Nuno Silva

Nuno Silva

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"Sonhar é essencial, mas a audácia transforma sonhos em realidade. Ela nos desafia a agir, superar limites e arriscar.

Ouse mais, sonhe alto e enfrente os desafios com coragem. É na ação que os sonhos ganham forma e escrevem nosso destino."

14/08/2026

Hoje tive a oportunidade de participar na iniciativa São Bartolomeu Talks, organizada pelo Município de Trancoso integrando o painel “Negócios Locais, Negócios Globais”.

Partilhei este momento com o Rui Abreu CEO da Comunilog, o Gonçalo Santos, COO da Prisca e o Tony Conde, da Power Plus, uma empresa com dimensão internacional e sede em Trancoso.

Falámos das nossas experiências, dos desafios de empreender a partir do Interior, mas, acima de tudo, mostrámos algo em que acredito profundamente: é possível fazer bem a partir daqui. É possível crescer, inovar e chegar ao mundo sem termos de abandonar as nossas raízes.

Sempre tive um enorme orgulho nos nossos, nas pessoas e empresas do nosso território que arriscam, criam emprego, investem e conseguem ter sucesso. Cada caso de sucesso ajuda também a mostrar que o Interior não tem de ser sinónimo de periferia — pode ser um lugar onde nascem projetos com ambição global.
Parabéns ao Presidente Daniel Joana e a toda a organização pela iniciativa e pela capacidade de juntar empresários, experiências e diferentes gerações em torno do desenvolvimento do território.
E uma palavra muito especial para todos os empresários de Trancoso que foram galardoados. Reconhecer quem investe, quem cria riqueza e quem todos os dias faz acontecer é também uma forma de valorizar o nosso território.

Podemos estar longe dos grandes centros, mas não temos de estar longe das grandes ideias, das grandes empresas e das grandes oportunidades.

Porque, no final, uma coisa é certa:
Juntos seremos sempre mais fortes.

14/08/2026

Quatro forcados, Vale da Mula e uma lição sobre a Raia.
Já está publicado o meu novo artigo.
Nasceu de uns dias muito bem passados com o Benitez, o Bacalhau, o Vasco e o André, quatro amigos ligados às velhas gerações dos Forcados Amadores de Vila Franca de Xira, que vieram conhecer um pouco da nossa Raia.
Almeida, o encerro de Vale da Mula, a guerraiada, a festa, Alfaiates, boa mesa, tourada e muitas conversas pelo caminho.
Mas este artigo é sobretudo uma reflexão sobre aquilo que temos e que, por vezes, não valorizamos o suficiente: os nossos encerros, a Capeia, as festas populares, a gastronomia, as nossas aldeias e, acima de tudo, as nossas pessoas.
É também uma homenagem aos voluntários que, ano após ano, dão o seu tempo para manter estas tradições vivas, e aos valores que encontrei nos forcados: amizade, coragem, lealdade, pertença e espírito de grupo.
Temos todos uma responsabilidade: ser embaixadores da nossa terra.
Levar alguém connosco. Mostrar. Explicar. Partilhar. E apoiar quem faz acontecer.
Porque há territórios que se visitam. Outros fotografam-se.
A Raia vive-se. E, acima de tudo, partilha-se.
👉 Artigo completo no link.
Um bem-haja ao Benitez, ao Bacalhau, ao Vasco e ao André. E a todos os que continuam a fazer da Raia aquilo que ela é.

Vieram conhecer Almeida e um encerro na Raia. Acabaram por descobrir muito mais: as nossas festas, a nossa gastronomia, as nossas tradições e uma forma muito própria de viver em comunidade.

Leia o artigo
https://maisbeiras.sapo.pt/opinando-quatro-forcados-vale-da-mula-e-uma-licao-sobre-a-raia

Náutica na Guarda: uma aposta de futuro ou o futuro Museu das Oportunidades Perdidas? - Todas as Beiras 13/08/2026

Há artigos que nascem de uma ideia. Outros nascem de conversas.
Este nasceu de uma conversa com o meu amigo Carlos Sacadura e de ouvir outros copains de route, daqueles que conhecem o território, gostam dele e continuam a acreditar no seu potencial.

