12/08/2016
This text has been with me for many years, its the reason behind my tatto, one of the first texts that made me remember who I Am. Sharing with you to light your path as it lighted mine
A Inspirar nasceu de uma vontade de ser a mudança que quero ver no mundo. Acredito que é através dela que as pessoas transcendem as suas circunstâncias.
Projecto de Desenvolvimento Pessoal e Espiritual.
12/08/2016
This text has been with me for many years, its the reason behind my tatto, one of the first texts that made me remember who I Am. Sharing with you to light your path as it lighted mine
11/08/2016
Know your Vibes. As we walk the path of expanded consciousness, we can make use of a powerful God given tool: our Emotions. If we get in touch with how we feel we can start to own our power. Know your Vibes, understand what they mean, remember who you Are.
Love is Light and so are We.
Rá
By Raquel Leite Borges
10/08/2016
When you take responsibility for how you act, you embody your Power. We all feel so many things, we all have triggers. That we have in common. But each one of us has different triggers, different perspectives, we see through different glasses and that creates different emotions in us. When we realise that we don't have to act out all of our emotions we enter a wider space, where we have more options, more to choose from. In relationships (of whatever nature) we can understand that each person sees the world through their glasses and that that is ok. What we can do is decide how we resolve our differences. That code o honour keeps the communication channels open so that conflict can be addressed and common ground can be reached. Love is a vibration. When we go back to love vibes we connect to a part of us that is not so materialistic, therefore not so dense in vibration. The lighter you become the more you remember... love is light and so are we
03/06/2016
Amanhã as 16h!
Raquel Leite Borges é actriz, apresentadora e formadora. Desde 2008 já participou em 18 produções nacionais nos três canais e em algumas independentes. É uma apaixonada pelo desenvolvimento pessoal e vive com o lema "inspirar qualquer pessoa em qualquer lugar" daí envolver-se em projectos que refictam isso e dêem alento a quem os consome. Desde peças de teatro e curtas a projectos de solidariedade e sempre que possível que combine os dois.
Raquel dá actualmente aulas (comportamento social e técnicas de casting) na escola de artes do espectáculo FAME (outros profs Sónia Brasão, José Figueiras etc) a miúdos entre os 12 e os 18 anos. Como fervorosa defensora de formação está, actualmente, ela própria a ter a formação Velha Guarda Oficina de Actores com Amélia Videira e Carlos Santos (dois "monstros" da interpretação em Portugal) uma formação direccionada para actores que queiram aperfeiçoar o seu ofício. Na calha está um projecto teatral com o actor Paulo Azevedo.
Vamos apresentar a actriz Raquel Leite Borges ao auditório da RDS/RADIO este sabado dia 4, entre as 16 e as 17 horas.
Pode ouvir em 87.6 FM ou na NET em www.rds.pt
03/06/2016
Tenho uma capacidade espectacular de reconhecer no outro a divindade, o sagrado e o potencial ilimitado. Entra-me pelos olhos! Sempre achei que toda a gente era como eu, que era isso que viam em mim e uns nos outros. Hoje sei que não é bem assim :)
São muito menos, as vezes em que vejo no outro as suas (ilusórias) limitações, também acontece, mas é raro.
O que vejo, quase sempre é um Ser humano com capacidades extraordinárias, uma expressão única de Deus, com características (mágicas) únicas que se manifesta/materializa diante de mim. Não acredito nas limitações. O que vejo não são limitações mas sim crenças, e crenças são pensamentos que escolhemos acreditar. Por isso quando alguém me diz: Vou fazer "blabla". - eu acredito a 100% porque todo o potencial está lá. Mesmo que nunca tenha feito antes, mesmo que seja "difícil", fazer ou não fazer é uma 3scolha.
É assim que vejo o mundo.
É assim que vejo cada Ser.
Único e com um potencial ilimitado.
Por isso o meu lema é Inspirar, qualquer pessoa em qualquer lugar.
Love is Light and so are We.
Rá
26/05/2016
Acreditar vs Saber
Empatia vs Compaixão
Existem outros, mas estes conceitos apresentam uma diferença estrutural.
No caso dos primeiros, Acreditar e ter Empatia, a origem do sentir vem de um processo mental: no caso de Acreditar eu "convenço-me" de algo que a minha mente lógica justifica (mas não o Sei, é um esforço). No caso de ter Empatia, eu relaciono uma dor minha à dor do outro e ambos partilhamos um espaço vibracional de dor que pressupõe um julgamento de certo ou errado, bom ou mau e que perpetua a ilusão.
No caso dos segundos, Saber e Compaixão, a origem é incondicional, livre de julgamento, suportada sem recurso à lógica e effortless.
No que diz respeito ao Saber dou o exemplo de respirar ou do funcionamento do coração, eu Sei respirar, eu Sei bombear o coração (se apenas acreditasse e algo pusesse em causa esse acreditar eu deixaria de o saber fazer, estaria condicionado).
No caso da Compaixão, ao contrário da Empatia, eu não preciso de ter tido uma experiência de dor ou de fazer um juízo de valor sobre o que o outro sente ou a sua validação (é justo/injusto que o sinta). A Compaixão é um estado constante, tanto para connosco como para com o outro, que permite a verdadeira (auto)observação (através da experiência no sentido de viver) da única realidade - SOMOS UM. Em estado de Compaixão eu não faço um julgamento, a vibração é mantida com focus na Verdade (sem esforço) é para todos, é um estado constante, não depende de nada é incondicional. Através da Compaixão eu contribuo para a libertação da ilusão do outro, logo da minha também.
