Colégio Bem me quer

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Família Bem Me Quer 💕 Espero que todos estejam bem. Vi este texto e não pude deixar de ficar indiferente, pois reflete tudo o que se passa nos nossos pensamentos e faz-nos pensar no que irá acontecer… Que dias estão difíceis estamos a passar, o estrago que um bicho invisível tão horrível está a fazer nas nossas vidas... o que nos leva a sentir saudades de tantas coisas que queremos voltar rapidamente a ver e sentir. É mesmo o nosso dever estar longe de tudo e de todos( os que podem obviamente) e para bem de todos ficar em casa é a nossa grande ajuda para o mundo. Queremos rapidamente sentir o afeto e as emoções de estar com os nossos meninos, queremos um a um, queremos todos , pois todos eles são especiais , cada um com o seu jeitinho de ser, queremos voltar às aprendizagens, aos saberes, aos miminhos, ao brincar e a tudo o que nos faz bem 😍 Um beijinho do tamanho do mundo nos vossos corações 😘 e obrigada por ouvirem o meu desabafo. Até breve!! “Os Colégios, os pais e os afetos” A ordem de encerramento das escolas, veio pôr à prova a estabilidade, ao nível do relacionamento interpessoal, dos colégios. Na sua grande maioria, os colégios comunicaram aos pais que, no mês de Abril teriam de pagar mensalidade. Uns solicitaram-na por inteiro, enquanto outros aplicaram reduções de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, etc. Pelo que me é dado a observar, a maioria aplicou uma redução. Chegamos assim à primeira fase desta “Ode aos Colégios". O choque Espantados, ofendidos e magoados, muitos pais reagem de imediato. Compreende-se. A mais comum das reações parece ser: “Como se atrevem a pedir mensalidade se não nos estão a prestar nenhum serviço?" Este comentário encerra uma visão unilateral do problema que, apesar de legítima, vai ser o ponto de partida para problemas e desorientações várias que se seguirão. Perante esta questão que os pais colocam, os colégios lá vão dizendo que foram mandados fechar e que, se os pais não pagarem não conseguem aguentar o barco. Não me parece correto os colégios pedirem a mensalidade por inteiro. Tudo isto tive oportunidade de assistir, no jornal da noite da SIC, onde muitas opiniões, incluindo da DECO, tive oportunidade de assimilar. O problema O problema é que existe um contrato. Esse contrato tem duas partes e ambas se obrigam a missões especificas. Uma parte presta o serviço à criança e a outra parte paga o mesmo. O contrato tem uma duração correspondente ao ano letivo. Os pais dizem que o serviço não está a ser prestado, logo não devem pagar. Permitam-me que acrescente o seguinte: Não é só o colégio que não está a prestar o serviço na sua plenitude, as crianças também estão impossibilitados de o frequentar. Ou seja, ambas as partes do contrato estão impossibilitadas de lhe dar aplicação. E isto não deve ser reduzido a opiniões frias do direito. A visão seca de que o colégio não está a prestar o serviço, logo não tem direito a receber nada, omite o facto de também as crianças não poderem frequentar o mesmo, porque o estado de emergência as obriga a estar ausentes desse mesmo serviço. Ambas as partes estão obrigadas, por ordem do governo, a estarem distantes uma da outra. Será boa ideia apontar os dedos em riste às direções dos colégios? Já imaginou um colégio vir dizer “não temos culpa que as crianças não apareçam”? Por outras palavras é o que muitos pais estão a dizer: “Não temos culpa que não prestem o serviço”! Imaginem um proprietário de um colégio, usando a mesma argumentação dos pais, ir dizer à senhora da cozinha: - Dª Antónia. Eu contratei-a para cozinhar não foi? - Foi. - Mas a senhora não me está a prestar esse serviço, pois não? - Realmente não. - Então não lhe pago. E esta visão vai ser o ponto