13/08/2026
As férias sabem melhor quando são na companhia de pessoas bonitas em lugares bonitos que se tornaram casa. 🌼💕
LodgeSaConde
(Este ano com direito a conhecer o hospital de Portimão)
Educadora e Mentora Parental ✨
Apoio, dicas, estratégias para mães que vivem desafios na parentalidade e educação dos filhos 🍀 Super hiper mega cuidadora!
Mariana, 36 anos, Leonina, mãe do Guilherme e do Francisco. Esposa, empreendedora e pós-graduada em Educação Infantil. A minha prioridade são os meus filhos! Depois de passar por desafios profissionais, abracei a maternidade e o empreendedorismo. Em 2020, durante a pandemia, descobri o Network Marketing, e foi aqui que nasceu a minha veia empreendedora. Após refletir sobre o equilíbrio entre traba
13/08/2026
As férias sabem melhor quando são na companhia de pessoas bonitas em lugares bonitos que se tornaram casa. 🌼💕
LodgeSaConde
(Este ano com direito a conhecer o hospital de Portimão)
11/08/2026
Este post não é só uma opinião minha. Acho importante dizer isto porque, quando falamos de ecrãs e crianças, rapidamente aparecem os extremos: ou parece que estamos a demonizar a tecnologia, ou que estamos a dizer que alguns minutos de televisão vão “estragar” o cérebro de uma criança.
Não é disso que estamos a falar.
A tecnologia faz parte das nossas vidas. A questão é perceber quando aparece, durante quanto tempo, o que a criança vê, de que forma usa e, principalmente, o que aquele ecrã está a substituir.
E sobre isto temos estudos que evidenciam.
Um estudo de 2020 de Madigan, McArthur, Anhorn, Eirich & Christakis, encontraram uma associação entre maior exposição a ecrãs e competências linguísticas mais baixas. Ao mesmo tempo, conteúdo de maior qualidade e a presença de um adulto durante a utilização associaram-se a melhores resultados.
Ou seja: não é só quanto tempo. Importa o quê, como e com quem.
Outra questão que me preocupa é usar o telemóvel para acalmar.
Um estudo de Radesky e colaboradores que investigaram com ele, em 2023, encontraram uma relação entre a utilização frequente de dispositivos para acalmar crianças pequenas e maior reatividade emocional.
E isto levanta uma pergunta importante: se sempre que a criança está frustrada, impaciente ou aborrecida lhe damos um ecrã, quando é que ela tem oportunidade de aprender a lidar com essas emoções?
Aprender a esperar aprende-se.
Lidar com o aborrecimento aprende-se.
Regular emoções também.
A própria OMS recomenda limites ao tempo sedentário de ecrã nos primeiros anos e chama a atenção para a importância de proteger o sono, o movimento, a br**cadeira e a interação.
Porque o problema não é apenas o tempo que a criança passa no ecrã. É também aquilo que deixa de acontecer enquanto está nele.
Menos conversa. Menos exploração. Menos movimento. Menos br**cadeira. Menos interação.
Não precisamos de pais perfeitos. Eu também não sou.
Mas precisamos de adultos informados e responsáveis pelas escolhas que fazem.
Uma criança pequena não consegue gerir o seu consumo digital, essa responsabilidade é nossa.
Guarda e partilha com quem achares que esta informação vai fazer diferença. ♥️
24/07/2026
Não consigo parar de pensar.
Sinto a dor daquela mãe, da família. Uma dor que destrói.
Gostava de conseguir abraçar esta mãe, com toda a força.
🥺♥️
22/07/2026
❥ 22.07.2018 ❥
22/07/2026
O cérebro de uma criança não cresce apenas com o tempo. Cresce com aquilo que vive.
Todos os dias, milhões de ligações entre neurónios são fortalecidas ou enfraquecidas e, curiosamente, isso acontece nas coisas mais simples da infância.
É durante uma boa noite de sono que o cérebro organiza aquilo que aprendeu.
É quando corre, salta e br**ca que constrói competências motoras, cognitivas e sociais.
É quando se sente seguro, amado e acolhido que aprende que o mundo pode ser um lugar previsível.
É através das rotinas que desenvolve autorregulação.
É perante desafios adequados que cria novas ligações neuronais.
É nos momentos sem estímulos constantes que nasce a criatividade.
E é através dos limites, dados com respeito e consistência, que aprende a lidar com a frustração e a viver em sociedade.
Cuidar do cérebro de uma criança não passa por comprar os brinquedos mais caros ou encher a agenda de atividades.
