Morangos Gondomar

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Morangos Gondomar Creche e Jardim de Infância

Avenida Dr. Mário Soares, n.º 3706 e n.º 3708

4510 - 534 Fanzeres - Gondomar

Contacto: 224 800 303

Setembro ( e o resto do ano), exige tanto humor como empatia e coragem. Quando tudo falha reservamos um momento para uma...
09/09/2026

Setembro ( e o resto do ano), exige tanto humor como empatia e coragem. Quando tudo falha reservamos um momento para uma pequena oração.

Nosso Senhor dos Moranguinhos,
que estás entre nós,
entre chupetas perdidas e meias sem par,
santif**ado seja o teu morango.
Venha a nós a tua paciência,
seja feita a tua vontade,
assim na Sala 1 como na Sala 2.
Dá-nos hoje a capacidade
de distinguir uma chupeta da outra,
de encontrar o casaco que estava mesmo aqui,
e de descobrir para onde foi o sapato
que há três minutos estava nos dois pés.
Perdoa-nos as nossas pequenas falhas,
assim como nós perdoamos
a quem pergunta pela décima vez:
“Mas ele dormiu?”
Não nos deixes cair em tentação,
nem em reuniões que podiam ter sido um e-mail.
Livra-nos das sopas entornadas,
dos cocós explosivos,
das sestas interrompidas 30 minutos antes do previsto,
dos recados escritos em folhas misteriosas
e das meias que desaparecem
na dimensão paralela da creche.
Dá-nos força para acalmar choros,
braços para carregar bebés,
olhos para vigiar três coisas ao mesmo tempo
e um sexto sentido para perceber
quem está prestes a morder
antes de sequer sabermos porquê.
E, sobretudo,
Senhor dos Moranguinhos,
quando ouvirmos: “temos um pequeno problema…” dá-nos serenidade para responder:
“Claro. Vamos resolver.”
Mesmo que, por dentro,
estejamos apenas a rezar.
Amém. 🍓

Falamos muito da adaptação dos bebés que chegam pela primeira vez à creche. Das lágrimas, dos sonos que se alteram, da d...
09/09/2026

Falamos muito da adaptação dos bebés que chegam pela primeira vez à creche. Das lágrimas, dos sonos que se alteram, da dificuldade que é entregar o nosso bebé a alguém que ainda não conhecemos.
Mas há uma adaptação sobre a qual falamos pouco: a adaptação dos adultos que recebem.
Também nós nos preparamos Para reconhecer cada choro, cada ritmo, aquilo que acalma e aquilo que assusta. Para oferecer colo, presença e segurança mesmo quando dentro de nós há cansaço e dúvidas.
E depois existe tudo o que acontece para lá da sala: as mensagens, os telefonemas, a necessidade legítima das famílias de saber como está o seu bebé. Queremos comunicar, ser transparentes, construir confiança.
Mas estar verdadeiramente disponível para um bebé é, sempre, não estar agarrados ao telemóvel. É estar de corpo inteiro naquela sala e ter os braços livres para quem precisa deles.
E isso exige muito. Presença física, emocional e mental.

Neste setembro intenso, queremos lembrar quem está do outro lado do colo ou seja, todos os profissionais que chegam todos os dias para que cada criança encontre um lugar seguro.
Somos profissionais, sim. Mas também somos adultos. Podemos cansar-nos, falhar, não responder imediatamente. A adaptação não pode ser construída com atualizações constantes mas com relação, tempo, presença, cuidado e respeito.

A todos os profissionais que atravessam estas semanas: RESPIREM. Sabemos o quanto estão a dar!

Também vocês estão em adaptação.
E também vocês merecem cuidado, compreensão e confiança.

A nossa procura por jardineiros da infância deu frutos! 🍓Recebemos muitas candidaturas, muitas mensagens e descobrimos q...
02/09/2026

A nossa procura por jardineiros da infância deu frutos! 🍓

Recebemos muitas candidaturas, muitas mensagens e descobrimos que há por aí uma quantidade impressionante de pessoas a querem fazer a diferença e que infelizmente não estão a ser bem tratadas também.

Por isso, antes de mais: obrigada! ❤️

Neste momento, a nossa equipa está completa. Mas não se preocupem: os vossos currículos não foram enviados para a misteriosa gaveta do “talvez um dia”. Continuamos atentos a todos os talentos, porque nunca se sabe quando será necessária uma pessoa com capacidades especiais.

E falando em missões urgentes...

🚨 ATENÇÃO. TEMOS UMA NOVA MISSÃO.

📍 Creche Morangos na Parreirinha
Bobadela

Chegaram-nos informações de que uma meia desapareceu em circunstâncias misteriosas.