de partida para aquilo que acho que vai acontecer. E não vai ser bom. No espirito do lay off, a empresa suspende os contratos de trabalho e paga uma parte ao trabalhador. No caso das famílias, pretendem a suspensão do contrato mas sem pagar nada ao colégio.Todas as posições são legitimas e compreendo-as. Está assim encontrado o caminho para a rutura dos colégios. Passemos à prática Imagine um colégio com Creche e Jardim de Infância (privado, sem apoios do estado por aluno). Tem crianças do Berçário aos 6 anos, num total de 100. Vejamos dois cenários distintos. A. As familias foram informadas de que têm de pagar a mensalidade por inteiro (tirando a alimentação e as extra curriculares). Oitenta por cento das famílias reage dizendo que não. Afinal de contas o colégio não está a prestar o serviço. Começa o conflito. B. As familias foram informadas de que têm de pagar 50% da mensalidade (tirando a alimentação e as extra curriculares). Trinta por cento das famílias reagem dizendo que não. Afinal de contas o colégio não está a prestar o serviço. Começa o conflito. Os grupos de whatsApp começam a deitar fumo, tal é a atividade. Os pais de sala juntam-se, fazem-se discursos inflamados, juras de posição comum e avança-se para conflito com o colégio. Afinal de contas o colégio não está a prestar o serviço, é este o argumento. Tomam-se posições de força e o colégio começa a não conseguir gerir a situação. Os dias, até à data limite do pagamento da mensalidade, vão-se sucedendo. Umas famílias fazem o pagamento e outras não, visto serem da opinião de que não o devem fazer. Está encontrada a primeira divisão. Os que pagaram e os que não. Está instalado o primeiro grande problema, a cisão. Segunda quinzena de abril A segunda metade do mês vai ser o da consolidação do conflito. Ou seja, o colégio dá-se conta que metade das pessoas pagaram. E começa a fazer contas. Apercebe-se que, caso se incompatibilize de vez com os que não pagaram vai perder metade dos clientes. Fica sem saber o que fazer pois, os que pagaram merecem-lhe respeito e consideração. O tempo continua a passar e o colégio está inundado de emails a dizerem: “Quando a criança voltar ao colégio logo retomo os pagamentos”. Irados, muitos responsáveis de colégios vão adoptar posições igualmente extremadas, do género: “Queira então cancelar a matricula do seu filho!!" O conflito assume proporções maiores, consolida-se e muitos pais vão responder: “É para já! Não quero mais ter o meu filho numa instituição que não é solidária connosco e insiste em pedir dinheiro por uma serviço que não presta!" Chega o final do mês de abril e o colégio vai contar espingardas. Apercebe-se que - das 100 crianças - 50 pagaram, 30 bateram com a porta e 20 nem se manifestaram. O problema agrava-se. Mês de Maio - Não achas que fiz bem em rescindir com eles? - pergunta o pai - Claro que sim. Onde é que já se viu quererem dinheiro sem fazerem nada? - responde a mãe Dão-se então conta de que precisam de solução. Há que procurar um novo colégio, na zona de residência da família ou nas zonas de trabalho de ambos. Afinal de contas assim que puderem ir trabalhar, a criança tem de ficar nalgum lado. Depois de várias pesquisas e pedidos de opinião a amigos, reuniram 2 hipóteses. Começam os contactos. Claro que só vão poder visitar quando isso for possível. Desdobram-se em visitas aos sites e às paginas de facebook e insta dos colégios alvo, para melhor os conhecerem. Mas…pasme-se, vão poder ler muitos comentários dos pais irados desses colégios, aos quais também foi pedida a mensalidade ou parte dela. Nesse momento apercebem-se de que apenas estão a fazer fuga geográfica e não uma fuga ao paradigma. Durante o mês de maio, todos os colégios do país vão ter menos alunos ativos em sistema (mesmo fechados). Todos. Até