Página criada pelo Movimento em Defesa do Conservatório Nacional, para divulgar a luta pela dignidade Devemos agora estar satisfeitos e tranquilos? Não.
eiras e telhas, recuperação dos tetos e paredes com infiltrações e danos significativos, assim como reparação de todos os frisos do pátio) cujo montante dependerá dos orçamentos dos empreiteiros actualmente a serem elaborados.
É um êxito? Sim, porque sem esta acção determinada e a sua visibilidade mediática nunca teria havido esta repentina “disponibilidade”. Baixar os braços? Por várias razões:
1. Porque o Ministro da Educação, até hoje, não teve a educação de sequer responder aos vários pedidos da direcção da EMCN e da Associação de Pais, em separado e em conjunto, para sermos recebidos. Esta reunião é indispensável e urgente. O pedido foi reiterado em carta dirigida ao senhor Ministro.
2. Porque as obras visadas pela DGESTE, embora indispensáveis, têm um carácter pontual e imediatista, não impedirão a sucessiva e perigosa degradação do edifício. A necessidade da requalificação do edifício, reivindicada há décadas e reconhecida pela sua inserção na 3ª fase do programa da Parque escolar, está na ordem do dia, mais do que nunca.
3. Porque, mesmo em relação a estas obras pontuais e provisórias que a DGESTE diz viabilizar, vale o seguinte: promessas são promessas e só acreditamos quando as obras começarem. Por todas estas razões, é legítimo e necessário que não atenuemos a pressão e que continuemos a desenvolver todas as formas de luta que nos parecem eficazes, adequadas e chamativas. Todas as iniciativas, sem excepção, têm de passar pela Comissão Organizadora. Esta é a apreciação unânime da Comissão Organizadora que se formou na sequência da RGE de 3ª-f., dia 24, a qual integra representantes da Direcção da escola, da Associação de Pais, do corpo docente e da Associação de Estudantes. Sobre as formas concretas de luta a desenvolver, é indispensável realizar um processo de debate e clarificação das várias partes envolvidas, que seja democrático e que respeite, como é óbvio, o enquadramento legal de uma escola pública. EMCN, 6ª–feira, 27/2/15