Alkantara

Alkantara Alkantara é uma associação cultural sem fins lucrativos.

Os projetos que desenvolvemos têm como ponto de partida práticas nas artes performativas, que se cruzam com outras áreas artísticas e de conhecimento.

Três artistas. Três territórios. Um palco.Em Shikama, a coreógrafa Dorothée Munyaneza convida a bailarina e investigador...
03/09/2026

Três artistas. Três territórios. Um palco.

Em Shikama, a coreógrafa Dorothée Munyaneza convida a bailarina e investigadora cultural Inés Sybille Vooduness e o artista interdisciplinar e compositor Matthew Jamal para uma criação inédita, concebida especificamente para o Estúdio do CAM.

Em conjunto, constroem uma peça a partir da improvisação, cruzando música, som e movimento e questionando como podemos criar raízes no meio da tempestade.

A apresentação de Shikama acontece no âmbito do Prémio Salavisa European Dance Award (SEDA), distinção atribuída a Dorothée Munyaneza e Idio Chichava em 2024.

Em estreia absoluta ~ World premiere 🪾

Shikama
| 14 Nov | 19h
| 15 Nov | 17h
| 16 Nov | 19h
| CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian — Estúdio
| bilhetes à venda ~ link bio ~ tickets on sale
Fundação Calouste Gulbenkian

In Shikama, choreographer Dorothée Munyaneza invites Inés Sybille Vooduness, dancer and cultural researcher, and Matthew Jamal, interdisciplinary artist and composer, to create an original show, created specifically for the CAM Studio

Together, they build a piece through improvisation, bringing music, sound and movement into dialogue and asking how we can take root despite the storm.

Shikama is featured within the Salavisa European Dance Award, awarded to Dorothée Munyaneza and Idio Chichava in 2024.

Uma carta de amor às ancestrais. Na nova criação de Cleo Diára, Please, Love Me!, seguimos a história de Kiló, uma canto...
27/08/2026

Uma carta de amor às ancestrais.

Na nova criação de Cleo Diára, Please, Love Me!, seguimos a história de Kiló, uma cantora pop aclamada pelo público, mas ignorada pela crítica, que decide documentar a sua história enquanto se prepara para celebrar dez anos de carreira.

Assombrada por uma entidade enigmática, Klió convence-se de que só poderá libertar-se da dor que permeia a sua existência se oferecer algo aos deuses. Até onde irá para quebrar o ciclo de violência?

Please, Love Me!
| 27 Nov | 19h30
| 28 Nov | 16h
| 29 Nov | 19h30
| Teatro do Bairro Alto
| bilhetes à venda ~ link bio ~ tickets on sale


📷 Carolina Maya

A love letter to the ancestors.

Cleo Diára’s new creation, Please, Love Me!, tells the story of Klió, a pop singer acclaimed by audiences but ignored by critics, who decides to document her own story as she prepares to celebrate ten years of her career.

Haunted by an enigmatic entity, Klió becomes convinced that the only way to free herself from the pain that permeates her existence is to make an offering to the gods. How far will she go to break the cycle of violence?

Utopia ou Distopia? Mali Futuro Live é um espetáculo de ficção científica que conduz o público por um futuro entre a uto...
24/08/2026

Utopia ou Distopia?

Mali Futuro Live é um espetáculo de ficção científica que conduz o público por um futuro entre a utopia e a distopia, onde África e Europa se refletem mutuamente.

Num mundo em que as temperaturas sobem e a política se torna cada vez mais polarizada, onde a capacidade de adaptação e a solidariedade serão essenciais, quem são os especialistas?

Mali Futuro Live
[Mali Futur Live]
| 21, 22 Nov | 17h
| Culturgest — Auditório Rui Emílio Vilar
| bilhetes à venda ~ link bio ~ tickets on sale


📷 Claudia Ndebele

Mali Futur Live is a science fiction project that takes the audience on a journey into a future caught between utopia and dystopia, where Africa and Europe reflect one another.

In a world where temperatures are rising and politics are becoming ever more divided, in which adaptability and solidarity will be vital assets, who are the experts?

Nascido em Beirute, o coreógrafo e bailarino Ali Chahrour tem vindo a criar uma linguagem de movimento livre de códigos ...
21/08/2026

Nascido em Beirute, o coreógrafo e bailarino Ali Chahrour tem vindo a criar uma linguagem de movimento livre de códigos e modelos ocidentais, refletindo a sua cultura e o contexto político, social e religioso em que vive.

No Alkantara Festival, apresenta Quando Vi o Mar – um espetáculo que nos aproxima das vidas de trabalhadoras domésticas migrantes no Líbano, há muito sujeitas a um sistema laboral repressivo, hoje expostas a uma vulnerabilidade ainda maior devido à guerra.

