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Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de APPBG, Escola, Observatório Geofísico e Astronómico da Universidade de Coimbra Rua do Observatório, Almas de Freire/Sta Clara, Coimbra.

A APPBG foi fundada a 31/07/1987. É uma associação sem fins lucrativos, com duração indeterminada, cujo objeto consiste na representação dos interessados profissionais e na promoção da competência profissional

Photos from APPBG's post 02/08/2026

CF Geodiversidade dos Parques Nacionais do Sudoeste dos EUA

Dia 3
Visita ao PARQUE NACIONAL DE CAPITOL REEF
Visita ao PARQUE NACIONAL DE CANYONLANDS

Dia 4
Visita ao PARQUE DOS ARCOS NATURAIS (Archs)
Visita a MONUMENT VALLEY

Photos from APPBG's post 30/07/2026

CF Geodiversidade dos Parques Nacionais do Sudoeste dos EUA

Dia 1 - Visita a Death Valley

Dia 2 - Visita ao Museu St. George + Bryce Canyon

Photos from APPBG's post 27/07/2026

Geodiversidade dos Parques Nacionais do Sudoeste dos EUA

Vai começar!!

Acordar em Las Vegas...a (outra) cidade que nunca dorme!

24/07/2026

Parecer acerca da Prova de Exame Nacional do Ensino Secundário Prova Escrita de Biologia e Geologia 702 – 2.ª Fase 2026

Após a análise detalhada da prova, consideramos que a mesma se apresenta alinhada com as Aprendizagens Essenciais (AE) e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), mas de resolução globalmente mais complexa e mais trabalhosa do que a prova da primeira fase. Apresenta uma estrutura muito semelhante na distribuição dos grupos e no número de itens por grupo, cumprindo o preconizado, e apresentando:

a) Grupo I com 21 itens, dos quais 5 são não obrigatórios, e 4 itens de resposta extensa, todos obrigatórios;

b) Grupo II com 3 itens, sendo 1 não obrigatório;

c) Grupo III com 4 itens, sendo 2 não obrigatórios, e 1 item de resposta extensa e obrigatório.

Relativamente aos itens de construção (resposta restrita) serem todos obrigatórios, já apresentámos anteriormente, e reforçamos novamente, a proposta de, futuramente, poderem constar itens desta tipologia em que o aluno possa optar por responder entre diferentes possibilidades apresentadas na prova.

Dos 24 itens que completam a prova, continuamos a ter 8 itens não obrigatórios, dos quais 4 contabilizam para a classif**ação final, algo que parece ter sido definitivamente estabilizado.

A prova apela à interpretação e ao raciocínio em vários dos seus itens, principalmente nos itens de resposta restrita, o que exigiu um tempo de análise mais demorado dos documentos de apoio, alguns deles contendo diversos suportes (texto, tabela e gráfico, como é o caso do Grupo II), o que pode ter criado alguma ansiedade na realização e na revisão cuidada da prova por parte dos alunos dentro do limite de tempo disponível. A própria forma de registo das respostas (com o seu preenchimento com círculos em folha de leitura ótica) pode contribuir para a limitação do tempo necessário à realização da prova de forma serena por parte dos alunos. Pensamos que este é um ponto que deverá ser alvo de análise cuidada por parte do EduQA, no sentido de se perceber a sua relação com o tempo atualmente disponível para a sua realização.

Dos 5 itens de resposta restrita, apenas 2 (item 21 do Grupo I e item 4 do Grupo III) tiveram a inclusão de um acréscimo na sua formulação que orienta a resposta do aluno, bem menos do que na prova da primeira fase. Parece-nos evidente que este facto poderá ter impacto direto no sucesso dos alunos na concretização dos elementos de resposta nestes itens. Relativamente aos seus critérios de classif**ação, vemos como muito positivo o facto de estarem contempladas várias alternativas. Ainda assim, como veremos adiante, outras poderiam estar contempladas.

A atividade experimental proposta no Grupo II é uma atividade que pode ser realizada em sala de aula, facto pelo qual nos congratulamos, sendo na área da Geologia, algo que não é muito frequente, o que também saudamos.

Contabilizámos 4 itens de carácter procedimental, para os quais não é necessária a mobilização de conteúdos específicos da disciplina (Grupo I, itens 18 e 21 na área da Biologia e Grupo II, itens 1 e 2, na área da Geologia), entendendo-se este facto com a necessária avaliação de outras competências igualmente importantes.

Registamos 1 item, apenas, que combina as áreas da Biologia e da Geologia (item 9 do Grupo I). Além disso, salientamos positivamente o facto de o Texto 2 incidir sobre aspetos da Biologia e da Geologia, sobre o qual se desenvolvem os diversos itens, sobre as duas áreas.

