Escola Medicinas Tradicionais

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Escola Medicinas Tradicionais Pagina de divulgação de temas locais de saude natural. Nao corresponde a uma entidade física.

Pois a mesmo encerrou em 2020, devido ao Confinamento COVID19 e por falta de apoios… A Escola de Medicinas Tradicionais e Terapias Naturais do Algarve

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Formação Especializada
em Ciências da Saúde
Não-Convencional

Estudos Orientais
Osteopatia
Naturopatia
Massoterapia
Í
Formação Contínua Terapias Naturais e Disciplinas Afins

O ESMET é uma escola do Algarve com metodologia de ensino-aprendizagem própria, com sede em Lagos, dedicada ao ensino, estudo, investigação e divulgação das CAM / MAC - MNT / TNC. Complementary and Alternative Medicines / Medicinas Alternativas e Complementares - Medicinas Naturais e Tradicionais / Terapeuticas Não-Convencionais.

11/10/2026

Curso de capacitação técnica e profissional em Reflexologia do Pé - Formação Presencial
📞 93.840.12.77 whatsapp / Telegram
I N S C R I Ç Õ E S A D E C O R R E R

03/10/2026
21/09/2026

No Dia Mundial da Doença de Alzheimer, recordamos todos aqueles que vivem com esta condição e as famílias e cuidadores que diariamente caminham ao seu lado.

Mesmo quando a memória se desvanece, permanecem a dignidade, os afectos e a essência de cada pessoa. E, cuidar é estar presente, acolher com paciência e amar também por aquilo que o outro já não consegue recordar.

Nós, na NaturBoticae, procuramos cumprir com este pressuposto, acolhendo e cuidado de ambos, doente e cuidador!

Visite-nos.
Rua da Gafaria 2 r/c Esq — Lagos
Tel.: 93.840.12.77 - 282.076.001

01/09/2026

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA

Defender a Língua Portuguesa não é defender uma relíquia, um objecto, é defender uma forma de pensar. E, o pensar influencia o ser.

Uma Língua não é apenas um conjunto de palavras que utilizamos para comunicar. É sim, memória, identidade, cultura e, sobretudo, uma arquitectura do pensamento. Quanto mais rica, precisa e diferenciada for a linguagem que dominamos, maior é a nossa capacidade de distinguir ideias, sentimentos, intenções e realidades, não é?!

Por isso, preocupa-me a progressiva simplif**ação do Português. Não porque uma língua deva permanecer imóvel — pois nenhuma Língua viva o permanece — mas porque evoluir não é necessariamente empobrecer. Não pode sê-lo!

Há palavras que parecem sinónimas e não o são. Há diferenças aparentemente pequenas que transportam séculos de elaboração cultural e permitem dizer exactamente aquilo que queremos dizer.

Veja-se, por exemplo, a diferença entre “reparação” e “reparo”.

Quando uma máquina avaria, fazemos a sua reparação.

Quando causamos um dano a alguém, podemos procurar a reparação desse dano.

Mas quando observamos alguma coisa e chamamos a atenção para ela, fazemos um reparo.

E podemos ainda dizer:

— Não tive reparo nisso.

Ou:

— Permita-me fazer-lhe um reparo.

Aqui, “reparo” não signif**a conserto. Signif**a observação, advertência, chamada de atenção ou acto de reparar no sentido de observar.

A diferença é subtil. Mas é precisamente nessa subtileza que habita a riqueza de uma Língua.

Se começarmos a substituir indiscriminadamente “reparo” por “reparação” ou a abandonar uma das palavras porque outra “serve aproximadamente para a mesma coisa”, não estamos a modernizar a Língua. Estamos sim a perder capacidade de expressão, a perder signif**ação da linguagem.

O mesmo acontece quando desaparecem distinções entre ouvir e escutar, ver e observar, lembrar e recordar, erro e engano, dever e obrigação, liberdade e licença, autoridade e poder.

As palavras não são recipientes vazios. Pois cada uma delimita uma parcela da realidade e, quando perdemos palavras, corremos o risco de perder também a capacidade de reconhecer as diferenças que essas palavras exprimiam.

A Língua Portuguesa possui uma extraordinária riqueza porque nela convergem séculos de História: a matriz latina, os vestígios das línguas anteriores à romanização, influências germânicas e árabes, a tradição cristã medieval e, posteriormente, o encontro com África, Ásia, América e Oceânia.

É uma língua que atravessou mares e que, ao fazê-lo, não permaneceu igual em todos os lugares. Tornou-se portuguesa, brasileira, angolana, moçambicana, cabo-verdiana, são-tomense, guineense, timorense, goense — múltipla na expressão, mas pertencente a uma mesma grande comunidade linguística — que tanto é algarvia quanto conimbricense, bragantina como é açoreana, alentejana ou vimaranense.

