Unidade de Vida Selvagem - Wildlife Research Unit

Unidade de Vida Selvagem - Wildlife Research Unit

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Our recent paper just got published!!
Em que país e cidade fica localizado a Unidade de vida Selvagem?
DIVULGUE PARA QUE ANIMAIS DE ZOOLOGICO PARTICULAR NO BRASIL NAO REALIZE ABATE DE 300 CERVOS EXOTICOS.zoologico PAMPA SAFARI city Gravatai,estado.Rio Grande do Sul.BRASIL. HELP HELP

https://sites.google.com/site/unidadevidaselvagem/

A Unidade de Vida Selvagem, do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro integra diversas valências na área da Ecologia Animal, incluindo o Estudo da Dinâmica das Populações Animais e dos seus Habitats, a Gestão e Ordenamento Cinegéticos e Piscícolas, a aplicação de Sistemas de Informação Geográfica à Gestão dos Recursos Naturais, a Genética Populacional e a Conservação, Valorização e Monitorização de Áreas Naturais e da sua Biodiversidade.

Unidade de Vida Selvagem - Quem somos?

Esta semana apresentamos o Miguel Rosalino, outro dos investigadores da Unidade de Vida Selvagem. É doutorado em Biologia pela Universidade de Lisboa e actualmente é Prof. Auxiliar Convidado da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Desde o final da Licenciatura em Biologia que tem trabalhado em ecologia e conservação de mamíferos terrestres, com especial foco nos carnívoros. Tem participado em diversos trabalho de investigação em Portugal e nos trópicos, sempre com o objectivo de perceber quais os padrões ecológicos dos mamíferos e quais os mecanismos que originam esses padrões, com o objectivo último de contribuir para a sua conservação. Actualmente a sua investigação centra-se em perceber quais as adaptações ecológicas dos mamíferos a ambientes alterados pelas actividades humanas, usando como modelos os pequenos mamíferos e os carnívoros (ex. em eucaliptais de produção, liderando o projecto WildForests (http://wildforests.pt/).

Amanhã, voltamos a ter Wildlifes Seminars, desta feita com o colega Guido Ayala, em direto da Amazónia Boliviana, com o tema "El trafico ilegal de partes de Jaguar en Bolivia y los esfuerzos de conservacion a nivel regional". Não percam, às 14h30 (https://videoconf-colibri.zoom.us/j/97640078062)
Unidade de Vida Selvagem - Wildlife Research Unit
Departamento de Biologia - Universidade de Aveiro
CESAM - Centro de Estudos do Ambiente e do Mar

Não percam! É já amanhã, às 14h30, a nossa próxima edição do Wildlife Seminar, desta feita com a colega Rita Tinoco Torres, que nos vai trazer o tema "From the predator to its prey: an integrative approach to the conservation of a top predator in Portugal"!

Unidade de Vida Selvagem - Quem somos?

Esta semana apresentamos a Daniela Teixeira, mestre em Ecologia e Gestão Ambiental pela Faculdade de Ciências e atualmente aluna de doutoramento em Biologia e Ecologia das Alterações Globais na Universidade de Aveiro. Inicialmente começou por trabalhar com micro mamíferos presentes em eucaliptais e atualmente o foco do seu trabalho passou para os mesocarnívoros, mas sem deixar de lado os pequenos mamíferos. É também investigadora no Projeto WildForests onde se insere a sua tese de doutoramento intitulada “Forest plantation effects on carnivore guilds composition and structure”.
Os seus principais interesses de investigação passam por entender os efeitos das florestas de produção de eucalipto na ecologia e conservação das populações de animais silvestres em Portugal.

“The role of wild ungulates in nutrient cycling in Mediterranean ecosystems: a pending issue” é o novo artigo publicado pelos membros da UVS João Carvalho e Rita Tinoco Torres, tendo sido liderado pela Universidade Autónoma de Barcelona, em colaboração com várias instituições internacionais. Este trabalho demonstra o importante papel dos ungulados selvagens nos processos e funções dos ecossistemas terrestres, nomeadamente no ciclo de nutrientes, em ecossistemas Mediterrânicos. Salienta também a necessidade de mais estudos nesta temática e principalmente neste ecossistema, onde ainda há pouca informação.

Link: http://secem.es/galemys/index.php/Galemys/article/view/Galemys.2020.F1

Unidade de Vida Selvagem - Quem somos?

