Prof. Rafael Ildefonso

Como chegar Website Contactar a escola/colégio

Prof. Rafael Ildefonso Mestre em Ciências do Esporte pela UFMG
📊 Performance e Análise de Dados
Organizo dados para otimizar tempo e decisões. Licença A -

08/10/2026

No fim do curso, o que f**a é um sistema funcionando.

Coleta diária, base única de atletas e cargas, painéis, relatórios para a comissão e um plano para implantar no clube — seu ou o próximo.

Clube com estrutura ou sem: o sistema funciona nos dois.

O que o seu departamento ainda faz em planilha solta?

👇 Salva para rever e compartilha com a sua comissão. Detalhes do curso no link da bio.

FutebolProfissional Monitoramento PowerBI SportsScience

07/10/2026

O analista de desempenho ganhou espaço lendo o jogo. Acredito que o próximo a crescer no futebol é o analista de dados.

Não é quem faz o gráfico — é quem garante que o dado certo chega à pessoa certa a tempo de mudar uma decisão.

E é a porta de entrada para quem quer chegar à coordenação de performance.

No seu clube, quem decide com os dados que são coletados?

👇 Segue, salva e manda para quem trabalha com dados no futebol. O curso Analista de Dados de Performance no Futebol está no link da bio.

FutebolProfissional Monitoramento AltoRendimento SportsScience

Há três semanas eu venho perguntando a mesma coisa aqui: qual foi a última decisão que mudou no seu clube por causa de u...
15/09/2026

Há três semanas eu venho perguntando a mesma coisa aqui: qual foi a última decisão que mudou no seu clube por causa de um dado que vocês coletam?

A resposta mais comum foi silêncio. E foi isso que me fez m***ar o que abro hoje.

Do Dado à Decisão é uma mentoria de 4 semanas, ao vivo, num grupo pequeno. O objetivo não é te dar mais teoria — é você sair com a sua semana de treino monitorada de ponta a ponta, sabendo o que olhar na segunda de manhã e o que fazer com aquilo.

Encontro 1: escolher o que medir no seu contexto real, não no contexto de clube europeu. Encontro 2: m***ar a planilha ao vivo, com os seus dados. Encontro 3: a rotina de leitura de 15 minutos por dia. Encontro 4: como levar isso pro treinador sem ser ignorado.

Se você tem GPS, ótimo. Se não tem, funciona igual — metade do conteúdo existe justamente por causa disso.

É a turma de fundação, e eu decidi começar pequeno de verdade: 4 vagas. Ao vivo, olhando o caso de cada um, não dá pra fazer isso bem com uma sala cheia.

Por ser a primeira, o preço é o menor que essa mentoria vai ter: R$ 597. A turma 2, em setembro, sai por R$ 797. Não é escassez de marketing — é que a partir da segunda turma eu já vou ter o material testado.

Pra referência: uma sessão individual comigo custa R$ 299,90. Duas já passam do valor da mentoria inteira.

Se isso é o seu dia a dia, me manda MENTORIA no direct. Eu te explico tudo e — falo sério — se não fizer sentido pro seu momento, eu mesmo te digo.

📩 MENTORIA no direct.

A primeira coisa que eu olho em um plano de semana não é o exercício. É a distância de cada dia até o jogo. Sem isso, qu...
15/09/2026

A primeira coisa que eu olho em um plano de semana não é o exercício. É a distância de cada dia até o jogo. Sem isso, qualquer sessão bem escrita continua sendo palpite com cara de método.

É uma mudança pequena de linguagem que muda a semana inteira. Quando o dia deixa de se chamar "terça" e passa a se chamar MD-3, ele ganha uma função. E função é o que permite decidir o que entra e o que f**a de fora.

O teste é simples e desconfortável: pegue o plano da sua última semana e escreva MD ao lado de cada dia. Se dois dias seguidos tiverem a mesma função, um deles está a mais — e provavelmente é o que está comendo o pico do outro.

A discussão entre periodização tática e clássica costuma ocupar mais tempo do que merece. Quase toda comissão técnica trabalha em um ponto intermediário entre as duas. O problema raramente é a escola escolhida: é não saber em que ponto você está.

Você conta os dias da sua semana pelo calendário ou pelo jogo?

Comente GUIA e eu envio o guia das 10 métricas de performance essenciais no futebol.

