21/08/2026
O que a nossa cultura profunda, desde as suas raízes pré-históricas até à actualidade, com o seu sentido de conexão com o fundo divino de todas as coisas, a ancestralidade e a terra viva, tem a dizer aos humanos alienados e zombies que somos, perdidos em narcisismo, ecrãs e distracções tecnológicas? O que significam o nosso fundo atlante e o megalitismo, os antigos nomes deste território - Oestrímnia e Ophyussa, a Terra das Serpentes, bem como Lusitânia e Portugal - , o cristianismo alternativo do galaico-lusitano Prisciliano, as mouras encantadas em forma de serpentes e os seus tesouros, as viagens visionárias a ilhas paradisíacas, a demanda do Santo Graal, o Império do Espírito Santo e o Quinto Império? Que mensagem há em tudo isto que nos pode ajudar a não sermos “cadáveres adiados que procriam”, como escreveu Fernando Pessoa, mas a viver de forma mais plena, desperta e liberta, para nosso bem e de todos os seres? Se quiseres saber mais sobre o meu curso on-line “Ilha dos Amores. Uma viagem filosófico-meditativa pelos grandes arquétipos mítico-simbólicos da cultura portuguesa”, escreve para [email protected]