porque, nalguns casos há mesmo famílias que, infelizmente, ficaram sem rendimento. Mas as crianças continuam a existir, continuam a precisar do serviço e os pais continuam a precisar de solução para elas, assim que puderem ir trabalhar. Quer isto dizer que em maio o país terá uma mole flutuante de crianças sem vinculo a nenhuma Creche ou Jardim de Infância. O final do mês de maio vai ser particularmente dramático para muitos colégios. Porquê? Porque em abril aderiram ao lay off para tentar aguentar o navio.Os contratos de trabalho do colégio ficaram em suspenso, o trabalhador está em casa e recebe 65%. Deste valor a Segurança Social suporta 70% e a empresa proprietária do colégio os restantes 30%. Até aqui tudo certo. Só que como os colaboradores foram para lay off, os mesmos não podem ser dispensados (por despedimento coletivo ou por extinção do posto de trabalho) durante o processo, nem nos 2 meses seguintes. Acontece que no final do mês de maio, os colégios vão aperceber-se que, o equivalente a duas das suas salas desapareceu. Duas salas representam quatro colaboradores. E aí agudizam-se as ansiedades. Como é que vão aguentar o barco na reabertura, se perderam 30% da receita? Não vão. Ninguém aguenta uma perda de 30% de faturação e durante ainda 2 meses, não poder fazer ajustes nos recursos humanos. Reabertura dos estabelecimentos Quando tal acontecer a família que rescindiu contrato com o colégio, vai fazer a inscrição num novo estabelecimento. Faz a visita, paga a inscrição, paga o seguro escolar, paga a mensalidade e começa uma nova vida. Mas não faz a mínima ideia, de quanto tempo esse colégio vai estar em funcionamento. O colégio que essa família deixou para trás lambe as feridas, começa também ele a aceitar novas inscrições. Pasme-se, são inscrições de famílias que ficaram iradas nos seus anteriores colégios, porque lhe pediram 50% da mensalidade. É isto que vai acontecer, uma autêntica dança de cadeiras das famílias que não conseguem ou não querem agora em abril, contribuir pelo menos com uma parte da mensalidade. Passados dois meses sobre a reabertura, muitos colégios vão fechar. Infelizmente, os dois meses em que não puderam ajustar os recursos humanos, dispensando os que ficaram sem sala, vão matá-los. Mas ainda acontece mais um pormenor. Trata-se das famílias que não contribuíram comparte da mensalidade e vão querer regressar. E agora? O que faz o colégio? Por um lado, não é justo para com os que aguentaram e pagaram mesmo com o colégio fechado, por outro precisam do regresso dos mesmos. Problema!! Neste momento, educadoras, auxiliares, cozinheiros, vigilantes e administrativos dos colégios, estão nas mãos dos níveis de bom senso, que as partes conseguirem injetar. Pensem neles. Não me parece correto as Creches e Jardins de Infância quererem receber a totalidade da mensalidade, mas também não me parece correto as famílias não quererem contribuir com uma parte. Entendo os argumentos das partes mas, vão ter de injetar mais bom senso e compreensão mutuas. Os colégios devem perceber que nesta altura, cada caso é um caso. É mesmo verdade que há famílias que ficaram sem rendimento. Por outro lado, as famílias devem entender que, não é só o colégio que não está a prestar o serviço, elas próprias estão impedidas de frequentar esse mesmo serviço, que é suposto ser prestado e que contrataram. Talvez o legislador deva dar um contributo, se tudo isto se extremar. Por favor, não se esqueçam da criança. Ela apenas quer voltar para a sua referência afetiva!! Nota: este texto pretende apenas ser um contributo, para que as partes consigam, no meio de tanta dificuldade e incerteza, um entendimento que não coloque em causa o equilíbrio emocional das crianças. Esse equilíbrio é a nossa preocupação. (Por Francisco Alvernaz)

