14/05/2022
Ardina Ladino
Banca de jornais antigos. As notícias do nosso quiosque são uma delícia. Estamos abertos 24 horas por dia.
Página que integra o projecto de literacia mediática "Escolinha dos Media". Página que integra o projecto de literacia mediática "Escolinha dos Media", dinamizado pela Licenciatura em Jornalismo do Instituto Superior Miguel Torga (ISMT, Coimbra, Portugal)
14/05/2022
11/05/2022
Notícias de outros tempos
https://zap.aeiou.pt/porco-condenado-executado-assassinato-476601
27/03/2022
Publicidade de outros tempos
22/03/2022
AEROPORTO MARÍTIMO, JÁ OUVIU FALAR?
É verdade, Lisboa teve um...
Aos trabalhos de construção do Aeroporto Marítimo de Cabo Ruivo presidiu o bom gosto, a singeleza e a segurança . Tudo quanto de mais moderno existia em aparelhagem de protecção à navegação aérea e em material para a amarração e reabastecimento estava reunido naquela base . E, pormenor curioso: as instalações de terra foram desenhadas segundo o velho estilo português, o que era deveras interessante para o passageiro que, vindo da América do Norte, desembarcava em Lisboa.
http://www.portosdeportugal.pt/detail.php?nID=5006
06/03/2022
João Adelino Faria, em modo quase jovem. Ao tempo no Rádio Clube Português (2008)
04/03/2022
Publicidade de outros tempos (1998)
03/03/2022
Conflito entre ardinas e jornais
Ardinas recusam-se a vender jornais se não lhes for concedida uma margem de lucro de 20% na venda de cada jornal.
RTP, 18.03.1991
PARA VER AQUI:
Conflito entre ardinas e jornais Ardinas escusam-se a vender jornais se não lhes for concedido uma margem de lucro de 20% na venda de cada jornal.
03/03/2022
Ardinas de outros tempos
03/03/2022
Sepultado vivo
"Mau quarto de hora curtiu em Paris, M. Leroy, mercador de bric-á-brac, muito ufano da aquisição de um fenomenal cofre forte que ia sendo seu tumulo. A burra chamou a atenção pelo tamanho, tal, que um homem podia nele penetrar e ficar de pé. No quarteirão não se falava em outra coisa. Alastrou-se a curiosidade de ver a peça e o reboliço lisongeou o amor proprio de M. Leroy. Deante de amigos ele próprio entrou no cofre para asseverar-lhe o gigantismo.
Os assistentes para troçá-lo empurraram a porta, e esta se fechou com um estalido sêco. Tornou-se então uma fartura de riso, que não tardou a degenerar em desapontamento… Ao querer soltar o encarcerado o cofre não se podia abrir. Impossível descobrir-lhe o segredo. E o prisioneiro sufocava contando os minutos por séculos. Um serralheiro, suando… só meia hora depois deu ar ao nosso homem, quasi vítima da galhofa".
in "O Serrano", de 19 de Janeiro de 1913
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