E fiquei a pensar numa coisa que me faz espécie.

Temos barcos à vela, embarcações a motor, caiaques, conhecimento técnico e pessoas com experiência. Temos a Barragem do Caldeirão. Temos os Passadiços do Mondego. Temos natureza e um território com enorme potencial.
Então porque não conseguimos juntar as peças?

No interior, onde tantas vezes dizemos que nos faltam recursos, não podemos dar-nos ao luxo de desperdiçar aqueles que já temos.

Foi daqui que nasceu este artigo:
“Náutica na Guarda: uma aposta de futuro ou o futuro Museu das Oportunidades Perdidas?”

Podemos transformar aquilo que já temos em desporto, turismo, formação, qualidade de vida e momentos entre pais e filhos.
Ou podemos continuar a deixar os barcos arrumados.

A escolha é nossa: uma aposta de futuro ou mais uma oportunidade perdida?

👉 Artigo completo no link.

Náutica na Guarda: uma aposta de futuro ou o futuro Museu das Oportunidades Perdidas? - Todas as Beiras Há coisas que me fazem espécie. E uma delas é percebermos que temos recursos, equipamentos, conhecimento e pessoas capazes de fazer diferente e, mesmo assim, deixamos tudo parado à espera não se sabe bem de quê. É o que acontece com o património náutico existente na Escola Secundária Afons...

09/08/2026

No stress

21/07/2026

Conheci o João Rebelo ainda menino, num grupo de “estarolas” do IPG, onde estavam também o Filipe Manuel Avelino Rebeloe uma verdadeira tropa vinda da zona de Aveiro.

No meio daquele grupo, que me marcou enquanto estudante pela alegria, pela amizade e pela forma descontraída de estar na vida, o João era talvez o mais compenetrado. Divertido, sim, mas sempre com um sentido de responsabilidade que já o distinguia.

Quis o destino que viesse a ser atleta do Sporting Clube de Vilar Formoso e que fosse precisamente na minha terra que construísse uma parte tão importante do seu percurso. Primeiro como jogador, depois como treinador, dirigente e, mais tarde, presidente.

Ao longo dos anos, o João e a sua equipa — o Nuno Baltazar Baltazar,David a Catarina, entre tantos outros — deram muito ao clube e à comunidade. E não podemos esquecer as suas esposas e famílias, que, muitas vezes na retaguarda, fizeram um trabalho silencioso, discreto, mas absolutamente fundamental.

O João é natural de Oliveira de Azeméis, mas representa na perfeição todos aqueles “forasteiros” que ajudaram a construir Vilar Formoso. Uma terra feita também por pessoas que aqui chegaram, decidiram f**ar, criar raízes, constituir família e contribuir para a vida da comunidade.

O João não passou simplesmente por Vilar Formoso. Deixou uma marca profunda.

Ajudou, participou, educou, conviveu e aprendeu. Mas, acima de tudo, deu muito de si à terra e às suas pessoas.

Agora que segues para outras paragens, f**a a nossa gratidão.
Obrigado por tudo, meu amigo. Vilar Formoso não esquecerá o que aqui deixaste

20/07/2026

Poderia escrever muito sobre a Patrícia.

Na nossa empresa, gosto genuinamente de todas as pessoas, mas há algumas que ocupam um lugar especial na minha história. A Ansefi Figueiredo, a Sueli e a Patrícia foram minhas alunas quando fui diretor da Ensiguarda no inicio . Conheci-as ainda meninas e tenho hoje o enorme privilégio de as ver como mulheres, profissionais e pessoas extraordinárias.

Falar da Patrícia é falar com um orgulho difícil de explicar: orgulho por aquilo que era, por tudo aquilo que é hoje e, sobretudo, por tudo aquilo em que ainda se vai transformar.

É a minha Patricinha.

Uma mente criativa, uma pessoa sempre feliz, sempre bem-disposta, sempre com boa energia. E agora até já me dá conselhos — e, muitas vezes, dos bons!

