Joana Santos

Joana Santos Seja através das escolas ou diretamente com as famílias quero inspirar vidas mais felizes, ajudando adultos a relacionarem-se melhor com as crianças.

Num mundo que constantemente te pede mais, desejo mesmo que neste verão possas acalmar a exigência e abrir espaço e temp...
30/07/2026

Num mundo que constantemente te pede mais, desejo mesmo que neste verão possas acalmar a exigência e abrir espaço e tempo mesmo só para seres quem és.

As amigas também vão de férias, cada uma da sua forma, autênticas. Obrigada por teres acolhido as amigas, elas voltam em setembro.
Que elas nos lembrem do valor da autenticidade, da riqueza da heterogeneidade e da magia que circula nas nossas relações em rede.

Agora vou aproveitar a família, vou viver aventuras novas, vou certamente rir, chorar, zangar-me, frustrar-me, emocionar-me e amar muito!

Até já,
Joana

Esta semana perguntaram de onde era o meu sotaque. Nunca sei responder a isso, apanho sotaques de todo o lado então nunc...
23/07/2026

Esta semana perguntaram de onde era o meu sotaque. Nunca sei responder a isso, apanho sotaques de todo o lado então nunca sei a qual se referem.
Quando estou no Norte percebo que a pergunta se refere a um sotaque do sul, então respondi com uma pergunta:
“Lisboa?”
E continuei…
“Vivo em Évora e vivo aqui também.”
(Estava no Porto)

A pessoa que ouviu isto não disse nada, ficou uns segundos a olhar para mim quieta mas não disse nada. Não sei se estranhou mas estou habituada a que sim, que soe estranho ou curioso.
No outro dia uma das minhas filhas também perguntou no seguimento de uma conversa no carro “em qual nossa casa?”
E continuou…
“Casa de Évora ou do Porto?”
Para além destas duas casas que tem como suas há também a casa em que vive com o pai. Todas têm o nome da vila ou cidade em que se encontram, três diferentes.
Três casas de referência.
Para mim são duas. Duas casas com mais de 400km de distância entre elas.

Sei o que é preparar malas, esquecer-me de coisas, baralhar as gavetas da cozinha, encontrar alimentos diferentes na despensa e no frigorífico, viver com pessoas diferentes em casa casa.
Também sei como é sentir conforto em duas camas, enroscar-me com prazer em duas almofadas, sentir-me em casa em dois sofás, trabalhar em dois escritórios, viver despedidas e chegadas no mesmo dia.

As maravilhosas Marcela e Mafalda @ lembram-nos muitas vezes que ter duas casas não pode ser sinónimo de ter duas vidas. Quando o dizem referem-se a crianças e eu hoje arrisco-me a estender a qualquer idade.
Tantas pessoas por diversos motivos profissionais, pessoais ou familiares vivem em mais do que uma casa.
Preparar esses espaços e assumi-los como casa aumenta a sensação de bem estar, expande a sensação de pertença, conforto e segurança.

Se calhar há muito mais residências alternadas do que achamos também no mundo dos adultos.
E se também as chamássemos de residência alternada?
Será que normalizávamos o termo e aos poucos normalizávamos a forma como vivíamos as residências alternadas das crianças?

(Continua nos comentários)

Sabem aquele amor que diz “estou aqui e gosto mesmo de ti”? Aquele amor que abre os braços no primeiro minuto?Aquele amo...
17/07/2026

Sabem aquele amor que diz “estou aqui e gosto mesmo de ti”?
Aquele amor que abre os braços no primeiro minuto?
Aquele amor de coração aberto?
Aquele amor sem papas na língua para expressar o amor que sente no coração?
Aquele amor que desarma, que desmonta, que derrete?
Aquele amor que já está com sorriso de orelha a orelha quando te vê chegar?

Aquele amor…
Ai se soubesses o que me ensinas sobre amor…

Olho para ti e só agradeço!
Que privilégio do caraças!!!!

Obrigada meu amor, a vida contigo é ainda mais fixe!

Happy 15 🎂

O COLO nasceu na necessidade de nos ligarmos mais uns aos outros. De nos sustentarmos enquanto a vida se transforma. O C...
13/07/2026

O COLO nasceu na necessidade de nos ligarmos mais uns aos outros. De nos sustentarmos enquanto a vida se transforma.

