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MVQ & a- Consultores Associados - VITORINO QUEIROZ - Consultores Associados Sociedade civil institu?

MVQ & a- Consultores Associados - VITORINO QUEIROZ - Consultores Associados Sociedade civil instituída nos termos dos artigos 980º e sts do Código CIvil

31/10/2025

ARTE URBANA EM ÁGUEDA

31/10/2025

Boa tarde!
Pedrógão Grande, um lugar onde o tempo parece abrandar.
Entre ruas de pedra e memórias antigas, ergue-se esta bela igreja, guardiã de histórias e fé. No seu interior, a serenidade convida à contemplação — e à redescoberta da simplicidade e do encanto do interior de Portugal.

31/10/2025

Descubra a imponência da Sé Nova de Coimbra, um dos tesouros arquitetónicos da cidade.

Leo ferré - La vie d'artiste 31/10/2025

Leo ferré - La vie d'artiste Je t'ai rencontrée par hasard,Ici, ailleurs ou autre part,Il se peut que tu t'en souviennes.Sans se connaître on s'est aimés,Et même si ce n'est pas vrai,Il ...

19/05/2025

L’actualité de l’Economie Sociale se signale par la prolifération récente d’institutions, d’associations, de colloques, de programmes… dédiés à son exploration et à sa diffusion. Cet ouvrage ne veut pas être et n’est pas le traité ni même un traité d’Economie Sociale. Il est seulement une contribution pour un tel traité à élaborer ultérieurement et conjointement par des synergies interdisciplinaires et moyennant interférences entre recherches universitaires, pratiques professionnelles, innovations législatives et probablement études internationales comparées. S’en tenant ici à la tradition française des pratiques et doctrines de ce tiers-secteur, l’ouvrage propose une première spéléologie portant respectivement sur : — ses rétrospectives : pratiques pré coopératives ou coopératives des associations ouvrières ; pratiques mutualistes des sociétés de prévoyance et de secours mutuels ; généalogies doctrinales, soit dans une tradition social-chrétienne, soit dans une tradition socialisante — ses perspectives ouvertes dès les premières décennies du siècle, par dialogues ou chassés croisés entre trois « Economies Sociales » : celle de Charles Gide comme économie solidaire ; celle de Jean Jaurès comme économie collective ; celle de Marcel Mauss comme économie volontaire. Des textes rares et oubliés sont reproduits in extenso — ses prospectives : reconstitution documentaire sur les récurrences contemporaines à partir du Comité de Liaison des Activités Coopératives, Associatives, Mutualistes et des péripéties organisationnelles et/ou universitaires qui les ont accompagnées ou suivies. L’auteur ayant participé personnellement à plusieurs de ces péripéties récapitule et reproduit ses propres contributions d’auteur acteur. Ce livre aurait pu se titrer : L’Economie Sociale. Sa mémoire et son pressentiment. Pour autant, en effet, que la présente vague « d’économie sociale » relève des sciences morales et politiques, elle est interpellée et par l’ironie et par l’adjuration d’Anatole France : « Les sciences morales et politiques sont inexactes et pleines d’incertitude. De l’évolution humaine elles connaissent mal les développements déjà accomplis, et ne peuvent donc pas nous instruire très sûrement des développements qui restent à accomplir. « N’ayant pas de mémoire, elles n’ont guère de pressentiment ». D’où cet ouvrage de « mémoire » auquel le préfacier, Michel Rocard, a bien voulu adjoindre quelques-uns de ses pressentiments.

17/03/2025

Luís Pignatelli-

17/03/2025

A pedra-que-mata+Luís Pignatelli - aconselho a leitura desta "única e preciosa" obra sobre a poesia japonesa (Edição "Língua Morta"

09/03/2025

suficiente capacidade física para suportar o esforço do canto. Acabou por sofrer uma lesão pulmonar, indo tratar-se num sanatório perto de Genebra, na Suíça, durante um ano. Aí começou a escrever por recomendação de um médico, que lhe dissera que a criatividade era como um prego dentro de um s**o de pano, que haveria sempre de dar sinal, fosse qual fosse o canal. Ofereceu-lhe uma caneta de tinta permanente Parker para esse efeito.[6]

