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Português e Literatura - Explicações
Explicações personalizadas. Preparação para Exame Nacional.
18/09/2024
"Ah" é uma interjeição usada para expressar sensações e emoções, transmitindo um determinado estado de espírito. Pode significar alegria, admiração, alívio, dor, tristeza, surpresa, indignação... (Ah, que lindo dia!).
"Há", verbo haver, na 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo. A forma mais fácil de determinar se usamos "há" é substitui-lo, na frase, pelo sinónimo "existe" (Há muita gente na praça.). O "há" é utilizado também nas orações que indicam um tempo passado, podendo ser substituído por “faz” (Há cinco anos que ela partiu.).
"À" e "às" (com acento grave) é a contracção da preposição "a" com o determinante/artigo definido "a" e "as" (Vou à Biblioteca /Vou às compras.).
"Hás" é uma forma verbal (2.ª pessoa do singular do presente do indicativo do verbo auxiliar "haver") que é utilizada, sobretudo, com a preposição "de" [grafada com hífen antes da aplicação do AO (hás-de)] seguida de infinitivo (presente do indicativo do verbo "haver"+ preposição "de" + infinitivo do verbo principal) "para expimir a intenção de realizar um acto futuro" (Hás-de ficar rico!).
"Ás" (com acento agudo) é usado quando nos referimos ao "ás de copas", por exemplo, ou quando nos referimos a alguém que é exímio em determinada actividade (A ana é um ás em matemática.).
10/09/2023
Fazemos revisão textual. Relatórios, teses, dissertações...
18/08/2023
Faço revisão de textos.
17/08/2023
Dossier: Inteligência Artificial As questões da inteligência artificial e da forma como estas impactam a educação e o trabalho das bibliotecas, escolares ou não, é, sem dúvida, um assunto que nos tem despertado a atenção e, certamente, continuará a despertar. Leia esta seleção de artigos....
17/08/2023
A 16 de Agosto de 1900, morre, em Paris, o escritor português José Maria Eça de Queirós [ou Queiroz, conforme a grafia vigente na sua época]. Iniciou a sua carreira nas letras, quando era finalista do curso da Faculdade de Direito de Coimbra, com folhetins dominicais na Gazeta de Portugal. De 1866 a 1875, Eça escreve temas românticos mas já com processos de descrição realista. Fazem parte desta época, Prosas Bárbaras, Mistério da Estrada de Sintra e alguns contos. De 1875 a 1887, entra na fase realista, com uma forte crítica social. Neste período, cria o romance de costumes, com análise objectiva e, por vezes, até cruel da sociedade, tendo por sustentáculo a ironia. O Crime do Padre Amaro, O primo Basílio, O Mandarim, A Relíquia, Uma Campanha Alegre e Os Maias, pertencem a este período, sendo esta última obra considerada o expoente máximo do realismo português. Numa terceira fase, de cariz nacionalista / realista (1887 a 1900), de tendências por vezes excessivas, embora atenuadas pela moderação e pelo sarcasmo, inserem-se A Ilustre Casa de Ramires, A Cidade e as Serras, A Correspondência de Fradique Mendes, Últimas Páginas e diversos contos.
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