Volume alto não é o problema. Volume que apareceu do nada é.É uma distinção pequena no papel e enorme no campo. Ela muda...
15/09/2026

Volume alto não é o problema. Volume que apareceu do nada é.
É uma distinção pequena no papel e enorme no campo. Ela muda o que você olha na segunda-feira quando m***a a semana.
A conta que traduz isso tem nome: razão carga aguda:crônica. Você pega a carga desta semana e divide pela média das quatro últimas. O de cima é o estímulo de agora. O de baixo é a base que o corpo dele construiu. Resultado perto de 1 signif**a que a semana está no tamanho do atleta. Muito acima disso signif**a que você acelerou mais rápido do que ele conseguiu se adaptar.
E os picos são previsíveis. Começo de pré-temporada, retorno de lesão, retorno de férias, sequência de jogo em pouco tempo, troca de comissão. É sempre nos mesmos lugares — o que signif**a que dá pra planejar antes, não explicar depois.
Agora a parte que quase ninguém coloca no post: o ACWR é um alerta, não um diagnóstico. Ele individualiza pouco, ignora o tipo de carga e vem sofrendo crítica metodológica pesada desde 2019. Impellizzeri e colaboradores mostraram, no Journal of Athletic Training em 2020, que parte das associações relatadas entre a razão e a lesão pode ser artefato estatístico.
Isso não invalida a leitura. Invalida usar o número sozinho pra decidir.
Eu uso o ACWR como gatilho de conversa: quando ele sobe demais, eu vou olhar o wellness, a PSE e o jogador. A decisão é minha e da comissão — o número só me disse onde olhar primeiro.
Você calcula a carga crônica dos seus atletas hoje, ou só a da semana?

📩 Comente ACWR que eu te envio o guia com as 10 métricas de performance essenciais no futebol.

"Aqui não dá pra monitorar, a gente não tem GPS."É a frase que eu mais escuto. E é a que mais atrapalha, porque ela ence...
15/09/2026

"Aqui não dá pra monitorar, a gente não tem GPS."
É a frase que eu mais escuto. E é a que mais atrapalha, porque ela encerra a conversa antes de ela começar.
O GPS mede carga externa: metros, sprints, acelerações. Ele te diz o que o atleta fez. Não te diz o que aquilo custou a ele.
Pega dois jogadores que fizeram os mesmos 8.400 metros na mesma sessão. Um responde RPE 5, o outro RPE 9. No relatório do GPS eles são idênticos. Eles não são.
O mínimo viável de monitoramento tem três entradas e custo zero: o RPE da sessão, a duração em minutos — que você já tem, está no planejamento — e um wellness de quatro itens antes do treino. RPE multiplicado pelos minutos te dá a carga interna da sessão, método descrito por Foster e colaboradores lá em 2001.
Isso é o suficiente pra começar amanhã.
E não é conteúdo de segunda categoria: a revisão sistemática de Saw, Main e Gastin, publicada no British Journal of Sports Medicine em 2016, concluiu que as medidas subjetivas refletiram as cargas aguda e crônica de treino com sensibilidade e consistência superiores às das medidas objetivas. Não é argumento pra abandonar o GPS. É argumento pra parar de usar a falta dele como desculpa.
O que trava não é o equipamento. É escolher o que medir, criar a rotina de coletar e reservar quinze minutos pra ler.
Eu já vi clube com GPS de ponta decidindo no achismo. E já vi clube com planilha simples decidindo melhor.
No teu, o que falta de verdade: equipamento ou método?

📩 Comente SEM GPS que eu te envio o guia com as 10 métricas de performance essenciais no futebol.

Tem uma pergunta que eu faço em toda conversa sobre monitoramento e que costuma travar a sala: qual foi a última decisão...
15/09/2026

Tem uma pergunta que eu faço em toda conversa sobre monitoramento e que costuma travar a sala: qual foi a última decisão que mudou por causa de um dado que vocês coletam?

Quase ninguém tem exemplo na ponta da língua. E não é falta de competência, é que a maioria dos clubes parou no primeiro degrau da escada.

Dado é o número bruto. RPE 7, 8.400 metros, três sprints. Sozinho não diz nada.

Informação é esse número comparado com alguma coisa: a semana passada, o planejado, o próprio atleta.

Decisão é o que muda no treino de amanhã por causa disso.

O que eu vejo com mais frequência é gente coletando muito e lendo nunca. Vinte variáveis por sessão, seis abas na planilha, e ninguém sabe por onde começar quando abre o arquivo. O resultado é previsível: só se olha o dado depois que alguém se lesiona.

Medir pouco e ler todo dia funciona melhor que medir tudo e ler quando dá. Três a cinco variáveis, quinze minutos de leitura, um relatório de uma página. Não é simplif**ar por preguiça, é fazer a leitura caber na rotina real de quem trabalha sozinho ou em equipe enxuta.

No fim é isso que separa o cara da planilha de quem participa da decisão.

E aí: qual foi a última decisão que mudou no teu clube por causa de um dado?

📩 Comente DECISÃO que eu te envio o guia com as 10 métricas de performance essenciais no futebol.