Quando Vi o Mar
[When I Saw The Sea]
| 27 Nov | 21h
| 28 Nov | 19h
| Teatro Nacional D. Maria II
| bilhetes disponíveis em breve ~ tickets soon


[Citações retiradas de uma entrevista conduzida por Moïra Dalant em janeiro de 2025. Quotes from an interview conducted by Moïra Dalant in January 2025.]

📷 Lea Skayem, Christophe Raynaud De Lage

Born in Beirut, the choreographer and dancer Ali Chahrour invents a gesture freed from Western codes and models, which acts as a reflection of his culture and the political, social and religious context in which he evolves.

At Alkantara Festival, Ali Chahrour presents When I Saw The Sea, turning his attention to the lives of migrant domestic workers in Lebanon – long subjected to a repressive labour system, now made even more vulnerable by the ongoing war.

Jaha Koo é criador de teatro/performance, compositor e artista de vídeo sul-coreano.Através da música, do vídeo, do text...
18/08/2026

Jaha Koo é criador de teatro/performance, compositor e artista de vídeo sul-coreano.

Através da música, do vídeo, do texto e de objetos robóticos, explora novas possibilidades para a performance contemporânea enquanto aborda questões sobre colonialismo, identidade cultural, migração e a relação entre tecnologia e humanidade.

No presente ano, 2026, Jaha Koo fez história ao tornar-se o mais jovem e o primeiro artista asiático a receber o prestigiado International Ibsen Award.

No Alkantara Festival, apresenta Haribo Kimchi, uma performance que explora o hibridismo cultural e a pertença através da comida e da experiência diaspórica.

Haribo Kimchi
| 13 Nov | 19h30
| 14 Nov | 16h
| 15 Nov | 19h30
| Teatro do Bairro Alto
| bilhetes à venda ~ link bio ~ tickets on sale


📷 Bea Borgers

Jaha Koo is a South Korean theatre/performance maker, composer and video artist.

Through music, video, text and robotic objects, he explores new possibilities for contemporary performance while addressing questions surrounding the legacy of colonialism, cultural identity, migration, and the relationship between technology and humanity.

This year, 2026, Jaha Koo made history as the youngest and first Asian recipient of the prestigious International Ibsen Award.

At Alkantara Festival, he presents Haribo Kimchi, a performance that explores cultural hybridity and belonging through food and diasporic experience.

11/08/2026

Em Quando Vi o Mar, Ali Chahrour traz ao palco as vidas de trabalhadoras domésticas migrantes no Líbano, marcadas pelo exílio, pela exploração e pela guerra.

Entre dança, canto e palavra, Zena Moussa, Tenei Ahmad e Rania Jamal contam as suas histórias acompanhadas pela música ao vivo de Lynn Adib e Abed Kobeissy.

Quando Vi o Mar é uma canção de embalar estilhaçada que devolve poder aos corpos e transforma a memória num ato de resistência.

Quando Vi o Mar
[When I Saw The Sea]
| 27 Nov | 21h
| 28 Nov | 19h
| Teatro Nacional D. Maria II
| bilhetes disponíveis em breve ~ tickets soon


In When I Saw the Sea, Ali Chahrour presents a performance honouring the struggles and resilience of migrant domestic workers in Lebanon, whose lives are shaped by exile, exploitation and war.

Through dance, song and spoken word, Zena Moussa, Tenei Ahmad and Rania Jamal tell their stories, accompanied by the live music of Lynn Adib and Abed Kobeissy.

When I Saw the Sea is a fractured lullaby that returns power to the body and transforms memory into an act of resistance.

28/07/2026

E se o futuro já existisse noutro lugar? 

Em Mali Futuro Live, um músico em palco acompanha, ao vivo, uma transmissão em direto da capital do Mali. Duas pessoas percorrem as ruas de Bamako e apresentam a cidade como um retrato do futuro, cruzando-se com habitantes, especialistas e espaços do quotidiano para refletir sobre as alterações climáticas, as mudanças políticas e novas formas de viver em comunidade.

Entre documentário, ficção e performance, o espetáculo convida-nos a olhar o amanhã a partir de uma perspetiva diferente, questionando a ideia de que o futuro se pensa apenas a partir do Ocidente.

Mali Futuro Live
| 21, 22 Nov | 17h
| Culturgest — Auditório Rui Emílio Vilar
| bilhetes à venda ~ link bio ~ tickets on sale


In Mali Futur Live, a musician performs on stage alongside a live broadcast from Mali’s capital. We follow two people roaming the streets of Bamako, presenting the city as a portrait of the future. Meeting locals and experts along the way, they reflect on climate change, political shifts and new ways of community living.

