Corrente positiva

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Esta página surge na sequência do feedback obtido da http://www.facebook.com/informarpositivamente, com a intenção de promover ideias positivas e um debate em torno destas.

12/12/2011

o Lenhador

Pedro, um lenhador, após um grande trabalho numa área de corte de árvores vi-se desempregado. Após tanto tempo a cortar árvores, entrou nos cortes da empresa! A empresa precisou de reduzir custos...

Saiu, então, à procura de uma nova oportunidade de trabalho. A sua compleição física muito franzina, fugia completamente do protótipo de um lenhador. Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um óptimo profissional.

No processo de procura de novo trabalho o Pedro chegou a uma área reflorestada que estava a começar a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da empresa como um lenhador experiente. E ele de facto o era! O capataz, após um breve olhar sobre tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de seleccionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de “limpadores de gravetos".

Pedro, que precisava do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar a sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente! Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatação. E só o fez a pensar que o Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote...

Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro colocou-se em frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de "madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe. Todos ficaram atónitos!

Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada? Logicamente, Pedro foi admitido na empresa de corte de madeira. O seu trabalho passou a ser elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via no Pedro uma fonte adicional de receita.

O tempo foi passando e, gradualmente, o Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O facto era incompreensível, uma vez que Pedro estava a esforçar-se cada vez mais.

Um dia, Pedro ficou ao nível dos demais. Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam... O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e questionou-o sobre o que se estava a passar. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca me esforcei tanto e, apesar disso, a minha produção está a cair”.

O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado. Quando o recebeu, notou que este estava cheio de "dentes" e sem o "fio de corte", perguntou ao Pedro: "Por que é que não afiou o machado?".

Pedro, surpreso, respondeu que estava a trabalhar muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse o seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.

Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga - conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.

A lição que Pedro recebeu assenta que nem uma luva sobre muitos de nós, preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de "amolar o nosso machado", ou seja, deixamos de actualizar os nossos conhecimentos.

Sem saber por que, vamos perdendo posições nas nossas empresas ou sendo superados pelos outros.

Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma actividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante dez anos.

A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir. É "perder tempo" para afiar o nosso machado.

11/12/2011

Amigos partilho convosco este poema de um grande pensador português: Agostinho da Silva

Sonho
Teria passado a vida
atormentado e sozinho
se os sonhos me não viessem
mostrar qual é o caminho

umas vezes são de noite
outras em pleno de sol
com relâmpagos saltados
ou vagar de caracol

quem os manda não sei eu
se o nada que é tudo à vida
ou se eu os finjo a mim mesmo
para ser sem que decida.

Agostinho da Silva, in 'Poemas'

11/12/2011

Atingir resultados positivos

A primeira lição e de que nunca se deverá esquecer é perguntar-se: “Onde estou hoje?” “O que eu faço conduz-me em direcção aos meus objectivos ou afasta-me deles?”
Estas questões, respondidas e analisadas com honestidade permitem ampliar a percepção de si mesmo e perceber o resultado das suas acções.

Se actualmente não está feliz com os resultados que tem obtido, deve mudar o que está a fazer.
Definir onde está e onde quer chegar são formas de fazer um sonho tornar-se realidade, caso contrário, continuará a repetir os mesmos comportamentos e a obter os mesmos resultados.

Experimente perguntar a si próprio:
“Estou a dar importância ao que realmente é importante?”
“Os comportamentos que tenho habitualmente conduzem-me ou desviam-me dos resultados que pretendo?”.
Colocar a atenção e perceber que possui os recursos internos necessários para atingir a meta, ao invés de avaliar somente a situação externa, leva-nos a alimentar o nosso propósito.
Lançar mão das nossas qualidades internas, controlar as emoções, estar em contacto com a nossa auto-estima, determinação e força trarão certamente mais encorajamento e competências para atingirmos os resultados esperados. Quando prestamos atenção e consequentemente não contamos com esses recursos, desligamo-nos da nossa força interna e provavelmente estaremos mais longe de alcançar os resultados que realmente queremos.
Para lidar com a pressão externa é importante concentrarmo-nos na nossa força interna, lembrar que tudo que precisamos para ser felizes nós já temos.
Atenção:A mesma força que nos faz sonhar poderá ser canalizada para a realização do sonho.

É importante equilibrar a razão e a emoção. Da mesma forma que um passarinho não voa com uma asa só, precisamos do QI (Quociente Intelectual) e do QE (Quociente Emocional) para darmos sentido à nossa vida.
A razão (QI) o avaliar os recursos externos, calcular, fazer conta é tão importante quanto o sonhar (QE), investir no nosso lado intuitivo, dar asas à imaginação e acreditar. Isso é essencial.

Permita-se sonhar e sonhe alto. Muitas vezes, as respostas que buscamos fora de nós estão cá dentro, na nossa fonte criativa. Não se esqueça que tudo que foi criado pelo homem, um dia foi sonhado, imaginado por ele.
Quando aprendermos a focar o nosso ideal, sentimo-nos confiantes, abrimos um caminho de oportunidade para o sucesso.
Provavelmente a nossa maior dificuldade na vida não é atingir as nossas metas, é sim defini-las.
Saber com clareza o que queremos internamente e colocar a atenção nesse foco, caminhar em direcção a ele e manter uma crença fortalecedora de merecimento são competências que podem ser desenvolvidas.

Por favor partilhe e comente!

11/12/2011

Olá amigos, na sequência do feedbadk recebido do "noticias positivas", http://www.facebook.com/informarpositivamente, resolvi criar, no âmbito mais alargado de contributos a "corrente positiva" uma espaço para partilharmos, promovermos e discutirmos: mensagens, ideias, textos... positivos. Contribuam e divulguem!

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