Essa diversidade deve ser respeitada. E, respeitá-la é respeitarmo-nos.

Mas respeitar a diversidade da Língua Portuguesa não signif**a apagar as particularidades do Português de Portugal.

Não precisamos de uniformizar aquilo que a História tornou plural, não é?!

Portugal não tem de deixar de dizer autocarro porque no Brasil se diz ônibus; nem comboio porque noutros lugares se prefere trem; nem telemóvel porque se generalizou internacionalmente outra terminologia. Do mesmo modo, seria absurdo exigir aos brasileiros, angolanos ou moçambicanos que abandonassem as formas que legitimamente desenvolveram nas suas próprias comunidades.

A unidade não exige uniformidade. Exige sim, compreensão, aceitação e empatia.

Há ainda outra dimensão que me parece fundamental: quem domina poucas palavras f**a dependente de pensamentos mais simples.

Não porque seja menos inteligente, mas porque lhe faltam instrumentos para organizar e exprimir a complexidade.

Uma pessoa pode sentir algo profundamente diferente de tristeza, mas, se apenas conhecer a palavra “triste”, terá dificuldade em distinguir melancolia, desalento, pesar, mágoa, nostalgia, consternação, desânimo, saudades ou saudade.

E nenhuma dessas palavras signif**a exactamente a mesma coisa, pois são a expressão da miríade de vocábulos e signif**ações específ**as desta Língua.

A palavra saudade, aliás, demonstra magnif**amente aquilo que está em causa. Não é apenas uma palavra bonita. É uma determinada maneira de reconhecer e nomear uma experiência humana.

Defender a Língua Portuguesa é, portanto, defender também esta capacidade de distinguir.

É ensinar às novas gerações que escrever correctamente não é submissão a uma autoridade gramatical: é adquirir liberdade.

Porque quem conhece vinte palavras onde outro conhece duas possui vinte possibilidades de pensamento, de expressão e de escolha.

A linguagem pobre favorece o pensamento aproximado; já a linguagem rica permite o pensamento rigoroso.

Por isso devemos desconfiar da ideia de que todas as simplif**ações representam progresso. Algumas facilitam a comunicação; outras apenas eliminam diferenças que já não tivemos paciência para aprender.

Uma Língua pode transformar-se sem renunciar à sua memória. Pode receber palavras novas sem expulsar desnecessariamente as antigas.

Pode acompanhar a tecnologia sem abandonar a literatura. Pode falar de inteligência artificial sem esquecer Camões, Padre António Vieira, Eça, Camilo, Pessoa, Sophia ou Agostinho da Silva.

E pode ser uma Língua do futuro precisamente porque possui um passado.

Defender o Português não é fechar-lhe as portas. É exactamente o contrário.

É querer que continue suficientemente vivo para criar palavras novas, suficientemente livre para admitir diferenças e suficientemente rico para não precisar de destruir uma única palavra sempre que aparece outra aproximadamente equivalente.

Porque entre reparo e reparação existe apenas uma pequena diferença de letras mas pode existir uma enorme diferença de signif**ado.

E é dessas pequenas diferenças que se constrói a precisão do pensamento.

Uma Língua não se empobrece apenas quando perde palavras. Empobrece quando deixamos de perceber por que razão elas eram, são, diferentes.

Preservar a Língua Portuguesa é, por isso, mais do que preservar palavras. É preservar a memória. É preservar a identidade. É preservar o pensamento.

E um povo que deixa de cuidar da sua Língua começa, lentamente, a deixar que outros pensem por ele.

Boas reflexões, para Todos.

Victor Varela Martins
Especialista em Medicina Natural Integrativa

27/08/2026
26/08/2026

A Auriculoterapia como Coadjuvante nos Cuidados de Saúde: Síntese da Evidência Científ**a
(Martins, Victor V.; 2026)

A Auriculoterapia tem vindo a assumir um lugar crescente entre as intervenções não farmacológicas utilizadas de forma complementar nos cuidados de saúde. O seu interesse contemporâneo decorre não apenas da tradição clínica, mas também da acumulação progressiva de ensaios clínicos randomizados, revisões sistemáticas e meta-análises que procuram avaliar a sua eficácia em diferentes condições. A evidência actualmente disponível não permite apresentar a Auriculoterapia como terapêutica universal ou substitutiva dos tratamentos convencionais, mas sustenta a sua utilização como intervenção coadjuvante em determinadas áreas clínicas muito estudadas, particularmente na dor, sono e ansiedade.