Nós Somos Seres Vibracionais a Observar a Manifestação dos Padrões Vibracionais que Emitimos. Para Observarmos Diferentes Manifestações, Alteramos a Nossa Vibração.
Love is Light and so are We.
Rá
15/02/2016
:) inspire...
28/12/2015
18/06/2015
Deixemo-nos Inspirar por eles...
Notícias ao Minuto - Centro de Idosos de Aveiro está a inspirar o país Não é preciso estar a morrer para se ter um sonho. E, muitas vezes, de uma forma simples, pode mudar-se a vida de alguém. O projeto 'Antes de morrer quero…' traz essa possibilidade a um grupo de idosos de Aveiro mas pode trazer muito mais. Pode ajudar a inspirar uma nova forma de olhar para a tercei…
As mensagens Inspiracionais surgem quando menos esperamos, só temos que estar atentos.
23/04/2015
13/03/2015
:)
É tão bom ter um PAI!
Estamos perto do dia do Pai é importante pensarmos como a sociedade tem modificado os valores que sustentavam a figura paternal no passado.
Será a mãe mais importante do que o pai na relação com os filhos?
Muitas vezes ouvimos dizer que “mãe é mãe”, que é a figura central, mas podemos questionar estas afirmações. Actualmente são cada vez mais os pais que procuram estar empenhados na educação das suas crianças. Tanto o pai como a mãe são figuras centrais para o bom desenvolvimento dos seus filhos, desde que estejam disponíveis e psicologicamente capazes de assumir uma boa parentalidade.
No entanto a alienação do papel do pai junto dos seus filhos tem constituído um vector comum na civilização ocidental.
Psicanalistas e psicólogos têm investido poucos recursos no estudo da figura paternal, por considerarem o seu papel secundário, especialmente no que respeita à relação precoce, sendo a mãe a figura central de investigação.
Em termos culturais e históricos não era apropriado que o pai manifestasse comportamentos ternos e de amor para com o seu filho/a, na medida em que tais actos estavam associados a um padrão tipificado e estritamente feminino.
Neste contexto, o pai tornou-se ausente e a sua presença física na relação com o seu filho passou a ser considerada irrelevante. O psicanalista Nauri considerava o pai como um terceiro indesejado que vem perturbar a relação mãe / criança e que se pode transformar em “objecto de ódio do bebé”.
Winnicott revelou que apenas a mãe tem uma “preocupação materna primária” que a leva a existir e a ocupar-se exclusivamente do seu bebé. Assim sendo, o pai é uma terceira figura dispensável numa fase primária, pois tem como única função conter e relacionar-se com a mãe.
A interacção pai/criança foi, desta forma, posta completamente de lado, o pai foi entendido como um estranho que não pode interromper o “paraíso simbiótico relacional” da mãe com o seu bebé.
A mãe poderá favorecer esta relação fusional, “cola”, em que ela desempenha um papel principal na manutenção da sobrevivência do seu bebé, na medida em que assegura um lugar privilegiado no seu psiquismo. Através do impacto emocional e vivencial que cria, pela convivência constante e fechada.
Contudo parece que estamos a assistir ao despertar do “novo pai” que está disponível para se relacionar com os seus filhos desde uma fase precoce. Esta disponibilidade poderá estar relacionada com múltiplos factores, nomeadamente o facto de as mulheres estarem cada vez mais no mundo do trabalho.
Outra mudança significativa consiste no crescimento do número de pais solteiros que ficam com a custódia dos filhos, algo impensável a algumas décadas atrás.
O resultado de tantas alterações sociais implica uma reestruturação do lugar do pai, de como se deve comportar e de como reagir com os seus filhos.
Ao não ter de cumprir um mandato de comportamentos austeros, desprovidos de afecto ou de assumir um papel, tradicionalmente expectável, de distanciamento dos filhos (que só entra em acção quando é necessário dar um sermão), o pai vai finalmente, libertar-se destes estereótipos e tornar-se numa figura parental que revela os seus sentimentos e o amor que tem aos seus filhos.
Na análise destes temas entra-se, necessariamente, na questão do que cabe à masculinidade e do que cabe à feminilidade.
Até que ponto a masculinidade tem de estar associada ao embotamento afectivo ou à incapacidade de estabelecer uma relação empática com o seu filho/a. Será que a capacidade de estabelecer uma relação empática com os filhos é uma característica exclusiva da feminilidade? Assim surge a questão: a sensibilidade ou capacidade de empatizar é uma característica das relações humanas ou é especificamente materna?
De facto, o masculino é diferente do feminino, mas na essência, partilhar emoções e relacionar-se com o outro de forma íntima e especial, está estreitamente relacionado com a maneira como o sujeito foi amado, ou não, pelos seus próprios pais e como encarou e integrou essas mesmas experiências. Como tal a capacidade de interagir com qualidade e de amar não se relaciona com o género sexual.
É bom ter o abraço apertado do nosso pai, o seu sorriso sincero e brincalhão. É bom podermos pegar na sua mão forte e sentir firmeza, quando nos diz para avançar com coragem para a vida. Por vezes, a mãe, inibe os nossos passos, por medo e insegurança, pois pode não conseguir nos proteger, o pai sabe que devemos seguir em frente, que devemos experimentar, sempre, com a certeza que podemos contar com o seu apoio constante, mesmo quando erramos.
É tão bom ter um pai assim! Parabéns a todos os Pais!!!!!!
Dra. Mafalda Leite Borges
Canto da Psicologia
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