01/10/2026
Um estudo do CNC-UC, em colaboração com a Universidade de Aveiro, utilizou um modelo bioinformático para identificar alterações na expressão de "genes-relógio" associadas a uma diagnose de insónia crónica, um distúrbio do sono que se estima afectar 10% das pessoas, tanto em Portugal como globalmente.
👁️ No estudo publicado na revista Translational Psichiatry, a equipa investigou pela primeira vez a relação entre estes genes-relógio e a insónia crónica, associando alterações na sua expressão com marcadores conhecidos de distúrbios do sono, nomeadamente desregulações na temperatura corporal e nos níveis de cortisol e melatonina. Também foram pioneiros no uso de inteligência artifical para machine learning para ajudar a distinguir, com 92% de precisão, entre participantes saudáveis e aqueles com insónia, assim como a identificar os subtipos de insónia entre estes.
⏰ Desregulações no nosso ritmo circadiano—o sistema de relógio interno de 24 horas do corpo que regula o sono—podem contribuir para insónia. Estas desregulações do nosso relógio biológico são representadas pelo olho aberto de madrugada (AM) e o olho fechado de tarde (PM) na ilustração original que acompanha o estudo. Alterações na expressão dos genes-relógio, que regulam este ritmo, estarem associadas a outros marcadores conhecidos de insónia poderão ajudar a diagnosticar estes distúrbios com mais precisão no futuro.
🔗 Saiba mais: https://www.cnc.uc.pt/pt/estudo-do-cnc-uc-identifica-alteracoes-nos-genes-relogio-associadas-a-insonia-cronica
📷 Da esquerda para a direita: Rodrigo Ribeiro, Laetitia Gaspar, João Alves, Bárbara Santos, Catarina Carvalhas-Almeida, Joaquim Moita, Cláudia Cavadas e Ana Rita Álvaro.
🎨 Ilustração: Rita Félix
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A CNC-UC study, in collaboration with University of Aveiro, used a bioinformatics model to identify changes in the expression of "clock genes" associated with a diagnosis of chronic insomnia, a sleep disorder estimated to affect 10% of people, both in Portugal and globally.
👁️ In the study published in the journal Translational Psychiatry, the team investigated for the first time the relationship between these clock genes and chronic insomnia, associating changes in their expression with known markers of sleep disorders, namely dysregulated body temperature and cortisol and melatonin levels. They also pioneered the use of artificial intelligence through machine learning to aid in distinguishing, with 92% accuracy, between healthy participants and those with insomnia, as well as in identifying insomnia subtypes amongst them.
⏰ Disruptions in our circadian rhythm—the body's internal 24-hour clock system that regulates sleep—may contribute to insomnia. These disruptions of our biological clock are represented by the open eye at dawn (AM) and the closed eye during the afternoon (PM) in the accompanying original illustration. Changes in the expression of clock genes, which regulate this rhythm, being associated with other known markers of insomnia might help with more accurately diagnosing these disorders in the future.
🔗 Read the full news: https://www.cnc.uc.pt/en/estudo-do-cnc-uc-identifica-alteracoes-nos-genes-relogio-associadas-a-insonia-cronica
📷 From left to right: Rodrigo Ribeiro, Laetitia Gaspar, João Alves, Bárbara Santos, Catarina Carvalhas-Almeida, Joaquim Moita, Cláudia Cavadas and Ana Rita Álvaro.
🎨 Illustration: Rita Félix
Universidade de Aveiro
ULS de Coimbra
Translational Psychiatry, a Springer Nature journal