Há suspeitas de que possa estar escondida atrás de um móvel, dentro de uma caixa de brinquedos ou, possivelmente, numa dimensão desconhecida onde vivem todas as meias, ganchos e tampas de canetas desaparecidas.

Mas esse não é o único desafio.

Precisamos de alguém capaz de:

Resolver desaparecimentos de peluches sem entrar em pânico.

Identif**ar rapidamente a chupeta certa entre quinze aparentemente iguais.

🎨 Perceber que uma criança coberta de tinta não é necessariamente um problema. Pode ser apenas terça-feira.

Aceitar que, na creche, adormecer uma criança pode ser uma arte, uma ciência e, em alguns dias, um desporto olímpico.

🌱 E, acima de tudo, perceber que cuidar e educar crianças pequenas é acompanhar os seus primeiros passos, respeitar os seus ritmos e ajudá-las a crescer num lugar seguro!

Se conheces um Educador ou uma Educadora de Infância com vocação, criatividade e vontade de abraçar o nosso projeto, partilha a nossa publicação, marca-o/a e como um bom detective ajuda-nos a encontrar não só a meia como este jardineiro da infância!

Obrigada a todos!
Contamos com todos mais uma vez!

Esta semana uma mãe ligou e perguntou, com a ansiedade, se os bebés do berçário faziam apenas uma sesta. Respondemos que...
29/08/2026

Esta semana uma mãe ligou e perguntou, com a ansiedade, se os bebés do berçário faziam apenas uma sesta. Respondemos que não. Cada bebé tem o seu próprio ritmo, o seu próprio relógio interior, e esse ritmo é respeitado. Naturalmente, com o passar do tempo, acabam por encontrar uma cadência comum mas esse alinhamento não se impõe, acontece.

A entrada de um bebé no berçário transforma a vida de uma família. Há novos horários, novas rotinas, novas pessoas a quem confiamos o nosso maior tesouro. É normal que haja inquietação. Mas a adaptação não termina na porta do berçário. A transição de um bebé que já conhece o berçário para a sala de um ano também exige muito cuidado, paciência e tempo. Mudar de espaço, de rotinas, de referências afetivas é, para uma criança pequena, como atravessar um oceano.

Os adultos cuidadores também se adaptam. Mudam de grupo, de sala, de dinâmicas. Para nós, essa transição pode ser avassaladora. Deixamos para trás rotinas que já dominávamos, laços que construímos, confortos que conquistámos.
Neste momento, alguém está nos bastidores a preparar a chegada ,ou a continuação,dos vossos bebés. A preparar o ambiente, os materiais, o ritmo. A preparar-se a si mesma. Porque sabemos que o cuidado começa no cuidador.

Pedimos-vos paciência. Paciência para connosco, enquanto nos reencontramos em novos grupos. Paciência para com os vossos filhos, enquanto eles assimilam novos espaços. Paciência para convosco mesmos, enquanto gerem as vossas próprias expectativas e ansiedades.

Estamos todos juntos nesta fase. Os bebés, as famílias, os cuidadores. Todos a respirar ao mesmo tempo, ainda que em ritmos diferentes. Todos a encontrar o nosso lugar nesta casa que, a cada dia, se reinventa.

Com calma. Com cuidado. Com tempo.

Seguimos juntos, sempre.

Lançamos uma pequena provocação.  Não queremos fazer bonito, nem igual, nem a preguiça de mãos e pés carimbados sem refl...
13/08/2026

Lançamos uma pequena provocação. Não queremos fazer bonito, nem igual, nem a preguiça de mãos e pés carimbados sem reflexão. Queremos sim, que entendam que nenhuma moldura é igual, nenhuma marca,nenhuma folha, nenhum pé ou mão pode ser igual. Esta é a forma que encontramos, hoje, para vos dizer que tudo é cuidado, tudo é detalhe e cada criança merece ser vista com plena atenção. Elas deixam marcas profundas. As molduras seguem para casa, as marcas do cuidado permanecem.

Cada pé representa um passo com chão firme e seguro. Cada mão, a mão que não queremos largar e a quem amparamos desde a primeira entrega acompanhado de um desejo que nada disso vos possa faltar. Cada pequena flor e folha, escolhida ao mínimo detalhe, representando que as vossas diferenças são a vossa força.

Atrás da moldura um poema que representa este fim de ciclo. A convicção que chega o dia em que é preciso largar a mão.

O sucesso de cada interação depende precisamente da capacidade de nos despedirmos na consciência que não precisam mais de nós. Mas não é por isso que nos custa menos.

Então...

Queridos Moranguinhos..

Aos que agora nos deixam, dizemos até já à infância que vivemos convosco.

Levem as vossas conquistas. Nós testemunhamos muitas delas.