Berçário, creche e jardim de infância na Charneca da Caparica/ Almada Escola

Missão: A nossa principal missão é desenvolver um projecto de excelência na área do ensino (dos 3 meses aos 6 anos), inovador e diferenciador. Estimulando o gosto pela vida, os afetos, as diferenças, a imaginação, o raciocínio lógico, a criatividade,a partilha, o espírito de cooperação e a entreajuda

Funcionando normalmente

[04/06/20]   Família Bem Me Quer 💕 Espero que todos estejam bem.
Vi este texto e não pude deixar de ficar indiferente, pois reflete tudo o que se passa nos nossos pensamentos e faz-nos pensar no que irá acontecer…
Que dias estão difíceis estamos a passar, o estrago que um bicho invisível tão horrível está a fazer nas nossas vidas... o que nos leva a sentir saudades de tantas coisas que queremos voltar rapidamente a ver e sentir. É mesmo o nosso dever estar longe de tudo e de todos( os que podem obviamente) e para bem de todos ficar em casa é a nossa grande ajuda para o mundo.
Queremos rapidamente sentir o afeto e as emoções de estar com os nossos meninos, queremos um a um, queremos todos , pois todos eles são especiais , cada um com o seu jeitinho de ser, queremos voltar às aprendizagens, aos saberes, aos miminhos, ao brincar e a tudo o que nos faz bem 😍
Um beijinho do tamanho do mundo nos vossos corações 😘 e obrigada por ouvirem o meu desabafo. Até breve!!

“Os Colégios, os pais e os afetos”

