Gláucia Figueiredo

Gláucia Figueiredo

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❤ Sou Doutora em Educação, Doula, Educadora Parental e Nutricional. Trabalho com atendimentos presenciais e online. Consultorias Pedagógicas. Psicopedagogia.

Filosofia da educação. Consultora de amamentação e Slings (Carregadores de bebês). Técnica em perfuração de orelhas de bebês e crianças.

Photos from Gláucia Figueiredo's post 31/05/2026

Hoje dia 31 de maio de 2026, último dia deste mês, me senti impelida a registrar a revolução e transformação interna que o encontro com a cidade de Maringá ocasionou em meu ser/estar neste mundo. Ao Chegar no aeroporto senti um clima super agradável, nem quente e nem frio, uma brisa gostosa, um ventinho morno na cara que marcou uma sensação de estar envolta por um abraço. Tive que ficar um tempo em uma padaria da cidade até meu ap ficar pronto para minha entrada e fui recebida pelos funcionários de modo caloroso e gentil. Me senti à vontade. Relaxei. Daí em diante somente encontros únicos e potentes!! Desde o momento em que coloquei os pés na UEM, passando por encontrar meu lugar para treinar minha filosofia prática de vida - o Muay Thai, num espaço super especial ao lado de treinadores que viraram amigos até abraçar a minha querida amiga e terapeuta .barreto.37 que já me acompanha há anos…; tudo em Maringá foi pura magia em sincronicidade transversal infinda... Quando cheguei na Faculdade e conheci e estabelecemos uma amizade gostosa senti que realmente Maringá seria meu lugar neste mundo. E qual foi a cereja deste lindo bolo? Meu pai, agrônomo, defensor das árvores, um militante da educação ambiental me contando que Maringá é a cidade modelo de arborização urbana no Brasil e eu confirmando isso com meu corpo nas ruas… Em cada canto da cidade meu pulmão agradecia e meus olhos se fartavam de verde… uma lindeza sem fim! Emoções singulares foram ativadas e permanecem latentes até agora. Espero voltar em breve para sentir esta MARINGÁ EM MIM… a cidade que possibilitou o maior reencontro de amor comigo mesma! Eu novamente no meu rumo e experienciando a minha vocação profissional: ser PROFESSORA-PEDAGOGA-PESQUISADORA!

Photos from Gláucia Figueiredo's post 29/05/2026

A minha viagem para João Pessoa foi muito importante e fundamentalmente especial. A temporada que passei por lá ativou um tipo de escrita musicalizada…
Tudo é vibração nesta terra! Se respira forró, é música política e uma política musical. Comecei a escrever um texto para apresentar no XIV Colóquio Internacional Michel Foucault em Salvador na Bahia e eu sabia que a inspiração final deste texto seria potencializada pela minha estadia em JP. Ao pensar no processo de auto-formação continuada das “professoras-pedagogas-pesquisadoras” brasileiras a partir de dois conceitos articulados: “Escrita de si” (Michel Foucault) e “Escrevivência” (Conceição Evaristo) me dei conta que desenvolver esta “técnica de si” tomando como ponto de partida uma espécie de encontro disparado e vibracionado por vieses musicais é composição contra-sub-metodológica potente. Terei que continuar acompanhando atentamente este problema que hoje vem tomando outras forças. Agradeço o afeto com que fui recebida nesta terra “intensivamente musical”, terra linda que propiciou o aguçamento de outros sentidos na/da/para esta escrevivência experienciativa! 💛📚🎶☀️

