24/06/2026
Quem nunca 🤣
Contem-me os vossos planos de fuga? 🫶
Educadora e Mentora Parental ✨
Apoio, dicas, estratégias para mães que vivem desafios na parentalidade e educação dos filhos 🍀 Super hiper mega cuidadora!
Mariana, 36 anos, Leonina, mãe do Guilherme e do Francisco. Esposa, empreendedora e pós-graduada em Educação Infantil. A minha prioridade são os meus filhos! Depois de passar por desafios profissionais, abracei a maternidade e o empreendedorismo. Em 2020, durante a pandemia, descobri o Network Marketing, e foi aqui que nasceu a minha veia empreendedora. Após refletir sobre o equilíbrio entre traba
24/06/2026
Quem nunca 🤣
Contem-me os vossos planos de fuga? 🫶
20/06/2026
Ontem vivemos uma daquelas memórias que sei que f**am guardadas para sempre.
Todos nós já tivemos um ídolo, não é? Aquela pessoa que admirávamos profundamente, cuja música sabíamos de cor e que, quem dera a muito de nós, na nossa época, termos conseguido assistir ao vivo.
O Guilherme encontrou isso no Fernando Daniel. E foi tão bonito de ver.
Enquanto o observava, lembrei-me de mim. Em pequena também adorava cantar. Não me lembro exatamente de quem era fã aos 6 anos, mas em adolescente… ai, as Spice Girls passavam em loop e eu cantava e dançava como se estivesse num concerto. Ui… e o crush pelo Nick dos Backstreet Boys? 🤣
Ontem estivemos horas à espera.
Horas.
Tudo para o Guilherme f**ar na frente do palco e ver o Fernando Daniel bem de perto. O sonho dele? Era só ouvir cantar, bem perto, ver com os próprios olhos que não existe só na televisão ou YouTube e, caso fosse possível, conseguir uma fotografia e um autógrafo.
E ficámos até ao fim.
Até o momento acontecer.
Quando finalmente aconteceu… o brilho nos olhos dele disse tudo.
E acho que só quem é mãe ou pai entende isto de uma forma visceral: fazemos mesmo tudo pelos nossos filhos.
Tudo.
Agarramo-nos ao cansaço, à espera, ao desconforto… porque ver aquele sorriso compensa absolutamente tudo.
E ontem senti isso com muita força.
Também fiquei genuinamente feliz por ver tantas crianças e jovens ali. Algumas tão pequenas como as minhas. Tão presentes. Tão encantadas pela música. Pais e mães a vibrarem juntos.
No meio de um mundo tão barulhento, tão rápido e tão digital, a arte continua a ter este poder incrível: parar o tempo e tocar-nos cá dentro.
E isso tem valor.
Muito valor.
Obrigada, , pela generosidade e por criares música que chega a miúdos e graúdos.
Ontem ajudaste, sem saber, a construir uma memória bonita na infância do meu filho.
E isso não se esquece. 🤍
18/06/2026
Há temas que me atravessam de forma difícil de explicar e por vezes queria só f**ar no silêncio mas, não podemos!
Pensar em crianças a crescer em casas onde o medo mora, destrói-me por dentro.
Nenhuma criança devia associar casa a perigo.
Nenhuma criança devia aprender a calar para sobreviver.
Nenhuma criança devia crescer no amor de mentira.
Se queremos quebrar ciclos, precisamos começar por olhar para estas crianças.
Vê-las. Escutá-las. Protegê-las.
Porque a infância não volta.
E o trauma não desaparece só porque ninguém fala dele.
💔
Desculpa a todas as Laras, porque falhamos todos.
Um abraço apertado a esta mãe e a todas. 🥺
As experiências da infância não f**am apenas na infância.
A forma como uma criança é vista, ouvida, acolhida e respeitada contribui para a construção da sua autoestima, da sua segurança emocional e da forma como se relacionará consigo própria e com os outros ao longo da vida.
Por isso, quando falamos de saúde mental infantil, não falamos apenas de emoções ou comportamentos. Falamos também dos exemplos que as crianças encontram diariamente nos adultos que as rodeiam.
Não podemos esperar que uma criança aprenda a comunicar com respeito se assiste constantemente a gritos, humilhações ou agressividade.
Não podemos exigir empatia se ela não a recebe.
Não podemos pedir autorregulação emocional sem lhe mostrarmos, através das nossas próprias atitudes, como lidar com a frustração, os erros e os conflitos.
As crianças aprendem através da relação. Aprendem a observar, a sentir e a viver.
Cada interação deixa uma marca. Cada palavra pode fortalecer ou fragilizar. Cada exemplo contribui para a construção da sua saúde mental.
Educar não é apenas ensinar o que é certo. É sermos, todos os dias, o modelo daquilo que desejamos ver crescer nas crianças.
A infância é a base sobre a qual se constrói toda uma vida. 🤍
06/06/2026
Sou feita de sonhos.
Sou feita daquelas vontades que f**aram guardadas vários anos à espera do momento certo (e que muitas vezes pensei que esse momento não ia chegar).