O COLO existe para mostrar que é possível viver os momentos de mudança que a vida traz de forma mais sustentada, cuidada e em rede.
O COLO vem dar o colo que todos precisamos. Um colo onde se pode descansar, refletir e conectar para depois continuar.

A comunidade tem estado a crescer de forma gradual, leve e fluída.
Durante o Verão vamos crescendo juntos para que no outono e no inverno venha o tempo de nos conhecermos, conectarmos e sentirmos que a rede está presente.

De momento, aderindo à comunidade vais recebendo as novidades sobre esses momentos de encontro e vais recebendo reflexões que vão contribuindo para os teus momentos de conexão contigo.
Escreveremos a oferecer colo em forma de palavras, a oferecer espaço e recursos.
Escreveremos para ti.
Eu, a Ana, a Cátia, a Cristina, a Marcela ou a Mafalda.

Ana Higuera | Trauma sem romantização Ana Higuera | Fundamentos do coaching profissional Cátia Pereira • Psicóloga Cris Mega Marcela Almeida Mafalda Correia Divórcio Consciente

Continuamos juntas num espaço que sustenta, que alinha e recursa, esse espaço que chamamos COLO.

Para te juntares a nós utiliza o link na Bio “Comunidade COLO”
Cá estamos para te receber 💛

Até já,
Joana

Sobre vozes que opinam…Uns pais relatam mais disto, outros menos. Parecem ser vozes que revelam insegurança, mas não nec...
09/07/2026

Sobre vozes que opinam…

Uns pais relatam mais disto, outros menos.
Parecem ser vozes que revelam insegurança, mas não necessariamente, às vezes revelam medo, dúvida, preocupação.
Muitas vezes chegam em forma de julgamento 👇
“isso foi péssimo”
“Ui, que pai acabaste de ser!”
“Devias ter feito muito melhor!”
“És sempre a mesma coisa.”

Estas vozes são uma mescla entre coisas que ouvimos ao longo da vida e outras que interpretámos assim, sentimos como sendo isso. Por isso acabam por ser histórias que fomos criando e que ganham vida dentro de nós, a maioria das pessoas refere que vivem na sua cabeça.

Peguemos no exemplo de um final de dia ventoso e um pai ou uma mãe com um filho bebé.
De repente vem a voz que diz “ai que vento olha o bebé.”
A seguir a voz “ele está a dormir e não se mexeu, não sentiu frio.”
E depois “um bebé destapado com este vento?”

Ao longo destes pensamentos é possível que essa mãe/pai já tenha ido ao carrinho algumas vezes na indecisão momentânea do que fazer.

Aqui falamos de tapar um bebé, mais tarde no segurar enquanto ele anda, mais tarde ainda ajudar a fazer bem os TPC’s e mais tarde ainda se sai ou não depois das aulas com os amigos.

As vozes… as tais vozes não existem. São ideias, como pop-ups. Saibamos ouvir quando chegam, reconhecer que até podem ser boas ideias ou sugestões mas ficar apenas com aquelas que estão alinhadas com o que é importante ou o que valorizamos agora.

Como na Parentalidade nunca sabemos se estamos a fazer bem ou mal nem exatamente o que isso é, parece-me que fazer o que está alinhado connosco, que beneficia a saúde de todos e que está ancorado aos valores que queremos semear será sempre um bom caminho.

Sabermos que valores são esses e que pai/mãe quero ser para os meus filhos pode ser mesmo um ótimo Porto Seguro em ti.

Faz sentido para ti?

Até já,
Joana

24/06/2026

As amigas continuam no COLO. Cada uma da sua forma, vivendo a vida com autenticidade.

E tu? Estás no COLO?

Se queres fazer parte junta-te a nós através do link da Bio “comunidade COLO”.
Receberás no teu e-mail informações, conteúdos que te acrescentam e novidades em primeira mão. Tudo com o máximo de respeito pelo teu espaço e tempo.

O COLO existe para mostrar como é possível viver transformações da vida de forma sustentada, cuidada e em rede.

Até já,
Joana

Junho e o seu ritmo. Mês em que o fim se mistura com o início.É aquela altura do ano em que se pede às famílias para cel...
23/06/2026

Junho e o seu ritmo.