Diplomada em Cinema, pela London Film School, em Londres, onde fazia estadias prolongadas. A 25 de Abril de 1974, a caminho do Egipto, fez uma escalada em Lisboa, para ir ver a sua casa no Estoril. Entusiasmada pela revolução, desistiu da viagem ao Egipto, e ficou em Portugal, durante os anos seguintes. No entanto, a revolução não lhe foi inteiramente benéfica. No plano financeiro sofreu grandes perdas, tendo sido obrigada a vender a casa, a mobília e tudo o que tinha, até conseguir arranjar emprego. Sobreviveu com muita dificuldade nos dois anos a seguir à revolução.[2]

Foi professora catedrática da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde co-fundou o Instituto de Estudos Portugueses. licenciada em Filologia Germânica, pela Universidade de Lisboa, e doutorada em Estudos Hispânicos, pela Universidade da Califórnia, em Berkeley.[7]

Anteriormente leccionou na Escola de Cinema do Conservatório Nacional, e no AR.CO, em Lisboa. Existem cópias dos seus filmes no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian e no Arquivo da Cinemateca Portuguesa.

Paralelamente desenvolveu uma carreira como artista plástica, com um extenso número de exposições individuais e colectivas, em Portugal e no estrangeiro.

Foi membro da Direcção da Associação Portuguesa de Escritores e ajudou a fundar o P.E.N.Clube Português, ao qual presidiu. Foi ainda membro destacado do grupo da poesia experimental, nas décadas de 1960 e 70, além de se ter dedicado à investigação e divulgação da literatura portuguesa barroca, fundando as revistas Claro-Escuro e Incidências.

Encontra-se colaboração da sua autoria no jornal 57, entre 1957 e 1962.[8]

Faleceu no dia 5 de Agosto de 2015 e foi sepultada no Cemitério dos Olivais.[2]

Vida pessoal
Muito jovem, Hatherly teve um relacionamento com o pintor e gravador húngaro, radicado em Portugal, Attila Mendly de Vétyemy, de quem teve a sua única filha, Catarina Hatherly (1949-1970).[9]

Em 18 de setembro de 1952, casou com Henry Mário Frank Hatherly (empresário), em Kensington, Inglaterra, tendo mudado o nome para Anna Maria de Lourdes Rocha Alves Hatherly. Ficou viúva em 21 de Maio de 2000.

Obra Plástica

25 de Abril de 1974 - Fotografia de Ana Hatherly
Hatherly inicia na década de 60 o percurso artístico, por esta altura conclui que a escrita «nunca foi senão representação: imagem». Começará então uma pesquisa em torno da caligrafia (actual e ancestral) e dos signos, cria então aquilo que na sua biografia pela Coleção de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian se chama de "escrita-imagem".

Integra o Grupo Experimentalista Português e participa em diversas exposições com destaque em 1977 para a exposição Alternativa Zero. Em 1992 o CAM da Fundação Calouste Gulbenkian apresenta uma retrospectiva da sua obra, a seguir à qual Ana Hatherly continua a expor em exposições individuais onde apresentou "pinturas evocativas da sua viagem à India, séries inéditas de trabalhos feitos em Londres, neo-graffitis, ou ainda pinturas onde a inquirição da reciprocidade entre a escrita e a visualidade dão lugar a uma pintura despojada"[10].

25 de Abril de 1974 - Fotografia de Ana Hatherly
Exemplo de despojamento e um reflexo do estilo gestualista, mas também da interligação entre a escrita, o desenho, a poesia e a pintura, é a obra Auto Retrato Obliterado, datada de 1996, dois anos antes da publicação do poema Auto Retrato onde Hatherly nos diz "Oculto nele e nele convertido / do tempo ido escusa o cruel trato, / que o tempo em tudo apaga o sentido."[11].

Encontra-se representada nos mais importantes museus e coleções portuguesas, entre as quais: Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna, Fundação Serralves, Museu Coleção Berardo, Museu do Chiado - MNAC, Coleção FLAD, Fundação Cupertino de Miranda, Coleção de Arte Fundação EDP e Casa da Cerca Almada.