Na área da dor, a evidência é particularmente relevante. Zhang et al. (2025), numa revisão sistemática e meta-análise de 24 estudos envolvendo 2131 doentes submetidos a cirurgia, observaram que a Auriculoterapia esteve associada à redução da intensidade da dor pós-operatória e, de forma especialmente relevante, à diminuição do consumo total de opióides. Os autores classif**aram a evidência relativa à redução do consumo de opióides como de qualidade moderada, embora salientem a heterogeneidade entre estudos. (PubMed⁠) Estes dados justif**am considerar a Auriculoterapia sobretudo no contexto de analgesia multimodal e não como substituição da analgesia farmacológica.

Resultados igualmente favoráveis têm sido encontrados na dor músculo-esquelética crónica. Lee et al. (2025), numa revisão sistemática e meta-análise de ensaios randomizados, verif**aram benefícios da acupressão auricular sobre a intensidade dolorosa, incapacidade funcional e limiar de dor à pressão. Os autores, contudo, salientam que a certeza da evidência varia consoante o outcome analisado e que são necessários estudos metodologicamente mais robustos. (PubMed⁠) Assim, a aplicação clínica tem boa evidência enquanto complemento de estratégias de reabilitação, exercício terapêutico, educação e tratamento dirigido e apropriado.

A insónia e as perturbações do sono constituem outro domínio promissor. Jun et al. (2024), numa meta-análise envolvendo 23 ensaios randomizados e 1689 participantes, encontraram redução signif**ativa do índice Pittsburgh Sleep Quality Index com acupressão auricular. Quando associada aos cuidados habituais, a intervenção apresentou resultados superiores aos cuidados habituais isoladamente e sem relatos de eventos adversos. (PubMed⁠) Mais recentemente, uma network meta-analysis publicada em 2026, incluindo 25 estudos e 2106 doentes com insónia primária, encontrou resultados favoráveis para várias modalidades de Auriculoterapia. (PubMed⁠)

Também na ansiedade existe evidência clínica relevante. Hu et al. (2024) analisaram 25 estudos, envolvendo 1909 participantes, e encontraram uma redução signif**ativa dos níveis de ansiedade associada à acupressão auricular. Os autores concluem que a acupressão auricular pode ser considerada uma intervenção suplementar. (PubMed⁠)

Em populações clínicas mais complexas, a Auriculoterapia tem igualmente sido investigada como complemento dos cuidados convencionais. Por exemplo, uma meta-análise de 2025 envolvendo 1073 doentes oncológicos submetidos a quimioterapia encontrou melhoria da insónia, ansiedade, depressão e fadiga com acupressão auricular, quando comparada com cuidados habituais ou estimulação simulada. (PubMed⁠)

Este tipo de resultado reforça o potencial da Auriculoterapia em cuidados integrativos.

Do ponto de vista científico, um dos aspectos mais interessantes reside na crescente investigação dos mecanismos de neuromodulação auricular. A inervação do pavilhão auricular por ramos do trigémio, plexo cervical e ramo auricular do nervo vago permite formular mecanismos plausíveis envolvendo modulação nociceptiva, sistema nervoso autónomo, tronco cerebral e redes centrais relacionadas com o stress e o sono.

Em síntese, a literatura contemporânea permite considerar a Auriculoterapia uma intervenção complementar plausível em clínica e geralmente de baixo risco quando adequadamente utilizada e apoiada por evidência clínica crescente em algumas áreas específ**as. A sua validade como coadjuvante parece actualmente mais consistente na analgesia, particularmente peri-operatória e músculo-esquelética, nas perturbações do sono e na redução de determinados estados de ansiedade. O posicionamento cientif**amente mais adequado não consiste em substituir os cuidados médicos convencionais, mas em integrar a Auriculoterapia, quando indicada, em modelos de tratamento multimodal e centrados no doente.

Referências essenciais:
Hu N, Soh KL, Japar S, Li T. Ear-Marking Relief: A Meta-Analysis on the Eff**acy of Auricular Acupressure in Alleviating Anxiety Disorders. Complement Med Res. 2024;31(3):266–277. doi:10.1159/000537734. (PubMed⁠)

Jun L, Xiong L, Wen Y, Yongxiang W. Effectiveness of applying auricular acupressure to treat insomnia: a systematic review and meta-analysis. Front Sleep. 2024;3:1323967. doi:10.3389/frsle.2024.1323967. (PubMed⁠)

Lee TKW, Chang JR, Hao D, Fu SN, Wong AYL. The Effectiveness of Auricular Acupressure on Chronic Musculoskeletal Pain: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. J Integr Complement Med. 2025;31(1):25–35. doi:10.1089/jicm.2023.0630. (PubMed⁠)

Zhang G, Xu G, Tang Y, et al. The analgesic effectiveness of auriculotherapy for acute postoperative pain: A systematic review and meta-analysis. Complement Ther Med. 2025;88:103112. doi:10.1016/j.ctim.2024.103112. (PubMed⁠)

