Fala-me Neuro

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“Fala-me Neuro” é um projeto de comunicação de ciência em português! Junta-te a nós!

10/06/2026

🪞Já todos nós, em dado momento das nossas vidas, fizemos a típica pergunta “Quem sou eu?”. Mas já pensaste como é que o cérebro constrói a tua identidade?

🤔 Sempre que pensas em ti, o teu cérebro ativa várias regiões associadas à memória autobiográfica, o que permite recuperar experiências passadas. Mas essas memórias não são reproduções fiéis, são reconstruções influenciadas pelo presente. Ao mesmo tempo, ativa regiões que “simulam” o futuro, imaginando possibilidades e cenários que ainda não aconteceram. Isso significa que o “eu” não é apenas aquilo que foste até agora, mas também aquilo que imaginas vir a ser.

💭 Grande parte deste processo acontece numa rede cerebral chamada rede de modo padrão, constituída principalmente pelos córtices pré-frontal medial e cingulado posterior, mas também pelo sulco pré-central, lóbulo parietal inferior e giro temporal médio. Esta torna-se mais ativa quando não estás focado no exterior, por exemplo, quando estás a divagar. É nesse estado interno que o cérebro integra memórias e relações sociais, criando uma imagem sobre quem és.

👥 O “eu” é também moldado socialmente, o cérebro integra constantemente informações sobre os outros, a nossa interpretação sobre como nos veem, como nos relacionamos e como pensamos sobre eles, ajustando a identidade a cada contexto.

🗣️ A linguagem também desempenha um papel essencial. É através do diálogo interno que organizamos memórias, damos significado às experiências e construímos uma narrativa sobre quem somos.

✨ Talvez o mais fascinante seja isto: o “eu” não é algo que descobres. É algo dinâmico que o teu cérebro está sempre a construir, tal como Portugal não é uma entidade estática, mas sim uma construção contínua ao longo do tempo.

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Referências:
https://bit.ly/48UA02g; https://bit.ly/4ub7pxN; https://bit.ly/4tGeyqm; https://bit.ly/4sTgsT; https://bit.ly/4tCzpL9

10/06/2026

🪞Já todos nós, em dado momento das nossas vidas, fizemos a típica pergunta “Quem sou eu?”. Mas já pensaste como é que o cérebro constrói a tua identidade?

🤔 Sempre que pensas em ti, o teu cérebro ativa várias regiões associadas à memória autobiográfica, o que permite recuperar experiências passadas. Mas essas memórias não são reproduções fiéis, são reconstruções influenciadas pelo presente. Ao mesmo tempo, ativa regiões que “simulam” o futuro, imaginando possibilidades e cenários que ainda não aconteceram. Isso significa que o “eu” não é apenas aquilo que foste até agora, mas também aquilo que imaginas vir a ser.

💭 Grande parte deste processo acontece numa rede cerebral chamada rede de modo padrão, constituída principalmente pelos córtices pré-frontal medial e cingulado posterior, mas também pelo sulco pré-central, lóbulo parietal inferior e giro temporal médio. Esta torna-se mais ativa quando não estás focado no exterior, por exemplo, quando estás a divagar. É nesse estado interno que o cérebro integra memórias e relações sociais, criando uma imagem sobre quem és.

👥 O “eu” é também moldado socialmente, o cérebro integra constantemente informações sobre os outros, a nossa interpretação sobre como nos veem, como nos relacionamos e como pensamos sobre eles, ajustando a identidade a cada contexto.

🗣️ A linguagem também desempenha um papel essencial. É através do diálogo interno que organizamos memórias, damos significado às experiências e construímos uma narrativa sobre quem somos.

✨ Talvez o mais fascinante seja isto: o “eu” não é algo que descobres. É algo dinâmico que o teu cérebro está sempre a construir, tal como Portugal não é uma entidade estática, mas sim uma construção contínua ao longo do tempo.