Bibliografia
Entre a sua bibliografia encontram-se:[12][13][14]

Poesia
Um Ritmo Perdido. Lisboa: Ed. Aut. (1958)
As Aparências. Lisboa: Sociedade de Expansão Cultural (1959)
A Dama e o Cavaleiro. Lisboa: Guimarães Editores (1960)
Sigma. Lisboa: Ed. Aut. (1965)
Estruturas Poéticas - Operação 2. Lisboa: Ed. Aut. (1967)
Eros Frenético. Lisboa: Moraes Editores (1968)
39 Tisanas. Porto: Colecção Gémeos, 2 (1969)
Anagramático. Lisboa: Moraes Editores (1970)
63 Tisanas: (40-102). Lisboa: Moraes Editores (1973)
Poesia: 1958-1978. Prefácio de Lúcia Helena da Silva Pereira - Lisboa: Moraes Editores (1980)
Ana Viva e Plurilida. in Joyciana (ob. colec.), Lisboa: &etc. (1982)
O Cisne Intacto. Porto: Limiar (1983)
A Cidade das Palavras. Lisboa: Quetzal (1988)
Volúpsia. Lisboa: Quimera (1994)
351 Tisanas. Lisboa: Quimera (1997)
Rilkeana. Apresentação de João Barrento e Elfriede Engelmayer - Lisboa: Assírio & Alvim
Um Calculador de Improbabilidades. Lisboa: Quimera (2001)
O Pavão Negro. Prefácios da Autora e de Paulo Cunha e Silva, Lisboa: Assírio & Alvim
Itinerários. Vila Nova de Famalicão: Edições Quasi (2003)
Fibrilações. Edição bilingue. Tradução para castelhano de Perfecto E. Cuadrado, Lisboa: Quimera (2005)
A Idade da Escrita e outros poemas. Antologia com org. e pról. de Floriano Martins, São Paulo: Escrituras (2005)
463 Tisanas. Prefácio da Autora, Lisboa: Quimera (2006)
A Neo-Penélope. Lisboa: &etc. (2007)
Prosa
O Mestre. Lisboa: Arcádia (1963). 2.ª edição: Prefácio de Maria Alzira Seixo, Lisboa: Moraes Editores (1976). 3ª edição: Prefácios de Silvina Rodrigues Lopes e Simone Pinto Monteiro de Oliveira e posfácio da Autora, Lisboa: Quimera (1995). 1.ª edição brasileira: Prefácio de Nadiá Paulo Ferreira, Rio de Janeiro: 7LETRAS (2006)
No Restaurante. In Antologia do Conto Fantástico Português. Edições Afrodite de Fernando Ribeiro de Mello (1967). 2.ª edição: idem (1974). [3.ª edição]: Lisboa: Arte Mágica Editores (2003)
Crónicas, Anacrónicas Quase-tisanas e outras Neo-prosas. Lisboa: Iniciativas Editoriais (1977)
O Tacto. In Poética dos cinco sentidos. Lisboa: Livraria Bertrand (1979)
Anacrusa: 68 sonhos. Lisboa: & Etc (Sonhos da Autora comentados por vários autores) (1983)
Elles: um epistolado (com Alberto Pimenta). Lisboa: Editorial Escritor (1999)
O Neo-Ali Babá. In Mea Libra - Revista do Centro Cultural do Alto Minho, n.º 14, Viana do Castelo (2004)
Ensaios e Edições Críticas
Nove Incursões. Lisboa: Sociedade de Expansão Cultural (1962)
O Espaço Crítico: do simbolismo à vanguarda. Lisboa: Caminho (1979)
A Experiência do Prodígio - Bases Teóricas e Antologia de Textos-Visuais Portugueses dos séculos XVII e XVIII. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda (1983)
Defesa e Condenação da Manice. Lisboa: Quimera (Apresentação, notas e fixação do texto) (1989)
Poemas em Língua de Preto dos Séculos XVII e XVIII. Lisboa: Quimera (Apresentação, notas e fixação do texto) (1990)
Elogio da Pintura de Luís Nunes Tinoco. Com estudo crítico de Luís de Moura Sobral, Lisboa: Instituto Português do Património Cultural (1991)
A Preciosa de Sóror Maria do Céu. Lisboa: Instituto Nacional de Investigação Científica (Edição actualizada do códice 3773 da Biblioteca Nacional precedida dum estudo) (1991)
Lampadário de Cristal de Frei Jerónimo Baía. Lisboa: Editorial Comunicação (Apresentação crítica, fixação do texto, notas, glossário e roteiro de leitura) (1991)
O Desafio Venturoso de António Barbosa Bacelar. Lisboa: Assírio & Alvim (Organização e prefácio) (1991)
Triunfo do Rosário: repartido em cinco autos de Sóror Maria do Céu. Lisboa: Quimera (Tradução e apresentação) (1992)
A Casa das Musas: uma releitura crítica da tradição. Lisboa: Editorial Estampa (1995)
O Ladrão Cristalino: aspectos do imaginário barroco. Lisboa: Edições Cosmos (1997)
Frutas do Brasil numa nova, e ascetica monarchia, consagrada à Santíssima Senhora do Rosário de António do Rosário. Lisboa: Biblioteca Nacional (2002)
Poesia Incurável: aspectos da sensibilidade barroca. Lisboa: Editorial Estampa (2003)
Interfaces do Olhar - Uma Antologia Crítica / Uma Antologia Poética. Lisboa: Roma Editora (2004)
Obrigatório não ver. Lisboa: Quimera (2009)
Filmografia
1974 - C.S.S. [15]
1974 - 5 Exercícios de Animação [15]
1974 - Fragmentos de Animação [15]
1974 - Sopro 57-AN-39 [15]
1975 - Revolução [16]
1976 - Diga-me, O Que É A Ciência? - I [17]
1976 - Diga-me, O Que É A Ciência? - II
1977 - Música Negativa [18]
1977 - Rotura [19]
1979 - Obrigatório Não Ver: Episódios - Performance de Emília Nadal [15]
Prémios e Reconhecimento
A 10 de Junho de 2009, foi feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.[20]