Dário Hipólito, mestre em Biologia da Conservação pela Faculdade de Ciências e actualmente aluno de doutoramento no Programa Doutoral em Biologia e Ecologia das Alterações Globais da Universidade de Aveiro. Desde início o seu foco focou-se com a Ecologia de carnívoros, tendo começado com o texugo, passado pelo urso e ultimamente mais focado no lobo, sem deixar as restantes espécies de lado.
Mais recentemente pretendeu aliar à ecologia a dimensão humana e o efeito que esta tem nas comunidades de carnívoros, especialmente no lobo. Acredita que a co-adaptação de lobos e humanos é a chave para a co-existência de ambos num mesmo ecossistema. Desenvolve o seu trabalho de doutoramento intitulado “Challenges faced by range-limit European wolves’ threatened populations: Can global changes be overcome by reinforcing coexistence?” em colaboração com o plano de monitorização das populações de lobo-ibérico nas serras da Freita, Arada e Montemuro em Portugal, coordenados pela Dr. Rita Torres e Prof. Carlos Fonseca da Universidade de Aveiro, e o plano de monitorização de lobo na Croácia, coordenado pelo Prof. Josip Kusak da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Zagreb.

Unidade de Vida Selvagem - Quem somos?

Esta semana apresentamos a Raquel Martins, mestre em Ecologia Aplicada pela Universidade de Aveiro. Actualmente trabalha como bolseira de Investigação no projecto LIFE Wolflux, estudando a densidade de presas selvagens do lobo ibérico no interior centro de Portugal, de forma a contribuir para um aumento na conectividade das populações de lobo ibérico a sul do rio Douto. Os seu principais interesses de investigação estão relacionados com gestão e conservação de grandes carnívoros em paisagens humanizadas, com especial foco nas interações entre Homem-Vida selvagem e na tolerância humana a grandes carnívoros, de forma a promover a coexistência entre humanos e vida selvagem.

“One rule does not fit it all: Patterns and drivers of stakeholders perspectives of the endangered Iberian wolf” é o novo artigo publicado pelos membros da UVS Rita Tinoco Torres, Diana Lopes, Carlos Fonseca e Miguel Rosalino. Neste trabalho, avaliamos os padrões de nível de atitude e nível de medo entre os diferentes grupos de interesse (público em geral, criadores e caçadores) e avaliamos também quais fatores sociodemográficos podem influenciar os padrões detectados. Foram analisados 323 questionários distribuídos no Parque Natural de Montesinho. Os resultados mostram que, de uma forma geral, a atitude em relação a este carnívoro é neutra a positiva, provavelmente devido aos baixos níveis de predação do gado e à longa coexistência com as populações locais. No entanto, a maioria dos fatores difere entre os grupos de interesse. Educação, conhecimento e nível de medo são fortes preditores a explicar as atitudes em relação ao lobo. Salientamos a importância de avaliar os padrões de atitudes e identificar os fatores sociodemográficos como ferramentas necessárias para facilitar o desenvolvimento de estratégias direcionadas.

Link: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1617138120300686?dgcid=author

Por onde anda o canídeo mais esquivo da Amazónia?

O investigador Nuno Negrões da Unidade de Vida Selvagem colaborou numa publicação sobre o cachorro-do-mato-de-orelha-curta (Atelocynus microtis) que saiu recentemente na revista Royal Society Open Science e que também foi alvo de uma publicação no New York Times. Neste artigo científico liderado por Daniel Rocha, um estudante de doutoramento da Universidade de Califórnia, foi possível compilar a informação da ocorrência desta espécie com a colaboração de 50 investigadores, com o objetivo de conhecer mais sobre esta espécie rara de canídeo. Os resultados desta investigação alertam para o perigo de que mais de 30% da sua área de distribuição poder desaparecer até 2027 por causa da desflorestação.

Link:
https://royalsocietypublishing.org/doi/10.1098/rsos.190717

https://www.nytimes.com/2020/05/04/science/ghost-dog-amazon-rainforest.html

A vespa-asiática foi identificada pela primeira vez em Portugal no mês de Setembro de 2011. No artigo intitulado "Patterns of Vespa velutina invasion in Portugal using crowdsourced data", foram usados 49 013 registos de ninhos de vespa-asiática (2012-2020) para actualizar a distribuição da espécie em Portugal, estimar a velocidade da sua expansão e analisar os padrões de distribuição dos ninhos. O trabalho contou com a participação de várias entidades, Departamento de Biologia e CESAM da Universidade de Aveiro (João Carvalho, Dário Hipólito, Raquel Martins e Carlos Fonseca), Departamento de Biologia da Faculdade de Ciências e CIBIO/InBIO da Universidade do Porto (Frederico Santarém), Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Alberto Gomes), Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (Paulo Carmo e Rogério Rodrigues) e Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (José Grosso-Silva).

Link para consulta: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/icad.12418

UNIDADE DE VIDA SELVAGEM - Quem somos?

