeição de 900 kcal mostrou reduzir a ENDOTOXEMIA induzida pela mesma, quando comparado com a adição de Água ou de Água com Glucose.

Isto talvez se deva ao facto da LARANJA conter compostos bioativos que poderão melhorar a integridade da barreira intestinal, aumentar a fosfatase alcalina e reduzir diretamente a resposta inflamatória.

REFERÊNCIA:
Ghanim H, Sia CL, Upadhyay M, Upadhyay M, Korzeniewski K, Viswanathan P, et al. Orange juice neutralizes the proinflammatory effect of a high-fat, high-carbohydrate meal and prevents endotoxin increase and Toll-like receptor expression. American Journal of Clinical Nutrition. 2010 Apr;91(4):940–9.

24/05/2019

Não é novidade, mas vale a pena relembrar: a conversão da Vitamina D3 (sintetizada na epiderme por ação da radiação UVB, ou ingerida via oral) em moléculas com maior atividade biológica (25-hidroxi-vitamina D3 [25OHD3] e, principalmente, 1α,25-dihidroxi-vitamina D3 [1α,25(OH)2D3]) depende da ação de outros nutrientes, com destaque para o ferro e, em especial, o magnésio (que influencia também o transporte de vitamina D3, de 25OHD3 e de 1α,25(OH)2D3, uma vez que grande parte do mesmo é assegurado pela proteína de ligação à vitamina D [DBP - Vitamin D binding protein], cuja síntese é influenciada por este mineral). Este é mais um exemplo de SINERGIA ENTRE NUTRIENTES.

Obesity, Inflammation, Toll-Like Receptor 4 and Fatty Acids 30/04/2019

A obesidade é uma das causas de inflamação crónica de baixo grau, que, por sua vez, está envolvida em diversas doenças crónicas não transmissíveis. E entre os principais receptores envolvidos na resposta inflamatória estão os receptores do tipo Toll (TLRs), cuja ativação pode ser influenciada por nutrientes, como é o caso de alguns ácidos gordos saturados e de determinados ácidos gordos poliinsaturados da família ómega-3. É esse o tema desta excelente revisão da autoria dos Professores Marcelo Rogero e Philip Calder (2 conhecidos investigadores que já estiveram presentes em alguns dos nossos congressos, seminários e conferências):

https://www.mdpi.com/2072-6643/10/4/432/htm

Obesity, Inflammation, Toll-Like Receptor 4 and Fatty Acids Obesity leads to an inflammatory condition that is directly involved in the etiology of cardiovascular diseases, type 2 diabetes mellitus, and certain types of cancer. The classic inflammatory response is an acute reaction to infections or to tissue injuries, and it tends to move towards resolution....

04/03/2019

HEMOGLOBINA: será apenas uma questão de FERRO?

Na realidade, o ferro, apesar de muito importante, é apenas um dos vários nutrientes que participam na síntese de hemoglobina.

Quais são esses nutrientes? E como podemos, enquanto nutricionistas, avaliar e otimizar o seu status?

Estas são apenas algumas das muits questões que serão respondidas no dia 18 de Outubro, em Lisboa, pelos Nutricionistas Marcelo Carvalho e Fernando Mata, no nosso CONGRESSO EUROPEU DE NUTRIÇÃO.

Caso tenha interesse, em http://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=52 estão todas as informações

The neuroactive potential of the human gut microbiota in quality of life and depression 12/02/2019

Potencial papel da MICROBIOTA na DEPRESSÃO:

https://www.nature.com/articles/s41564-018-0337-x.epdf?shared_access_token=s7cbCYT2TsDtq1ZMfrrgJNRgN0jAjWel9jnR3ZoTv0Pk-saWPJmzGA3H2wMSXmwWbd1qBtiVKUKYEiRdmiWtCdVFPpOho1_L7y1d0KtZ8ZldfoZ0UM3GPLIrtav3wamYWh3Sua2RPTx5SoDfqufmexmEzeTkdVt1bWPEfyvetlw%3D

The neuroactive potential of the human gut microbiota in quality of life and depression Correlation of microbiome features with host quality of life and depression identified specific taxa and microbial pathways in two independent, large population cohorts, identifying links between microbial neuroactive potential and depression.

09/11/2018

A INFLAMAÇÃO CRÓNICA parece ser uma das causas de:

1) resistência à insulina (e, como tal, de síndrome metabólica e diabetes tipo 2):
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28569437
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22040698
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23747246
http://diabetes.diabetesjournals.org/content/59/1/172.long
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27498215
https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0128889

2) dislipidemia, hipertensão, aterosclerose e hipercoagulação (aumentando, assim, o risco cardiovascular):
https://www.nature.com/articles/nm.4267
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24446309
https://www.nature.com/articles/nrneph.2017.51
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29045897
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23886694
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23973684
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28882238
https://bmcmedicine.biomedcentral.com/articles/10.1186/1741-7015-11-117
https://www.nature.com/articles/s41569-018-0002-3
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28207191
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26868696
https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(09)61717-7/fulltext
https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1707914

3) depressão:
https://www.nature.com/articles/nri.2015.5
https://www.nature.com/articles/mp2013161

