Emoções à flor da Mente

Emoções à flor da Mente

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Por uma infância/adolescência emocionalmente saudável e uma educação +positiva.

13/06/2026

O que as crianças preferem: mais brinquedos ou passar mais tempo com os seus pais?

Se tivermos de escolher entre as duas opções, a investigação aponta de forma consistente para a mesma direção: as crianças valorizam mais tempo de qualidade com os pais do que mais brinquedos.

Curiosamente, quando as crianças são questionadas sobre o que mais desejam dos pais, raramente respondem "mais coisas".
As respostas tendem a ser:
brincar juntos;
conversar;
receber atenção;
sentir-se ouvidas;
fazer atividades em família.

Isto não signif**a que os brinquedos não tenham valor. Têm. Podem estimular a criatividade, a aprendizagem e a diversão. Mas os brinquedos não substituem aquilo que as crianças mais necessitam para o seu desenvolvimento emocional: conexão, presença e relação.

Do ponto de vista do desenvolvimento infantil, os momentos de atenção genuína, brincadeira partilhada e ligação emocional contribuem para:
💙 maior autoestima;
💙 sentimento de pertença e segurança;
💙 melhor regulação emocional;
💙 relações familiares mais fortes.

Por isso, muitas vezes, aquilo que f**a no coração de uma criança não é o presente que recebeu, mas sim a memória de um jogo improvisado, de uma gargalhada partilhada ou de um adulto que largou o telemóvel para estar verdadeiramente com ela.

Uma pergunta interessante para refletirmos como pais é:
Daqui a 20 anos, o que terá mais probabilidade de ser recordado pelo meu filho: o brinquedo que lhe comprei ou o tempo que lhe dediquei? 💙

Photos from Emoções à flor da Mente's post 12/06/2026

Quando pensamos em brincar, pensamos quase sempre nas crianças.
Mas brincar não é apenas uma necessidade da infância.
É uma necessidade humana.

Brincar é rir sem motivo.
É dançar na cozinha.
É inventar histórias.
É experimentar sem medo de errar.
É estar presente.

À medida que crescemos, vamos f**ando mais sérios, mais ocupados e mais preocupados. E sem nos apercebermos, podemos começar a acreditar que brincar é uma perda de tempo.

Mas os nossos filhos precisam de mais do que tempo para brincar.
Precisam de ver que a alegria continua a ter lugar na vida adulta.
Precisam de perceber que crescer não signif**a deixar de ser leve, curioso ou criativo.

Porque os filhos aprendem muito mais com aquilo que nos veem viver do que com aquilo que lhes dizemos.

Por isso, deixo-vos um convite simples:
💛 Reservem 10 minutos.

10 minutos para entrar no mundo dos vossos filhos.
Sem corrigir.
Sem ensinar.
Sem telemóvel.
Sem pressa.
Apenas para brincar.

Talvez descubram que não são só eles que precisam desse momento.

✨ E tu? Qual era a tua brincadeira preferida quando eras criança? Conta-me nos comentários.

09/06/2026

Há frases que nos desafiam a olhar menos para o mundo... e mais para nós próprios.
Esta reflexão de Antonio Banderas, partilhada durante a visita do Papa a Espanha, recorda-nos que a mudança que desejamos ver à nossa volta começa muitas vezes nas pequenas escolhas que fazemos todos os dias.

Talvez não possamos mudar os tempos de um dia para o outro. Mas podemos escolher ser mais gentis, mais conscientes, mais humanos.

E, às vezes, é assim que os tempos começam a mudar.

𝐀𝐣𝐮𝐝𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐮𝐥𝐭𝐢𝐯𝐚𝐫 𝐚 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐥𝐢𝐠𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐞𝐦𝐨𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐧𝐚𝐬 𝐟𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚𝐬 𝐞́ 𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐦𝐢𝐬𝐬𝐚̃𝐨. 🤍
𝑆𝑜𝑢 𝑎 𝐿𝑖𝑙𝑖𝑎𝑛𝑎 𝐹𝑒𝑟𝑟𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑒 𝑎𝑗𝑢𝑑𝑜-𝑡𝑒 𝑎 𝑖𝑚𝑝𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑎𝑟 𝑎 𝐷𝑖𝑠𝑐𝑖𝑝𝑙𝑖𝑛𝑎 𝑃𝑜𝑠𝑖𝑡𝑖𝑣𝑎 𝑒 𝑎 𝐸𝑑𝑢𝑐𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑆𝑜𝑐𝑖𝑜𝑒𝑚𝑜𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑐𝑜𝑚 𝑓𝑒𝑟𝑟𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑎𝑠 𝑝𝑟𝑎́𝑡𝑖𝑐𝑎𝑠 𝑒 𝑑𝑖𝑛𝑎̂𝑚𝑖𝑐𝑎𝑠.

07/06/2026

Queremos que cresçam. Mas ninguém nos prepara para todas as pequenas despedidas que o crescimento traz. 💛

A primeira vez que adormecem sozinhos.