Esta semana apresentamos Ana Lino, doutorada em Biologia e Ecologia das Alterações Globais pela Universidade de Aveiro. Os seus principais interesses de investigação estão relacionados com a ecologia molecular e a genética populacional de mamíferos tendo em vista a monitorização, gestão e conservação das suas populações e perceber como é que a perda e fragmentação de habitats afetam as diferentes dimensões da biodiversidade. Actualmente é bolseira de investigação no âmbito do projeto “Ecologia Molecular e Genética Populacional de Mamíferos da Península Ibérica” que tem como principal objetivo fazer a caracterização genética e a monitorização de espécies de carnívoros ibéricos

UNIDADE DE VIDA SELVAGEM - Quem somos?

Esta semana apresentamos Sofia Corticeiro, doutorada em Biologia pela Universidade de Aveiro. Trabalhou durante 7 anos no RAIZ, Instituto da Floresta e Papel, na área de Ecofisiologia Florestal, tendo regressado à Universidade de Aveiro em 2018 para ingressar a Earth Surfaces Processes Team (ESP) . Actualmente é investigadora de Pós-Doutoramento no projecto SuSPiRe, que tem como objectivo principal o desenvolvimento de uma ferramenta de apoio à gestão sustentável, baseada na regeneração natural do pinheiro bravo. Os seus principais interesses de investigação estão relacionados com a recuperação de áreas florestais ardidas e com a gestão florestal sustentável de povoamentos de eucalipto e pinheiro-bravo.

LX Filmes

Das Pedras fez-se Terra: Histórias da Beira Baixa" é um documentário realizado por Madalena Boto sobre a Geologia e Biodiversidade da Beira Baixa. Não percam na RTP2, na próxima quarta-feira, dia 8 de Abril, às 23h10.

O documentário "Das Pedras Fez-se Terra: Histórias da Beira Baixa", realizado por Madalena Boto, vai ser exibido na próxima quarta-feira, 8 de Abril, às 23h10 na RTP2.

"Profundamente marcada pelo diálogo milenar entre água e rocha, a Beira Baixa guarda alguns dos tesouros naturais e arqueológicos mais antigos da Europa.
Cientistas, naturalistas e residentes guiam-nos numa viagem de descoberta da região através das suas histórias mais extraordinárias de superação e resistência."

Uma produção LX Filmes em parceria com Ocidental Filmes

youtube.com

Earth LIVE Lesson with Dr Nuno Negroes Soares : Amazon, People and Jaguars

Aqui fica um vídeo do nosso investigador Nuno Negrões para a rubrica "Earth LIVE Lesson" da Wildlife TV.

Nuno is a Portuguese Biologist working on large carnivores

"What does the wolf eat? Assessing the diet of the endangered Iberian wolf (Canis lupus signatus) in northeast Portugal" é o novo artigo publicado pelos membros da UVS Ana Figueiredo, Ana Valente, Tânia Barros, João Carvalho, Carlos Fonseca e Rita Torres, em colaboração com a Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa. Este é o primeiro estudo realizado em Portugal que demonstra que a dieta do lobo ibérico no Parque Natural de Montesinho é composta maioritariamente pelos 3 ungulados silvestres existentes (veado, corço e javali). Este trabalho vem demonstrar que uma grande densidade de ungulados silvestres, aliada a boas práticas de gestão e criação de animais domésticos, podem ajudar a aumentar o consumo de presas silvestres em detrimento das domésticas, reduzindo assim o conflito homem-lobo.

Link do artigo:
https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0230433

Hoje damos início à nossa rúbrica semanal “UNIDADE DE VIDA SELVAGEM - Quem somos?”

Esta semana apresentamos Tânia Barros, doutorada em Biologia pela Universidade de Aveiro. Os seus interesses e áreas de investigação focam-se essencialmente na Genética Populacional, Genética da Paisagem e Ecologia Molecular com vista à gestão e conservação de vertebrados selvagens. Neste momento encontra-se a desenvolver o seu pós-doutoramento no estudo dos padrões genéticos da truta de rio (Salmo trutta), com o objetivo de preservar o património genético da espécie nos cursos de água portugueses. Atualmente também participa em vários projetos de conservação de mamíferos selvagens através da utilização de ferramentas moleculares.

O artigo “Egyptian Mongoose (Herpestes ichneumon) Gut Microbiota: Taxonomical and Functional Differences across Sex and Age Classes” foi publicado na Microorganisms, cujo estudo foi liderado pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV, IP) em colaboração com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e o Departamento de Biologia e o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro. Este estudo representa a primeira descrição do microbioma gastrointestinal de sacarrabos utilizando métodos de culturas independentes, melhorando o nosso conhecimento sobre a bioecologia desta espécie à luz do comportamento, dieta e características geográficas.