Aos que continuam connosco, voltamos a dar as mãos.
Ainda há caminho.
Ainda há coisas para descobrir.

Aos que chegam, abrimos espaço.
Ainda não sabemos a forma das vossas mãos, nem o desenho dos vossos passos.
Mas queremos conhecê-los.

Sem pressa, sem exigências e sem comparações.

Até já!

Há muitas missões importantes durante o dia. Hoje queremos falar-vos de uma.A receção e a entrega das crianças. Um momen...
06/08/2026

Há muitas missões importantes durante o dia. Hoje queremos falar-vos de uma.
A receção e a entrega das crianças. Um momento altamente privilegiado de trocas imprescindíveis, de relações que superam os anos e as divergências, quando vividas de peito aberto.
O nosso corpo também conta histórias. Também se lê.
Lê-se o cansaço, o desânimo, a impotência de quem vê tanta realidade feia no mundo dos bebés e abraça os nossos como se isso os pudesse escudar, para sempre, dos monstros que não vivem só nos livros.
E os pais perguntam, cada um à sua maneira, aquilo que veem.
"Hoje está com ar de louca."
"Hoje está mesmo cansada."
"Hoje o dia foi animado, não?"
Ou, porque já fazem parte das nossas Morangadas:
"Então... a meia já apareceu?"

E, nessas pequenas trocas, acontece uma coisa inesperada, também nós nos sentimos cuidadas.passamos o dia a ler as crianças. A tentar perceber o que ainda não conseguem dizer por palavras. E, ao final do dia, são os pais que nos leem a nós.
Quem cuida também precisa de encontrar olhares que acolhem, palavras que aliviam e relações onde é possível ser pessoa antes de ser função.

Percebemos que a confiança deixou de morar apenas na entrega de um filho. Passou a morar também na relação que construímos uns com os outros.
Quando um pai reconhece o nosso cansaço, a nossa alegria ou a nossa entrega, está, sem saber, a dizer-nos: "Eu vejo-vos."
E há poucas formas tão bonitas de sentir que o nosso trabalho é verdadeiramente valorizado.

Estamos a despedir-nos de um ano letivo, de bebés e famílias que nos são queridas e como pessoas que também somos, estamos mais sensíveis e emocionais. Agradecemos o vosso carinho que nos tem chegado de várias formas mas sobretudo os abraços e olhares nestes fins de tarde.

Obrigada! Seguimos juntos,sempre.

Por aqui, acreditamos que a sesta é um dos momentos mais frágeis e privilegiados da rotina, onde nos entregam vulnerabil...
17/07/2026

Por aqui, acreditamos que a sesta é um dos momentos mais frágeis e privilegiados da rotina, onde nos entregam vulnerabilidade e esperam proteção e presença. Enquanto o sono não chega, o peluche, embalo, o pequeno ovo e a mão desacelaram o corpo e coração ainda agitado pelas descobertas da manhã. Entregamo- se por fim ao descanso reconhecendo que estão protegidos. Os objetos tornam-se extensão deste cuidado e proteção de forma simbólica como se o adultos também morasse ali. Os objetos das nossas crianças não lhes são retirados em creche, são inclusive incentivados.
Não olhamos para a sesta apenas como um momento morto ou necessidade fisiológica. Olhamos como um tempo de união e de cuidado onde é imperativo respeitar quem precisa mais de nós ou quem adormece de imediato. Quem procura uma mão, um peluche, uma festinha na cabeça ou um ovo.

📢 Missão "Encontrar os próximos jardineiros" iniciada!Recebemos tantos currículos que, por momentos, pensámos que o anún...
09/07/2026

📢 Missão "Encontrar os próximos jardineiros" iniciada!
Recebemos tantos currículos que, por momentos, pensámos que o anúncio tinha sido partilhado no grupo das chupetas perdidas. 😄
Muito obrigada a todos os que se candidataram.
Vamos agora analisar cada currículo com a atenção que merece.

Pedimos apenas um bocadinho de paciência. Nesta altura estamos divididos entre analisar candidaturas e resolver assuntos de máxima urgência, como:

🍓 Responder à pergunta: "Foi mesmo uma melga?" sem um laboratório de análise forense.
🍓 Descobrir quem trocou as meias. (Spoiler: ninguém sabe.)
🍓 Impedir quedas em câmara lenta.
🍓 Convencer um pequeno ser humano de dois anos de que a banana partida ao meio continua a ser exatamente a mesma banana.
🍓 Explicar aos pais que, sim, o filho comeu muito bem... mesmo que em casa só sobreviva a massa simples.
🍓 Responder, pela quinta vez no mesmo dia: "Não, ainda não encontrámos o travessão do cabelo. Mas continuamos otimistas."
🍓 Explicar aos pais que o arranhão foi resultado de uma grande disputa diplomática... por um carrinho azul.
🍓 Conseguir que todos lavem as mãos... exceto aquele que decidiu que hoje a água é altamente suspeita.
🍓 Responder à pergunta "Mas ele dormiu mesmo?" com a serenidade de quem podia apresentar um relatório, três fotografias e duas testemunhas.