Referências:
https://bit.ly/48UA02g; https://bit.ly/4ub7pxN; https://bit.ly/4tGeyqm; https://bit.ly/4sTgsT; https://bit.ly/4tCzpL9

Photos from Fala-me Neuro's post 05/06/2026

🐜As formigas são insetos sociais com elevada capacidade de cooperação. De facto, um estudo recente mostrou que estas colónias podem funcionar quase como um “superorganismo”.

🔎Descobriu-se que pupas da espécie Lasius neglectus, infetadas por fungos do género Metarhizium, conseguem sinalizar a sua infeção à colónia. Este fenómeno assemelha-se ao processo de infeção num organismo multicelular, onde as células infetadas alertam as células imunitárias para as eliminarem, num ato de autossacrifício que preserva a integridade do todo.

🛡A destruição indiscriminada de todas as pupas infetadas poderia causar perdas evitáveis, sobretudo de futuras rainhas. Em vez disso, as formigas utilizam um sistema em que apenas as pupas cujo sistema imunitário é dominado pela infeção emitem sinais para serem eliminadas.

⚖Estes sinais envolvem alterações complexas no perfil químico do revestimento externo das pupas, permitindo às operárias distinguir pupas capazes de recuperar autonomamente daquelas que já não possuem essa capacidade, num delicado equilíbrio entre imunidade individual e imunidade social.

🔏As antenas das formigas possuem recetores especializados que conseguem detetar alterações no odor da cutícula e converter esses sinais químicos em respostas comportamentais específicas. Assim, a organização social destas colónias depende de processamento neural e discriminação sensorial, comparáveis aos mecanismos de reconhecimento social observados noutros animais.

👥A maioria dos seres vivos preza acima de tudo pela própria sobrevivência. Já estes pequenos insetos lembram-nos que a força da natureza pode ir muito além do nível cognitivo ou do tamanho dos seres vivos, revelando-se na capacidade de viver em sociedade, com espírito de comunidade e altruísmo.



Referências:
https://bit.ly/3R4aPEx
https://bit.ly/3RC4RuI

Photos from Fala-me Neuro's post 30/05/2026

❓Já ouviste falar de Esclerose Múltipla? Sabes o que é? É uma doença que afeta primariamente a mielina do SNC.

🧠Alguns dos constituintes do SNC, como o cérebro, a medula espinhal e o tronco cerebral, já devem ser do vosso conhecimento! Mas o que é uma doença desmielinizante?

⚡Uma doença desmielinizante caracteriza-se pela degradação da bainha de mielina, uma estrutura específica que rodeia e protege os axónios dos neurónios. Esta bainha é essencial para a regulação do impulso elétrico, garantindo assim a rápida comunicação neuronal. Uma vez que várias regiões do sistema nervoso podem ser afetadas, os doentes com Esclerose Múltipla podem apresentar vários sintomas, como alterações de visão, disfunção cognitiva, fraqueza, alterações da sensibilidade e dor.

👱‍♀Esta doença é uma das principais causas de incapacidade do adulto jovem, mas também pode ser diagnosticada em idade pediátrica. A nível populacional, é mais frequente no s**o feminino e na faixa etária entre os 20 e 40 anos. Embora o risco de desenvolver Esclerose Múltipla possa estar associado a uma combinação de fatores ambientais e genéticos, as causas diretas da doença ainda não são totalmente conhecidas. Um dos fatores de risco mais consistentemente considerados é infeção pelo EBV, havendo outros como a deficiência de vitamina D e o tabagismo.

👩‍⚕A capacidade de diagnóstico desta doença tem vindo a melhorar, mesmo em idade pediátrica, o que faz com que possa ser realizado numa fase mais precoce. Apesar de não existir cura, ao longo dos últimos anos, os progressos na área terapêutica da Esclerose Múltipla foram significativos, com aprovação de novos tratamentos que contribuem para uma melhor abordagem dos sintomas e consequente qualidade de vida dos doentes.



Referências:
https://bit.ly/3wRmNYu
https://bit.ly/3yVRtIr
https://bit.ly/43VcaAq

Photos from Fala-me Neuro's post 19/05/2026

💭Já imaginaste como o cérebro aprende a partir das experiências?