Foi premiada com:

1978 - Foi agraciada pela Academia Brasileira de Filologia do Rio de Janeiro, com a Medalha Oskar Nobiling [21]
1998 - Ganhou o Prémio de Ensaio da SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) [21]
1999 - Prémio de Poesia do P.E.N. Clube Português, pelo seu livro Rikeana
2000 - Ganhou o Prémio de Ensaio da Associação Portuguesa de Escritores com o livro O Ladrão Cristalino [22]
2003 - Prémio de Poesia Evelyne Encelot, em França [22]
2003 - Prémio Hannibal Lucic, na Croácia [21]
2003 - Prémio da Crítica, atribuído pela secção portuguesa da Associação Internacional dos Críticos Literários, pelo seu livro o Pavão Negro [23][22]
2012 - Foi agraciada, in memoriam, com o Prémio Femina por mérito na Literatura [24]
Referências
Diário da República (30 de maio de 1992). «Universidade Nova de Lisboa, Reitoria, Por despacho do vice-reitor de 13-5-1992, página 5040» (PDF). files.diariodarepublica.pt. Consultado em 17 de fevereiro de 2024
Vanessa Rato e Luís Miguel Queirós (5 de agosto de 2015). «Morreu Ana Hatherly, a pintora da palavra». publico.pt. Consultado em 18 de fevereiro de 2024
«Ana Hatherly»
«Ainda a Coleção e os seus artistas | Poesia e Revolução com Ana Hatherly – Bienal de Cerveira». www.bienaldecerveira.pt. Consultado em 23 de abril de 2024
Portugal, Rádio e Televisão de. «Ana Hatherly - Por Outro Lado - Magazines - RTP». www.rtp.pt. Consultado em 23 de abril de 2024
«Ana Hatherly»
[1] Arquivado em 24 de setembro de 2011, no Wayback Machine. Biografia no site Mulheres portuguesas do século XX
Álvaro de Matos (24 de Junho de 2008). «Ficha histórica: 57: folha independente de cultura» (pdf). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 30 de Janeiro de 2015
JOEL, António Augusto (2023). Attila Mendly de Vétyemy, Um Pintor Húngaro na Lezíria. Benavente: Museu Municipal de Benavente / Município de Benavente. p. 105-111. ISBN 978-989-8495-14-3
Batel, Joana (maio de 2010). «Ana Hatherly». Fundação Calouste Gulbenkian. Consultado em 3 de novembro de 2021
«Poema da Semana - Auto-retrato, Ana Hatherly». cvc.instituto-camoes.pt. Consultado em 7 de novembro de 2021
[2] Arquivado em 24 de setembro de 2011, no Wayback Machine. Obra no site Mulheres portuguesas do século XX
«Biblioteca Nacional de Portugal». catalogo.bnportugal.pt. Consultado em 28 de dezembro de 2020
Fidelizarte. «Ana Hatherly». Portal da Literatura. Consultado em 28 de dezembro de 2020
«Ciclo de filmes de Ana Hatherly». Museu Calouste Gulbenkian. Consultado em 19 de abril de 2023
Nascimento, Frederico Lopes / Marco Oliveira / Guilherme. «Revolução». CinePT-Cinema Portugues. Consultado em 28 de dezembro de 2020
Nascimento, Frederico Lopes / Marco Oliveira / Guilherme. «Diga-me, O Que É A Ciência? - I». CinePT-Cinema Portugues. Consultado em 28 de dezembro de 2020
Nascimento, Frederico Lopes / Marco Oliveira / Guilherme. «Música Negativa». CinePT-Cinema Portugues. Consultado em 28 de dezembro de 2020
Nascimento, Frederico Lopes / Marco Oliveira / Guilherme. «Rotura». CinePT-Cinema Portugues. Consultado em 28 de dezembro de 2020
«Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Ana Hatherly". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 7 de junho de 2015
português, Author : pen clube. «Ana Hatherly: entre a pintura e a poesia – PEN Clube Português» (em inglês). Consultado em 28 de dezembro de 2020
Lusa. «Ana Hatherly recebe Prémio da Crítica 2003». PÚBLICO. Consultado em 28 de dezembro de 2020
Queirós, Vanessa Rato, Luís Miguel. «Morreu Ana Hatherly, a pintora da palavra». PÚBLICO. Consultado em 28 de dezembro de 2020
«Prémio Femina 2012 :: Premio-Femina». premio-femina8.webnode.pt. Consultado em 28 de dezembro de 2020
Ligação Externas
Arquivos RTP| Programa Entre Nós: Ana Hatherly entrevistada por Raquel Santos (2003)
Arquivos RTP| Programa Por Outro Lado: Ana Hatherly entrevista por Ana Sousa Dias (2004)
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12/02/2025