Blending documentary, fiction and performance, the piece invites us to look towards tomorrow from a different perspective, challenging the idea that the future can only be imagined from a Western point of view.

Portas Abertas: Maria Mercedes Flores Mujica no Espaço Alkantara ❤️‍🔥Meche está em residência no Espaço Alkantara a dese...
22/07/2026

Portas Abertas: Maria Mercedes Flores Mujica no Espaço Alkantara ❤️‍🔥

Meche está em residência no Espaço Alkantara a desenvolver a investigação artística Cartografías Corposonoras, acompanhando-se por Inés Sybille Vooduness e Gio Lourenço. Dia 23 de julho (quinta-feira) abrem as portas do estúdio ao público para um momento de convívio e partilha.

Uma viagem transatlântica através do ritmo, do som e da ressonância viva dos corpos e memórias (afro)diaspóricos.

Cartografías Corposonoras
~ 23.07 — 19h00
~ Espaço Alkantara

Open Doors with Maria Mercedes Flores Mujica at Espaço Alkantara ❤️‍🔥

Meche is in residency at Espaço Alkantara developing the artistic research Cartografías Corposonoras, joined by Inés Sybille Vooduness and Gio Lourenço. On Thursday, July 23rd, they’re opening the studio doors to the public for a moment of gathering and sharing.

A transatlantic journey through rhythm, sound, and the living resonance of (Afro)diasporic bodies and memories.

20/07/2026

Dzudza é uma peça de dança para 12 intérpretes que nasce do ruído, dos mercados, das deslocações e dos corpos que insistem em levantar-se juntos.

Inspirada na atmosfera do Mercado de Xiquelene, nos arredores de Maputo, o grupo de intérpretes constrói imagens em constante transformação, entre a tensão, o apoio e a celebração através de uma fisicalidade intensa, passos rítmicos, movimentos coletivos e vozes cantadas.

A apresentação de Dzudza, integrada no Alkantara Festival 2026, acontece no âmbito do Prémio Salavisa European Dance Award (SEDA), distinção atribuída a Idio Chichava em 2024, juntamente com Dorothée Munyaneza. Depois da apresentação do espetáculo decorrerá a cerimónia de entrega do prémio SEDA 2026.

Dzudza
| 17 Nov | 21h
| Fundação Calouste Gulbenkian — Grande Auditório
| bilhetes à venda ~ link bio ~ tickets on sale


📹 Ivan Barros

Dzudza is a dance piece for 12 performers, born from the sounds of markets, movement and bodies that insist on rising together.

Inspired by the atmosphere of Xiquelene Market on the outskirts of Maputo, the performers create ever-shifting images of tension, solidarity and celebration through intense physicality, rhythmic footwork, collective movement and song.

Presented as part of Alkantara Festival 2026, Dzudza is featured within the Salavisa European Dance Award (SEDA), awarded to Idio Chichava and Dorothée Munyaneza in 2024. The performance will be followed by the 2026 SEDA award ceremony.

Escritora, encenadora e performer brasileira, Carolina Bianchi é uma das vozes mais radicais e singulares das artes perf...
15/07/2026

Escritora, encenadora e performer brasileira, Carolina Bianchi é uma das vozes mais radicais e singulares das artes performativas contemporâneas, reconhecida em 2025 com o Leão de Prata da Biennale di Danza di Venezia.

Tendo a escrita no centro da sua prática artística, combina longos monólogos pessoais com descrições poéticas e faz dialogar a sua voz com a de escritores que atravessam o seu universo criativo, numa pesquisa sobre a violência, a solidão, o medo, a sexualidade e os limites da própria arte.

Desde 2015, dirige o coletivo Cara de Cavalo, fundado em São Paulo com um núcleo de pessoas das áreas do teatro, da dança, da música e do vídeo, com quem desenvolveu uma linguagem artística muito própria.

No Alkantara Festival, apresentam Trilogia Cadela Força – Capítulo II: The Brotherhood.

Trilogia Cadela Força – Capítulo II: The Brotherhood
| 26, 27 Nov | 19h
| 28 Nov | 17h
| Culturgest — Auditório Rui Emílio Vilar
| bilhetes à venda ~ tickets on sale
Culturgest - Fundação CGD

📷 Eva Roefs

Brazilian writer, theatre director and performer Carolina Bianchi is one of the most distinctive voices in contemporary performance, recognised with the Silver Lion at the 2025 Biennale Danza di Venezia.

With writing at the heart of her artistic practice, she combines personal monologues with poetic texts to explore violence, loneliness, fear, sexuality and the limits of art itself. Since 2015, she has led the São Paulo-based collective Cara de Cavalo, developing a distinctive artistic language in collaboration with artists working across theatre, dance, music and video.

Endereço

Calçada Marquês De Abrantes 99
Lisbon
1200-718

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