Photos from Gláucia Figueiredo's post 14/05/2026

Quando entrei na cidade de Salamanca no feriado da Páscoa deste 2026 fui tomada pela lembrança de meu tempo como estudante do curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal Fluminense (UFF) - Rio de Janeiro/Brasil. Por qual motivo? Porque uma das professoras mais marcantes daquele período, Maria Teresa Esteban, autora de um livro importantíssimo no campo da “Avaliação Educacional” no Brasil - (O que sabe quem erra?), havia realizado parte de sua pesquisa doutoral na Universidade de Salamanca. O passeio todo me lembrava de suas aulas e de sua paixão por descobrir outros modos de encare e experienciação dos atos avaliativos. Teresa me marcou como estudante. Estar em Salamanca me fez pensar nela e em como eu estava grata por saber que parte da mística daquele lugar foi responsável pelas grandes aulas que tive! A música ao fundo é do “Coro da Universidade de Salamanca”

Photos from Gláucia Figueiredo's post 08/05/2026

Estudei em Rouen no ano de 2008. Fiz parte do meu doutorado no Laboratório CIVIIC - Université de Rouen Normandie. Neste espaço fiz algumas amizades que perduram até hoje. Em outubro daquele ano minhas amigas e eu fizemos uma viagem para Barcelona juntas e combinamos que sempre que possível nos reencontraríamos lá. Quando fui morar em Lisboa em 2022 a primeira viagem que fiz sozinha novamente foi para Barcelona para reencontrar Emilie e Elena após 15 de ausência física. Nosso reencontro foi emocionante. Meu francês meio enferrujado não fez diferença alguma porque o nosso corpo e afeto falavam… Neste ano de 2026 voltamos a nos reencontrar no lugar onde nos conhecemos. Emilie e eu pudemos ver nossas filhas criando cumplicidades únicas. Foi uma emoção brutal. Combinamos de repetir esses encontros pela vida afora… Que alegria poder nutrir este sentimento tão genuíno de carinho e admiração. Voltaremos em breve a retomar nosso texto sobre “Diferença e a Reggio Emilia” - a primeira publicação juntas acontecerá e espero que seja a primeira de muitas! 💜Revista do laboratório- https://journals.openedition.org/pensereduc/ CIVIIC - https://shs-app.univ-rouen.fr/civiic/index.php?id=51

Photos from Gláucia Figueiredo's post 22/04/2026

Em 2014 publiquei um texto sobre o filme “Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain (no Brasil, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain e em Portugal, O Fabuloso Destino de Amélie) dirigido por Jean-Pierre Jeunet. Na ocasião, três conceitos foram desenvolvidos a partir da força cênica em questão: experiência, acontecimento e aprendizagem, que se transforma em meu texto em “Aprendizar”. Tais conceitos têm direta relação com texturas, matizes e limiares… Algumas das vivências desta viagem repetem diferencialmente o que havia provado em estado de solidão povoada em 2008 e agora em 2026 re-conhecendo novas sensações ao lado dos meus afetos.

Photos from Gláucia Figueiredo's post 17/04/2026

Na época que fiz meu doutorado sandwich em Rouen/França, meu orientador Jean Houssaye afirmou: “A juventude se forja em suas viagens”. Nunca mais me esqueci desta frase porque na ocasião estávamos viajando por algumas cidades da Suíça a trabalho e era a primeira vez, que aos 28 anos, eu conhecia neve. Durante meu período de estudos aqui na Europa consegui viajar por alguns países e entendia para além da consciência, mas com o corpo o que ele queria dizer. Por esta razão, esta viagem com as meninas foi muito especial e importante para elas e para mim… vê-las passar pelos mesmos lugares que passei naquele tempo é algo muito potente. Aprender em movimento com toda nossa sensório-motricidade ativada. Olhar o suposta “mesmidade” sendo TOTALMENTE “Outra” ao lado delas. ❤️