Le Chemin d'enfer : intégrale vol. 5
« Si pour le meilleur j'ai laissé le pire
Le pire m'a mis le meilleur au cœur
La morale aux fers et tout cet empire
De désirs non eus et de beaux malheurs »
Le Chemin d'enfer : intégrale vol. 5
Pour accéder au contenu détaillé, cliquez sur l'image ci-dessus ; les listes de titres sont indiquées au verso des 12 disques.
Textes & musiques : Léo Ferré
Sauf musique :
Charles Trenet & Léo Chauliac (Que reste-il de nos amours ?)
Tomás Luis de Victoria (Motet n°12 O vos omnes, qui transitis per viam)
Sauf textes :
Guillaume Apollinaire : Le Voyageur, L'Émigrant de Landor Road, Marizibill, La Porte, « Dans une fosse comme un ours », « Mes amis m'ont enfin avoué leur mépris », Annie, « À la fin les mensonges de ne font plus peur », Nuit Rhénane, Marie, Automne malade, Les Cloches, La Tzigane, Automne, Zone
Charles Baudelaire : « Une nuit que j'étais près d'une affreuse Juive », Sépulture, La Cloche fêlée, L'Héautontimorouménos, À une mendiante rousse, « Je n'ai pas oublié, voisine de la ville », L'Âme du vin, La Fontaine de sang, Madrigal triste, L'Examen de minuit & Bien loin d'ici, L'Ennemi, Le Guignon, « Je t'adore à l'égal de la voûte nocturne », « Avec ses vêtements ondoyants et nacrés », Le Vampire, Le Parfum, « Je te donne ces vers... », Réversibilité, Le Beau Navire, L'Horloge, Le Cygne
La Bruyère : Pourquoi les Terroristes ? (Les Caractères)
Lautréamont : Les Chants de Maldoror - Chant premier (extraits)
Molière : Le Misanthrope (extraits)
Arthur Rimbaud : Les Corbeaux, Ma Bohème, Les Assis, Les Poètes de sept ans, Aube, Rêvé pour l'hiver, Chanson de la plus haute tour, Faim, Le loup criait sous les feuilles, L'Éternité, On n'est pas sérieux quand on a dix-sept ans, La Maline, Voyelles, Le Dormeur du val, Morts de Quatre-vingt-douze et de Quatre-vingt-treize, Les Mains de Jeanne-Marie, Les Douaniers, Les Pauvres à l'église, Stupra II, Le Sonnet du trou du cul, Le Buffet
Charles Trenet : Que reste-t-il de nos amours ?
Paul Verlaine : Mon rêve familier, Soleils couchants, Chanson d'automne, « Ô triste, triste était mon âme », Clair de lune, « Il pleure dans mon coeur », Sur le balcon, « L'espoir luit comme un brin de paille dans l'étable », Colloque sentimental, « Écoutez la chanson bien douce », « Mon fils est mort », Pensionnaires, « Il patinait merveilleusement », Âme te souvient-il ?, Je vous vois encor, Sérénade, « Si tu ne mourus pas entre mes bras », Green, Art poétique, Marco, « Dans l'interminable », Cauchemar, Nocturne parisien, Croquis parisien
François Villon : Belle leçon aux enfants perdus, Le Lais (fragment)
Léo Ferré, piano & claviers
Toti Soler, guitare
Esther Gattoni, harpe
X, piano (La Nuit)
Orchestre symphonique de RTL
Prise de son : Léo Ferré, RSI, France Inter, Televisio de Catalayuna, France Culture, RTL, X
Restauration & mastering : Carlo Amato
Conception & réalisation coffret : Mathieu Ferré & Alain Raemackers
Texte de présentation : Alain Raemackers
Crédits visuels : Hubert Grooteclaes (photos coffret, pochettes & livret), André Villers, Dornac, Etienne Carjat, X, Bernard Dimey (photos & illustration pochettes), Joris-Karl Huysmans, Paul Verlaine, Guido Armellini (illustrations livret), Patrick Mesmer, Marie-Christine Ferré (photos livret), Vital Maladrech (graphisme).
Remerciements : Carlo ‘Magico’ Amato, Xavier ‘Ostinato’ Perrot, Patrick ‘Pazzo’ Dalmasso, I fosforescenti Chris & Sylvie
Titres enregistrés entre 1959 (?) et août 1992, à Paris, Saint-Clair, Castellina in Chianti, Milan, Barcelone, Genève, Luxembourg, Saint-Florentin.
Publié le 17 janvier 2025 par La Mémoire et la Mer.