📚Grande parte da resposta pode ser atribuída a Donald Hebb, um dos nomes mais influentes da neurociência do século XX. Nascido em 1904, no Canadá, Hebb começou por estudar literatura, mas rapidamente se interessou pela psicologia e pelo funcionamento da mente. Ao longo do seu percurso, trabalhou com figuras como Karl Lashley (pioneiro no estudo da aprendizagem e da sua localização funcional), o que influenciou profundamente a forma como pensava sobre o cérebro e o comportamento.

📖Foi em 1949 que publicou a sua obra mais importante, The Organization of Behavior (A Organização do Comportamento), onde apresentou uma ideia simples, mas revolucionária:
“Neurónios que disparam juntos, ligam-se juntos.”

🔌Mas o que é que isto significa? Sempre que dois neurónios são ativados ao mesmo tempo, por exemplo, quando associas um cheiro a uma memória ou aprendes algo novo, a ligação entre eles torna-se mais forte. Com o tempo, essa conexão reforçada facilita a comunicação entre essas células, tornando mais provável que voltem a ativar-se em conjunto.

💪É este mecanismo que está na base da aprendizagem, da memória e até da formação de hábitos. Imagina que estás a aprender a andar de bicicleta. No início, tudo exige esforço e atenção. Mas, com a repetição, os circuitos neuronais envolvidos vão-se fortalecendo. Resultado? Aquilo que antes era difícil torna-se quase automático.

🧠A proposta de Hebb foi fundamental para o conceito de plasticidade cerebral, a capacidade do cérebro de se modificar com a experiência, e continua a influenciar áreas que vão, desde a psicologia à inteligência artificial.

📍No fundo, cada nova experiência deixa uma marca física no teu cérebro.
E tu, que ligações tens vindo a fortalecer?



Referências:
https://bit.ly/4dcHq2p
https://bit.ly/4tiIGH3
https://bit.ly/4uBndu7

Photos from Fala-me Neuro's post 14/05/2026

👃Sabias que a forma como respiramos pode influenciar não apenas o nosso corpo, mas também o funcionamento e a saúde do nosso cérebro?

🫁Embora muitas vezes não pensemos nisso, a respiração nasal desempenha um papel importante na regulação de vários processos fisiológicos e cognitivos. Do ponto de vista biológico, respirar pelo nariz permite que o ar seja filtrado, humidificado e aquecido antes de chegar aos pulmões, contribuindo para uma respiração mais eficiente. No entanto, estudos recentes em neurociência sugerem que os benefícios da respiração nasal podem ir além do sistema respiratório!

👩‍🔬Investigação recente indica que a respiração pelo nariz pode influenciar a atividade de regiões cerebrais associadas à memória, emoções e processamento de informação, como o hipocampo e a amígdala. Isto acontece porque os ritmos respiratórios podem sincronizar padrões de atividade neural em áreas do sistema límbico, um conjunto de estruturas envolvidas na regulação emocional e na memória.

🔎Um estudo conduzido por Zelano e colaboradores (2016) demonstrou que a respiração nasal está associada a oscilações neuronais que modulam funções cognitivas, incluindo o reconhecimento de estímulos emocionais. Curiosamente, estes efeitos parecem ser mais evidentes durante a inspiração nasal. Estes resultados ajudam a explicar por que é que práticas que enfatizam a respiração consciente e controlada, como algumas técnicas de meditação ou mindfulness, podem contribuir para melhorar a regulação emocional e reduzir níveis de stress!

🧠Embora seja necessária mais investigação para compreender totalmente estes mecanismos, a evidência atual sugere que a forma como respiramos pode influenciar a forma como o nosso cérebro funciona.

❓E tu? Já reparaste se respiras mais pelo nariz ou pela boca no teu dia-a-dia?


