04/07/2017
Ana Beatriz Eulálio: vencedora do concurso interno para o poster do Eco-código, no âmbito do Programa Eco-Escolas.
Abriu à comunidade a 1 de Setembro de 1997.
04/07/2017
Ana Beatriz Eulálio: vencedora do concurso interno para o poster do Eco-código, no âmbito do Programa Eco-Escolas.
22/06/2017
Vamos juntar-nos ao INTEP e à EPFF nesta campanha: angariação de bens para equipar as casas daqueles que tudo perderem nos incêndios de Pedrógão Grande!! Façam-nos chegar os bens que nós encaminharemos para as duas escolas promotoras da campanha!
08/06/2017
A nossa Inês Lucas venceu o 1º lugar do Concurso Literário da Escola Cristina Torres, na categoria de prosa - 3.º ciclo, com o seguinte texto:
Naquele castelo
Se fechares os olhos, és capaz de imaginar um castelo. Onde é? Ergue-se numa colina ou numa vasta planície? Dá-te arrepios de tão sombrio que é, ou mal podes esperar para lá entrar? O terreno à sua volta está lotado ou não vês vivalma? Está isolado ou casas brotam do chão? Talvez as respostas sejam mais importantes do que julgas…
Eu vejo um castelo colossal. Não… Talvez o que já tenha sido um castelo. Embora ainda gigantescas, tudo o que resta são ruínas. Pilares, partes de paredes, janelas partidas. Os alicerces parecem ser incrivelmente resistentes, apesar de tudo. Apenas uma sombra do que aparentemente alguma vez fora. Quilómetros (quiçá, dois ou três) de muralhas edificam-se sobre o solo seco e sem vida. Bizarro. Sol? Não o vejo. O céu está completamente cinza, totalmente encoberto por nuvens angustiadas. Sinto-me como se estivesse presa no armário mais diminuto do mundo. A sufocar. O meu coração acelera como se estivesse em risco de vida. Não posso estar. É impossível, dado que me encontro devastadoramente só. Pergunto-me se alguma vez vivi acompanhada. Talvez não. Não sei, mas é tangível um certo pesar. Como se o força do mundo pairasse sobre mim.
Melancolia, mais do que tudo. Sim, esta é a palavra que mais resume este aglomerado de emoções. Não há cor. Apenas cinzento e cinzento e cinzento. Diferentes tons, é claro. Uns mais claros, outros mais escuros. Alguns como se de prata sólida, pálida como a Lua Cheia, se tratasse. Considerava-me algo semelhante a uma perita em coisas desprezíveis, mas isto é totalmente diferente. É… deprimente.
Talvez um dia, consiga abrir os olhos e ver cor. Entretanto, permanecerei presa neste mundo cinzento. Talvez um dia, não seja complicado ver para além da superfície desse tal castelo. Entretanto, estarei cingida a tal. Sim, um dia, verei isso e muito mais. Um dia, sairei deste Purgatório, ou seja lá como se lhe possa chamar. Um dia, não hoje. Porém, amanhã… O Sol nascerá de novo e poderá ser quando a escuridão desvanece e tudo volta ao que era. E nesse castelo, nunca mais me sentirei sozinha. Nunca mais.
31/05/2017
Alunos da Academia de Ciências Experimentais promovem peditório a favor da Fundação Portuguesa de Cardiologia.
28/05/2017
Germinação de sementes - aulas de Ciências da Natureza do 6.º ano.
28/04/2017
Conselho Eco-Escolas de abril.
25/04/2017
Mais uma atividade do Dia do Inglês que decorreu nas Jornadas Culturais: "english tea"
25/04/2017
Sobre o 25 de abril, a professora de História relembra:
Antes do dia 25 de abril de 1974, Portugal vivia mergulhado na tristeza e no medo. Durante mais de 40 anos, quem governou Portugal foi Salazar e, logo a seguir, Marcelo Caetano. Foi a ditadura. Não havia democracia, não se realizavam eleições livres e ficavam sempre os mesmos a governar. As pessoas não tinham liberdade para dizer o que pensavam sobre o governo. Havia a PIDE, uma polícia política que vigiava, prendia e torturava quem tivesse ideias contrárias às do governo.
Com o 25 de Abril, mudou muita coisa no nosso país: acabou a ditadura e começou a democracia. O povo português passou a ter liberdade porque aconteceu uma revolução. O povo saiu à rua para comemorar a festa da Democracia, com os soldados que nos libertaram da Ditadura. As pessoas gritavam «O POVO, UNIDO, JAMAIS SERÁ VENCIDO»
Por este motivo, o dia 25 de Abril foi declarado «DIA DA LIBERDADE» e é feriado nacional.
Por que razão é que o cravo vermelho se tornou o símbolo do 25 de abril?
Uma vendedora de flores começou, a certa altura, a distribuir cravos e os soldados enfiavam-nos nos canos das espingardas e os populares colocavam-nos ao peito. Por isso se chama ao 25 de Abril a Revolução dos Cravos, por ter sido uma revolução pouco violenta com apenas 4 mortos e poucos feridos.
Quais foram as senhas da revolução?
E depois do Adeus, de Paulo de Carvalho foi a primeira senha que desencadeou a tomada de posições da primeira fase da revolução.
O segundo sinal, a canção Grândola, Vila Morena, de José Afonso transmitida pela Rádio Renascença, confirma o golpe e marca o início das operações.
19/04/2017
Nas Jornadas Culturais decorreu a final do Speling Contest, organizada pelo professor de Inglês. Os nossos vencedores foram:
- 2.º ciclo: Guilherme Simão
- 3.º ciclo: Inês Lucas
18/04/2017
Amanhã inicia-se o 3.º período. Desejamos a todos os nossos alunos e colaboradores um ótimo regresso!
13/04/2017
O Colégio de Quiaios deseja a todos os seus alunos, famílias, colaboradores e empresas parceiras uma Páscoa Feliz!
07/04/2017
Nas Jornadas Culturais não faltaram as atividades desportivas!!