Prometemos voltar ao contacto assim que terminarmos estas pequenas missões... e lermos todos os currículos.

Obrigada!

🌱 PROCURA-SE JARDINEIRO(A)… da infância.Não é preciso saber podar roseiras. Nem distinguir uma camélia de uma petúnia. T...
07/07/2026

🌱 PROCURA-SE JARDINEIRO(A)… da infância.
Não é preciso saber podar roseiras. Nem distinguir uma camélia de uma petúnia. Também não valorizamos experiência em cortar relva.

Mas convém conseguir distinguir 40 chupetas que, garantimos, são "todas iguais". Ter algum talento para descobrir a meia desaparecida antes que os pais perguntem por ela. Desenvolver reflexos suficientes para salvar uma taça de sopa a dois centímetros do chão. E saber que um peluche perdido é uma emergência nacional ...

Estamos à procura de um(a) Educador(a) de Infância e de um(a) Auxiliar de Ação Educativa para integrar a nossa equipa.

O que oferecemos?

🍓 35 horas semanais.
🍓 Horário não letivo.
🍓 Remuneração de acordo com a tabela salarial do Ensino Particular e Cooperativo.
🍓 Formação contínua.
🍓 Uma equipa que acredita que educar também é cuidar de quem educa.

Não prometemos dias perfeitos. Haverá tinta onde não devia estar, sapatos trocados, perguntas difíceis e dias em que o plano muda antes das nove da manhã.

Mas prometemos isto: aqui ninguém "toma conta de crianças". Aqui observa-se, escuta-se, experimenta-se, reflete-se e aprende-se. Acreditamos que educar é um trabalho exigente, intencional e profundamente humano.

Procuramos pessoas curiosas, que gostem de aprender, de refletir e de trabalhar em equipa. Pessoas que saibam que educar não é ter todas as respostas mas continuar a fazer boas perguntas.

Se leste até aqui e sorriste pelo menos uma vez, talvez já tenhas percebido que este anúncio pode ser para ti.

Se procuras um lugar onde possas deixar marca e, ao mesmo tempo, seres transformado pelo caminho, gostaríamos muito de te conhecer.

OBS: obrigatório Licenciatura e/ou Mestrado em Educação Pré-escolar ( Educadores)

Formação na área ( Auxilar de Ação Educativa)

📩 Envia-nos o teu currículo para [email protected].

Há um tempo para semear e um tempo para colher. Entre um e outro, existe tudo o que não se vê, a espera, a dúvida, os di...
07/07/2026

Há um tempo para semear e um tempo para colher. Entre um e outro, existe tudo o que não se vê, a espera, a dúvida, os dias de chuva, o sol a mais, o cuidado repetido, a esperança teimosa de quem acredita que vale a pena continuar.

Educar é isso. Não é fazer crescer. É criar as condições para que o crescimento aconteça. É estar presente. É voltar a tentar quando o dia não corre como imaginámos. É compreender que as crianças não são perfeitas porque estão a aprender e que os adultos também não o são, porque continuam a aprender com elas.
Este ano letivo não foi perfeito. Houve mudanças, desafios, momentos em que foi preciso reinventar caminhos. Mas talvez seja precisamente aí que as raízes se tornam mais fortes. Quando ninguém desiste. Quando o empenho encontra a confiança. Quando uma equipa caminha na mesma direção e as famílias acreditam que vale a pena caminhar ao seu lado.

Hoje olhamos para este morangueiro e vemos mais do que morangos. Vemos a prova silenciosa de que cuidar, todos os dias, transforma. De que o essencial raramente acontece de um dia para o outro. De que os frutos nunca pertencem apenas a quem semeia, mas também a quem confia.

E é por isso que, mesmo depois da colheita, f**a sempre a vontade de voltar a pôr as mãos na terra. Porque educar é acreditar que haverá sempre mais uma semente à espera de um lugar para crescer.

🌱 Ainda temos vagas na Sala dos 2 anos para famílias que procuram um lugar onde a infância é respeitada, vivida e cuidada com tempo, intenção e afeto.

Endereço

Avenida Drive Mário Soares (Avenida Da Conduta), N. º 3706 E N. º 3708
Gondomar
4510-534FANZERES-GONDOMAR

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:30 - 19:30
Terça-feira 07:30 - 19:30
Quarta-feira 07:30 - 19:30
Quinta-feira 07:30 - 19:30
Sexta-feira 07:30 - 19:30

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