14/08/2026
𝗧𝗲𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗽𝗹𝗮𝘁𝗮𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮 𝗱𝗲 𝗮𝗽𝗿𝗲𝗻𝗱𝗶𝘇𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗲 𝘂𝗺 𝗰𝗮𝘁𝗮́𝗹𝗼𝗴𝗼 𝗱𝗲 𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼𝘀 𝗷𝗮́ 𝗻𝗮̃𝗼 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮.
Muitas equipas de RH continuam a dedicar grande parte do seu tempo à gestão da operação. Plataformas, fornecedores, inscrições, acompanhamento, reporting...
E sobra pouco tempo para aquilo que realmente faz a diferença: identificar necessidades, desenhar percursos de aprendizagem e garantir que a formação tem impacto no desempenho.
É aqui que entram os Learning Services.
Ao assumir a gestão operacional da formação, a Cegoc permite que a equipa de RH se concentre na estratégia, enquanto garante uma experiência de aprendizagem mais eficiente, organizada e orientada para resultados.
𝗔 𝘀𝘂𝗮 𝗲𝗾𝘂𝗶𝗽𝗮 𝗱𝗲𝗱𝗶𝗰𝗮 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘁𝗲𝗺𝗽𝗼 𝗮 𝗴𝗲𝗿𝗶𝗿 𝗮 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗼𝘂 𝗮 𝗱𝗲𝘀𝗲𝗻𝘃𝗼𝗹𝘃𝗲𝗿 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀?
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11/08/2026
Dar feedback parece simples. Até chegar o momento de dizer a alguém, com clareza, o que correu bem ou o que precisa de mudar.
Entre um “está tudo bem”, que pouco acrescenta, e um “tens de melhorar”, que não diz como, perde-se muitas vezes aquilo que tornaria o feedback realmente útil: 𝗰𝗹𝗮𝗿𝗲𝘇𝗮 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝗰𝗲𝘂, 𝗼 𝗶𝗺𝗽𝗮𝗰𝘁𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗲𝘃𝗲 𝗲 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿 𝗮 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗶𝗿.
O modelo AID ajuda a estruturar essa conversa em três passos:
▪️ 𝗔𝗰𝘁𝗶𝗼𝗻: o que a pessoa fez ou disse.
▪️ 𝗜𝗺𝗽𝗮𝗰𝘁: que efeito teve na equipa, no trabalho ou nos resultados.
▪️ 𝗗𝗼: o que pode repetir, corrigir ou fazer de forma diferente.
Uma estrutura simples que ajuda a substituir o julgamento por algo muito mais útil: 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗼𝘀 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗼𝘀 𝗾𝘂𝗮𝗶𝘀 𝗲́ 𝗽𝗼𝘀𝘀𝗶́𝘃𝗲𝗹 𝗮𝗴𝗶𝗿.
Porque dar bom feedback não é apenas apontar o que precisa de mudar. É também tornar visível aquilo que funciona para que possa ser repetido.
Na Learning Collection da Cegoc, encontra formação prática para desenvolver esta e outras competências essenciais à colaboração e à performance das equipas.
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10/08/2026
Uma prática de gestão de pessoas que funciona em Lisboa pode falhar por completo em Frankfurt ou em São Paulo, e não porque esteja mal desenhada, mas porque a forma como se olha para a liderança, para a estabilidade ou para o equilíbrio entre vida e trabalho muda de cultura para cultura.
É este o dilema de quem gere equipas em vários países, ou seja, saber o que deve ser igual em todo o lado e o que tem de respeitar o contexto local. Mas há uma dificuldade prática, que é como saber, com objetividade, onde é que a sua organização está em linha com o mercado e onde é que se afasta dele. Sem uma referência externa, essa leitura acaba por se basear mais em perceção do que em dados.
É aqui que um benchmark internacional faz a diferença. Ao comparar os resultados de uma organização com os de outros mercados, ajuda a distinguir o que é uma verdadeira especificidade cultural daquilo que é apenas uma prática que ficou para trás.
Gonçalo de Salis Amaral, Head of People & Culture Consulting da Cegoc, escreve na Líder sobre o que deve ser global e o que deve permanecer local na gestão internacional de pessoas. Uma reflexão que o People Engagement Survey ajuda a levar da teoria à prática, com uma componente de comparação internacional.
Gere equipas em diferentes geografias e sente esta tensão no dia a dia? Leia o artigo no link dos comentários e perceba onde vale a pena uniformizar e onde é essencial respeitar as diferenças.
04/08/2026
Estima-se que, até 2030, cerca de 𝟳𝟬% 𝗱𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗲𝘁𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮𝘀 𝘂𝘀𝗮𝗱𝗮𝘀 na maioria das funções vão mudar. Ou seja, boa parte do que hoje sustenta o desempenho das equipas vai deixar de ser suficiente dentro de poucos anos.
O problema é que muitas organizações continuam a tratar a formação como um momento isolado, quando o que o contexto exige é renovação contínua de competências, com prática, aplicação e acompanhamento ao longo do tempo.
As competências da sua equipa estão a ser renovadas ao ritmo a que o trabalho muda? Conheça a Learning Collection da Cegoc e perceba como estruturar um desenvolvimento que acompanha esse ritmo.
28/07/2026
Para os profissionais mais qualificados, a decisão de mudar de empregador já não se resume à remuneração. A pergunta que fazem é outra, e a resposta que a organização consegue dar é cada vez mais determinante na atração e retenção de talento.
Num mercado onde as funções evoluem mais depressa do que os planos de desenvolvimento conseguem acompanhar, o desenvolvimento contínuo passou a fazer parte da proposta de valor das organizações enquanto empregadoras. Filipe Luz, Head of Learning & Development Solutions da Cegoc, analisa na Human Resources quais as competências mais procuradas pelas organizações, onde estão os principais bloqueios ao reskilling e o que vai definir o futuro da formação.
A sua organização já tem uma resposta clara para essa pergunta? Leia o artigo completo no link dos comentários e perceba o que está a separar as organizações que retêm talento das que ainda estão a responder por impulso.