O estudo está disponível aqui: https://www.mdpi.com/2076-2607/8/3/392/htm

Temporal niche overlap among mesocarnivores in a Caatinga dry forest” é o mais recente artigo dos membros da UVS Paulo H. Marinho, Carlos Fonseca e Pedro Sarmento em colaboração com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no Brasil. O trabalho descreve os padrões de atividade de seis espécies de mesocarnívoros (e.g., mamíferos carnívoros < 15 kg) na Caatinga brasileira, incluindo espécies ameaçadas de extinção, e investiga ainda suas possíveis variações sazonais e sobreposições temporais intraguilda e com potenciais presas. Os resultados encontrados permitiram-nos compreender melhor os mecanismos de persistência e coexistência desse grupo em um ambiente semiárido altamente sazonal, considerando seu potencial de competição em um cenário de extinção local de predadores de topo.
Link: https://link.springer.com/epdf/10.1007/s10344-020-1371-6?author_access_token=xvNrIikyFx0UHrGCwkJRSPe4RwlQNchNByi7wbcMAY5rAXqkvQNEyTb2zqLOINVGOIM3mVjFyT3Pb0eUAVDVyYyH-JE0rHFrqbtCwtYeC4VJpc8ysjLlieARxW7CgiuGbx2Fh9y7QxgmPx891W7-Rw==&fbclid=IwAR16qRINqQMrCiK6-kRulkOs9gVRfK_gky2tIrcbRSpnpulx6qAy4EGk6f4

Município de Lousada

O documentário “Lousada - Reencontro com a Natureza” estreou na SIC, no passado dia 22 de Março, Domingo, pelas 12:15. Este documentário envolveu o apoio logístico dos biólogos e técnicos do Município de Lousada e da Unidade de Vida Selvagem do Departamento de Biologia e CESAM, que foi parceiro científico. Joaquim Pedro Ferreira, investigador do CESAM, partilhou a autoria e a realização deste documentário. Se ainda não o viram, sugerimos que o façam :)

https://www.facebook.com/cmlousada/videos/627661571388730/

Documentário “Lousada – Reencontro com a Natureza”
Exibição na SIC, Domingo 22 março, 12h10

É em tempos conturbados como os que vivemos, que a natureza mostra a sua força. É igualmente nestes momentos que percebemos a urgência de proteger a biodiversidade e os ecossistemas, cujos serviços de regulação e mitigação de pragas e doenças não têm paralelo nas criações humanas.
Em Lousada, há vários anos que uma equipa dedicada do Município de Lousada estuda e analisa o território, cada espécie de planta e de animal selvagem. Este trabalho, cada vez mais importante, será agora partilhado com todos, num documentário que o irá surpreender.
Lousada é um território densamente habitado, mas a mão humana vai sabendo proteger o maior valor de todos, do qual depende toda a Vida: o património natural.
O Município de Lousada e a PlaySolutions Audiovisuais apresentam “Lousada, reencontro com a natureza”. Um documentário que mostra a beleza do mundo natural e a humildade que devemos assumir enquanto espécie humana. A não perder, este domingo, na SIC.

Projeto de investigação liderado pela Universidade de Aveiro recebe financiamento de 300 mil euros para estudar o Vale do Côa

O projeto rWILD-COA foi aprovado para receber financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), no âmbito do Programa Internacional de Investigação sobre o Vale do Côa, cujo objetivo é a promoção de atividades de I&D de âmbito interdisciplinar e pluridisciplinar a realizar na região do Vale do Côa, classificada pela UNESCO como património da Humanidade- 2019.

O rWILD-COA (Ecological challenges and opportunities of trophic rewilding in Côa Valley), conta com uma equipa multidisciplinar e internacional: João Carvalho (Investigador Responsável), Rita Torres, Rui Morgado, Susana Loureiro e Carlos Fonseca (Departamento de Biologia & CESAM, UA), Associação Rewilding Iberia, Associação Transumância e Natureza, Universidad Politécnica de Madrid e Universitat Autónoma de Barcelona.

rWILD-COA vai utilizar o Vale do Côa como um laboratório natural, onde será testado e quantificado o papel dos ungulados como “engenheiros de ecossistemas”. O projeto rWILD-COA fornecerá o conhecimento necessário à implementação de ecossistemas autossustentáveis. Integrando valências de várias disciplinas, o rWILD-COA tem como objetivos i) determinar o papel direto e/ou indireto dos ungulados na atenuação ou intensificação das alterações na riqueza e diversidade das espécies face a cenários de perturbações ambientais (e.g. aquecimento global), ii) prever o impacto dos ungulados nos processos ecológicos e funcionais do solo (e.g. atividade microbiana, ciclos biogeoquímicos), e estudar como estas atividades influenciam a estrutura da vegetação e a comunidade de invertebrados através da mediação do ciclo de nutrientes, iii) avaliar os efeitos da pastorícia extensiva e intensiva na mitigação do risco de incêndio, e iv) analisar os efeitos da competição por recursos na qualidade da dieta e parâmetros fisiológicos dos animais reintroduzidos.

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