Referências:
https://bit.ly/46V2Oaa
https://bit.ly/4rvhkNf
https://bit.ly/40yWphe

Photos from Fala-me Neuro's post 13/05/2026

🧹Os comprimidos para dormir são frequentemente vistos como uma solução rápida para a insónia. Mas estudos recentes mostram que estes fármacos podem interferir com mecanismos fundamentais de “limpeza cerebral”.

😴Durante o sono natural, o cérebro ativa o sistema glinfático, que transporta o líquido cefalorraquidiano e funciona como um “sistema de limpeza”. A sua função é a de remover resíduos acumulados ao longo do dia, incluindo proteínas potencialmente tóxicas como a beta-amilóide (associada à doença de Alzheimer).
Um dos elementos-chave deste mecanismo é a norepinefrina, um neurotransmissor ligado ao estado de alerta. Durante o sono profundo, os níveis desta substância oscilam de forma rítmica, provocando adaptações nos vasos sanguíneos que permitem o fluxo de líquidos no cérebro e facilitam a remoção de resíduos.

💊Contudo, comprimidos para dormir (como, por exemplo, o zolpidem), apesar de induzirem sono, suprimem as oscilações da norepinefrina e alteram a dinâmica da vasculatura cerebral, tornando o sistema glinfático menos eficiente e reduzindo a capacidade do cérebro de “se limpar” durante a noite. A acumulação de resíduos no cérebro pode afetar funções cognitivas como a aprendizagem e a memória e até acelerar o envelhecimento cerebral e o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas.

💤Dormir não significa só “desligar” mas é também um processo ativo de manutenção cerebral. Quando o sono é artificialmente induzido, partes cruciais desse processo podem ser comprometidas.

⚖Assim, embora os comprimidos para dormir possam ser úteis em situações específicas, o seu uso prolongado deve ser cuidadosamente ponderado, tendo em conta os seus efeitos subtis, mas potencialmente perigosos, para a saúde do cérebro.



Referências:
https://bit.ly/3OVcfk4
https://bit.ly/3OJspwS
https://bit.ly/4cXCzln

Photos from Fala-me Neuro's post 07/05/2026

👩Hoje vamos conhecer mais um elemento da equipa Fala-me Neuro: apresentamo-vos a Liana Shvachiy!
Foi a perda da avó para o cancro, quando ainda andava no 8º ano, que lhe despertou a curiosidade pelas doenças e pela forma como o corpo responde a elas. Mas só no 9º ano, nas aulas de Ciências Naturais, é que percebeu que queria mesmo seguir ciência — ganhou um grande fascínio pela fisiologia humana, o que fez com que nunca mais largasse essa ideia.

🔬Durante algum tempo esteve indecisa entre Oncologia, Medicina Forense e Neurociências. O estágio no laboratório de neurociência em Lisboa no final da licenciatura acabou por resolver o dilema. A partir daí, mergulhou de cabeça: trabalhou em projetos que abrangem as doenças de Alzheimer, Parkinson e sinucleinopatias, depressão, hipertensão, sépsis e perda auditiva associada ao envelhecimento. O projeto central do seu mestrado e doutoramento foi interdisciplinar — estudou os efeitos tóxicos do chumbo nos sistemas cardiovascular e neurológico, as diferenças de resposta entre s**os e os mecanismos por detrás desses efeitos, tanto em modelos animais como celulares.

🗣Tal como acontece com muitos cientistas, foi percebendo que a investigação tem muito mais impacto quando sai do laboratório. Foi assim que começou a explorar o mundo da inovação e do empreendedorismo, e ao longo dos anos foi acumulando experiência em gestão de programas europeus de saúde, organização de eventos de inovação, coordenação de consórcios internacionais e comunicação científica — sempre com o voluntariado pelo caminho, porque parar quieta nunca foi bem o seu estilo.

🗻Fora do trabalho, encontra-se provavelmente a percorrer uma montanha, a explorar a gastronomia e cultura de um país que ainda não conhecia, ou com um livro na mão — e raramente é só um. Tem duas línguas maternas, fala mais três fluentemente, nasceu num lado da Europa, cresceu no lado oposto e vive agora algures no meio. Não gosta de café — substitui-o por matcha e chá, e garante que consegue ser perfeitamente matinal sem ele

Photos from Fala-me Neuro's post 16/04/2026

🗣️Hoje, no Dia Mundial da Voz, falamos de ecolocalização, uma das capacidades mais fascinantes do reino animal! Funciona como um “radar biológico” que permite a certas espécies navegar e perceber o mundo através do som.