Photos from Gláucia Figueiredo's post 10/04/2026

Quantas viagens intensivas (viajar sem sair do lugar) existem em uma viagem extensiva (viagem que se dá em deslocamento no espaço)? INFINITAS… Nesta primeira etapa de post da viagem em extensão (Portugal/Espanha/França) muitas emoções foram vividas… Comemorar os 12 da Emi, Reencontrar lugares em que vivi em Paris e Rouen, meus amigos e amigas daquela época, experienciar o “sonho infantil da Disney”, entrar em livrarias e museus, comer novas comidas, saborear receitas novas, sentir um frio distinto no corpo e um vento longo no rosto, mas acima de tudo, ativar no meu corpo a capacidade de me alegrar com os detalhes que habitam a experiência de viajar estando parada, minhas memórias todas tão vivas daqueles momentos tão felizes de uma juventude que extensiva ao meu momento atual vital me permite sentir e ver os “supostos mesmos” com outro corpo e outras miradas! Que lindo é saber/viver isso que defendeu Deleuze por toda sua vida: “Toda repetição como uma diferença pura”! ❤️

Photos from Gláucia Figueiredo's post 12/03/2026

RE-existir tem sido uma expressão muito utilizada nos campos da Filosofia, Politica, Educação etc. Não me interessa aqui explicar do que se trata, mas dizer qual a potência que esta ideia tem para mim no dia de hoje. Re-existir é recomeçar pelo meio. Estou recomeçando no “entre”. Passei em um concurso público para uma Universidade brasileira em 2010, me exonerei duas vezes para vivenciar a carreira fora do Brasil. A decisão de defender a Pedagogia e seus profissionais só fazia sentido para mim se eu estivesse atuando no meu país. Brasil, o único país da America Latina a ter este desenho de ofício, portanto, falar em Pedagogia e Pedagogas no Brasil é distinto da utilização dos mesmos termos fora de nosso território. Após duas maternagens intensivas (cuidado conectivo para além do assistencial) que duraram 10 anos, retomo minha carreira no meu país a duras penas… O ATO DE PUBLICAR COM QUALIDADE VIROU FERRAMENTA DE RE-existência ao quantitativismo academicista contemporâneo. Publico sobre um problema que acompanho há mais de 20 anos. Escrevo para existir de modo distinto, minhas palavras são expressões daquilo que me motiva todos os dias quando acordo: “defender as professoras-pedagogas-pesquisadoras de sua própria prática nas escolas públicas brasileiras”. Portanto, ainda há muito trabalho pela frente! ÚLTIMAS PUBLICAÇÕES DISPONÍVEIS NOS LINKS A SEGUIR: https://editora.fe.unicamp.br/index.php/fe/catalog/view/anais-x-paideia/anais-x-paideia/1147 e https://institutoquerosaber.org/editora232

Photos from Gláucia Figueiredo's post 10/03/2026

MARCHA 8M nas ruas de Lisboa em 2026. Fiz parte deste AGENCIAMENTO COLETIVO DE ENUNCIAÇÃO e o que me emocionou sobremaneira foi carregar no colo minha filha Malú que com seus 6 anos tocando seu mini ganzá lança a seguinte pergunta: “mãe por que temos que marchar pelas mulheres?” Ao ensaiar uma resposta sobre equidade e vida justa ela arremata: “mas quantas pessoas existem no mundo?” eu respondo: “muitas não é?” e ela: “sim e nenhuma delas existiria sem uma mulher” e começa a chorar… chorei com ela… chorei por perceber que estou fazendo bem um trabalho afetivo, vincular e filosófico que me propus quando fui mãe pela primeira vez há 11 anos… O mais interessante é que enquanto ela questionava eram várias respostas coletivas para aquele pequeno corpinho indignado, não foi e ???? Agradecimentos infinitos a todas minhas parceiras, irmãs e amigas que constroem ao meu lado a luta pelo CUIDADO CONECTIVO COLETIVO! AMOR SEMPRE! Porque como já se sabe - “ Para parir uma criança basta um corpo feminino, mas para cuidar toda uma COMUNIDADE”! É disso que se trata um agenciamento! Um agenciar! Vitalismo Puro! 🧡💜

Photos from Gláucia Figueiredo's post 12/01/2026
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