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Cativar na Escola
O Cativar foi pensado e orienta-se no sentido de contribuir para um bem-estar generalizado na Escola.
Uma página de partilhas de ideias, reflexões de educação e de vida sobre o desenvolvimento das competências socioemocionais ...educação emocional e respetivas práticas pedagógicas para os diversos níveis de ensino...inteligência emocional...e histórias de vida que cativam o nosso pensamento. O projeto Cativar foi pensado e orientado, sobretudo, para os alunos; mas, também, para os professores e pa
31/07/2026
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Incluir atividades de escrita no ensino incentiva a aprendizagem Incentivar os alunos a escrever com regularidade na sala de aula não é apenas uma forma de ajudar a aprender: ensinar a escrever faz com que os jovens comuniquem bem.
31/07/2026
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Novo ensaio Descubra aqui
31/07/2026
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Agarrados à Net
Cristiane Miranda
Tito de Morais
31/07/2026
Educar é um exercício diário de paciência e renovação. Que consigamos ser sempre lugar de acolhimento para os nossos alunos.
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Cativar na Escola
Já muito foi dito e escrito sobre a polémica que envolve a Joana Marques e a Mafalda Matos.
As opiniões dividem-se entre os que defendem a humorista e os que estão do lado da atriz.
Não me parece que o mais importante seja decidir quem tem razão ou quem está errado.
Mas esta situação traz-nos uma reflexão que vale a pena levar para lá das redes sociais.
Quais são os limites do humor? E da liberdade de expressão?
O humor é uma das mais belas expressões da liberdade. Faz-nos pensar, rir, aproxima pessoas e, muitas vezes, ajuda-nos a olhar para a realidade de uma forma diferente e mais leve.
Mas a liberdade, quando perde a empatia e se confunde com a falta de respeito, corre o risco de deixar de construir para começar a ferir.
A liberdade de expressão implica responsabilidade. O humor também.
No fim de contas, a liberdade e a empatia não são adversárias. Quando caminham juntas, tornam-nos mais humanos. Quando se separam, todos perdemos um pouco.
E talvez seja precisamente a forma como usamos a nossa liberdade que revele quem realmente somos.
31/07/2026
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A decisão de alargar a proibição do uso de telemóveis nas escolas até ao 9.º ano não é só uma medida sobre tecnologia. É, acima de tudo, uma decisão sobre a infância, adolescência e relações humanas.
Habituámo-nos a ver os telemóveis como uma extensão inevitável da vida dos nossos filhos. Mas chegou o momento de fazermos uma pergunta importante: o que é que eles deixam de viver quando passam horas de olhos presos a um ecrã?
A escola não existe apenas para ensinar Matemática ou Português. Existe para ensinar a viver em comunidade.
É no recreio que se aprendem competências que nenhum telemóvel consegue desenvolver: negociar um conflito, lidar com a frustração, criar amizades, brincar, rir, perder, ganhar, esperar pela vez.
Quando o recreio é substituído pelo scroll infinito, perde-se muito mais do que tempo. Perde-se infância.
É natural que esta medida gere debate. Haverá quem a considere excessiva e quem defenda que a responsabilidade pertence apenas às famílias. Mas a verdade é que educar nunca foi uma missão exclusiva da escola nem exclusiva dos pais. Quando ambos caminham na mesma direção, quem ganha são as crianças.
Normalmente não sou adepto do proibir. Prefiro educar para uma decisão responsável. Sei que proibir o telemóvel não resolve, por si só, todos os problemas. Não substitui o diálogo em casa, não ensina literacia digital nem elimina os desafios das redes sociais.
Mas pode devolver aos alunos algo que se estava a tornar cada vez mais raro: tempo para olhar nos olhos, conversar, brincar e simplesmente... estar presente.
O verdadeiro desafio não é afastar os jovens dos telemóveis por umas horas. É lembrarmo-nos, enquanto adultos, de que o exemplo começa em nós.
Porque as crianças não precisam apenas de menos ecrãs. Precisam de mais presença.
E tu, o que achas sobre este tema?
24/06/2026
Um desafio: Em 2/3 minutos façam uma leitura reflexiva. Pode ser que vos seja útil.
Quando as máquinas respondem, quem aprende a julgar? - Reflexão a partir do ensaio de António Teodoro, publicado na revista Visão (18 de junho de 2026) Vivemos um tempo em que a Inteligência Artificial responde em segundos a perguntas que, há poucos anos, exigiam longas pesquisas, leituras demoradas e reflexão. A velocidade impressiona. Contudo, c...
As histórias que contamos e os caminhos que escolhemos hoje definem o amanhã de quem nos rodeia. No novo artigo do blog, abro o coração e partilho uma reflexão sobre a minha “metamorfose” 2025/2026.. É um convite a olhar para a educação e para o futuro com mais intencionalidade, empatia e conexão.
Quer ler o texto completo?
https://cativarnaescola.pt/.../o-que-eu-aprendi-a-ser.../… Ver mais
12/05/2026
, filósofo e docente com mais de 40 anos de experiência, deixou uma reflexão que hoje atinge diretamente a educação moderna: um professor não pode transformar cada aula num espetáculo para manter os alunos atentos. Savater reconhece que tentou não aborrecer, mas também adverte que existem temas complexos que exigem esforço, concentração e reflexão profunda. Numa época em que muitos estudantes procuram estímulos imediatos e em que os ecrãs competem com os livros, as suas palavras reabrem um debate urgente sobre o verdadeiro sentido do ensino. Defendeu também falar com as crianças com honestidade, formar jovens capazes de tolerar a frustração e recuperar o valor do pensamento crítico nas salas de aula. A educação atual está a formar estudantes que pensam ou apenas alunos que precisam de se entreter o tempo todo?"
Retirado do mural de Daniel Alves 🌱🌻🦋🦉
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