Consideramos globalmente apropriado o rigor científico da prova, verif**ando-se equilíbrio entre o número de itens da componente de Biologia (15) e de Geologia (14), sendo que o item misto contabiliza para as duas áreas, razão pela qual indicamos um total de 29 itens. Verificou-se um equilíbrio entre os conteúdos dos 10.º e 11.º na componente de Biologia (6 / 7 itens, respetivamente, aos quais se somam os itens de natureza procedimental, totalizando os 15 anteriormente referidos), mas verificou-se algum desequilíbrio na componente de Geologia (4 / 8 itens, respetivamente). Destacamos o facto de se sentir uma preocupação em se abordar vários conteúdos das duas áreas e dos dois anos de escolaridade, de forma a cobrir uma boa parte dos Domínios e das Aprendizagens Essenciais da disciplina. Esta situação verif**a-se, nomeadamente, ao nível dos itens de Associação / Correspondência e dos itens de Ordenação.

Mantém-se o facto de a prova registar a presença de alguns itens com formulação e conteúdos semelhantes a outros que já foram avaliados em exames anteriores.

Numa análise mais fina, gostaríamos de destacar vários pontos, tais como:

Grupo I

- Itens 1 e 8 - O texto revela uma simplif**ação de linguagem que entre geólogos é algo comum, mas neste nível de ensino pode criar alguma confusão nos alunos, uma vez que se caracterizam as rochas como "félsicas" e "máf**as", quando os alunos aprenderam que estes conceitos se aplicam à cor dos minerais. Este aspeto ganha ainda mais relevância se atendermos à afirmação III do item 1, do Grupo I, onde se refere "rochas leucocráticas", obrigando o aluno a concluir que os conceitos de "rochas félsicas" e "rochas leucocráticas" são aqui tidos como sinónimos. Esta situação também se aplica ao item 8 do mesmo grupo.

- Item 2 - A utilização do conceito de "raio sísmico" em vez de "direção de propagação" da onda parece-nos despropositada e geradora de polémica desnecessária. A caracterização dos parâmetros relativos às ondas (sísmicas) não é algo que esteja estabelecido nas AE e não é pelo facto de constar em alguns dos manuais existentes que deverão ser avaliados em prova de exame nacional (AE correspondente: “Caracterizar as ondas sísmicas (longitudinais, transversais e superficiais) quanto à origem, forma de propagação, efeitos e registo”).

- Texto 2 - O texto refere que o camarão-girino é uma espécie “endémica do sudoeste Português”. No entanto, logo a seguir é referido “existindo exclusivamente nos charcos localizados entre os concelhos de Vila do Bispo e de Faro”, não estando este último localizado no sudoeste português. A publicação original refere-se "aos charcos temporários da costa sudoeste e do sul de Portugal", pelo que a utilização da informação original não deveria ser desvirtuada.

- Item 11 - Não existe uma clarif**ação, na informação disponibilizada, sobre a relação das variações sazonais com as fases de enchimento do charco, o que dificulta a compreensão e análise dos documentos de apoio.

- Item 16 - Sugerimos a introdução de uma alternativa ao elemento B nos critérios de classif**ação, devendo-se aceitar a referência ao endemismo.

- Item 17 - No elemento B dos critérios de classif**ação, apesar de parecer óbvio, deverá considerar-se "terra rossa" em alternativa à menção a "argilas".

- Item 21 – O item apresenta elevada complexidade, atendendo ao facto de apresentar um texto denso, uma Figura 3A com informação que não está clara (não consta qualquer referência no texto para o signif**ado de “x 12 árvores” e o “x 5 ramos”), além da Figura 3B, cujo padrão de cores utilizado pode induzir o aluno a fazer a correspondência, não com o que item pretende, mas com os locais de estudo, pois apresentam exatamente as mesmas cores/padrão na Figura 3A.

Salientamos o facto de os elementos A e B dos critérios de classif**ação exigirem mais do que uma relação, o que dificulta imenso a sua concretização e aumenta consideravelmente a complexidade do item. Assim, pensamos que a concretização dos elementos A e B deveria consistir, apenas, na primeira relação, enquanto as segundas deverão estar contidas no elemento C.

Ainda no mesmo item, propomos uma alternativa ao elemento C - A vespa controla (OU reduz, OU tem efeitos negativos) (n)a capacidade reprodutora e de disseminação da acácia, em plantas com e sem galhas.

Grupo II

- Item 2 – O item remete a resposta para a diminuição da temperatura com a distância. Este facto implica que o aluno relacione os dados do Gráfico I, que se referem à variação das temperaturas ao longo do tempo, com a Figura 4B, que se refere à distância dos vários termómetros à fonte de calor, o que aumenta fortemente a complexidade do item.

