APEE Escola Secundária Camões

APEE Escola Secundária Camões

Compartilhar

Dizia Rubem Alves: “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas”. Aqui, aprende-se a voar…

Estão atribuídos os Prémios Valmor e Municipal de Arquitetura 2021 a 2024 04/06/2025

Bom dia! 😃😃
Parabéns ao Arq. João Pedro Falcão Campos, pelos dois prémios recebidos. Um orgulho especial pela nossa ESCOLA! 👏👏👏

Estão atribuídos os Prémios Valmor e Municipal de Arquitetura 2021 a 2024 Das 556 obras apreciadas – relativamente ao período 2021 a 2024 –, 73% correspondem sobretudo a obras de reabilitação e alteração. O prémio "não é só sobre arquitetura, é sobre a identidade e a alma lisboeta”, afirmou o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, na entrega dos p...

01/06/2025

F I L M E S | DE | C U L T O
F I L M E S | DO | M U N D O

Ama Romanta – Uma Utopia que Fazia Discos


No t a s
de
F o y e r
02.06.2025
19h.
AUDITÓRIO CAMÕES

Ama Romanta: Uma utopia que fazia discos
De Vasco Bação | Autoria Carlos Mendes, Vasco Bação
Documentário| 2019 | 2h02

Ama Romanta: Uma utopia que fazia discos é documentário que nos faz viajar no tempo, até ao Portugal dos anos oitenta, mas não o Portugal que todos conhecemos, não. Este filme transporta-nos para o mundo do rock alternativo, uma Lisboa onde um músico decide criar uma editora de música independente. João Peste cria Ama Romanta em meados dos anos 1980, convida vários artistas e grupos portugueses para gravar discos. Entre eles, contam-se nomes como os Mão Morta, Santa Maria Gasolina Em Teu Ventre, Pop Dell’Arte, Mler If Dada ou Sei Miguel, cujos membros são alguns dos entrevistados para este documentário. O que os une?
Um estilo musical que contornava o mainstream que chegava ao Portugal democrático e americanizado dos anos oitenta e que procurava manter a música independente portuguesa verdadeiramente independente. O olhar crítico sobre a cultura de massas e a ditadura de cultura, como apelidara Paquete de Oliveira de Muitas destas bandas tinham-se apresentado no Rock Rendez-Vous, o Festival de Música Moderna que foi o palco desta geração de artistas e que contribuiu para o nascimento de editoras também elas independentes.
A criação da editora Ama Romanta surgiu como forma de reivindicação contra o que consideravam ser uma censura velada das estações de rádios e editoras que ignoravam a música alternativa com a justificação de que esta era “estranha” e de que este tipo de música não vendia. Por isso, a Ama Romanta, editou discos de música rebelde, original, irrequieta.
Iniciou o seu percurso com uma coletânea dupla que reunia os principais nomes que viria a representar - Divergências - que incluía uma entrevista de 1973, ao sociólogo Paquete de Oliveira, com crítica “às novas ditaduras culturais”.

O documentário Ama Romanta: Uma utopia que fazia discos mistura imagens de arquivo, de concertos e entrevistas, feitas por Vasco Bação e Carlos Mendes, a artistas como Adolfo Luxúria Canibal, Vítor Rua, Nuno Rebelo ou Fala Mariam.
O realizador do filme, Vasco Bação, disse que “A ideia de fazer um documentário sobre a Ama Romanta surgiu da nossa própria vontade de assistir a um filme sobre a editora que, para espanto de ambos, tardou a aparecer, por a considerarmos um dos fenómenos artísticos mais relevantes da história da cultura contemporânea em Portugal. Este documentário é, portanto, a versão mais próxima que conseguimos produzir do filme que queríamos ver”.

Lurdes Ferraz, 12.º F
______________________
Notas biográficas

Vasco Bação estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema e licenciou-se em Montagem. Foi fazendo “coisas” em filmes de amigos, como costuma dizer, nomeadamente a montagem para o filme Verão Danado de Pedro Cabeleira e para o filme Frágil, de João Eça.​

Carlos Mendes é licenciado em Antropologia no ISCTE e fez o mestrado em Literatura Comparada na Faculdade de Letras de Lisboa. Durante o mestrado, cerca de meio ano depois de se ter licenciado, começou a trabalhar como Assistente de Antropologia no Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Mais tarde, fez formação na linguagem de programação Java, também no ISCTE, e atualmente trabalha como programador.

Ama Romanta - Uma Utopia que Fazia Discos | Antena3Docs | Antena 3 - RTP 01/06/2025

CONVITE

Dia 2, pelas 19h, no Auditório Camões, com entrada “sempre” livre!

O documentário de AMA ROMANTA- Uma Utopia qu Fazia Discos

Cinema às segundas, termina o ano, com muita música e a alegria dos nossos alunos que vão terminar o secundário!
A eles o nosso “MUITO OBRIGADO”!