Até que a vida nos mostra que, muitas vezes, o momento certo não aparece... nós é que o criamos.
Sou mãe de dois meninos (e um 👼) que transformaram a minha forma de ver o mundo. São eles que me desafiam, me inspiram e me lembram diariamente que crescer não é um processo exclusivo das crianças.
Voltei à faculdade quando muitos poderiam pensar que já era tarde demais (e louca de mais). Mas aprendi que nunca é tarde para nos aproximarmos daquilo que faz os nossos olhos brilhar verdadeiramente.
Sou apaixonada pelas crianças que tem cruzado o meu caminho e tornado os dias mais incríveis e cheios de alegria.
Movem-me as pessoas, as famílias, as histórias, as emoções e a profunda convicção de que compreender é sempre mais poderoso do que julgar.
Acredito na empatia.
Na educação com respeito.
Na importância de cuidar da mente sem esquecer o coração.
Acredito (muito) que as famílias não precisam de perfeição, precisam de apoio, de conhecimento e de espaços seguros onde possam ser mães e pais (sem culpa, sem apontar de dedos e opiniões que não foram solicitadas).
Entre livros, cafés, noites curtas, sonhos grandes e uma agenda muitas vezes cheia demais, só estou a construir a vida que um dia imaginei para mim.
Uma vida alinhada com quem sou.
Com aquilo em que acredito.
E com a pessoa que quero continuar a tornar-me.
Para tudo isto é necessário ter as pessoas certas do nosso lado e eu tenho, sem dúvida!
Sou a Mariana e fico muito feliz por estares desse lado a acompanhar-me 🖤🤍
08/05/2026
Quando acontece uma tragédia como a que vitimou uma criança de 3 anos, num acidente de automóvel, é fácil apontar dedos. Acusações gratuitas que agora todo o mundo tem sabido fazer tão bem.
“Foi irresponsabilidade do pai.”
“Como é que se esqueceu?”
Mas a verdade é que nenhum de nós estávamos lá. Não sabemos o que aconteceu naquele momento. Não sabemos o que levou (a ser verdade) aquela criança estar sem cinto. E, acima de tudo, nenhum julgamento vai trazer aquela criança de volta.
O que f**a… é uma dor impossível de imaginar.
A dor de um pai.
De uma família.
De amigos que vão carregar esta ausência para sempre.
E talvez seja importante lembrarmo-nos de outra coisa: quando ouvimos histórias assim, uma parte de nós sente medo porque percebemos que podia acontecer a qualquer um. Vivemos cansados, muitas vezes em piloto automático, a tentar dar conta de tudo.
Isso não desculpa erros. Mas explica que somos apenas seres humanos por trás deles.
Este pai não precisa de ataques. Precisa de pessoas que o ajudem a sobreviver (sim, porque vai apenas sobreviver) ao pior momento da vida dele.
E que esta tragédia sirva, sim, como um alerta para todos nós: reforçarmos sempre a segurança das nossas crianças no automóvel. Mesmo nas viagens curtas. Mesmo no “é já ali”.
Porque às vezes é nesse pequeno percurso que tudo muda.
Paz à sua alma. Coragem a quem f**a.
🤍
06/05/2026
Maio é o mês da consciencialização da saúde mental materna, mas a verdade é que este é um tema que precisa de espaço todos os dias, em todas as fases da maternidade.
Fala-se muito do início, do pós parto, do cansaço dos primeiros meses mas dá-se pouca ênfase ao que vem depois. Dos anos em que os filhos crescem, as exigências aumentam e a vida se torna uma constante gestão entre cuidar, educar, trabalhar e simplesmente tentar dar conta de tudo e é precisamente aqui que nós, mães, muitas vezes nos perdemos.
Cuidar da saúde mental não pode ser considerada um luxo, muito menos deve ser algo que f**a para “quando houver tempo”. É uma necessidade real, pois quando uma mãe vive em esforço constante, em sobrecarga emocional e sem espaço para si, isso reflete-se em tudo, na forma como reage, na paciência que tem e na presença que consegue oferecer.
Este mês de consciencialização serve como lembrete, mas a tua saúde mental merece atenção todos os dias porque TU TAMBÉM IMPORTAS!
Guarda para releres sempre que precisares ♥️
03/05/2026
Feliz dia do… “oh mãe”.
Sim, porque ser mãe é isto:
não tens nome, não tens pausa, não tens silêncio.
És “oh mãe” 1001 vezes por dia (no mínimo).
“Oh mãe, quero colo.”
“Oh mãe, quero água.” (naquela hora de deitar)
“Oh mãe, já fiz cocó.”
E no meio do caoos, há uma parte de nós que até gosta.
(pronto, às vezes, também não gostamos e queremos o nossos espaço e silêncio e está tudo bem admitir isso)
Porque sabemos que um dia isto acaba, o colo vai ser pouco, o dormir juntinhos vai terminar e talvez nesse dia, o silêncio pese mais do que o cansaço de hoje.
Até lá?
Oh mãe… sempre ♥️
A verdade mais pura e bonita que eu já conheci!
♥️🌼
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