Grupo III

- Item 4 - O elemento B dos critérios de classif**ação exige que o aluno refira que a formação de novos vasos sanguíneos assegura o fornecimento de nutrientes (ou de glicose) às células tumorais. Será muito provável que os alunos também refiram o aumento no fornecimento de oxigénio às células que, embora as bactérias não o utilizem no processo de obtenção de energia, não deverá ser visto como falha no rigor científico, uma vez que é algo que se verif**a, de facto.

Coimbra, 24 de julho de 2026

A Direção da APPBG

https://appbg.pt/item/394

Photos from APPBG's post 08/07/2026

CF Vultos científicos e paisagens geológicas da Grã-Bretanha

Dia 4 - dia começou na cidade onde Darwin nasceu e viveu alguns anos da sua infância - Shrewsbury. Uma cidade bonita e muito pitoresca. Num percurso de cerca de 4 km, o grupo passou por alguns dos locais emblemáticos da vida de Darwin.

Seguimos para as ruínas romanas de Wroxeter, onde também almoçamos na forma de picnic.

O dia continuou com a visita a Wren's Nest, local que corresponde à primeira área de reserva constituída em Inglaterra. Neste local podem ser observados calcários nodulosos do Silúrico, com um aspeto "semelhante" aos nossos calcários do Cenomaniano-Turoniano. O que impressiona é, além da sua idade, a ausência de metamorfismo e uma deformação pouco intensa, permitindo a observação de um registo fóssil impressionante, com braquiópodes, equinodermes, briozoários, corais e...trilobites!

O dia acabou em Bristol, onde o grupo ficou alojado.

Photos from APPBG's post 06/07/2026

CF Vultos científicos e paisagens geológicas da Grã-Bretanha

Dia 3 - O grupo começou o dia na cidade de Durham, cidade universitária, que coincidiu com o "Graduation day"! Foi giro ver o traje e a festa a ser preparada.

Em seguida seguimos para Staithes, uma zona balnear onde é frequente ver os locais na "caça ao fóssil"! Amonites, belemnites e bivalves são frequentes...

O almoço foi em Whitby, outra localidade balnear muito bonita, que f**a entre Staithes e o último dos locais visitados - Robin Hood's Bay.

A supresa estava guardada para esta parte final do dia de visitas quando, para além do estratótipo Sinemuriano - Pliensbaquiano estar ali localizado, termos sido brindados com um número enorme de focas à beira-mar!

O jantar foi num restaurante lindo - Browns Manchester, onde o grupo terminou o dia.

Photos from APPBG's post 05/07/2026

CF Vultos científicos e paisagens geológicas da Grã-Bretanha

Dia 2 - O grupo começou por visitar o Museu Mineiro Nacional da Escócia.

A visita seguinte foi das mais desejadas e um dos motivos pelos quais este curso foi criado: a visita a Siccar Point e, dessa forma, assinalar o 300º aniversário do nascimento de James Hutton. Foi, realmente, um daqueles momentos que f**am para a vida.

Em seguida o grupo dirigiu-se para Pease Bay, um local com um afloramento de deixar as pessoas "de boca aberta"!

Finalmente, uma nova surpresa: o Castelo de Bamburgh f**a assente numa outra soleira basáltica, que por sua vez está sobre rochas detríticas finas do Carbónico! Pelo caminho, atravessamos a fronteira Escócia - Inglaterra.

Photos from APPBG's post 04/07/2026

CF Vultos científicos e paisagens geológicas da Grã-Bretanha

Dia 1 - dia dedicado à cidade de Edimburgo. O grupo começou por visitar o castelo, que se impõe sobre a cidade e oferece uma vista panorâmica fantástica.

O castelo está construído sobre uma agulha vulcânica dolerítica, com cerca de 340 M.a., que se instalou entre materiais sedimentares entretanto erodidos.

O dia incluiu, ainda, a visita à soleira Salysburry Craigs e ao vulcão Arthur's Seat, que inclui a "Secção de Hutton" (uma inconformidade entre rochas sedimentares e as rochas de natureza dolerítica que formam a soleira).

O dia terminou com uma visita pela cidade...

19/06/2026

Parecer acerca da Prova de Exame Nacional do Ensino Secundário
Prova Escrita de Biologia e Geologia 702 – 1.ª Fase 2026

Após a análise detalhada da prova e a recolha dos valiosos contributos dos nossos associados, consideramos que a mesma se apresenta equilibrada e alinhada com as Aprendizagens Essenciais (AE) e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO).

Relativamente à sua estrutura, verif**amos que é muito semelhante à prova da primeira fase do ano anterior, na distribuição dos grupos e no número de itens por grupo, cumprindo o preconizado, e apresentando:

a) 24 itens que completam a prova;
b) 8 itens não obrigatórios, dos quais 4 contabilizam para a classif**ação final, tal como no ano anterior, estabilizando-se esta situação.