Eff**acy of auriculotherapies for primary insomnia: a systematic review and network meta-analysis. 2026. Análise de 25 estudos e 2106 participantes. (PubMed⁠)

24/08/2026

Clínica de Especialidades da Medicina Natural
O nosso objectivo é fornecer serviços de saúde integrativa, de forma competente e totalmente centrados no paciente
Existimos desde 1995, em Lagos e contamos com um excepcional grupo de Profissionais da saude

09/06/2026

Pontos-gatilho são áreas hiper-irritáveis em zonas específ**as dos músculos que podem causar dor e desconforto. A Acupunctura pode actuar da seguinte forma:

1. Modulação da Actividade Neuronal: A inserção de agulhas em pontos específicos vai estimular as fibras nervosas A-delta e C, que conduzem sinais de dor. Esse estímulo pode desencadear a libertação de neurotransmissores como as endorfinas e a serotonina, que têm efeitos analgésicos e irão reduzir a sensibilidade do ponto-gatilho.

2. Libertação de Substâncias Anti-Inflamatórias: A activação das fibras nervosas pela Acupunctura vai levar à libertação de substâncias anti-inflamatórias, como a interleucina-10 (IL-10). Isso ajuda a modular a resposta inflamatória local que vai contribuir para a menor sensibilidade do ponto-gatilho.

3. Aumento do Fluxo Sanguíneo: A inserção das agulhas também vai aumentar o fluxo sanguíneo na área do ponto-gatilho. Isso pode promover a oxigenação dos tecidos, melhorar o metabolismo celular e reduzir a tensão muscular, aliviando a dor. Este é um dos factores centrais da conceptualização da Medicina Chinesa.

4. Estímulo das Vias Descendentes de Inibição: A Acupunctura vai activar vias neurais descendentes que inibem a transmissão de sinais de dor. Isso pode envolver o sistema periaquedutal cinzento (PAG) e o tracto espinotalâmico, contribuindo para o alívio da dor nos pontos-gatilho.

5. Relaxamento Muscular: A estimulação das fibras nervosas pela Acupunctura leva ao relaxamento muscular. Isso ajuda a reduzir a tensão nos músculos que envolvem o ponto-gatilho, aliviando a pressão e a dor associadas.

6. Estímulo do Sistema Nervoso Autónomo: A Acupunctura equilibra o sistema nervoso autónomo, influenciando a actividade simpática e para-simpática. Isso pode afectar a resposta do corpo ao stress e à dor, contribuindo para o alívio dos pontos-gatilho.

7. Efeito Placebo e Psicológico: Assim como em outras aplicações da Acupunctura, factores psicológicos, como a expectativa do paciente e a relação terapêutica estabelecida, podem desempenhar um papel importante na percepção do alívio da dor… A leitura bio-energética chinesa vai um pouco mais longe. Fiquemo-nos hoje neste enquadramento alopática ocidental.

Consultas e Tratamentos
Algarve - clínicas e consultórios - marcações: 91.701.78.36

11/05/2026

Lançamento Confirmado no Algarve.

No próximo dia 19 de maio (terça-feira), às 21h, a Biblioteca Municipal de Lagos recebe a apresentação do livro Compostela – O Oráculo Perdido, de Marcelo Ramalho.

Uma noite dedicada à literatura, ao mistério e à força das palavras que nos conduzem por caminhos de descoberta e espiritualidade.

📖 Venha conhecer esta obra que tem encantado leitores em Portugal e no Brasil. Esperamos você!

Veja alguns comentários sobre o livro:

- “Compostela – O Oráculo Perdido entrega uma narrativa intensa, cheia de simbolismos e reflexões que acompanham o leitor muito depois do fim. Uma excelente escolha para quem procura uma leitura marcante e diferente do habitual.”

- “Um livro que conquista.”

- “Uma jornada espiritual que mistura mistério, revelação e a força simbólica do Caminho de Santiago.”

- “Um romance iniciático que conduz o leitor por uma travessia interior tão intensa quanto a peregrinação real.”

- “Uma busca profunda entre razão e invisível, atravessando as sete portas da alma.”

- “Mistério enterrado há séculos, visões, códigos cifrados e uma ordem secreta.”

- Leitura Transformadora — “Terminei Compostela – O Oráculo Perdido e ainda estou a digerir. É daqueles livros que te obrigam a parar e respirar. Forte, simbólico e cheio de camadas.”

- “Não esperava uma viagem tão profunda. O Caminho de Santiago aqui é quase um espelho da alma. Recomendo muito.”

- “Amei a atmosfera. Mistério, espiritualidade e uma escrita que prende. Um livro diferente do habitual.”

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