Sinopse
Durante a segunda metade dos anos 80, alguma da música mais venturosa jamais produzida em Portugal foi editada pela Ama Romanta. Este documentário narra a história de resistência cultural de uma editora independente criada pelo músico João Peste, através do seu catálogo e da apresentação de materiais inéditos que testemunham a singular explosão criativa daqueles anos em que esteve activa.

Ama Romanta - Uma Utopia que Fazia Discos | Antena3Docs | Antena 3 - RTP Ama Romanta - Uma Utopia que Fazia Discos Antena 3 - RTP

20/05/2025

30 abr, 2025, 16:52
António Carvalho Quinteto | 21 maio | 19h00

Liceu Camões


Temporada de Concertos Antena 2
21 maio | 19h00
Auditório do Liceu Camões
Entrada gratuita

António Carvalho Quinteto
António Carvalho, bateria e composição;
Bernardo Tinoco, saxofone tenor
Gonçalo Marques, trompete
João Carreiro, guitarra
Francisco Brito, contrabaixo

20/05/2025

AMOR É UM FOGO QUE ARDE SEM SE VER…
De Maria do Céu Guerra e Hélder Mateus da Costa


Auditório Camões
Escola Secundária de Camões
DIA 3 15.00h e 21.00h
RESERVAS AQUI

Teatro Cinearte
DE DIA 7 a 10 21.00h
RESERVAS AQUI


(Reservas limitadas à lotação da sala)




A Barraca associa-se às Festas de Lisboa e celebra a Cidade e a Língua Portuguesa durante o Mês de Junho com a oferta aos lisboetas de 6 Sessões com entrada livre para o seu espectáculo criado propositadamente para as Celebrações do V Centenário do Nascimento de Camões.

Dia 3 às 15.00h e às 21.00h no Auditório Camões na Escola Secundária de Luís de Camões e dias 7, 8, 9 e 10 no Teatro Cinearte sempre às 21.00h.


O ESPECTÁCULO

Criado por Maria do Céu Guerra e Hélder Mateus da Costa com um elenco de 13 actores, Direcção Musical do Maestro António Vitorino d’Almeida e vídeos do aclamado ilustrador André Letria, AMOR É UM FOGO QUE ARDE SEM SE VER tem especial relevância para os alunos do Ensino Secundário e de Literatura Portuguesa uma vez que cobre toda a matéria relativa à Vida e Obra do Poeta. O espectáculo tem sido recebido com êxito e entusiasmo em salas de todo o país.

Opiniões do nosso público:

«Que noite fantástica. Que peça. Que elenco. Que interpretação. Que desempenho. Que discurso da Maria do Céu. Que dia, celebrado à noite, a honrar o Teatro, e a fazer jus a uma arte que precisa que a tutela ajude a sobreviver, mas que mesmo com falta de apoios, torna possível uma noite que ficará gravada na memória, na minha pelo menos, para sempre.
Obrigado a todos.
Viva o Teatro!»
António Pedro Carreira

«Que óptima maneira de ter passado o final do dia mundial do teatro. Peça muito boa, com excelentes desempenhos. Que privilégio, o de poder usufruir de bom Teatro. Parabéns a todos os intervenientes. De pé, os meus aplausos.
Viva o Teatro!!!»
Leontina Lomba

«Nem sei quantas vezes vi esta peça, e vê-la-ia de novo. Muito bem adaptada e representada.»
Maria do Rosário Castro Pinto

«Muito bom!! Que boas gargalhadas
A desejar que volte a ficar em cena »
Célia Rodrigues

No V Centenário do nascimento do poeta, propomos ao público que acompanhe a emocionante jornada de Luís de Camões, entre amores, naufrágios e a criação de Os Lusíadas.
Celebremos juntos a grandeza do nosso Poeta maior num tom divertido que integra história e mito num espetáculo poético que remete para a História, sabendo que entre Poesia e História há um belo mal-entendido.

18/05/2025

CONVITE

17/05/2025

CONVITE

BIBLIOTECA HISTÓRICA
DIA 20 de Maio (terça-feira), 19h

PASSIO - Concerto Pedagógico
Incognitus Ensemble, coro
Margarida Sousa Prates, piano,
António Lourenço Menezes, conceção e direção

Concerto para coro e piano com intervenções de alunos da Escola Secundária de Camões.