💬 E se organizar essa leitura é o teu problema hoje, manda MENTORIA no direct — estou m***ando uma turma pequena para outubro e te coloco na lista de prioridade.

Voltei ao Brasil depois de uma temporada no futebol profissional em Portugal.Trabalhei o dia a dia da performance dentro...
15/09/2026

Voltei ao Brasil depois de uma temporada no futebol profissional em Portugal.

Trabalhei o dia a dia da performance dentro de um clube: treino, jogo, dados, decisões. E o que eu trouxe de mais útil não é técnico — é sobre o caminho que o dado percorre até virar decisão.

Esse caminho é o mesmo aqui e lá. Muda a liga, muda o orçamento, muda a estrutura. O que trava o dado é sempre a mesma coisa: contexto, tempo, simplicidade e confiança.

São as 4 lições do carrossel. Nenhuma delas depende de ter GPS.

Qual dessas 4 lições é a mais urgente na sua realidade?

💬 Comente DADOS e receba gratuitamente o Guia das 10 Métricas Essenciais de Performance no Futebol.

Me segue Rafael Ildefonso | Performance e Dados para performance e dados aplicados ao futebol, toda semana.

Encerro a minha passagem pelo União de Leiria.Cheguei a Portugal em junho de 2025 para trabalhar naquilo em que acredito...
15/09/2026

Encerro a minha passagem pelo União de Leiria.

Cheguei a Portugal em junho de 2025 para trabalhar naquilo em que acredito: transformar dados de performance em decisão de treino, dentro de um clube profissional, com o tempo curto e a pressão real do calendário. Saio com a certeza de que valeu cada dia.

Foi uma experiência que me mudou no profissional e no pessoal.

O clube reforçou algo que eu já sabia: o dia a dia exige muito mais que conhecimento técnico. Exige relação interpessoal, exige ser direto e sustentar as minhas ideias com convicção. Continuarei levando isso comigo em cada trabalho que fizer.

Pessoalmente, mudar de país é outro tipo de escola. Aprendi a começar do zero num lugar onde eu não conhecia ninguém, a trabalhar noutra cultura de futebol e a valorizar coisas simples — a rotina, as pessoas.

Agradeço ao União de Leiria pela oportunidade e pela confiança. À direção, à equipa técnica, ao departamento médico e a todos os funcionários do clube que fazem o futebol acontecer longe das câmaras. E um agradecimento especial aos atletas — quem trabalha em performance no futebol sabe que sem a colaboração deles não existe nada.

Portugal f**a no currículo, mas f**a principalmente na minha história.

Estou de volta ao Brasil, e é aqui que o trabalho continua: ajudar clubes e comissões técnicas a decidir melhor com o que realmente têm em mãos.

Em breve conto aqui, em detalhe, as lições que esta temporada me deu.

Obrigado, União de Leiria ⚜️

Todo clube quer mais dado. Poucos usam bem o que já têm de graça.O RPE — ou PSE, Percepção Subjetiva de Esforço — é a me...
15/09/2026

Todo clube quer mais dado. Poucos usam bem o que já têm de graça.

O RPE — ou PSE, Percepção Subjetiva de Esforço — é a medida de carga interna mais acessível que existe. Uma pergunta, menos de 30 segundos por atleta, custo zero. E com validação na literatura desde o trabalho de Foster e colaboradores, em 2001.

O problema nunca foi a ferramenta. É a aplicação. Perguntar na frente do treinador, não calibrar a escala, comparar jogadores entre si, ignorar um RPE baixo inesperado — cada um desses erros transforma um dado válido em número sem signif**ado no relatório.

E tem um ponto que raramente é ensinado ao atleta: RPE não é o quanto ele está cansado. É o quanto AQUELA sessão foi difícil pra ele. Sem uma âncora clara do que é 10 — o jogo decidido que foi até a prorrogação, no limite — cada atleta responde numa escala própria. Aí não dá pra comparar nem o jogador com ele mesmo.

Carga externa te diz o que ele fez. Carga interna te diz o que aquilo custou. É a leitura das duas juntas que mostra em que estado ele realmente está.

No seu clube, a carga interna é monitorada de verdade ou é só um campo preenchido na planilha?

📩 Comente RPE que eu te envio o guia com as 10 métricas de performance essenciais no futebol.

Endereço

Estádio Dr. Magalhães Pessoa
Leiria
2400

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviamos-lhe um e-mail quando Prof. Rafael Ildefonso publicar novidades e promoções. O seu endereço de e-mail não será utilizado para nenhum outro fim e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Contactar A Escola/colégio

Envie uma mensagem para Prof. Rafael Ildefonso:

Atalhos

Partilhar

Categoria