A primeira vez que vão a uma festa sem precisarem que fiquemos por perto.

A primeira vez que resolvem um problema sem pedir ajuda.

A primeira vez que deixam de estender a mão automaticamente para a nossa.

São conquistas que celebramos.

Mas também são momentos que nos lembram que uma fase terminou e outra começou.

Talvez seja por isso que a parentalidade seja tão agridoce.

Passamos anos a construir autonomia, confiança e independência nos nossos filhos...
e, ao mesmo tempo, vamos aprendendo a encontrar novas formas de estar presentes nas suas vidas.

Porque eles deixam de precisar de nós para algumas coisas. Mas nunca deixam de precisar de saber que estamos lá. ✨

💬 Que versão dos teus filhos sentes mais saudades de revisitar por vezes?

03/06/2026

Uma década onde cabem tantas cores...
Que vida colorida nos trazes, meu amor pequenino!

Há tanto em ti de ternura quanto tens de garra e determinação.
Cresces com graça e beleza mas por dentro bem sabemos como és um furacão.

Sê sempre feliz e nunca te faltem motivos para celebrares a vida e a celebrarmos contigo!

02/06/2026

“Professora… tu acreditas em Deus?”

A pergunta surgiu no meio de uma atividade sobre ansiedade.
Estávamos a falar sobre medos, preocupações, inseguranças… sobre aquilo que sentimos quando parece que temos de controlar tudo.

E achei curioso como, para aquela criança de 8 anos, estas duas coisas f**aram ligadas.
Porque, na verdade, muitas vezes a ansiedade também nos confronta com grandes perguntas: Em quem confio?
O que me ajuda a sentir segurança?
O que me sustenta por dentro quando tenho medo?

Respondi-lhe com honestidade.
Disse-lhe que sim, que acredito em Deus.
E que, para mim, a fé tem sido também um lugar de conforto em momentos de maior ansiedade.

Depois de me ouvir, respondeu-me apenas: “Eu não acredito.”
…e continuou a atividade.
Sem conflito.
Sem julgamento.
Sem necessidade de convencer ninguém.
Só duas pessoas a pensar de forma diferente…
mas a conseguirem conversar com respeito e naturalidade.

E talvez seja precisamente isso que também precisamos de ensinar às crianças: que podemos fazer perguntas profundas.
Refletir. Discordar. Pensar diferente.
E, ainda assim, continuar ligados uns aos outros. 🤍

Conta-me nos comentários:
Acreditas que a ansiedade também nos leva, muitas vezes, a procurar aquilo que nos dá sentido, segurança ou esperança?

𝐀𝐣𝐮𝐝𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐮𝐥𝐭𝐢𝐯𝐚𝐫 𝐚 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐥𝐢𝐠𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐞𝐦𝐨𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐧𝐚𝐬 𝐟𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚𝐬 𝐞́ 𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐦𝐢𝐬𝐬𝐚̃𝐨. 🤍
𝑆𝑜𝑢 𝑎 𝐿𝑖𝑙𝑖𝑎𝑛𝑎 𝐹𝑒𝑟𝑟𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑒 𝑎𝑗𝑢𝑑𝑜-𝑡𝑒 𝑎 𝑖𝑚𝑝𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑎𝑟 𝑎 𝐷𝑖𝑠𝑐𝑖𝑝𝑙𝑖𝑛𝑎 𝑃𝑜𝑠𝑖𝑡𝑖𝑣𝑎 𝑒 𝑎 𝐸𝑑𝑢𝑐𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑆𝑜𝑐𝑖𝑜𝑒𝑚𝑜𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑐𝑜𝑚 𝑓𝑒𝑟𝑟𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑎𝑠 𝑝𝑟𝑎́𝑡𝑖𝑐𝑎𝑠 𝑒 𝑑𝑖𝑛𝑎̂𝑚𝑖𝑐𝑎𝑠.
𝐸𝑥𝑝𝑙𝑜𝑟𝑎 𝑜𝑠 𝑚𝑒𝑢𝑠 𝑝𝑟𝑜𝑔𝑟𝑎𝑚𝑎𝑠 𝑒 𝑟𝑒𝑐𝑢𝑟𝑠�

02/06/2026

Vivemos tão depressa que, muitas vezes, deixamos de reparar nos milagres escondidos nas pequenas coisas tão simples e acessíveis como:
O reflexo da água.
Uma gargalhada espontânea.
Um abraço demorado.
Um momento de silêncio.
A curiosidade de uma criança a observar o mundo como se tudo fosse novo.

Uma das maiores aprendizagens que a infância nos revela é exatamente esta: a capacidade de encontrar encanto no simples. 💛

Talvez nós, adultos, precisemos reaprender a olhar o quotidiano com olhos mais presentes… e menos apressados.
Porque os “milagres” continuam lá.
Nós é que, às vezes, deixamos de os ver.

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