16/12/2014
SESSÕES DO CARVÃO: “MUNDO SUR/REAL”
O manifesto assinado por André Breton em 1924 sugeriu que a arte surrealista abre espaço para “a futura resolução destes dois estados — aparentemente tão contraditórios — que são o sonho e a realidade, numa espécie de realidade absoluta, uma surrealidade”. O surrealismo desenvolveu-se no cinema logo a partir desse ano e permaneceu uma força artística e estética vital nas décadas seguintes. Tal vitalidade está ligada ao modo como a arte cinematográfica de influência surrealista se manteve atenta ao real, dele extraindo elementos para o superar, ou seja, repensar, reformular, recriar, transformar. Os exemplos que compõem este ciclo afirmam-se pela sua realidade, entendida como experiência do real a que o filme dá corpo. O desafio lançado por Breton mantém-se actual e dirige-se tanto aos cineastas como aos espectadores de cinema. Será entendendo de que mundo cada uma destas obras emergiu que compreenderemos a sua surrealidade.
Na sessão das 21h30 de amanhã, 17 de dezembro, será apresentado o seguinte filme na Sala do Carvão da Casa das Caldeiras:
Barton Fink (1991), real. Joel Coen [Ethan Coen]
09/12/2014
SESSÕES DO CARVÃO: “MUNDO SUR/REAL”
O manifesto assinado por André Breton em 1924 sugeriu que a arte surrealista abre espaço para “a futura resolução destes dois estados — aparentemente tão contraditórios — que são o sonho e a realidade, numa espécie de realidade absoluta, uma surrealidade”. O surrealismo desenvolveu-se no cinema logo a partir desse ano e permaneceu uma força artística e estética vital nas décadas seguintes. Tal vitalidade está ligada ao modo como a arte cinematográfica de influência surrealista se manteve atenta ao real, dele extraindo elementos para o superar, ou seja, repensar, reformular, recriar, transformar. Os exemplos que compõem este ciclo afirmam-se pela sua realidade, entendida como experiência do real a que o filme dá corpo. O desafio lançado por Breton mantém-se actual e dirige-se tanto aos cineastas como aos espectadores de cinema. Será entendendo de que mundo cada uma destas obras emergiu que compreenderemos a sua surrealidade.
Na sessão das 21h30 de amanhã, 10 de dezembro, será apresentado o seguinte filme na Sala do Carvão da Casa das Caldeiras:
Alice (Neco z Alenky, 1987), real. Jan Svankmajer
02/12/2014
SESSÕES DO CARVÃO: “MUNDO SUR/REAL”
O manifesto assinado por André Breton em 1924 sugeriu que a arte surrealista abre espaço para “a futura resolução destes dois estados — aparentemente tão contraditórios — que são o sonho e a realidade, numa espécie de realidade absoluta, uma surrealidade”. O surrealismo desenvolveu-se no cinema logo a partir desse ano e permaneceu uma força artística e estética vital nas décadas seguintes. Tal vitalidade está ligada ao modo como a arte cinematográfica de influência surrealista se manteve atenta ao real, dele extraindo elementos para o superar, ou seja, repensar, reformular, recriar, transformar. Os exemplos que compõem este ciclo afirmam-se pela sua realidade, entendida como experiência do real a que o filme dá corpo. O desafio lançado por Breton mantém-se actual e dirige-se tanto aos cineastas como aos espectadores de cinema. Será entendendo de que mundo cada uma destas obras emergiu que compreenderemos a sua surrealidade.
Na sessão das 21h30 de amanhã, 3 de dezembro, será apresentado o seguinte filme na Sala do Carvão da Casa das Caldeiras:
Experiência Alucinante (Videodrome, 1983), real. David Cronenberg
25/11/2014
SESSÕES DO CARVÃO: “MUNDO SUR/REAL”
O manifesto assinado por André Breton em 1924 sugeriu que a arte surrealista abre espaço para “a futura resolução destes dois estados — aparentemente tão contraditórios — que são o sonho e a realidade, numa espécie de realidade absoluta, uma surrealidade”. O surrealismo desenvolveu-se no cinema logo a partir desse ano e permaneceu uma força artística e estética vital nas décadas seguintes. Tal vitalidade está ligada ao modo como a arte cinematográfica de influência surrealista se manteve atenta ao real, dele extraindo elementos para o superar, ou seja, repensar, reformular, recriar, transformar. Os exemplos que compõem este ciclo afirmam-se pela sua realidade, entendida como experiência do real a que o filme dá corpo. O desafio lançado por Breton mantém-se actual e dirige-se tanto aos cineastas como aos espectadores de cinema. Será entendendo de que mundo cada uma destas obras emergiu que compreenderemos a sua surrealidade.
Na sessão das 21h30 de amanhã, 26 de novembro, será apresentado o seguinte filme na Sala do Carvão da Casa das Caldeiras:
Céline e Julie Vão de Barco (Céline et Julie vont en bateau, 1974), real. Jacques Rivette
11/11/2014
SESSÕES DO CARVÃO: “MUNDO SUR/REAL”
O manifesto assinado por André Breton em 1924 sugeriu que a arte surrealista abre espaço para “a futura resolução destes dois estados — aparentemente tão contraditórios — que são o sonho e a realidade, numa espécie de realidade absoluta, uma surrealidade”. O surrealismo desenvolveu-se no cinema logo a partir desse ano e permaneceu uma força artística e estética vital nas décadas seguintes. Tal vitalidade está ligada ao modo como a arte cinematográfica de influência surrealista se manteve atenta ao real, dele extraindo elementos para o superar, ou seja, repensar, reformular, recriar, transformar. Os exemplos que compõem este ciclo afirmam-se pela sua realidade, entendida como experiência do real a que o filme dá corpo. O desafio lançado por Breton mantém-se actual e dirige-se tanto aos cineastas como aos espectadores de cinema. Será entendendo de que mundo cada uma destas obras emergiu que compreenderemos a sua surrealidade.
Na sessão das 21h30 de amanhã, 12 de novembro, será apresentado o seguinte filme na Sala do Carvão da Casa das Caldeiras:
A Mulher das Dunas (Suna no onna, 1964), real. Hiroshi Teshigahara
04/11/2014
SESSÕES DO CARVÃO: “MUNDO SUR/REAL”
O manifesto assinado por André Breton em 1924 sugeriu que a arte surrealista abre espaço para “a futura resolução destes dois estados — aparentemente tão contraditórios — que são o sonho e a realidade, numa espécie de realidade absoluta, uma surrealidade”. O surrealismo desenvolveu-se no cinema logo a partir desse ano e permaneceu uma força artística e estética vital nas décadas seguintes. Tal vitalidade está ligada ao modo como a arte cinematográfica de influência surrealista se manteve atenta ao real, dele extraindo elementos para o superar, ou seja, repensar, reformular, recriar, transformar. Os exemplos que compõem este ciclo afirmam-se pela sua realidade, entendida como experiência do real a que o filme dá corpo. O desafio lançado por Breton mantém-se actual e dirige-se tanto aos cineastas como aos espectadores de cinema. Será entendendo de que mundo cada uma destas obras emergiu que compreenderemos a sua surrealidade.
Na sessão das 21h30 de amanhã, 5 de novembro, será apresentado o seguinte filme na Sala do Carvão da Casa das Caldeiras:
O Último Ano em Marienbad (L’Année dernière à Marienbad, 1961), real. Alain Resnais