Explicações Loures

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Explicações de todas as disciplinas.

17/01/2018

Olá todos, a partir deste mês estamos em S. Julião do Tojal.
Vamos ter salas de estudo para os nossos alunos num espaço magnífico.

Photos 15/07/2017

o lema é: "Dá o teu melhor"

09/07/2017
10/04/2017

1º ao 9º ano. Explicações de matemática.
Tens dúvidas, precisas de aprender a estudar? Nós ajudamos-te.

Photos 10/04/2017

Para pensar :)

Photos 16/03/2017

Perguntas dos alunos de 7º ano.
Acham que não é necessária a disciplina de educação sexual?

Photos 10/03/2017

Ainda temos algumas horinhas disponíveis para explicação individual. 1º ao 9º ano.
Tens dúvidas, precisas de aprender a estudar? Nós ajudamos-te.

Ingressar no 1º ano com 5 anos ou aguardar um ano no pré-escolar? 27/02/2017

Ingressar no 1º ano com 5 anos ou aguardar um ano no pré-escolar?

Ingressar no 1º ano com 5 anos ou aguardar um ano no pré-escolar? texto do site 24 de agosto de 2016. Alguns aspetos a considerar sobre a Maturidade Escolar Decidir se um filho já está pronto para ingressar no 1º ano ou se deve aguardar mais um ano para desenvolv…

Photos 23/02/2017

Matemático cria um método para que todos (mas mesmo todos) sejam bons nos números
Como funciona o programa?

John Mighton identificou primeiro os dois grandes problemas na forma como se ensina a matemática:

Sobrecarrega-se o cérebro das crianças, num movimento de alternância entre o concreto e o abstrato. Este movimento coloca demasiado stress na sua memória de trabalho;
Há a tendência de se dividir as turmas consoante as suas habilidades. Isto cria hierarquias que desmotivam os alunos mais fracos e que também não beneficiam os melhores.
Segundo o professor, ao longo da última década, tanto os EUA como o Canadá adotaram uma abordagem onde os alunos têm que descobrir imensos conceitos por si próprios. Num artigo publicado na Scientific American, ele explica que na maioria das aulas expõem-se problemas matemáticos que não se baseiam numa regra geral, fórmula ou procedimento concreto (como encontrar o perímetro de um retângulo), mas sim em problemas complexos que têm como exemplos o mundo real e que, por sua vez, podem ser abordados de várias formas, tendo várias soluções (como por exemplo medir telhas de telhados).

Segundo o estudioso, este tipo de abordagem, ao qual deu o nome de ‘aprendizagem baseada em problemas’, faz como que os professores não tenham um papel de instruir diretamente os alunos, mas sim deixa-los tentar encontrar soluções, sozinhos, para problemas complexos e realistas que têm múltiplas abordagens e respostas, sendo que muitas crianças ainda não têm as ferramentas necessárias para descobrir quais as respostas. As crianças acabam, desde cedo, por ficar frustradas e acreditar que a matemática é mesmo um ‘bicho de sete cabeças’.

O principal problema neste tipo de métodos é que exigem que as crianças estejam constantemente com demasiada informação a acontecer ao mesmo tempo nos seus cérebros. Para um melhor êxito, o matemático defende que as crianças terão mais sucesso na matemática quando a mesma é dividida em vários componentes que são explicados cuidadosamente e só depois praticados, de uma forma contínua.

O matemático afirmou que alguns críticos iriam argumentar que todos os bons professores abordam os problemas matemáticos de várias formas mas, na verdade, muitos professores são também eles ansiosos quanto à matemática e acabam por passar essa ansiedade para os alunos. O mesmo acontece com os pais.

Nikki Aduba foi uma das pessoas que ajudaram a implementar o método de Mighton nas escolas de um bairro Londrino, em Lambeth. Nikki afirmou que o matemático explicou todos os passos com tanta atenção e paciência que todos os alunos conseguiam acompanhar o seu raciocínio. Solomon, professora de matemática, foi a responsável por conduzir o projeto piloto JUMP. Foram os pequenos passos, diz, que tornaram a matemática acessível a todos os alunos, permitindo que todos eles tivessem sucesso, pela primeira vez, nos números, principalmente porque conseguiam entender todos os passos e, com isso, ficavam motivados. Com o passar do tempo, os alunos começaram a praticar mais e mais, sendo capazes de desenvolver habilidades que poderiam pensar que não tinham.

Para Mighton os pequenos passos é que fazem o sucesso e afirmou que não vai desistir até que todos pratique este método de ensino. Em analogia, o estudioso afirmou que a matemática “é como uma escada: se se perder um passo, é difícil de se continuar e há um conjunto de consequências”.

Quando se introduziu este método numa escola de Manhattan, no ano letivo de 2013/2014, nos alunos de 4º ano, verificou-se um aumento significativo nas notas dos alunos, em relação a toda a cidade de Nova Iorque. Agora, cada turma dessa escola está a utilizar este método como forma de ensino.

A principal novidade sobre o programa JUMP é que ele começa num passo pequeno e vai progredindo aos poucos, até chegar a um patamar mais sofisticado, num período de tempo relativamente curto. Assim, a confiança daquelas crianças que pensavam que ‘eu não consigo entender a matemática’, aumenta de tal forma que são capazes de ver que não só são capazes de fazer os exercícios como também de os entender.”
O programa JUMP fez com que, em 2015, Mighton ganhasse o prémio de ‘Empresário do Ano’. O projeto JUMP está a ser desenvolvido e trabalhado há cerca de 15 anos, sendo que o matemático nunca teve qualquer equipa que o ajudasse. O projeto, no início, foi fruto apenas do seu próprio investimento.

Photos 22/02/2017

Já estudáste hoje? Os trabalhos de casa estão feitos? Organiza-te e gere o teu tempo. Be Smart!!!!

* confere estas dicas

Photos 03/02/2017

English? Do you understand? Get in touch 🤣

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