4) doenças neurodegenerativas:
https://www.nature.com/articles/nri3705
https://www.nature.com/articles/nrneurol.2014.38

5) sarcopenia:
https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fphys.2017.01045/full

6) osteopenia:
https://www.nature.com/articles/nrd3669

Além disso, a INFLAMAÇÃO CRÓNICA está também envolvida nas doenças autoimunes e em vários tipos de cancro (câncer no Brasil):
https://academic.oup.com/emph/article/2016/1/37/2802541
https://www.nature.com/articles/nature04870
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20303878
https://www.nature.com/articles/nri.2017.142

Pode também levar a que a "simples" esteatose hepática evolua para esteatohepatite:
https://www.nature.com/articles/s41575-018-0009-6

Finalmente, poderá causar inmunosenescência (e, desta forma, comprometer a resposta a infeções e vacinas):
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27746093
https://www.nature.com/articles/ncomms10369
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21484910
https://academic.oup.com/jid/article/216/2/191/3859204

Como as principais causas da inflamação crónica parecem ser a dieta e o estilo de vida modernos, a Nutrição tem um papel muito importante na prevenção deste fenómeno e das suas consequências. Mas o seu papel não termina aí: vários nutrientes e compostos bioativos dos alimentos poderão reduzir ou inibir a inflamação ou induzir a sua resolução. Por exemplo, os ácidos gordos Ómega-3 EPA, DPA e DHA são precursores de resolvinas, maresinas e protectinas, moléculas, que juntamente com as lipoxinas derivadas do ácido araquidónico são responsáveis pela resolução da inflamação:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28087575
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28900017
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28602942

Origins of lifetime health around the time of conception: causes and consequences 01/11/2018

Revisão publicada no LANCET sobre de que forma o estilo de vida e dieta da mãe (e parece que também do pai) poderá afectar a saúde das suas filhas e filhos:

https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)30312-X/fulltext

Origins of lifetime health around the time of conception: causes and consequences Parental environmental factors, including diet, body composition, metabolism, and stress, affect the health and chronic disease risk of people throughout their lives, as captured in the Developmental Origins of Health and Disease concept. Research across the epidemiological, clinical, and basic scie...

Glutamine: Metabolism and Immune Function, Supplementation and Clinical Translation 27/10/2018

Excelente e complexo artigo sobre Metabolismo da Glutamina, que tem entre os autores o Professor Marcelo Macedo Rogero da Universidade de São Paulo:

https://www.mdpi.com/2072-6643/10/11/1564/htm

Glutamine: Metabolism and Immune Function, Supplementation and Clinical Translation Glutamine is the most abundant and versatile amino acid in the body. In health and disease, the rate of glutamine consumption by immune cells is similar or greater than glucose. For instance, in vitro and in vivo studies have determined that glutamine is an essential nutrient for lymphocyte prolifer...

02/10/2018

Muito se fala (e bem) dos benefícios do Exercício Físico, mas talvez devessemos prestar mais atenção às CONSEQUÊNCIAS adversas da INATIVIDADE FÍSICA.
É isso que fazem o Prof. Frank Booth e os seus colegas nesta excelente REVISÃO, onde argumentam que a INATIVIDADE FÍSICA causa diversas alterações fisipatológicas, estando, assim, associada a várias doenças crónicas.

Link para o artigo: https://www.physiology.org/doi/abs/10.1152/physrev.00019.2016?url_ver=Z39.88-2003&rfr_id=ori%3Arid%3Acrossref.org&rfr_dat=cr_pub%3Dpubmed

07/09/2018

A INFLAMAÇÃO CRÓNICA está na base de várias patologias. Entre os principais mecanismos moleculares envolvidos neste fenómeno encontra-se a ativação do factor de transcrição nuclear kappa B (NF-κB) em leucócitos (p.e. neutrófilos, monócitos, macrófagos e células dendríticas), uma vez que este (NF-κB) regula a expressão de vários genes responsáveis pela síntese de diversas proteínas inflamatórias.

Esta informação é útil para o NUTRICIONISTA, uma vez que vários nutrientes e compostos bioativos (como os que se encontram na imagem) podem afectar a ativação do NF-κB, bem como a sua translocação para o núcleo e posterior união ao ADN.

Este será um dos temas abordados pela Nutricionista Daniela Seixas - Nutricionista (que possui, ainda, Mestrado e Doutoramento em Bioquímica e 3 pós-docs) no dia 14/Outubro em Lisboa no CURSO "COMPOSTOS BIOATIVOS DOS ALIMENTOS - DO LABORATÓRIO À PRÁTICA CLÍNICA"

MAIS INFORMAÇÕES EM: http://nutriscience.pt/?action=course&CodCurso=39

17/07/2018

Alterações da microbiota parecem influenciar a tolerância imunológica, o que poderá aumentar o risco de várias doenças autoimunes, incluindo a Diabetes Tipo 1, como sugerem estes estudos (um epidemiológico comparando a microbiota de crianças da Rússia, Estónia e Finlândia e outro em ratinhos testando os efeitos do Lipopolissacárido [LPS] da E.coli e da Bacteroides dorei) publicados na Cell em 2016.

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