Passa, muitas vezes, por oferecer aquilo que não custa dinheiro: presença, tempo, previsibilidade, afeto, br**cadeira e descanso.
Porque aquilo que fazemos na infância não molda apenas comportamentos. Molda literalmente o cérebro em desenvolvimento.
Neste Dia Mundial do Cérebro, talvez a pergunta mais importante não seja: “Como posso tornar o meu filho mais inteligente?”
Mas sim: “Que experiências estou eu a oferecer para que tenha um crescimento saudável?”
Porque cuidar do cérebro de uma criança é cuidar do adulto que ela um dia será.
16/07/2026
Não consigo nem pensar, nem escrever.
Tenho um ódio dentro de mim.
Precisamos de fazer alguma coisa porque o ser humano bateu no fundo.
10 meses? Como se faz uma atrocidade destas? 😭🤬
14/07/2026
Nunca pensamos muito nisto enquanto somos filhos, até que chega a altura que é inevitável não pensar.
Crescemos a acreditar que os nossos pais estarão sempre ali. São eles que nos levam ao médico, que nos seguram pela mão, que nos esperam acordados quando chegamos tarde, que nos dizem “tem cuidado” mesmo quando já somos adultos.
Até ao dia em que entramos num quarto de hospital e percebemos, quase em silêncio, que alguma coisa mudou.
Um dia, sem ninguém nos preparar para isso, somos nós que passamos a segurar-lhes a mão.
Talvez seja por isso que penso tantas vezes na infância.
Porque a forma como cuidamos dos nossos filhos hoje vai muito para além da educação. É na relação que lhes mostramos o que significa cuidar de alguém. O que significa estar presente. O que significa amar quando é fácil e quando não é.
Durante anos, foram os meus pais que cuidaram de mim. Agora sou eu quem faz as viagens, quem se senta ao lado da cama, quem espera, conversa e diz que vai ficar tudo bem.
Não porque exista uma dívida, não se trata nunca disso.
Mas porque o amor, quando é vivido, encontra sempre formas de regressar.
Cuidem dos vossos filhos.
Não para garantir que um dia cuidarão de vós. A vida nem sempre segue esse caminho.
Cuidem deles porque cada abraço, cada olhar, cada momento de presença lhes ensina o que significa amar. E isso acompanha-os para o resto da vida.
24/06/2026
Quem nunca 🤣
Contem-me os vossos planos de fuga? 🫶
20/06/2026
Ontem vivemos uma daquelas memórias que sei que ficam guardadas para sempre.
Todos nós já tivemos um ídolo, não é? Aquela pessoa que admirávamos profundamente, cuja música sabíamos de cor e que, quem dera a muito de nós, na nossa época, termos conseguido assistir ao vivo.
O Guilherme encontrou isso no Fernando Daniel. E foi tão bonito de ver.
Enquanto o observava, lembrei-me de mim. Em pequena também adorava cantar. Não me lembro exatamente de quem era fã aos 6 anos, mas em adolescente… ai, as Spice Girls passavam em loop e eu cantava e dançava como se estivesse num concerto. Ui… e o crush pelo Nick dos Backstreet Boys? 🤣
Ontem estivemos horas à espera.
Horas.
Tudo para o Guilherme ficar na frente do palco e ver o Fernando Daniel bem de perto. O sonho dele? Era só ouvir cantar, bem perto, ver com os próprios olhos que não existe só na televisão ou YouTube e, caso fosse possível, conseguir uma fotografia e um autógrafo.
E ficámos até ao fim.
Até o momento acontecer.
Quando finalmente aconteceu… o brilho nos olhos dele disse tudo.
E acho que só quem é mãe ou pai entende isto de uma forma visceral: fazemos mesmo tudo pelos nossos filhos.
Tudo.
Agarramo-nos ao cansaço, à espera, ao desconforto… porque ver aquele sorriso compensa absolutamente tudo.
E ontem senti isso com muita força.
Também fiquei genuinamente feliz por ver tantas crianças e jovens ali. Algumas tão pequenas como as minhas. Tão presentes. Tão encantadas pela música. Pais e mães a vibrarem juntos.
No meio de um mundo tão barulhento, tão rápido e tão digital, a arte continua a ter este poder incrível: parar o tempo e tocar-nos cá dentro.
E isso tem valor.
Muito valor.
Obrigada, , pela generosidade e por criares música que chega a miúdos e graúdos.
Ontem ajudaste, sem saber, a construir uma memória bonita na infância do meu filho.
E isso não se esquece. 🤍
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