A Patrícia Belo começou por colaborar connosco externamente. Depois passou a integrar a equipa, dividindo o seu talento entre a área comercial e o design. Mais tarde, tornou-se sócia de uma das empresas. E o futuro? Quem sabe se não lhe reservará algo ainda maior…

Provavelmente algo que não se coaduna muito com o seu pequeno tamanho, mas que combina perfeitamente com a grandeza da sua capacidade, do seu talento e do seu coração.

A Patrícia é uma fonte de inspiração. Tenho tanto, mas tanto orgulho na pessoa e na profissional em que se tornou.

Pessoas como a Patrícia tornam as empresas melhores e fazem do mundo um lugar melhor.

Invistam 30 minutos do vosso tempo e fiquem a conhecer um pouco mais da Patrícia — a minha Patricinha.

19/07/2026

Antes de mais, os meus parabéns ao Miguel Clemente e a toda a sua equipa pela tomada de posse dos novos órgãos sociais do SC Vilar Formoso . Desejo-vos o maior sucesso nesta nova etapa, com a certeza de que trabalharão em prol do clube, dos seus atletas e de toda a comunidade.

Uma palavra de enorme reconhecimento também para a direção cessante, que ao longo dos últimos anos dedicou tempo, esforço e paixão ao clube .

E permitam-me um destaque muito especial para o João Rebelo . Hoje termina um ciclo, mas o seu contributo f**ará ligado à história do SC Vilar Formoso. O João é um amigo de longa data, um homem íntegro, competente e de enorme valor humano, que sempre colocou o interesse do clube acima de qualquer protagonismo. Pessoas como ele fazem a diferença nas instituições e merecem ser reconhecidas e agradecidas.

Ao Miguel e à nova direção, muito sucesso. Ao João e à equipa cessante, o meu sincero obrigado por tudo o que deram ao SC Vilar Formoso. O clube cresce quando há continuidade, respeito por quem serviu e ambição de quem agora assume novos desafios. 💙🤍.

23/06/2026

São joao diferente

19/06/2026

Agora percebo porque é que os robôs humanoides são quase todos homens. A Inteligência Artificial consegue prever padrões, calcular probabilidades e otimizar processos... mas ainda ninguém conseguiu desenvolver um algoritmo capaz de prever uma mulher. 🤖😂.

Logo elas são insubstituiveis .

Guarda Cup, as Lameirinhas e os Carvalhinhos: a força coletiva da Guarda - Todas as Beiras 15/06/2026

Já está publicado o meu artigo O GUARDA CUP 2026 as Lameirinhas e os Carvalhinhos : A força coletiva da Guarda

Um texto sobre aquilo que muitas vezes faz a diferença numa cidade: as pessoas que não f**am à espera que aconteça, mas que fazem acontecer.

O Guarda Cup, pela força dos pais do NDS Futebol da Guarda e pela forma como tem crescido ano após ano, é já um exemplo notável do que a Guarda consegue construir quando há dedicação, orgulho e sentido coletivo.

As Lameirinhas e os Carvalhinhos lembram-nos outra dimensão dessa mesma força: a das coletividades, dos bairros, das famílias e dos voluntários que mantêm vivas tradições, memórias e lugares.
Deixo também umas palavras ao Esmeraldo Carvalhinho , uma pessoa que admiro e um político à maneira antiga, com quem também aprendi muito.

No fundo, este artigo é uma homenagem a todos os que, muitas vezes longe dos holofotes, continuam a dar vida à Guarda.
Porque uma cidade também se constrói assim: com carolice, trabalho, pertença e coração. Ver menos

Guarda Cup, as Lameirinhas e os Carvalhinhos: a força coletiva da Guarda - Todas as Beiras Há cerca de um ano escrevi sobre o Guarda Cup, a Guarda Up e a Escola Feminina da Guarda, falando da força coletiva que move a nossa cidade. Um ano depois, voltei a participar no Guarda Cup e confirmei aquilo que já sentia: há projetos que começam por carolice, crescem com trabalho, ganham a...

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