A ordem de encerramento das escolas, veio pôr à prova a estabilidade, ao nível do relacionamento interpessoal, dos colégios.
Na sua grande maioria, os colégios comunicaram aos pais que, no mês de Abril teriam de pagar mensalidade. Uns solicitaram-na por inteiro, enquanto outros aplicaram reduções de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, etc. Pelo que me é dado a observar, a maioria aplicou uma redução. Chegamos assim à primeira fase desta “Ode aos Colégios".
O choque
Espantados, ofendidos e magoados, muitos pais reagem de imediato. Compreende-se. A mais comum das reações parece ser: “Como se atrevem a pedir mensalidade se não nos estão a prestar nenhum serviço?"
Este comentário encerra uma visão unilateral do problema que, apesar de legítima, vai ser o ponto de partida para problemas e desorientações várias que se seguirão.
Perante esta questão que os pais colocam, os colégios lá vão dizendo que foram mandados fechar e que, se os pais não pagarem não conseguem aguentar o barco.
Não me parece correto os colégios pedirem a mensalidade por inteiro.
Tudo isto tive oportunidade de assistir, no jornal da noite da SIC, onde muitas opiniões, incluindo da DECO, tive oportunidade de assimilar.
O problema
O problema é que existe um contrato. Esse contrato tem duas partes e ambas se obrigam a missões especificas. Uma parte presta o serviço à criança e a outra parte paga o mesmo. O contrato tem uma duração correspondente ao ano letivo. Os pais dizem que o serviço não está a ser prestado, logo não devem pagar.
Permitam-me que acrescente o seguinte:
Não é só o colégio que não está a prestar o serviço na sua plenitude, as crianças também estão impossibilitados de o frequentar. Ou seja, ambas as partes do contrato estão impossibilitadas de lhe dar aplicação. E isto não deve ser reduzido a opiniões frias do direito.
A visão seca de que o colégio não está a prestar o serviço, logo não tem direito a receber nada, omite o facto de também as crianças não poderem frequentar o mesmo, porque o estado de emergência as obriga a estar ausentes desse mesmo serviço. Ambas as partes estão obrigadas, por ordem do governo, a estarem distantes uma da outra. Será boa ideia apontar os dedos em riste às direções dos colégios?
Já imaginou um colégio vir dizer “não temos culpa que as crianças não apareçam”? Por outras palavras é o que muitos pais estão a dizer: “Não temos culpa que não prestem o serviço”!
Imaginem um proprietário de um colégio, usando a mesma argumentação dos pais, ir dizer à senhora da cozinha:
- Dª Antónia. Eu contratei-a para cozinhar não foi?
- Foi.
- Mas a senhora não me está a prestar esse serviço, pois não?
- Realmente não.
- Então não lhe pago.
E esta visão vai ser o ponto de partida para aquilo que acho que vai acontecer. E não vai ser bom.
No espirito do lay off, a empresa suspende os contratos de trabalho e paga uma parte ao trabalhador. No caso das famílias, pretendem a suspensão do contrato mas sem pagar nada ao colégio.Todas as posições são legitimas e compreendo-as.
Está assim encontrado o caminho para a rutura dos colégios.
Passemos à prática
Imagine um colégio com Creche e Jardim de Infância (privado, sem apoios do estado por aluno). Tem crianças do Berçário aos 6 anos, num total de 100. Vejamos dois cenários distintos.
A. As familias foram informadas de que têm de pagar a mensalidade por inteiro (tirando a alimentação e as extra curriculares). Oitenta por cento das famílias reage dizendo que não. Afinal de contas o colégio não está a prestar o serviço. Começa o conflito.
B. As familias foram informadas de que têm de pagar 50% da mensalidade (tirando a alimentação e as extra curriculares). Trinta por cento das famílias reagem dizendo que não. Afinal de contas o colégio não está a prestar o serviço. Começa o conflito.
Os grupos de whatsApp começam a deitar fumo, tal é a atividade. Os pais de sala juntam-se, fazem-se discursos inflamados, juras de posição comum e avança-se para conflito com o colégio. Afinal de contas o colégio não está a prestar o serviço, é este o argumento. Tomam-se posições de força e o colégio começa a não conseguir gerir a situação.
Os dias, até à data limite do pagamento da mensalidade, vão-se sucedendo. Umas famílias fazem o pagamento e outras não, visto serem da opinião de que não o devem fazer. Está encontrada a primeira divisão. Os que pagaram e os que não. Está instalado o primeiro grande problema, a cisão.
Segunda quinzena de abril
A segunda metade do mês vai ser o da consolidação do conflito. Ou seja, o colégio dá-se conta que metade das pessoas pagaram. E começa a fazer contas. Apercebe-se que, caso se incompatibilize de vez com os que não pagaram vai perder metade dos clientes. Fica sem saber o que fazer pois, os que pagaram merecem-lhe respeito e consideração. O tempo continua a passar e o colégio está inundado de emails a dizerem: “Quando a criança voltar ao colégio logo retomo os pagamentos”. Irados, muitos responsáveis de colégios vão adoptar posições igualmente extremadas, do género: “Queira então cancelar a matricula do seu filho!!" O conflito assume proporções maiores, consolida-se e muitos pais vão responder: “É para já! Não quero mais ter o meu filho numa instituição que não é solidária connosco e insiste em pedir dinheiro por uma serviço que não presta!"
