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As portas do   abrem-se também às nossas tentativas e conquistas!
09/10/2026

As portas do abrem-se também às nossas tentativas e conquistas!

Dezenas… de aventuras!
26/09/2026

Dezenas… de aventuras!

“Enquanto durar o outono, não terei mãos, telas e cores suficientes para pintar as coisas bonitas que vejo.”Vincent Van ...
24/09/2026

“Enquanto durar o outono, não terei mãos, telas e cores suficientes para pintar as coisas bonitas que vejo.”

Vincent Van Gogh

O encontro de apresentação juntou a comunidade educativa do Santa Catarina para conhecer melhor o tema do ano 2026/27.Ag...
11/09/2026

O encontro de apresentação juntou a comunidade educativa do Santa Catarina para conhecer melhor o tema do ano 2026/27.
Agradecemos muito a presença e companhia do professor Gabriele Grava que partilhou connosco a sua experiência.

📅 ENCONTRO 10/SET • 18H 📅Começar o ano letivo juntos a dialogar sobre a aventura de educar os nossos filhos no século XX...
03/09/2026

📅 ENCONTRO 10/SET • 18H 📅

Começar o ano letivo juntos a dialogar sobre a aventura de educar os nossos filhos no século XXI!

Preparámos um encontro com Gabriele Grava, diretor da Escola Média da Fondazione Sacro Cuore, em Milão.

Vamos partilhar perguntas e pistas a partir da frase que acompanhará o ano 2026/27.

Como podemos ajudar-nos a cuidar e fazer crescer a humanidade dos nossos filhos e alunos? Que coisas novas são estas que surgem dentro da rotina, do cansaço, da familiaridade…?

A entrada é aberta às famílias e aos amigos!

A competitividade é uma característica relativamente comum em crianças, especialmente quando têm um traço perfeccionista...
14/05/2026

A competitividade é uma característica relativamente comum em crianças, especialmente quando têm um traço perfeccionista, porém, muitas crianças acabam por não saber lidar com a frustração e com o erro, criando quadros de ansiedade e/ou bloqueando.
Nestas situações algumas estratégias simples costumam ajudar.

Num mundo de adultos em constante correria é bom relembrar que, na primeira infância, as rotinas não são apenas uma ques...
14/05/2026

Num mundo de adultos em constante correria é bom relembrar que, na primeira infância, as rotinas não são apenas uma questão de organização do dia — são uma base importante para o bem-estar emocional, social e cognitivo das crianças.

Nos primeiros anos de vida, o mundo é cheio de descobertas e mudanças constantes. Ter uma sequência previsível de acontecimentos (chegada, brincadeira, higiene, refeições, descanso, atividades) ajuda a criança a compreender o que vai acontecer a seguir. Essa previsibilidade traz segurança e reduz a ansiedade, porque o ambiente deixa de parecer imprevisível.

Quando a criança sabe o que esperar, consegue dedicar mais energia a explorar, brincar, aprender e relacionar-se, em vez de estar constantemente a tentar adaptar-se a mudanças inesperadas. As rotinas funcionam como uma “âncora”: dão estabilidade num período em que tudo está em construção.

Outro aspeto muito importante é a autorregulação. Crianças pequenas ainda estão a aprender a gerir emoções, frustrações, cansaço e excitação. Para isso, precisam de tempo e de contextos tranquilos que lhes permitam fazer transições entre momentos do dia. Entrar num novo ambiente, separar-se da família, integrar-se no grupo e ajustar-se ao ritmo da sala são processos que exigem esse tempo de adaptação.

Rotinas consistentes favorecem exatamente isso: criam oportunidades para a criança se situar, observar, ganhar confiança e regular-se emocionalmente ao seu próprio ritmo. Esses pequenos momentos de transição — muitas vezes invisíveis para os adultos — são essenciais para que se sintam seguras e disponíveis para participar plenamente nas experiências do dia.

Hoje celebramos o amor mais puro e incondicional de todos. 💖Feliz Dia da Mãe a todas as mulheres incríveis que cuidam, e...
03/05/2026

Hoje celebramos o amor mais puro e incondicional de todos. 💖
Feliz Dia da Mãe a todas as mulheres incríveis que cuidam, ensinam, protegem e amam sem medida.

Obrigado por cada abraço, cada conselho e cada gesto cheio de carinho.
O mundo é melhor por (n)vossa causa.🌷

🪴Hoje foi dia de jardinagem!No segundo ano, revimos as condições necessárias para uma planta poder crescer e por quais f...
28/04/2026

🪴Hoje foi dia de jardinagem!
No segundo ano, revimos as condições necessárias para uma planta poder crescer e por quais fases passa durante o desenvolvimento.
Vamos ver quantas sementes vão germinar!
A partir de agora, cada par é responsável pelo crescimento de um conjunto de sementes, neste caso, feijões. 🫘

"O meu filho, que está na sala dos 4/5 anos apresenta agora um comportamento mais agressivo. Será normal?Sim. E é bastan...
21/04/2026

"O meu filho, que está na sala dos 4/5 anos apresenta agora um comportamento mais agressivo. Será normal?

Sim. E é bastante comum pais estranharem quando a escola relata comportamentos mais agressivos numa criança de 4–5 anos que, em casa, parece tranquila. Isso não significa necessariamente que haja “um problema grave” — muitas vezes está ligado ao próprio desenvolvimento e ao contexto.

Aqui estão alguns aspetos a considerar:

1. Diferença de contextos (casa vs. escola):
Em casa, a criança está num ambiente superprotegido, previsível, com adultos que a conhecem bem e que antecipam necessidades.
Na escola, há mais estímulos, regras diferentes, partilha constante e menos atenção individual.
Isso pode gerar frustração — e a agressividade surge como resposta.

2. Desenvolvimento emocional ainda em construção:
Nesta idade, o cérebro ainda está a desenvolver competências de autorregulação. A criança sente emoções intensas, mas ainda não sabe bem como expressá-las com palavras.
Bater, empurrar ou gritar pode ser uma forma “primitiva” de comunicar.

3. Competências sociais em aprendizagem:
Partilhar, esperar a vez, lidar com rejeição (“não quero brincar contigo”) são desafios grandes aos 4–5 anos.
Mesmo crianças calmas em casa podem reagir de forma mais impulsiva em grupo.

4. Sobrecarga sensorial e cansaço:
A escola pode ser barulhenta, exigente e cansativa. Uma criança mais cansada ou sobreestimulada tem menos capacidade de controlo — e isso aumenta comportamentos agressivos.

5. Dinâmica de grupo:
As crianças influenciam-se mutuamente. Às vezes, comportamentos agressivos são imitados ou surgem como tentativa de afirmação no grupo.

Paradoxalmente, algumas crianças “guardam-se” mais na escola (onde se sentem menos seguras) e descarregam em casa — mas também pode acontecer o contrário: em casa sentem-se tão seguras que não precisam de recorrer a comportamentos agressivos, enquanto na escola ainda estão a “testar” limites.

Existem estratégias de atuação que podem ajudar a gerir estes conflitos e a desenvolver as competências socioemocionais necessárias.

Aqui temos alguns exemplos de como ajudar o seu filho em casa, articulando sempre com o que é feito em contex

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