Incognitus Ensemble - Coro
Incognitus Ensemble é um agrupamento de formação variável, composto por coro e instrumentistas convidados, que se propõe explorar repertório pouco divulgado. Tem-se apresentado, com assinalável sucesso, em diversos concertos com o projecto A Propósito de Mondonville, onde executa dois motetos deste compositor e algumas peças de compositores franceses seus contemporâneos, em diversos locais do país. Apresentou, também, com grande agrado do público, o concerto Marcos Portugal e Mozart em Diálogo, interpretando os Te Deum de ambos os compositores, em Maio e Setembro de 2021. Na Páscoa de 2022, estreou De Orlando de Lassus aos Nossos Dias, o seu primeiro ciclo de concertos a ca****la, tendo apresentado repertório evocativo daquele compositor. No Natal de 2022, estreou-se na obra Primeira Cantata do Natal, de Fernando Lopes-Graça, que levou às cidades de Vila Franca de Xira e de Lisboa. Na Páscoa de 2023 voltou a criar um ciclo de concertos a ca****la, apresentando o projecto Canções Sacras, um concerto evocativo da obra homónima de Josef Rheinberger. Em Novembro de 2023, estreou o projecto No tempo de Luísa Todi – Nos 270 anos do seu nascimento, evocando peças contemporâneas da mais famosa cantora lírica portuguesa e que foram por ela interpretadas. Apresentou em Março de 2024 o seu mais inovador projecto: Natureza Eterna - Mar, Ninfas, Aves e outros seres… um concerto encenado para coro e instrumentos de corda, em que se interpretam madrigais dos séc. XV e XVI, nomeadamente no tempo em que viveu Josquin Desprez, antecipando a comemoração dos 585 anos do seu nascimento. Em Junho de 2024, a convite do MiMA – Museu internacional da Mulher, apresentou um concerto, transmitido pela Antena 2, onde interpretou repertório apenas composto por mulheres, estreando o seu projecto Da Sombra para a Luz. Em Novembro de 2024, apresentou no Museu do Dinheiro uma versão modificada deste concerto, para coro e contrabaixo.
Mais informações podem ser obtidas visitando www.incognitusensemble.pt

Margarida Sousa Prates, piano
Nasceu em Lisboa, cidade onde vive e trabalha. Após obter a licenciatura em piano na Escola Superior de Música de Lisboa seguiu para Itália para trabalhar com o pianista Fausto Zadra, frequentando durante 5 anos as suas masterclasses na Scuola Internazionale di Pianoforte, em Roma. Mais tarde ingressou na Academia de Música Aquiles Delle Vigne onde teve a oportunidade de estudar com o Mestre Aquiles Delle Vigne e onde obteve o diploma de performance “Diploma de Artista”. Como concertista gosta de tocar a solo, mas também de explorar a música de conjunto, apresentando-se regularmente em concertos de música de câmara, com instrumentistas variados, de cordas e de sopros. Já pisou palcos nacionais e estrangeiros, tendo tocado em Espanha, França, Luxemburgo, Alemanha e Guatemala. Paralelamente à sua atividade concertística, Margarida Prates interessa-se pela área da investigação musicológica, o que a levou a ser convidada pela RDP/Antena2, a realizar programas radiofónicos dedicados a diferentes temas.

António Lourenço Menezes, direção e conceção
Licenciado em Direção Coral e Formação Musical pela Escola Superior de Música de Lisboa, iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música Jaime Chavinha em Minde e terminou o Curso Secundário de Canto na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional na classe da professora Ana Paula Russo, com classificação máxima. Foi um dos laureados do Concurso Internacional de Música “Cidade de Almada” (2020). Como solista de Oratória e Cantata, participou em obras como Magnificat (J. S. Bach), Stabat Mater (G. Pergolesi), Messiah (G. F. Händel), Gloria (A. Vivaldi), entre outras. Como solista de música de cena interpretou: O Principezinho (Jorge Salgueiro), Spirit (Dido and Aeneas, H. Purcell), Giulio Cesare (Giulio Cesare in Egitto, G. F. Händel) e Hänsel (Hänsel und Gretel, E. Humperdinck). É membro do Americantiga Ensemble/Cappella dei Signori, Avres Serva, e Polyphonos Ensemble. Colabora regularmente com ensembles nacionais como o Ensemble São Tomás de Aquino, Avres Serva ou Ensemble MPMP, entre outros. Desenvolve paralelamente atividade como maestro e assistente musical (CD). Produz projetos descentralizados de música erudita e desenvolve atividade no ramo do ensino, produção e composição.

16/05/2025

Comemoração dos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões

15/05/2025

Bom dia ! 😃😃
Para quem nunca viu “ O PAI TIRANO” num ecrã de cinema, aqui vai um CONVITE IMPERDÍVEL!
Dia 19/5, pelas 19h -
no Auditório da Escola secundária de Camões/Liceu Camões com entrada livre.

“O Pai Tirano (1941)”

Realizador: António Lopes Ribeiro

Protagonizado por: Vasco Santana, Francisco Ribeiro e Leonor Maia

Novo cartaz, com ilustração da aluna do 12° F Luíza Nascimento

Quer que o seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Lisbon?

Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Telefone

Endereço


Praça José Fontana
Lisbon
1050-129LISBOA