Chega o final do mês de abril e o colégio vai contar espingardas. Apercebe-se que - das 100 crianças - 50 pagaram, 30 bateram com a porta e 20 nem se manifestaram. O problema agrava-se.
Mês de Maio
- Não achas que fiz bem em rescindir com eles? - pergunta o pai
- Claro que sim. Onde é que já se viu quererem dinheiro sem fazerem nada? - responde a mãe
Dão-se então conta de que precisam de solução. Há que procurar um novo colégio, na zona de residência da família ou nas zonas de trabalho de ambos. Afinal de contas assim que puderem ir trabalhar, a criança tem de ficar nalgum lado. Depois de várias pesquisas e pedidos de opinião a amigos, reuniram 2 hipóteses. Começam os contactos. Claro que só vão poder visitar quando isso for possível. Desdobram-se em visitas aos sites e às paginas de facebook e insta dos colégios alvo, para melhor os conhecerem. Mas…pasme-se, vão poder ler muitos comentários dos pais irados desses colégios, aos quais também foi pedida a mensalidade ou parte dela. Nesse momento apercebem-se de que apenas estão a fazer fuga geográfica e não uma fuga ao paradigma.
Durante o mês de maio, todos os colégios do país vão ter menos alunos ativos em sistema (mesmo fechados). Todos. Até porque, nalguns casos há mesmo famílias que, infelizmente, ficaram sem rendimento. Mas as crianças continuam a existir, continuam a precisar do serviço e os pais continuam a precisar de solução para elas, assim que puderem ir trabalhar. Quer isto dizer que em maio o país terá uma mole flutuante de crianças sem vinculo a nenhuma Creche ou Jardim de Infância.
O final do mês de maio vai ser particularmente dramático para muitos colégios. Porquê?
Porque em abril aderiram ao lay off para tentar aguentar o navio.Os contratos de trabalho do colégio ficaram em suspenso, o trabalhador está em casa e recebe 65%. Deste valor a Segurança Social suporta 70% e a empresa proprietária do colégio os restantes 30%. Até aqui tudo certo. Só que como os colaboradores foram para lay off, os mesmos não podem ser dispensados (por despedimento coletivo ou por extinção do posto de trabalho) durante o processo, nem nos 2 meses seguintes. Acontece que no final do mês de maio, os colégios vão aperceber-se que, o equivalente a duas das suas salas desapareceu. Duas salas representam quatro colaboradores. E aí agudizam-se as ansiedades. Como é que vão aguentar o barco na reabertura, se perderam 30% da receita? Não vão. Ninguém aguenta uma perda de 30% de faturação e durante ainda 2 meses, não poder fazer ajustes nos recursos humanos.
Reabertura dos estabelecimentos
Quando tal acontecer a família que rescindiu contrato com o colégio, vai fazer a inscrição num novo estabelecimento. Faz a visita, paga a inscrição, paga o seguro escolar, paga a mensalidade e começa uma nova vida. Mas não faz a mínima ideia, de quanto tempo esse colégio vai estar em funcionamento.
O colégio que essa família deixou para trás lambe as feridas, começa também ele a aceitar novas inscrições. Pasme-se, são inscrições de famílias que ficaram iradas nos seus anteriores colégios, porque lhe pediram 50% da mensalidade. É isto que vai acontecer, uma autêntica dança de cadeiras das famílias que não conseguem ou não querem agora em abril, contribuir pelo menos com uma parte da mensalidade.
Passados dois meses sobre a reabertura, muitos colégios vão fechar. Infelizmente, os dois meses em que não puderam ajustar os recursos humanos, dispensando os que ficaram sem sala, vão matá-los.
Mas ainda acontece mais um pormenor. Trata-se das famílias que não contribuíram comparte da mensalidade e vão querer regressar. E agora? O que faz o colégio? Por um lado, não é justo para com os que aguentaram e pagaram mesmo com o colégio fechado, por outro precisam do regresso dos mesmos. Problema!!
Neste momento, educadoras, auxiliares, cozinheiros, vigilantes e administrativos dos colégios, estão nas mãos dos níveis de bom senso, que as partes conseguirem injetar. Pensem neles.
Não me parece correto as Creches e Jardins de Infância quererem receber a totalidade da mensalidade, mas também não me parece correto as famílias não quererem contribuir com uma parte. Entendo os argumentos das partes mas, vão ter de injetar mais bom senso e compreensão mutuas. Os colégios devem perceber que nesta altura, cada caso é um caso. É mesmo verdade que há famílias que ficaram sem rendimento. Por outro lado, as famílias devem entender que, não é só o colégio que não está a prestar o serviço, elas próprias estão impedidas de frequentar esse mesmo serviço, que é suposto ser prestado e que contrataram. Talvez o legislador deva dar um contributo, se tudo isto se extremar.
Por favor, não se esqueçam da criança. Ela apenas quer voltar para a sua referência afetiva!!