👂Em vez de ver com os olhos, animais como morcegos e golfinhos “ouvem com intenção”, ou seja, emitem sons de alta frequência que ecoam nos objetos à sua volta e, ao captar o retorno desses ecos, conseguem deduzir a posição, a forma e até o tamanho de obstáculos ou presas.

🔊A evolução desta capacidade está ligada a profundas transformações cerebrais ao longo de milhões de anos. Estudos mostram que animais que ecolocalizam partilham mais de 200 genes ligados à audição e desenvolveram circuitos neurais especializados que conectam regiões sensoriais e motoras de forma muito eficiente. A informação auditiva é rapidamente integrada com os movimentos, permitindo ajustar a emissão de sons e a resposta aos ecos em tempo real.

🧠No cérebro, os sinais sonoros são transmitidos para o colículo inferior, no tronco cerebral. Esta região funciona como um centro de triagem inicial para a informação auditiva. Daí, seguem para áreas superiores que interpretam os sons e coordenam respostas motoras. Nos golfinhos,muitas dessas ligações envolvem fortemente o cerebelo, tradicionalmente associado ao controlo do movimento.

🐬Hoje sabemos que o cerebelo também integra sensações e antecipa o que vai acontecer no ambiente, o que é crucial para a ecolocalização. E é aqui que os animais que utilizam esta técnica se destacam! Tudo indica que as ligações entre colículo inferior e cerebelo foram determinantes, do ponto de vista evolutivo, para tornar este sistema tão eficiente.

🤩Já imaginaste se nós tivéssemos evoluído no mesmo sentido?


Referências:
https://bit.ly/45wuH7E
https://bit.ly/3NDU3uf
https://bit.ly/3NzDI9X

Photos from Fala-me Neuro's post 05/04/2026

🐰A Páscoa é, para muitas famílias, um momento de celebração, partilha e doces. Entre ovos de chocolate e amêndoas açucaradas, o consumo de açúcar tende a aumentar significativamente nesta altura do ano. Mas aquilo que parece apenas um pequeno excesso pode influenciar o funcionamento do nosso cérebro.

🩸O cérebro humano depende da glicose, um tipo de açúcar presente no sangue, como principal fonte de energia. Isto não significa que quanto mais açúcar consumirmos, melhor o cérebro funciona. Pelo contrário, vários estudos sugerem que níveis elevados de glicose podem ter efeitos negativos em processos importantes como a memória e a regeneração de neurónios.

🧐Por exemplo, um estudo recente realizado por investigadores da Universidade de Stanford descobriu que níveis elevados de glicose podem inativar as células estaminais neurais. Estas células são responsáveis por gerar novos neurónios em regiões do cérebro como o hipocampo, uma área fundamental para a memória e a aprendizagem.

📈Outros estudos observam que alterações frequentes nos níveis de glicose no corpo podem afetar processos metabólicos neuronais e até contribuir para problemas cognitivos quando persistem ao longo do tempo.

🧠Para além disso, o açúcar ativa o sistema de recompensa do cérebro. Ao consumir alimentos doces, ocorre a libertação de dopamina, um dos neurotransmissores associados ao prazer e à motivação. Este mecanismo explica como os doces são tão apelativos e irresistíveis! A chave está na moderação.

🍫Assim, entre ovos de chocolate e momentos em família, a Páscoa pode também servir de lembrete para refletirmos sobre a forma como aquilo que comemos influencia não apenas o nosso corpo, mas também o funcionamento do nosso cérebro.



Referências:
https://bit.ly/4bvrFE8
https://bit.ly/4bLLQwq
https://bit.ly/4sYwZpg
https://bit.ly/4dQnUdR

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