Mês em que o fim se mistura com o início.
É aquela altura do ano em que se pede às famílias para celebrarem o final do ano letivo e ao mesmo tempo para terem tudo organizado para as semanas que se seguem.
É aquele mês cheio de eventos em que tudo o que se tem em casa serve para deixar notas como estas👇
📌 T-shirt branca na festa da escola
📌 top preto no hip hop
📌 penteado livre na dança
📌 às 20h já jantadas dia 27
📌 ensaio extra dia 25 às 18h
📌 pagar ATL de verão
📌 levar almoço convivo último dia de aulas
📌 apresentação dia 30? Sem horário ainda
📌 entregar manuais na escola

E é isto…

Quem está desse lado a viver esta parte do mês de junho levante a mão ☝️

Até já,
Joana

Mãe, pai ou cuidador de uma criança. Escrevo para ti hoje, escrevo em forma de pedido, tenho um pedido para ti!Apaixona-...
17/06/2026

Mãe, pai ou cuidador de uma criança. Escrevo para ti hoje, escrevo em forma de pedido, tenho um pedido para ti!
Apaixona-te!

Apaixona-te por ti

Apaixona-te por alguém

Apaixona-te por um hobbie

Apaixona-te por uma profissão

Apaixona-te por um projeto

Apaixona-te pelo que for mas apaixona-te!
Apaixona-te por algo ou alguém que não sejam os filhos.
Apaixona-te pelo teu bem e pelo bem deles também.

Permite que a sensação de enamoramento, entusiasmo, amor viva no teu dia a dia.

Sim este conselho pode bem ser uma dica de Parentalidade, uma das respostas às perguntas “como é que consigo ser mais paciente?” “como é que me consigo regular mais?”
Apaixona-te!

Começa por te aperceberes dessa sensação num dia qualquer e depois apercebe-te do que acontece na relação com os teus filhos quando chegas perto deles depois de teres estado a sentir esse amor. Repara!

Amor pelos teus filhos eu já sei que sentes, podes deixar-te enamorar pela vida também?

Até já,
Joana

15/06/2026

Não é espiritual, mágico, religioso, embora também possa ser para quem quiser essa visão.
É fisiológico, é científico.

Muito se fala de gatilhos, pequenos estímulos que nos levam a reagir de forma muito automática e irrefletida.
“Aquele tom de voz gatilha-me logo.”
“Foi só ouvir aquele som da PlayStation a ligar e pronto passei-me.”
“Quando vi a mochila no meio do corredor novamente já não vi mais nada.”
Esses gatilhos estão ancorados a memórias anteriores àquele momento e o nosso corpo não distingue então acredita que lá estamos de novo, reage como reagiria num outro momento, vive uma intensidade emocional e produz uma resposta rápida, normalmente de ataque ou defesa.
Normalmente sentimos o gatilho como uma ameaça ao nosso bem estar e reagimos.

Mas sabes que também há gatilhos que funcionam de forma oposta?

Sabes quando estás a ter um dia mau e aquela música especial passa no rádio?
Sabes quando bebes o teu café à janela?
Sabes quando o sol se começa a pôr e tu reparas na luz bonita na janela?
Sabes quando os filhos estão felizes a brincar na praia?
Sabes quando te cheira aquela comida que a tua mãe faz?

Repara que provavelmente neste momento em que leste estas perguntas o teu sorriso chegou ou até podes ter-te emocionado e as lágrimas vieram dar sinal disso.

✨ Isso são glimmers ✨

Glimmers são também gatilhos, são pequenos momentos de ativação do teus sistema nervoso autônomo, mas desta vez de uma outra parte dele responsável por te trazer sensação de bem estar, segurança, gratidão, calma.

Então hoje deixo-te o desafio de encontrares Glimmers e usufruires deles. Queres partilhar algum aqui nos comentários?

Até já,
Joana

És trevo de quatro folhas, que sorte a minha e de todos os que já tocaste e que irás tocar.Nunca te conseguirei dizer o ...
14/06/2026

És trevo de quatro folhas, que sorte a minha e de todos os que já tocaste e que irás tocar.
Nunca te conseguirei dizer o que trouxeste à minha vida então largo a ânsia de te dizer em palavras e entrego-me aos momentos em que o nosso amor fala por si.

Fazias falta ao mundo, ainda bem que estás cá, temos todos sorte! Sweet 8 🎂

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7040-113

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