Nota: este texto pretende apenas ser um contributo, para que as partes consigam, no meio de tanta dificuldade e incerteza, um entendimento que não coloque em causa o equilíbrio emocional das crianças. Esse equilíbrio é a nossa preocupação.
(Por Francisco Alvernaz)

[12/13/19]   Obrigado a toda a equipa do Bem me quer pelo trabalho, dedicação e carinho. Obrigado aos artistas pelo espetáculo.

A Direção

Fundação Arcelina Victor dos Santos IPSS

O jardim de infância Bem-Me-Quer na Charneca de Caparica, organizou uma campanha de solidariedade a favor da nossa Instituição entre 20 de Novembro a 4 Dezembro tendo recolhido roupas, brinquedos e livros.
O nosso sincero agradecimento pela escolha da nossa Instituição para esta ação. Bem-hajam!

" A felicidade de grandes Homens e Mulheres
consiste em levar amor e solidariedade
a quem necessita".
Walyson Garrett
Colégio Bem me quer

Colégio Bem me quer

Obrigada pais pela vossa participação nesta campanha para a Fundação Arcelina Victor dos Santos.....❤️❤️❤️❤️❤️

Obrigada pais pela vossa participação nesta campanha para a Fundação Arcelina Victor dos Santos.....❤️❤️❤️❤️❤️

Teatro " Viagem ao Corpo Humano". Dia do Pijama com "Brunch"

Falar em Alimentação Saudável é também falar em Planeta Saudável....Os meninos da Sala Amarela começam agora a descobrir a reciclagem e os alimentos....🌳🌎🥕

A nossa amiga Elisabete encantou a nossa manhã com a suas histórias ♥️♥️ Obrigadaaaa

Assim começa mais um ano letivo na Sala Amarela 🍁🍂🍁🍂🍁🍂

O Bem me Quer deseja a todos um bom ano letivo recheado de alegria, brincadeiras e aprendizagens!!!!!♥️♥️♥️

era.pt

Moradia Isolada T7 / Almada, Marco Cabaço / Venda / 330.000 € / Tlf. 212978629/914916269

era.pt Moradia com 8 quartos inserida num terreno de 473m2. Ideal para investimento em alojamento local. Zona calma, perto de comércio, serviços e praia. No piso térreo tem garagem, 1 quarto com WC, lavandaria, casa de banho de serviço e duas divisões de...

era.pt

Terreno / Almada, Marco Cabaço / Venda / 70.000 € / Tlf. 212978629/914916269

era.pt Excelente lote Urbano com 308,30m2. Viabilidade de construção de moradia isolada. Zona calma com bons acessos.

life.dn.pt

As crianças brincam cada vez menos e isso prejudica o seu desenvolvimento

https://life.dn.pt/familia/as-criancas-brincam-cada-vez-menos-mau-desenvolvimento/

life.dn.pt As crianças brincam cada vez menos. No Dia Internacional dos Direitos das Crianças fomos perceber como isso está a afetar o seu crescimento.

E hoje comemora-se o Dia Nacional do Pijama ( Dia Internacional dos direitos da criança) e a sala vermelha divertiu-se muito 😄

No Dia Mundial da Alimentação a Sala Verde conversou sobre alimentos que nos fazem bem, que nos fazem mal...fizemos espetadas😋....ouvimos música e histórias!!! Tudo á volta da Roda dos Alimentos!!!😋😋😋

E para comemorar o Dia da Alimentação a sala Vermelha fez individuais de mesa. 🍍🍉🍎🥦🥘🍔🍳

uma-caixa-cheiadenada.blogspot.com

O importante não são os dossiers (...) cheios de atividades, mas os filhos cheios de experiências

uma-caixa-cheiadenada.blogspot.com Quantas mudanças estamos dispostos a fazer nas nossas vidas profissionais para sermos realmente felizes no que fazemos? Quantas mud...

eduardosa.com

Eduardo Sá - Tempo de brincar

https://www.eduardosa.com/blog/queridos-pais/tempo-de-brincar/

eduardosa.com Ou a sua ausência

Bom Ano Letivo 2018/2019

Photos from Colégio Bem me quer's post

E assim se passaram 2 semanas de praia... para o ano há mais.
A sala vermelha deseja a todos umas excelentes férias 🏖👣👙🏊‍♀️ 😘

E para terminar o final de um ano letivo nada melhor que aproveitar a tão esperada época de praia 🏖🏊‍♀️👙👣
A sala vermelha tem aproveitado ao máximo
😘

Feliz dia da Criança!