Registamos uma omissão na prova, uma vez que não constam os códigos de cores para alunos daltónicos. Esta situação poderá resultar numa dificuldade para aqueles alunos na resolução do item 3 do Grupo II, onde é solicitado que os alunos se refiram à "tonalidade" das imagens. A mesma situação coloca-se nas imagens da Figura 2, onde é fundamental os alunos distinguirem as diferentes camadas, com diferentes tons de cinzento, em imagens reduzidas.

A prova apela à interpretação e ao raciocínio em vários dos seus itens, exigindo uma análise mais demorada dos documentos de apoio, alguns deles extensos, o que pode ter limitado a sua revisão cuidada por parte dos alunos dentro do limite de tempo disponível. Acresce o facto de ter sido a primeira vez em que os alunos se depararam com um novo tipo de registo das respostas (com preenchimento das respostas com círculos em folha de leitura ótica), que pode justif**ar, também, essa limitação de tempo.

Vemos como muito positivo o facto de, em 4 dos 5 itens de resposta extensa, ter sido incluído um acréscimo na formulação do item que orienta a resposta do aluno. Além disso, também vemos como muito positivo o facto de, nos elementos de classif**ação dos itens de resposta extensa, estarem contempladas várias alternativas.

Congratulamo-nos com o facto de a experiência proposta no Grupo II ser uma daquelas atividades que os professores realizam em sala de aula, indo ao encontro daquilo que temos vindo a defender ao longo do tempo: experiências realizáveis em sala de aula ou experiências que, não sendo realizáveis, podem ser estudadas em sala de aula, como o exemplo das experiências de Engelmann ou de Meselson e Stahl, já utilizadas em provas anteriores.

Contabilizámos 1 item de carácter procedimental que não mobiliza conteúdos específicos da disciplina (Grupo I, item 16) e um que mobiliza conteúdos específicos (Grupo II, item 1). No entanto, o estilo de itens de resposta extensa propostos na prova cumprem de forma alternativa a avaliação de competências daquele tipo de itens.

Consideramos apropriado o rigor científico da prova, verif**ando-se equilíbrio entre o número de itens da componente de Biologia (16) e de Geologia (14), registando-se o facto de existir 1 item misto entre as áreas de Biologia e Geologia (Grupo I, item 8 ). Verificou-se, também, um equilíbrio entre os conteúdos dos 10.º e 11.º anos, quer na componente de Biologia (8 / 7 itens, respetivamente), quer na componente de Geologia (7 / 7 itens, respetivamente). Desta forma, destaca-se o facto de terem sido abordados vários conteúdos das duas áreas e dos dois anos da disciplina, cobrindo-se uma boa parte dos Domínios e das Aprendizagens Essenciais da disciplina.

A prova registou a presença de alguns itens com formulação e conteúdos semelhantes a outros que já foram avaliados em exames anteriores, facto que pode ser facilitador do sucesso dos alunos que resolveram exercícios de exames de anos anteriores.

Numa análise mais fina, gostaríamos de destacar alguns pontos, tais como:

Grupo I
- item 2 – A maior complexidade do item reside na dificuldade de integração da informação presente no Texto 1 e na Figura 2 (A, B e C), no que respeita à sequenciação das três primeiras etapas.

- item 9 – Tendo em conta a formulação do item (“…fazendo referência à diferença da litologia entre a crusta continental nesta bacia e a crusta continental em geral, …”), o elemento B deveria contemplar uma formulação em que os alunos possam referir a litologia da crusta continental em geral, comparando com a situação específ**a desta bacia.

Grupo III
A escolha da Figura 4A não foi a mais feliz, tendo em conta a qualidade das imagens anteriores, colocando problemas na resposta ao item 1, na avaliação das frases 3 e 4. A figura original contém informação mais detalhada na própria imagem e na sua legenda, que não consta na do texto de suporte do grupo, e que era relevante para a interpretação da imagem e resolução do item.

- item 2 – Não sendo o sienito nefelínico uma das rochas presentes nas Aprendizagens Essenciais, a informação disponibilizada para o aluno concluir que se trata de uma rocha plutónica não é suficientemente objetiva.

Coimbra, 19 de junho de 2026
A Direção da APPBG

https://appbg.pt/item/393

03/06/2026

300.º Aniversário do nascimento de James Hutton

James Hutton nasceu no dia 3 de junho de 1726, na cidade escocesa de Edimburgo.

Considerado como o "Pai da Geologia", o Uniformitarismo de Hutton marcou uma revolução sobre as ideias que vigoravam no seu tempo, nomeadamente no que respeita à idade da Terra, bem como aos processos que nela ocorrem.

Para assinalar o seu nascimento, a APPBG criou o Curso de Formação "Vultos científicos e paisagens geológicas da Grã-Bretanha", que terá início no dia 4 de julho, exatamente na cidade de Edimburgo, incluindo uma visita a Siccar Point, local icónico ligado a James Hutton.

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