12/02/2025

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Textes & musiques : Léo Ferré
Sauf musique :
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Sauf textes :
Guillaume Apollinaire : Le Voyageur, L'Émigrant de Landor Road, Marizibill, La Porte, « Dans une fosse comme un ours », « Mes amis m'ont enfin avoué leur mépris », Annie, « À la fin les mensonges de ne font plus peur », Nuit Rhénane, Marie, Automne malade, Les Cloches, La Tzigane, Automne, Zone
Charles Baudelaire : « Une nuit que j'étais près d'une affreuse Juive », Sépulture, La Cloche fêlée, L'Héautontimorouménos, À une mendiante rousse, « Je n'ai pas oublié, voisine de la ville », L'Âme du vin, La Fontaine de sang, Madrigal triste, L'Examen de minuit & Bien loin d'ici, L'Ennemi, Le Guignon, « Je t'adore à l'égal de la voûte nocturne », « Avec ses vêtements ondoyants et nacrés », Le Vampire, Le Parfum, « Je te donne ces vers... », Réversibilité, Le Beau Navire, L'Horloge, Le Cygne
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François Villon : Belle leçon aux enfants perdus, Le Lais (fragment)
Léo Ferré, piano & claviers
Toti Soler, guitare
Esther Gattoni, harpe
X, piano (La Nuit)
Orchestre symphonique de RTL
Prise de son : Léo Ferré, RSI, France Inter, Televisio de Catalayuna, France Culture, RTL, X
Restauration & mastering : Carlo Amato
Conception & réalisation coffret : Mathieu Ferré & Alain Raemackers
Texte de présentation : Alain Raemackers
Crédits visuels : Hubert Grooteclaes (photos coffret, pochettes & livret), André Villers, Dornac, Etienne Carjat, X, Bernard Dimey (photos & illustration pochettes), Joris-Karl Huysmans, Paul Verlaine, Guido Armellini (illustrations livret), Patrick Mesmer, Marie-Christine Ferré (photos livret), Vital Maladrech (graphisme).
Remerciements : Carlo ‘Magico’ Amato, Xavier ‘Ostinato’ Perrot, Patrick ‘Pazzo’ Dalmasso, I fosforescenti Chris & Sylvie
Titres enregistrés entre 1959 (?) et août 1992, à Paris, Saint-Clair, Castellina in Chianti, Milan, Barcelone, Genève, Luxembourg, Saint-Florentin.
Publié le 17 janvier 2025 par La Mémoire et la Mer.

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