Para todas as crianças, pequenas e grandes, sejam felizes, hoje e sempre! :-)

Para todas as crianças, pequenas e grandes, sejam felizes, hoje e sempre! :-)

A todos os “ meus” meninos que tornam os meus dias tão especiais, com tanta reguilice mas com muita troca de afeto e a todas as crianças do colégio, como todas as que existem neste mundo um dia muito feliz

Hoje comemora-se o Dia Mundial do Brincar e sexta-feira o Dia da Criança,porque não festejá-lo em família no fim-de-semana
😉

A família da sala vermelha deseja a todas as famílias um dia feliz
👨‍👩‍👧‍👦 😘

"Dia Internacional da Família"

A Sala Amarela deseja a todas as FAMÍLIAS do Bem me quer, um dia recheado de muita ALEGRIA, ABRAÇOS, BEIJOS e muita DIVERSÃO! :-)

A Sala Amarela deseja a todas as FAMÍLIAS do Bem me quer, um dia recheado de muita ALEGRIA, ABRAÇOS, BEIJOS e muita DIVERSÃO! :-)

Quinta-feira de Espiga🌾🌿...com a ajuda da nossa Xaninha construímos uns raminhos para levar para casa e descobrimos mais uma tradição!!!💕💕

Feliz Dia da MÃE!

A Sala Amarela deseja a todas as MÃES, um dia recheado de ALEGRIA e muitos MIMINHOS! :-)

A Sala Amarela deseja a todas as MÃES, um dia recheado de ALEGRIA e muitos MIMINHOS! :-)

A sala vermelha deseja a todas as mães um excelente dia 🌸😘🌼

Olá pais e amigos...temos passado estes meses muito atarefados a desenvolver atividades relacionadas com os projetos de sala: Primavera, Páscoa, Inglês, Dia do Pai, As profissões, Dia da Terra, Dia Mundial do Livro...

[04/21/18]   Obrigado Dra. Ana Salvador e a todos os participantes na conversa sobre Sinais de alerta no desenvolvimento infantil. A importância do tema e a partilha de experiências sobre o assunto, de forma agradável e construtiva, tornaram a conversa muito interessante. Seguramente é um formato a repetir sobre este e outros temas relacionados.

A sala vermelha andou a descobrir qual era a primeira letra de cada um dos nomes das crianças da sala . Aproveitando esta aprendizagem recriamos cada letra com o nosso corpo .
😉😘

17 Anos ao serviço da educação

O nosso colégio, Bem me quer, iniciou a sua atividade como instituição de educação de ensino particular no dia 3 de setembro de 2001. No início com 3 salas com valências de Jardim Infantil. Ao longo da sua existência tem vindo a crescer, tendo neste momento 10 salas com as valências de berçário, creche e jardim de infância.

A nossa abordagem pedagógica inspira-se no acompanhamento do “pulsar”da vida da sua comunidade educativa, valorizando o desempenho e promovendo relações em que cada elemento é especial e único. Preocupa-mo-nos não só em ir ao encontro das necessidades e desejos básicos como dos mais complexos e importantes no desenvolvimento da criança.

Recebemos crianças desde o berçário até à idade do pré-escolar, dispomos de uma grande variedade de material didático, mobiliário e equipamento lúdico-pedagógico de exterior.

O nosso espaço foi pensado e os materiais adquiridos de forma a promover e respeitar as normas de segurança, bem estar e desenvolvimento global das crianças.

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Aceda (Associação Cristão Evangélica de Apoio Social) é uma IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social) sem fins lucrativos.

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"A arte musical não é só um jogo de sons destinado apenas a dar prazer, mas uma das formas mais elevadas do pensamento humano; um dos modos mais completos que o homem possui."

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Krav Maga Defesa Pessoal Artes Marciais Estudou Curso de treinador de Krav Maga grau I em IPDJ - Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P.

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